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      <title>Biologia e Geologia  by Bruna Santos</title>
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      <description>Feito com brio</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-02 09:43:27 UTC</pubDate>
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         <title>Subsistemas terrestres </title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/302896666</link>
         <description><![CDATA[<div>O sistema Terra(sistema composto e fechado) é constituído por 4 subsistemas: <br>-GEOSFERA <br>-HIDROSFERA<br>- ATMOSFERA<br>- BIOSFERA <br>Os 4 subsistemas terrestres referidos anteriormente são sistemas abertos,ou seja, realizam trocas de energia e de matéria com o seu meio envolvente. Como os subsistemas estão interligados entre si, as alterações num irão  provocar alterações/consequencias nos outros e posteriormente no grande sistema Terra.<br>   Exemplos de interações:<br>BIOSFERA E ATMOSFERA - algumas atividades humanas contribuem para a poluição atmosférica.<br>ATMOSFERA E HIDROSFERA-o vapor de água existente na atmosfera condensa e precipita na forma de chuva.<br>GEOSFERA E ATMOSFERA- os vulcões em erupção libertam gases e particulas para a atmosfera.<br>BIOSFERA E GEOSFERA- a água contribui para a alteração fisica e química das rochas provocando a sua fragmentação e/ou dissolução.<br>HIDROSFERA E BIOSFERA- os seres vivos retiram da hidrosfera a água necessária às suas funções vitais. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-10 18:47:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de rocha e sua génese </title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/305532812</link>
         <description><![CDATA[<div>Rochas são agregados naturais de partículas sólidas.  São constituídas por minerais e podem ser classificadas quanto á sua génese em metamórficas, sedimentares e magmáticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-17 12:40:44 UTC</pubDate>
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         <title>Desflorestação </title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/305535535</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A desflorestação é um exemplo de interação entre os subsistemas terrestres. <br>A desflorestação é o desaparecimento de massas florestais, maioritariamente causado pela atividade humana. As florestas são um importante habitat natural logo, uma das consequências diretas da desflorestação é a redução de biodiversidade e consequentemente a extinção em massa de diversas espécies (biosfera). Outra das consequências é a diminuição de absorventes de CO2. Como sabemos, as plantas são responsáveis pela fotossíntese, ou seja, absorver o dióxido de carbono e libertar oxigénio logo, o abate exagerado exagerado destas irá levar a um aumento do dióxido de carbono e posteriormente a um aumento do efeito de estufa e aumento do aquecimento global (atmosfera). Por último, como as florestas/plantas têm um papel fundamental no ciclo da água através da evapotranspiração, o abate destas irá levar a uma diminuição da precipitação e diminuição dos caudais fluviais (hidrosfera).<br>Em suma, a desflorestação é um enorme problema com impactos gravíssimos na biodiversidade, no clima e nas pessoas.<br>Reflexão crítica: Na minha opinião a desflorestação é um exemplo claro de interações entre os subsistemas terrestres. Com ajuda do gráfico observamos que Portugal é o quarto país com maior perda de cobertura arbórea, ou seja, é um dos sete países com maior taxa de desflorestação. Esta prática deve parar pois a desflorestação traz graves impactos no sistema Terra.<br>Fonte do texto: autoria própria <br>Fonte da imagem: http://www.globalforestwatch.org/</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-17 13:10:51 UTC</pubDate>
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         <title>O supercontinente Pangeia</title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/305545944</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1912, Alfred Wegener propôs a Teoria da Deriva dos Continentes, quando observou a complementaridade existente entre a costa cidental de África  e a costa oriental da América do Sul e admitiu que os dois continentes pudessem, no passado, ter estado unidos. Esta ideia foi reforçada quando se reparou que o registo fóssil encontrado nas costas africana e brasileira era o mesmo. Assim, passou a ser adotada uma ideia mobilista pela qual a posição atual dos continentes é diferente da posição  que ocupavam no passado e será diferente daquela que ocuparão no futuro.<br>Pangéia é a designação para o supercontinente que existiu há aproximadamente 200 milhões de anos, no Paleozóico e que juntava todos os continentes que atualmente conhecemos.