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      <title>TEACHING GRAMMAR by Maria Eugenia Batista</title>
      <link>https://padlet.com/meugenia_bat/xav2zqis36m1h3gb</link>
      <description>Cada membro do grupo deve compartilhar uma postagem sobre a leitura e interagir com uma postagem para  registro da participação e presença.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-12-11 18:10:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-01-10 04:42:00 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Teaching Grammar</title>
         <author>gfogaca</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/xav2zqis36m1h3gb/wish/2431326825</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto “Teaching Grammar” em “The Practice of English Language Teaching” propõe algumas maneiras – que sejam ambas eficientes e adequadas – de introduzir o ensino de gramática em sala de aula. Uma das seções deste capítulo tem como enfoque a descoberta da gramática (p. 216), na qual alunos/as são encorajados/as a entender, sozinhos/as, como estruturas gramaticais são construídas e utilizadas. Esta forma de ensino sugere que uma “inductive approach” pode ser utilizada pelo/a professor/a, na qual exemplos são apresentados aos estudantes e eles/elas precisam encontrar as regras gramaticais. Um dos exemplos apontados pelo texto trata de “comparative adjectives”: os/as alunos/as ouvem uma conversa na qual os/as interlocutores comparam coisas. Em seguida, ao invés do/a professor/a prontamente ensinar a regra, os/as estudantes trabalham em duplas para entender como “comparative adjectives” são formados, como “old-older”, “new-newer”, “light-lighter”, e assim por diante.&nbsp;<br><br>- Gabriela Fogaça<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-02 00:12:58 UTC</pubDate>
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         <title>Seven bad reasons for teaching grammar – and two good ones</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/xav2zqis36m1h3gb/wish/2431793267</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto lido traz 7 razões ruins para se ensinar gramática e 2 razões boas. As razões ruins (“Because it’s there”; “It’s tidy”; “It’s testable”, “Grammar as a security blanket”; “It made me who I am”; “You have to teach the whole system” e “Power”) estão muito ligadas a esquematizações e relações de hierarquia dentro da sala de aula. As razões boas (“comprehensibility” e “acceptability”) dizem respeito ao alcance da inteligibilidade e da comunicação. Dessa forma, o ensino da gramática em si não é questionado; sua importância é ressaltada ao longo do texto. O que é colocado em questão é como ele será feito e justificado, e se esse ensino estaria relacionado somente ao falante dentro da sala de aula ou ao falante que, além de aluno, é indivíduo em uma sociedade.<br><br>(Juliana Passos)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-02 18:29:11 UTC</pubDate>
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         <title>Addressing The Grammar Gap in Task Work </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/xav2zqis36m1h3gb/wish/2431849568</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O capítulo 14 “Addressing the grammar gap in task work” aborda questões muito relevantes para discutirmos o ensino de gramática em um contexto de “task-based approaches”.</div><div>O autor ressalta que com o advento das abordagens comunicativas, o ensino focado somente na gramática foi diminuindo, dando espaço para uma pedagogia que vise primeiro a comunicação dos alunos. Assim, as atividades comunicativas envolvem a compreensão, manipulação, produção e interação na L2 com o foco no sentido e não na forma, de modo a exigir a negociação de sentidos por parte dos alunos. Nesse contexto, as necessidades gramaticais dos alunos são determinadas com base em seu desempenho nas tarefas de fluência, em vez da presença de um programa gramatical já estabelecido, visando que a gramática seja utilizada como mediadora para a realização da comunicação. Entretanto, o artigo aponta algumas preocupações com essa abordagem no que vale ao ensino gramatical, pois na prática, de acordo com os estudos citados pelo autor, os alunos não realizam a negociação de sentidos quando encontram lacunas em sua compreensão, resultando em uma comunicação marcada por baixos níveis de precisão linguística:</div><div>“Skehan suggests that the level of communication often observed during task work results from students relying on a lexicalized system of communication that is heavily dependent on vocabulary and memorized chunks of language as well as both verbal and nonverbal communication strategies to get meaning across. Accurate use of grammar or phonology is not necessary in such cases” (p. 156-157).&nbsp;</div><div>A partir dessas informações, o autor propõe a seguinte discussão: como é possível utilizar as abordagens comunicativas e, ao mesmo tempo, garantir um nível maior de precisão gramatical. &nbsp;<br><br></div><div>(Thayla C. Ramos)<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-02 20:42:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/xav2zqis36m1h3gb/wish/2433910831</link>
