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      <title>Abordagens comunicativas e socioculturais by </title>
      <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto</link>
      <description>Estudos da Tradução 1</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-20 01:02:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1687013039</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Língua e cultura são indissociáveis:</mark> existe tantas culturas, línguas, modos de vida de pensar e representar. (ZIPSER; POLCHLOPEK; FRENKEL, 2012)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 01:14:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências:</title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1687013586</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;</strong>POLCHLOPEK, Silvana Ayub; ZILPSER, Meta Elisabeth; COSTA, Maria José R. Damiani. Tradução como ação comunicativa: a perspectiva do funcionalismo nos estudos da tradução. <strong>Tradução &amp; Comunicação</strong>: Revista Brasileira de Tradutores, Valinhos, v. 24, n. 1, p. 21-37, set. 2012.<br><br>SOUZA, José Pinheiro de. Teorias da tradução: uma visão integrada. <strong>Rev. das Letras</strong>, Fortaleza, v. 1/2, n. 20, p. 51-67, 01 1998.<br><br>ZIPSER, Meta Elisabeth; POLCHLOPEK, Silvana Ayub; FRENKEL, Eleonora. <strong>4º período</strong>: estudos da tradução i. Florianópolis: Ufsc/Cce/ Lle, 2012. 184 p.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 01:15:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1687027568</link>
         <description><![CDATA[<div>No século XX, Peter Newmark afirmou que a <mark>equivalência estaria no nível do efeito produzido no leitor, na recepção do texto.</mark> Sendo os leitores do TF e do TT pertencentes a culturas distintas, esses efeitos seriam potencialmente diferentes, o que resultaria numa equivalência apenas aparente (ZIPSER; POLCHLOPEK; FRENKEL, 2012, p. 22)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 01:21:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1687035045</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>o significado, a nosso ver, é uma propriedade da língua.</mark>&nbsp; Um texto da LF tem um significado que é da LF, e um texto da LM tem um significado que é da LM: um texto russo, por exemplo, tem um significado russo (...), e um texto equivalente inglês tem um significado inglês (CATFORD <em>apud</em> SOUZA, 1998, p. 54)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 01:25:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1687047160</link>
         <description><![CDATA[<div>Esa muestra de lengua viva que supone la existencia de variedades en español no debe ser un inconveniente para la traducción en sus dos vertientes: teórica y práctica. Por el contrario, debe servir de muestra de respeto hacia la pluralidad, circunstancia que inevitablemente abandera la traducción al hundir sus raíces en la diversidad lingüística y cultural. (NORD <em>apud</em> ZIPSER; POLCHLOPEK; FRENKEL, 2012, p. 26)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 01:30:32 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria dos skopos</title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1698364601</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Vermeer</strong>, na década de 1970, tem a primeira <strong><mark>teoria funcionalista dos estudos da tradução</mark></strong>, afirmando que o finalidade da tradução determina as estratégias do tradutor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 12:44:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1699043439</link>
         <description><![CDATA[<div>Noções como <mark>equivalência, processo tradutório, fidelidade ao texto-fonte ou competência tradutória</mark> são, <strong>segundo a ótica funcionalista</strong>, questionados e reconstruídos sob uma nova perspectiva: <mark>a do leitor-final, seja ele leitor do texto-fonte ou do texto traduzido</mark>. (POLCHLOPEK; ZILPSER; COSTA, 2012, p. 22)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 18:22:41 UTC</pubDate>
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         <title>O que é funcionalismo?</title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1699051129</link>
         <description><![CDATA[<div>ser funcional significa responder (de alguma maneira) às necessidades (comunicativas, sociais, matemáticas) de outra pessoa ou situação. [...] Em outras palavras, ser funcional (ou funcionalista) implica quatro questões básicas: <strong><mark>para que</mark></strong> eu quero dizer isso (função comunicativa da mensagem); <strong><mark>por que</mark></strong> quero dizer isso (intenção pragmática); <strong><mark>como</mark></strong> vou dizer isso (estruturas que servem a essa intenção) e <strong><mark>para quem</mark></strong> eu digo isso (o interlocutor) (POLCHLOPEK; ZILPSER; COSTA, 2012, p. 22-23)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 18:27:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1699072761</link>
         <description><![CDATA[<div>A mudança mais significativa que o funcionalismo traz para os estudos da tradução diz respeito ao processo de produção textual e à própria noção de texto. Segundo Nord (1991, 1997), Reiss e Vermeer (1996) <mark>o processo de tradução passa a ser guiado por um propósito</mark>, designado por Vermeer através da palavra grega <em>skopos </em>e é esse<br>propósito que, uma vez estabelecido, deve ser alcançado na cultura alvo, por meio de uma série de questões que o tradutor passa a gerenciar no processo de produção textual e sempre tendo o leitor final como foco. (POLCHLOPEK; ZILPSER; COSTA, 2012, p. 25-26)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 18:40:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1699073716</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse sentido, o que importa não é a equivalência ou a fidelidade ao texto-fonte, <strong><mark>mas se a tradução conseguiu cumprir ou não as necessidades do seu iniciador</mark></strong>, isto é, quem solicitou a tradução (autor, tradutor ou outra pessoa que não tenha necessariamente escrito o texto), de maneira apropriada ao seu leitor e contexto final. (POLCHLOPEK; ZILPSER; COSTA, 2012, p. 26)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 18:41:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1699078746</link>
         <description><![CDATA[<div>Por essa razão, o funcionalismo oferece uma nova visão para o texto: <strong><mark>ele é um ato de comunicação, tal como os atos de fala </mark></strong>(AUSTIN, 1962) e, nesse sentido, pleno de significações para além das margens da página e até as especificidades culturais do seu contexto de produção e/ou de recepção. (POLCHLOPEK; ZILPSER; COSTA, 2012, p. 24)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 18:43:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1699079122</link>
         <description><![CDATA[<div>O tradutor é visto por Nord (1991) como um <strong><mark>“critical recipient” (receptor crítico)</mark></strong> devido a sua capacidade de gerenciar as variáveis culturais e atuar como mediador entre dois códigos, motivo pelo qual está sempre “em conflito” entre as culturas envolvidas e o receptor, indiretamente ativo durante o processo de produção textual. (POLCHLOPEK; ZILPSER; COSTA, 2012, p. 28)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 18:44:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Teoria funcionalista</title>
         <author>catysombrio</author>
         <link>https://padlet.com/catysombrio/abordagenscomunicativasotto/wish/1699113594</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 19:06:43 UTC</pubDate>
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