<br>Mais tarde, no Mesozóico a Pangeia rompeu formando assim dois continentes a Laurásia e Gondwana.<br><br>Fonte: YouTube <br> https://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/deriva-continental-pangeia-deu-origem-aos-continentes.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-17 14:56:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rochas sedimentares </title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/305661972</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste exemplo, conseguimos observar um calcário e um sal-gema. Ambas as rochas são sedimentares quimiogénicas ou seja, classificadas de acordo com a composição quimica. O sal-gema é uma rocha cloretada (cloro) e o calcário carbonatada (carbono).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-18 15:11:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rochas magmáticas </title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/305663175</link>
         <description><![CDATA[<div>As rochas magmáticas são formadas a partir da solidificação do magma. No caso do basalto o arrefecimento é rápido (solidificação à superfície), a cristalização é incompleta logo, a textura é agranular. No caso do granito, o arrefecimento é lento( em profundidade), a cristalização é completa logo, apresenta textura granular.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-18 15:21:18 UTC</pubDate>
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         <title>Rochas metamórficas </title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/305664847</link>
         <description><![CDATA[<div>Formam-se por transformação de rochas pré-existentes por alteração da pressão e/ou temperatura (fatores de metamorfismo). Ocorre a recristalização de minerais. Neste exemplo, as rochas apresentam todas foliação ( quando as rochas estão sujeitas a elevada pressão, os seus minerais reorganizam-se de acordo com planos paralelos). A ardósia apresenta baixo metamorfismo, o xisto médio e a gnaisse alto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-18 15:32:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vulcanismo </title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/312380136</link>
         <description><![CDATA[<div>Na ultima aula de laboratório procedeu-se à realização de uma experiencia com o objetivo de perceber a que velocidade e temperatura os diferentes tipos de lava se moviam (mel representa o teor de sílica).<br>M1 representa uma lava intermédia (30% de água e 70%mel) com um teor de sílica médio e viscosidade média. <br>M2 representa uma lava básica (50% de água e 50% de mel) com um teor de sílica reduzido e fluidez elevada.<br>M3 representa uma lava ácida (100% de mel)  um um teor de sílica elevado e viscosidade elevada.<br>Posteriormente colocou-se um tubo ensaio de cada mistura à temperatura ambiente, numa taça de gelo e a aquecer numa lamparina.<br> Comentário crítico: Assim, no final da experiência conseguimos concluir que as lavas básicas deslocam-se muito mais rapidamente que as ácidas e que as soluções aquecidas deslocam-se mais rapidamente do que à temperatura ambiente e a temperaturas baixas. Para além disso, com ajuda de uma palhinha podemos concluir que as lavas ácidas possuem uma elevada fração volátil ao contrário das lavas básicas. Na minha opinião, esta experiência foi fundamental para percebemos as ideias base sobre o vulcanismo.<br>Fonte: autoria própria </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 19:10:22 UTC</pubDate>
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         <title>Etna</title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/312818876</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>Etna</strong> é um vulcão  ativo situado na parte oriental da Sicília (Itália ). É o vulcão mais alto da Europa e um dos mais altos do mundo, atingindo aproximadamente 3350 m de altitude, variando devido às frequentes erupções.<br><br>O Vulcão Etna está situado nas fronteiras convergentes de placas litosféricas, correspondendo à subducção da placa Africana sob a placa Euro-asiática. Nestas zonas, a placa menos densa mergulha sob a outra e o magma sobe através de fracturas na litosfera, dando origem a vulcões tal como aconteceu com este.<br><br>O Etna é um vulcão do tipo central , em que as emissões de lava, mais viscosas, são feitas através da abertura central. Em relação às suas erupções, o Etna é do tipo erupção mista com alternância de explosões violentas e emissão de lavas. O Cone vulcânico apresenta  camadas alternadas de piroclastos e lava solidificada.<br><br> Estudos geológicos demonstraram que as primeiras erupções do Etna remontam ao final do Paleozóico , há cerca de 2,5 milhões de anos.</div><div>Além da cratera central, formaram-se outros cones cerca de 700, com origem em fissuras nas vertentes da montanha.