         <description><![CDATA[<div>Michael Swann, neste texto, descreve sete razões ruins para se ensinar gramática e inclui duas razões positivas. A primeira razão ruim, “Because it is there”, aborda como a gramática está presente nos livros didáticos e como ela é ensinada e “deve” ser dominada independente do contexto. Na segunda razão, “It’s tidy”, o autor aponta que a gramática, ao contrário do vocabulário e até mesmo da pronúncia, é mais “arrumada” e é relativamente “ensinável”. Assim, em razão da gramática ser “arrumada/ordenada”, ela é mais fácil de testar (“It’s testable”), ao contrário de outras áreas, como falar e escrever, o que resulta em um destaque gramatical nas avaliações e, consequentemente, uma necessidade maior de ensinar o que será avaliado. Em “Grammar as a security blanket”, é apontado que a gramática dá uma sensação de tranquilidade e conforto de que algo está sendo ensinado e aprendido, ou seja, a gramática é tida como&nbsp;algo mais concreto e menos abstrato. A quinta razão, “It made me who I am”, expõe que a tendência de uma geração anterior para a supervalorização da gramática pode ser perpetuada, uma vez que os docentes naturalmente sentem que os aspectos gramaticais importam muito e devem ser incorporados no ensino.“You have to teach the whole system”, por sua vez, aponta que devemos ensinar todos os aspectos da gramática, pois eles estão interconectados e são inseparáveis, e as/os docentes, às vezes, usam a gramática para afirmar seu poder (“Power”) sobre seus alunos. Ao abordar as razões boas, “comprehensibility” e “acceptability”, o autor descreve que é necessário se comunicar de forma compreensível e a necessidade de identificá-la, além de que o nível de conhecimento e aplicação gramatical dependerá dos contextos em que o aluno estará falando inglês.&nbsp; É preciso, portanto, ter essas informações para tomar decisões informadas, haja vista que, em uma sociedade hierárquica, em que a&nbsp; gramática se afirma como um modo de poder, as atitudes em relação à gramática é dada ao aprendizado e teste desta. Neste caso, o ensino gramatical não deve ser preso às estruturas de dominação, pelo contrário, tem que ser ensinado de forma que os alunos consigam desvela-lo.<br><br>(Vanessa V. do Nascimento Vicente)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-04 18:43:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/xav2zqis36m1h3gb/wish/2435351049</link>
         <description><![CDATA[<div>Grammar in Relation to Second Language Acquisition Processes&nbsp;<br><br>A segunda parte do Capitulo 14 trata sobre a gramática em relação ao processo de aquisição de segunda língua. Nele, são descritos cinco estágios do processo de aprendizado que buscam uma fundamentação para a instrução gramatical no ensino e nos materiais de ensino: input, intake, acquisition, access e output.&nbsp;<br><br>O input se refere às fontes linguísticas que iniciam o processo de aprendizagem e facilitam o próximo estágio de aprendizado (intake). Para melhor aproveitamento do aluno no estágio do Input, é importante que ele esteja ciente dos seguintes recursos: simplificação do input, frequência de exposição, instrução explícita e implícita e conscientização.&nbsp;<br><br>Pode-se dizer que o intake é a porção do input que permanecerá na memória do aluno a longo termo e contém toda a informação linguística necessária para aquisição da língua. Nele, os itens devem ter nível apropriado de dificuldade, devem ser percebidos com certa frequência e devem suprir uma necessidade na comunicação.&nbsp;<br><br>Na fase de aquisição o aprendiz incorpora um novo item de aprendizagem em seu sistema de desenvolvimento. O aluno não passa a saber um conteúdo de um dia para o outro, uma quantidade de processos são envolvidos para a aquisição da estrutura alvo: noticing, discovering rules, accommodation and restructuring e experimentation.&nbsp;<br><br>O quarto estágio, access, se refere à capacidade do aprendiz de recorrer ao seu sistema de interlíngua durante a comunicação, também conhecido como fluência, e é o uso do sistema em desenvolvimento para criar o Output, que por sua vez, diz respeito aos resultados observados pelos esforços dos alunos.<br><br>(Carolina Yamaguti Pereira) </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-06 04:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>Grammar Teaching - Practice or Consciousness-raising?</title>
         <author>sabrinasantos29</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/xav2zqis36m1h3gb/wish/2435883430</link>
         <description><![CDATA[<div>No capítulo 15 do livro “Methodology in Language Teaching” o autor foca na questão de como ensinar gramática, considerando duas abordagens, “<em>Practice</em>” e “<em>Consciousness-raising</em>”. <em>Practice approach</em>, no geral, consiste em uma série de exercícios que farão com que os estudantes absorvam a estrutura gramatical estudada completamente, através de diferentes atividades, como atividades rigidamente controladas (Mechanical practice), atividades que relacionam forma e significado, mostrando o uso em situações reais (Contextualised practice) e atividades de preenchimento de espaços (Communicative practice).<em> </em>Já <em>Consciousness-raising activities</em> consiste na tentativa de fazer com que o estudante compreenda uma característica gramatical específica, sendo assim, o principal objetivo desta abordagem é desenvolver conhecimento específico da gramática. A principal diferença entre as duas abordagens é que <em>Consciousness-raising</em> não envolve repetição, o foco, portanto, é o conhecimento e não a precisão da reprodução de determinada estrutura gramatical.