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      <title>Autonomia Flexibilidade Curricular by Isabel Costa</title>
      <link>https://padlet.com/isabelparadacosta/isabelparada</link>
      <description>Reflexões</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-19 15:07:30 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2018-11-09 09:56:48 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Tarefa 1.4 Do perfil à minha sala de aula. Por onde começar?</title>
         <author>isabelparadacosta</author>
         <link>https://padlet.com/isabelparadacosta/isabelparada/wish/294869861</link>
         <description><![CDATA[<div>Num mundo em constante mudança e ocorrendo essa mudança a um ritmo cada vez mais vertiginoso, também nós professores devemos ser capazes de acompanhar esse devir. Mas por onde começar? O cariz humanista, enquanto princípio do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, que aponta o aluno como o centro de todo o processo de ensino aprendizagem, com vista à aquisição e ao desenvolvimento de múltiplas competências, deve estar sempre presente nas práticas pedagógicas que concretizamos no espaço da sala de aula. Parece-me essencial, enquanto professora, começar por equacionar as minhas práticas, sempre na perspectiva de melhorar e de melhor chegar aos meus alunos. Para mim é fundamental a relação de proximidade e de confiança estabelecida com os alunos, de forma a criar um ambiente motivador, descontraído e propício à aprendizagem. O diálogo torna-se, neste contexto, uma ferramenta imprescindível. Na preparação das aulas, diversificar as estratégias a utilizar, tentando sempre que sejam os próprios alunos a procurarem as respostas para as questões que vão surgindo. A propósito de determinados conteúdos, julgo muito produtivo lançar desafios/ problemas que os entusiasmem e os conduzam à construção do seu próprio conhecimento. Aqui terão lugar, naturalmente, os projetos interdisciplinares, mas também pequenos projetos de âmbito meramente disciplinar. O trabalho cooperativo, em pequenos grupos, com funções bem definidas para cada elemento do grupo, acompanhado sempre de uma autoavaliação, de uma coavaliação e de uma heteroavaliação, parece-me uma estratégia muito rica para trabalhar e desenvolver diversas áreas de competências, nomeadamente o relacionamento interpessoal, o pensamento crítico e criativo, a informação e comunicação, ente outras. Considero a diversificação de estratégias, de acordo com os objetivos a atingir, uma prática importante que permitirá trabalhar competências múltiplas, dessa forma respondendo melhor às características e necessidades de cada aluno. Em turmas com 30 alunos, é difícil praticar uma educação diferenciada, sendo no entanto esse o desafio do nosso trabalho. Só assim estaremos a preparar os nossos alunos para uma realidade cada vez mais exigente, heterogénea e global. Cada aluno é um aluno e como tal devemos ser capazes de gerar momentos de aprendizagem, nas nossas aulas, que lhes permitam explorar as suas capacidades, aprofundar os conhecimentos e desenvolver as atitudes adequadas, com vista à aquisição das competências chave. Em conclusão, julgo importante que nós professores comecemos por questionar as nossas práticas (não é por fazermos algo há muito tempo que tal não possa ser melhorado), definindo objetivos e preparando a nossa ação com vista a proporcionar oportunidades, na sala de aula, para que os nossos alunos tenham interesse em saber e procurem as respostas, promovendo assim a sua autonomia e a construção do próprio saber. Dessa forma, ficarão mais aptos para enfrentar os desafios que o futuro lhes coloque.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-19 15:17:14 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa A.4.2</title>
         <author>isabelparadacosta</author>
         <link>https://padlet.com/isabelparadacosta/isabelparada/wish/299944195</link>
         <description><![CDATA[<div>APRESENTAÇÃO - Isabel Costa<br>Olá!<br><br></div><div>O meu nome é Isabel Costa e sou professora de Português do 2º ciclo (5º e 6º anos), num estabelecimento de ensino particular, em Lisboa. Abracei a carreira de docente há 22 anos, precisamente no mesmo externato onde ainda hoje leciono. Ao longo do meu percurso profissional, tenho desempenhado as funções de Diretora de Turma e de responsável pelo Departamento de Comunicação. Desde há 3 anos que também sou Delegada do Departamento Disciplinar de Português.<br><br></div><div>No que diz respeito à implementação de projetos inovadores, tenho lançado atividades de cariz cultural para toda a comunidade educativa, nomeadamente a dinamização de momentos de formação para os delegados de cultura (pais e alunos). Com vista à promoção do sucesso escolar dos alunos com mais dificuldades, acompanho e participo no projeto “Aprender+”, no âmbito da disciplina de Português, assim como nos momentos de Apoio aos Alunos.<br><br></div><div>Estando ciente dos enormes desafios que se colocam hoje em dia à escola e consequentemente ao meu trabalho enquanto professora, julgo extremamente importante acompanhar as mudanças, refletindo, questionando e estando aberta à inovação, sempre numa perspetiva de melhoria das minhas práticas letivas.<br><br></div><div>Nesse sentido, as minhas expetativas em relação ao curso prendem-se com essa oportunidade de aprofundar um pouco mais as ideias e reflexões que tenho vindo a fazer sobre toda a temática da Autonomia e Flexibilidade Curricular, através da partilha de experiências e de olhares.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 18:33:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 Filme e cartaz</title>