<br>O vulcão também é conhecido por ter os "pés na água": as suas costas estão abaixo da costa da Sicília e no Mediterrâneo. Investigadores com ajuda de uma rede de sensores no fundo do mar poderam verficar que o Etna encontra-se em movimento, mais precisamente que este move-se 14 milímetros por ano em direção à cidade de Guiarre. Pesquisadores afirmam ainda que os efeitos dete movimento serão  devastadores.<br>Comentário crítico: O Etna é um exemplo claro de vulcanismo. Este vulcão fascinou-me pelo facto de possuir atividade mista, pela frequência das erupções vulcânicas e por ser alvo de uma pesquisa atenta e pormenorizada relacionada com o seu movimento.<br>Fonte: adaptado da Wikipédia/ autoria própria <br>Link dos vídeos :https://youtu.be/emzDhIPBe60<br>                              https://youtu.be/XQzj0RIVKls</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 09:09:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Formação dos Alpes</title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/313638996</link>
         <description><![CDATA[<div>Os <strong>Alpes</strong>, também chamados de <strong>Maciços Alpinos</strong>, são uma cordilheira localizada no continente europeu. Estão situados nos territórios da França, Suíça, Itália, Áustria, Alemanha, Liechtenstein e Eslovênia e o seu ponto mais alto tem 4808m de altitude.<br>Os alpes são essencialmente constituídos por uma estrutura geológica conhecida como dobramentos/enrrugamentos . São estruturas formadas no Cenozóico que apresentam as mais elevadas altitudes do relevo mundial.<br>A cordilheira alpina surgiu da colisão(limite convergente) da placa africana com a placa tectónica europeia.A placa Euroasiatica  (Europa e Ásia formam uma única massa continental) foi “empurrada” para baixo das placas do continente africano. Desse encontro ergueram-se grandes massas rochosas que formaram a cadeia de montanhas dos Alpes.<br>Comentário crítico: Esta situação chamou-me a atenção pelo facto de ser um exemplo de uma consequência de convergência entre duas placas continentais e por ser uma cordilheira montanhosa na Europa.<br>Fonte: adaptado da Wikipédia e autoria própria <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 21:28:27 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte</title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/314797982</link>
         <description><![CDATA[<div>Autoria própria </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-14 19:25:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/331645289</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-15 08:48:59 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 1</title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/337006476</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Células do fragmento da epiderme da face côncava de uma túnica de cebola <br></strong>Observando os resultados, pode-se verificar que cada corante atua de modo diferente na célula. <br>Com o uso da água iodada foi possível evidenciar a parede celular e o núcleo.<br> A partir da utilização do corante vermelho neutro, os vacúolos ficaram corados de modo que se tornou possível a sua visualização.<br>Com o corante azul metileno, o organelo que se tornou mais evidente foi o núcleo.<br> Os vacúolos visualizados nesta actividade experimental são de grandes dimensões, uma vez que se tratam de células vegetais e, por isso, ocupam quase todo o citoplasma. <br>A parede celular, por ser a estrutura celular mais sobressaliente nas células vegetais, é visível em todas as preparações realizadas, no entanto fica mais evidenciada quando se utiliza como corante a água iodada.<strong><br>Esquema </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-01 19:28:56 UTC</pubDate>
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         <title>Água Iodada</title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/337218522</link>
         <description><![CDATA[<div>A parede vegetal fica mais evidenciada</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-03 12:37:23 UTC</pubDate>
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         <title>Vermelho Neutro </title>
         <author>bruna_santos5</author>
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         <description><![CDATA[<div>O vermelho neutro pinta os vacúolos de vermelho, deixando que o citoplasma e os outros organelos permaneçam incolores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-03 12:39:08 UTC</pubDate>
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         <title>Azul Metileno</title>
         <author>bruna_santos5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por sua vez, o azul-de-metileno pinta o núcleo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-03 12:39:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 2</title>