&nbsp;<br><br></div><div>O autor, posteriormente, trata da importância de explicações formais, mesmo que ocorra após as atividades práticas. Sendo assim, o ensino de gramática através de <em>Practice approach </em>deve englobar <em>Consciousness-raising approach</em> de alguma forma, pois, sem uma explicação formal, alguns estudantes, principalmente adultos, tendem a elaborar alguma definição para o aspecto gramatical estudado.<br><br>(Sabrina Oliveira dos Santos)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-06 17:25:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/xav2zqis36m1h3gb/wish/2438642564</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste capítulo, Michal Swan traz sete razões ruins para ensinar gramática e duas boas razões. A primeira a ser apontada é "Because it's there". O autor mostra que muitos professores ensinam gramática porque está muito presente no livro didático, trazendo ainda um estudo muito interessante em que um professor de inglês e um falante nativo escalam de 1 à 5 o quanto os incomodam os erros gramaticais de um estudante. Como resultado, o falante nativo se incomodou mais com frases que ele teve dificuldade para enteder, enquanto o professor se incomodou com "erros de iniciante". Em seguida, ele aponta que ensinar gramática parece ser mais simples e é mais fácilmente testada, comparado à pronunciation, por exemplo. Em "Grammar as a security blanket"&nbsp; é pontuado que se da certa segurança ao estudante que sabe gramática o quanto ele está aprendendo a língua.&nbsp; Nos próximos três tópicos, o autor aponta a supervalorização da gramática por gerações mais antigas, a necessidade de ensinar "the whole system", pois está tudo conectado e não podem ser trabalhados isoladamente, e como alguns professores gostam de ter o poder de saber mais que o estudante, e ensinar gramática é uma maneira segura e concreta de fazer isso.&nbsp;<br><br>As duas boas razões para ensinar gramática são: compreensão e acessibilidade. O autor aponta que é importante compreender algumas estruturas da língua para se comunicar. Além disso, falar bem uma língua estrangeira da acesso à lugares de "prestígio" que, infelizmente, podem conter preconceito linguístico.&nbsp;<br><br>(Ana Júlia Neves Souza)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-10 01:52:12 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/xav2zqis36m1h3gb/wish/2438665175</link>
         <description><![CDATA[<div>Na parte final do capítulo 14, o autor propõe como direcionar o ensino de gramática por meio de "task work", e se baseando em um uma abordagem comunicativa com foco na forma apresenta os seguintes princípios:</div><ul><li><br>exposure to language at an appropriate level of difficulty</li><li>engagement in meaning-focused interaction in the language&nbsp;</li><li>opportunities for learners to notice or attend to linguistic form while using the language</li><li>opportunities to expand the language resources learners make use of (both lexical and syntactic) over time<br><br></li></ul><div>O texto também apresenta três momentos em que a gramática pode ser abordada ao longo da tarefa: “prior to the task”, que por meio de atividades antes da tarefa que forneçam aos alunos suporte linguístico para realizar a tarefa e deixa a proposta da tarefa mais clara; “during the task”, que se vale&nbsp; da participação, dos processos, dos recursos, da ordem e do produto como fatores de implementação da tarefa; e “after the task”, que pode ser feita por meio de uma apresentação da tarefa realizada, por uma repetição com algumas modificações ou por realizar outra tarefa que funcione como uma expansão da tarefa anterior.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>(Dayane Bevenuto)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-10 02:21:54 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/xav2zqis36m1h3gb/wish/2438689433</link>
         <description><![CDATA[<div>Gostei muito como o autor defende as "sete razões ruins para ensinar gramática" e especial as duas razões boas, visto que, ele defende como o ensinar gramática é discutir o que é compreensível é também, possível, por isso, utiliza-se de termos como Compreensibilidade, aceitabilidade, foco na Tarefa, precisão de endereçamento e conscientização para o ensino se tornar eficaz para o estudante.&nbsp;<br>Beatriz Ferreira Câmara (142.522)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-10 02:55:54 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/xav2zqis36m1h3gb/wish/2438754130</link>
         <description><![CDATA[<div>É interessante pontuar que, durante a leitura do capítulo, pensei que este fosse tratar, especificamente, das distinções formais das duas abordagens em questão, pura e simplesmente. Contudo, julgo ter sido bastante rica a forma com que o autor trouxe não somente a definição de cada abordagem, com exemplos e de maneira bastante "pedagógica", mas como ele também escreve de modo que, para além de definições conceituais, ambas as abordagens são pertinentes no que tange o ensino de gramática. Ou seja, tal qual toda abordagem possui seus pontos fortes e fracos, o autor promove a reflexão de que ambas podem (e devem) funcionar de maneira conjunta, uma vez que trazem, cada qual com sua especificidade, um caráter "complementar" em relação à outra, fazendo com que os prós se potencializem e os contras se minimizem.&nbsp;<br><br>(Pedro Matheus Ribeiro Oliveira dos Santos)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-10 04:28:02 UTC</pubDate>
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