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      <title>Tema Problema by Luísa Maria Costa</title>
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      <description>Identifique um problema atual e crie uma argumentação pertinente</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-24 11:31:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-30 20:14:59 UTC</lastBuildDate>
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         <title>11.º 4Tema Problema</title>
         <author>luisacosta50</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sugestão</p><ol><li><p>Identifiquem o problema (podem apresentar uma imagem/ ou vídeo);</p><p><br></p></li><li><p>Expliquem a relevância do problema identificado;</p><p><br></p></li><li><p>apresentem pelo menos um argumento a favor;</p><p><br></p></li><li><p>mostrem pelo menos um contra argumento e </p><p><br></p></li><li><p>concluir apresentado de forma inequívoca a vossa posição pessoal</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 15:07:22 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Apresentação</p><p><br></p><p>O filme "O Banqueiro" (2020) é baseado em uma história real e aborda temas como racismo, desigualdade e empreendedorismo na América dos anos 1960. </p><p><br></p><p>Problema</p><p>O filme "O Banqueiro" aborda o racismo sistêmico e a discriminação racial no setor financeiro dos Estados Unidos durante os anos 1960. Bernard Garrett e Joe Morris, dois empresários afro-americanos, enfrentam grandes obstáculos devido à cor da sua pele quando tentam entrar e prosperar no mercado imobiliário e bancário.</p><p><br></p><p>Argumento</p><p>Argumento principal:</p><p>&nbsp; -Desigualdade racial : O filme demonstra como o racismo institucionalizado impedia afro-americanos de participarem equitativamente na economia americana. Garrett e Morris usaram um homem branco como testa-de-ferro para superar as barreiras raciais e demonstrar que as oportunidades econômicas eram injustamente negadas às minorias.</p><p>&nbsp; - Empreendedorismo e Resiliência: A história de Garrett e Morris destaca a importância do empreendedorismo e da resiliência. Mesmo diante de adversidades extremas, eles conseguiram inovar e encontrar maneiras de contornar as injustiças sociais.</p><p><br></p><p>Contra-argumento</p><p>Desafios e Riscos:</p><p>&nbsp; - Legalidade e Ética: O uso de um testa-de-ferro branco pode ser visto como uma forma de engano, questionando a legalidade e ética das ações de Garrett e Morris. A estratégia, embora eficaz, envolvia riscos legais que poderiam ter graves consequências.</p><p>&nbsp; - Reações Negativas: Tal abordagem poderia provocar reações adversas da sociedade e reforçar estereótipos negativos. Alguns poderiam argumentar que enfrentar o racismo de maneira direta, através de ativismo e reforma legislativa, seria mais eficaz a longo prazo.</p><p><br></p><p>Conclusão</p><p>"O Banqueiro" oferece uma poderosa reflexão sobre o racismo e a desigualdade no setor financeiro. A história de Bernard Garrett e Joe Morris demonstra tanto a perseverança quanto a criatividade necessária para superar barreiras sistêmicas. No entanto, também levanta questões sobre os métodos empregados e a moralidade das estratégias usadas. A conclusão geral é que, embora os meios possam ser discutíveis, o filme sublinha a necessidade de mudanças estruturais para garantir igualdade de oportunidades para todos, independentemente da raça.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>Ruth Tavares </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-27 14:28:10 UTC</pubDate>
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         <title>Direitos dos animais.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisacosta50/xa48den73z4r4bxg/wish/3013338239</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/1SYl-OVnrZ0?si=oOA32-B2N8FdmsiI">https://youtu.be/1SYl-OVnrZ0?si=oOA32-B2N8FdmsiI</a></p><p><br/></p><p>Os direitos dos animais são importantes pois os animais sentem dor e prazer, assim como nós. Tratar bem os animais mostra compaixão e respeito pela vida. Além disso, cuidar dos animais ajuda a proteger o meio ambiente e melhora a nossa saúde ao reduzir doenças ligadas ao consumo de produtos animais. Proteger os animais também reflete valores éticos e uma sociedade mais justa. Em resumo, defender os direitos dos animais é bom para eles, para nós e para o planeta.