         <author>bruna_santos5</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Células do epitélio bucal<br>Esquema</strong> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-03 13:51:00 UTC</pubDate>
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         <title>Epitélio bucal </title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/337224768</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-03 13:55:19 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a osmose?</title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/338310723</link>
         <description><![CDATA[<div>A água é uma substância que intervém em muitas funções celulares e é formada por pequenas moléculas polares que atravessam facilmente a membrana celular em ambos os sentidos. <br>Osmose é um processo físico em que a água se movimenta entre dois meios com concentrações diferentes de soluto, separados por uma membrana.<br>Para além disso, aprendemos que a água desloca-se do lugar onde se encontra em maior quantidade para o local com menor quantidade, isto é desloca-se do meio Hipotónico (baixa concentração de soluto, alta concentração de água) para o meio Hipertónico (alta concentração de soluto, baixa concentração de água). Isto permite-nos concluir que a osmose é um transporte passivo, ou seja, a favor do gradiente de concentração e sem gastos de energia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 10:46:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/338313358</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade foram preparadas 3 preparações <br>-Água destilada (0%)<br>-solução de cloreto de sódio (15%)<br>-Soro fisiológico (9%)<br>Nesta experiência a variável independente é a concentração de solução/tonicidade e as variáveis dependentes são tamanho, cor e forma dos vacúolos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 10:56:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Preparação A</title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/338323153</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta preparação, a célula é colocada em água destilada(0%). Nesta situação, a quantidade de água que entra na célula é superior a quantidade que sai. Assim, a água entra para o vacúolo, que aumenta de volume, comprimindo o citoplasma e o núcleo contra a parede celular. Logo, o vacúolo ocupa a totalidade da célula (cor de rosa claro devido à diluição de soluto em maior quantidade de solvente). Quando tal acontece, diz-se que a célula ficou <strong>túrgica</strong>. Estamos perante um meio <strong>Hipotónico</strong>.<br>Quando uma célula animal, que não possui parede celular, é colocada numa solução muito hipotónica, o fluxo contínuo de água para o interior da célula pode levar ao aumento do volume celular para lá da capacidade elástica da membrana, acabando a célula por rebentar (lise celular). <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 11:34:55 UTC</pubDate>
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         <title>Preparação B</title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/338324516</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta preparação, a célula é colocada numa solução aquosa de cloreto de sódio a 15%. Nesta situação, ocorre o inverso do que acontece na A. Aqui, dá-se um movimento de água do vacúolo para o exterior da célula,  o que faz com que o volume do vacúolo diminua(recuo da membrana/enrugamento) e fique com uma cor mais intensa (devido á diluição de soluto em menor quantidade de solvente). Assim, a quantidade de água que sai é superior à quantidade que entra. Nesta situação diz-se sua a célula encontra-se <strong>plasmolisada</strong>. Estamos perante um meio <strong>Hipertónico.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 11:41:20 UTC</pubDate>
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         <title>Preparação C</title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/338326683</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta preparação, a célula é colocada numa solução de soro fisiológico a 9%. Quando a concentração de soluto é igual nos dois meios, eles dizem-se <strong>isotónicos </strong>e o fluxo de água é igual nos dois sentidos, ou seja, a quantidade de água que sai é igual à quantidade de água que entra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 11:49:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/347833668</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-02 20:44:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bruna_santos5</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_santos5/xb1c9scihb6z/wish/347835464</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-02 20:50:20 UTC</pubDate>
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