         <author>isabelparadacosta</author>
         <link>https://padlet.com/isabelparadacosta/isabelparada/wish/299970877</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme ilustra muito bem as competências que os nossos alunos devem desenvolver para fazer face aos desafios cada vez mais complexos que a sociedade atual lhes lança. Comunicação, Colaboração, Pensamento Crítico e Criatividade, as quatro competências previstas no Perfil do Aluno estão presentes na forma como as personagens, sobretudo a Maya, encara o desafio lançado na escola. A situação retratada coloca-nos a nós, professores,o desafio de conduzirmos os nossos alunos de forma a encararem a aprendizagem como algo estimulante. Compete-nos entregar-lhes os kits que lhes permitam ir mais além, com vista a aprofundarem os seus conhecimentos, numa perspetiva útil e prática, respeitando os seus ritmos e valorizando a capacidade de pensarem por si.Para concluir, uma pequena nota para o entusiasmo das personagens no final da corrida, encarando aquele desafio como o início de muitos outros.O sucesso gera motivação e leva à procura de mais conhecimento, de forma autónoma por parte dos alunos, tal como preconiza o modelo das AE e do Perfil do Aluno. hide</div><div>by Isabel Costa<br><br><strong>Concordo plenamente com o que a Isabel referiu. De facto, é necessário valorizar nos nossos alunos a capacidade de pensar e de resolver problemas com base num trabalho colaborativo e assente sempre em formas de pensamento crítico. Só desta forma estaremos a preparar de forma efetiva os nossos alunos para os desafios do séc XXI.hide<br>by Fernando Marinho<br> <br>Estou de acordo! O nosso papel de professor é fundamental para motivar e encaminhar os nossos alunos…. hide<br>by Cristina Mendinhas<br>2<br>Vote<br>Cristina Mendinhas<br>Fernando Marinho</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 19:44:33 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.6 - Reflexão</title>
         <author>isabelparadacosta</author>
         <link>https://padlet.com/isabelparadacosta/isabelparada/wish/299973090</link>
         <description><![CDATA[<div>Os desafios que as AE e o Perfil dos Alunos vêm colocar são vários, desde logo porque propõem uma mudança de paradigma. A escola tradicional em que o aluno é encarado como mero recetor da informação e do conhecimento transmitidos pelo professor, de uma forma exclusivamente expositiva, está ultrapassada e não se coaduna com a complexidade e exigência da sociedade atual. O aluno do século XXI, tal como preconizado no Perfil do Aluno tem de estar preparado para fazer face aos desafios da sociedade em que está inserido. Neste contexto, nós, professores, temos de estar à altura dessa mudança, sendo agentes ativos da mesma no seio das nossas escolas e ambientes escolares.<br><br></div><div>O primeiro desafio que se me coloca logo à partida é o de ser capaz de refletir sobre estas questões, perspetivando a mudança das minhas práticas letivas, com vista à melhoria das mesmas. Torna-se essencial, do meu ponto de vista, o questionamento permanente da minha prática, no sentido de ir ao encontro daquilo que os meus alunos precisam de saber / desenvolver. Paralelamente a esse questionamento, a partilha de reflexões e de experiências com os meus pares pedagógicos assume uma enorme importância.<br><br></div><div>Outro grande desafio para mim é a capacidade de selecionar aquilo que é verdadeiramente essencial e definidor da minha disciplina, procurando que o aluno construa um conhecimento passível de ser utilizado. Para isso, tenho de pensar a minha sala de aula como um espaço de construção de conhecimento, procurando envolver os alunos na procura do mesmo. Compete-me dar-lhes as ferramentas para eles se sentirem estimulados a avançar na sua aprendizagem. Alguns exemplos práticos será o lançar-lhes alguns problemas / questões para os quais deverão procurar respostas, orientando-os naquilo que for necessário ao longo do processo (pesquisa, seleção de informação, redação…). A aplicação de rotinas de pensamento que os levem a situar-se perante os assuntos, trabalhando as inteligências múltiplas, tendo em atenção o ritmo de cada um. O trabalho de projeto, de preferência numa perspetiva inter e multidisciplinar, sendo desejável, não deixa de ser um desafio enquanto momento de trabalho cooperativo com os colegas (conciliar horários, definir objetivos, pensar e planificar o trabalho atempadamente). <br><br></div><div>Para além do já referido, coloca-se ainda a questão da avaliação, a qual se pretende essencialmente formativa, abarcando todas as fases do processo. Quais os melhores instrumentos de avaliação a aplicar? Em que momentos deverão ser aplicados? A maior dificuldade, porém, parece-me ser o conciliar toda esta nova forma de ensinar / aprender com o modelo de avaliação externa muito baseado nos resultados dos exames.<br><br></div><div>Não obstante as dificuldades, julgo que as AE e o Perfil dos Alunos vêm trazer os princípios orientadores para a nossa prática enquanto professores, sendo cada aluno o centro da nossa ação educativa. Para isso, devemos proporcionar-lhes as condições para eles explorarem e desenvolverem as suas capacidades, conhecimentos e atitudes, com vista às competências necessárias para enfrentarem o futuro com sucesso.<br><br></div><div>Os desafios são inúmeros, mas considero que o importante é não termos receio de mudar, de forma gradual e consistente, com vista à melhoria das nossas práticas enquanto professores. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 19:52:22 UTC</pubDate>
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