</p><p><br/></p><p>Um contra-argumento é que os humanos dependem dos animais para alimentação, pesquisa e outros usos. Alguns dizem que as necessidades humanas, como combater a fome e a pobreza, devem vir primeiro. Argumentam que os recursos limitados devem ser usados para resolver esses problemas antes de focar na proteção dos animais. Em resumo, a prioridade deve ser melhorar a vida das pessoas, e depois pensar nos animais.</p><p><br/></p><p>Concluir sobre os direitos dos animais envolve reconhecer a importância de tratar bem os animais para reduzir seu sofrimento e proteger o meio ambiente, enquanto também entendemos as necessidades humanas. A melhor abordagem é encontrar um equilíbrio, onde podemos cuidar tanto dos animais quanto das pessoas. Ao fazer isso, criamos uma sociedade mais compassiva e sustentável, beneficiando a todos.</p><p><br/></p><p>Alexandra Costa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 16:11:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luisacosta50/xa48den73z4r4bxg/wish/3013338239</guid>
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         <title>Aborto: direito ou desumanidade</title>
         <author>leonorcosta32007</author>
         <link>https://padlet.com/luisacosta50/xa48den73z4r4bxg/wish/3013509102</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu irei discutir o problema <strong>“Será que o aborto é moralmente correto?”</strong>. Para uma pessoa apoiante do movimento pró-vida, termo utilizado para aqueles que defendem a vida do feto, a resposta seria não. No entanto, para aqueles que defendem o oposto, ou seja o movimento pró-escolha a resposta seria sim, dado que estes defendem a liberdade individual.</p><p><br/></p><p>O objetivo deste trabalho é afirmar a minha posição sobre a questão da interrupção voluntária da gravidez e assim ganhar mais experiência e conhecimento sobre este tópico. Além de poder, através deste, divulgar informações sobre este tema para pessoas que não o dominem com clareza, mas que pretendam saber mais.</p><p><br/></p><p>Considero que a discussão deste problema filosófico é importante e cada vez mais presente na nossa sociedade atual, pois está diretamente ligado a questões de direitos humanos, éticos e de justiça social. Sendo que é uma realidade para muitas mulheres, uma vez que não têm direitos sobre os próprios corpos. Por isso, até hoje, existem protestos para tentar mudar esse facto, como podemos ver na imagem que eu apresentei, já que este mostra uma manifestação pró-escolha pacifica.</p><p><br/></p><p>Durante esta análise eu vou defender a ideia “O aborto é moralmente correto”, assim afirmando que eu sou pró-escolha, e não pró-vida. Há diversas razões para se pensar que é verdade que “o aborto é moralmente correto”, porém eu vou apenas enumerar três delas.</p><p><br/></p><p>Primeiramente, é de destacar as <strong>condições socioeconômicas</strong> da família/mãe em questão. Em muitos casos, os progenitores e respetivas famílias não têm condições financeiras ou sociais para criar um filho. Nestes casos, o aborto pode ser visto como uma opção para evitar que a criança cresça em condições precárias e sem os recursos necessários para uma vida digna.</p><p><br> Em segundo lugar, sublinho que a <strong>proibição do aborto não impede a prática do mesmo</strong>, mas apenas o torna mais perigoso e prejudicial para a saúde das mulheres. A desaprovação do aborto obriga as mulheres a procurar opções clandestinas e inseguras, muitas vezes colocando as próprias vidas em risco. O acesso seguro e legal ao aborto é essencial para proteger a saúde e o bem-estar das mulheres.</p><p><br/></p><p>Em terceiro lugar, mas não menos importante, pretendo focar na questão da <strong>autonomia individual</strong>, que consiste na tomada de decisões, por parte da pessoa sobre a qual estas influenciam diretamente a sua vida. Assim sendo, quem tem de decidir se quer ou não quer ter um filho, é a pessoa que está grávida, já que é ela quem irá lidar continuamente com as consequências de uma gravidez. O direito à autonomia individual é importante para assegurar que as pessoas possam tomar decisões que afetam as suas próprias vidas.</p><p><br/></p><p>Penso que as considerações apresentadas oferecem argumentos à defesa de que “o aborto é moralmente correto”, pois são argumentos válidos e sólidos, sobre os quais apresentei a respetiva justificação para a fundamentação dos mesmos. Existem diversas objeções, sendo que irei apresentar três das mais relevantes no seguimento da minha exposição.</p><p><br/></p><p>A objeção mais forte à tese “o aborto é moralmente correto” é a que justifica que o aborto é errado, pois viola o <strong>direito à vida do feto</strong> em desenvolvimento. </p><p><br/></p><p>Segundo esta visão, o feto tem o mesmo direito à vida que qualquer outra pessoa, e a interrupção voluntária da gravidez seria uma violação desse direito fundamental.</p><p><br/></p><p>Todavia, esta objeção não é bem-sucedida, pela seguinte razão, a discussão sobre quando a vida começa é complexa e multifacetada, e não existe um consenso universal sobre o assunto. Além disso, a maioria dos abortos ocorrem em estágios iniciais da gravidez, quando o feto ainda não tem capacidade de sobreviver fora do útero. A decisão de interromper a gravidez deve ser tomada pela mulher, que tem o direito de determinar o que é melhor para sua própria vida e saúde.</p><p><br/></p><p>Outra objeção desta tese, é que muitas pessoas alegam que a <strong>mulher deve ser responsável pelas suas escolhas reprodutivas</strong> e cuidar do feto que está no seu útero, da mesma forma que cuida de um filho que já nasceu.</p><p><br/></p><p>Contudo, esta objeção não é bem-sucedida, pelo seguinte motivo, a <strong>maternidade não deve ser uma punição imposta às mulheres por terem realizado relações sexuais</strong>. Além de que as mulheres devem ter o direito de decidir se querem ou não ter filhos. Pois, muitas delas enfrentam dificuldades econômicas, emocionais e sociais que tornam impossível para elas cuidarem adequadamente de um filho. É injusto forçá-las a assumir essa responsabilidade quando não estão preparadas ou não têm condições de fazê-lo. E dadas as condições precárias algumas não têm acesso a métodos contracetivos, desta forma não conseguem prevenir situações de gravidez indesejada.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Por fim, a última objeção que eu vou apresentar neste ensaio é as <strong>consequências psicológicas</strong>. Aqueles que são contra este tema, afirmam que o aborto pode causar danos psicológicos duradouros nas mulheres, como depressão e transtorno de stress pós-traumático.</p><p><br/></p><p>Porém, esta objeção é insuficiente, devido a esta<strong> não ser apoiada por evidências científicas comprovadas</strong>. Estudos mostram que os índices de depressão, ansiedade e stress pós-traumático são semelhantes entre mulheres que fizeram aborto e aquelas que continuaram a gravidez, sugerindo que o aborto em si não é o fator determinante para esses problemas psicológicos. Além disso, muitas mulheres relatam sentimentos de alívio e satisfação após o aborto, especialmente quando a gravidez não foi desejada ou planeada. Portanto, não é correto generalizar que o aborto é sempre prejudicial para a saúde mental das mulheres.</p><p><br/></p><p>Por conseguinte, concluo o meu trabalho afirmando que acredito que a escolha sobre a continuação ou interrupção de uma gravidez é uma questão de direitos reprodutivos e direitos das mulheres. As mulheres devem ter o direito de poder escolher o que fazer com os seus próprios corpos e vidas, e o acesso seguro e legal ao aborto é essencial para proteger a saúde e o bem-estar das mesmas.</p><p><br/></p><p><strong>Webgrafia:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.spdc.pt/files/legix/11268_3.pdf">https://www.spdc.pt/files/legix/11268_3.pdf</a> -<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://spdc.pt"> </a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://SPDC.PT">SPDC.PT</a> - "até quando é possível interromper a gravidez"</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://eclass.uoa.gr/modules/document/file.php/PPP504/Michael%20Tooley,%20Abortion%20and%20infanticide.pdf">https://eclass.uoa.gr/modules/document/file.php/PPP504/Michael%20Tooley,%20Abortion%20and%20infanticide.pdf</a> - Ensaio filosófico sobre o aborto de Michael Tooney&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ordemdosmedicos.pt/proposta-para-penalizar-medicos-por-interrupcao-voluntaria-da-gravidez-seria-totalmente-inaceitavel-e-incompreensivel/">https://ordemdosmedicos.pt/proposta-para-penalizar-medicos-por-interrupcao-voluntaria-da-gravidez-seria-totalmente-inaceitavel-e-incompreensivel/</a>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnecv.pt/pt/deliberacoes/pareceres/19-cnecv-97">https://www.cnecv.pt/pt/deliberacoes/pareceres/19-cnecv-97</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 20:14:59 UTC</pubDate>
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