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      <title>Ectoparasitos — ADMV II 2018/2 — T1 by Natália Dal Pizzol</title>
      <link>https://padlet.com/nataliadpizzol/ectoparasitosadmvii</link>
      <description>Autores: Bruna Cordeiro, Natália Dal Pizzol e Susan Leopold.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-09-25 20:32:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-15 01:26:40 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Glossário de termos importantes:</title>
         <author>nataliadpizzol</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadpizzol/ectoparasitosadmvii/wish/285779219</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>• Hospedeiro: é </strong> o organismo que alberga o parasito;<strong><br>• Parasitismo:</strong> relação unilateral entre seres vivos, onde o parasito, que apresenta uma deficiência metabólica, se associa por um período significativo ao hospedeiro;<br>•<strong> Parasitismo errático:</strong> é o caso do parasito que se encontra fora de seu habitat normal;<br>•<strong> Parasitismo acidental:</strong> o parasito entra acidentalmente em contato com um hospedeiro não habitual, porém não evolui nele;<br>•<strong> Parasitismo facultativo:</strong> é o caso de seres que podem ou não viver parasitando;<br>•<strong> Especificidade: </strong>os graus de especificidade podem ser classificados em estenoxenos (quando são muito específicos, só aceitando hospedeiro específico), eurixenos (quando são pouco específicos, podendo ter diversos hospedeiros) e oligoxeno (especificidade limitada, quando os hospedeiros têm que ter parentesco);</div><div>• <strong>Reservatório:</strong> é denominado assim o ser vivo responsável pela sobrevivência do parasito. O parasito dificilmente causará doença nesse hospedeiro.<br><br></div><blockquote><strong>Referências bibliográficas:</strong></blockquote><div>CORREIA, T. R. <strong>Zoologia médica e parasitologia. </strong>Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2015. Disponível em: &lt;<a href="http://r1.ufrrj.br/wp/iv/files/2015/11/APOSTILA-DIDATICA-IV401.pdf">http://r1.ufrrj.br/wp/iv/files/2015/11/APOSTILA-DIDATICA-IV401.pdf</a>.&gt;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-25 20:37:25 UTC</pubDate>
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         <title>Filo Arthropoda</title>
         <author>nataliadpizzol</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadpizzol/ectoparasitosadmvii/wish/285792428</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>Classe insecta</em></strong></li></ul><div>Os insetos são hexápodes com corpo simétrico bilateralmente. Apresentam um par de antenas e os olhos compostos são formados por centenas de omatídeos, que tornam a visão dos insetos bastante ampla.  </div><div>A classe compreende 26 ordens, as espécies de interesse em Medicina Veterinária são a ordem Diptera (moscas e mosquitos), ordem Hemiptera (barbeiros e percevejos), ordem Siphonaptera (pulgas) e Pithiraptera (piolhos).</div><div><br></div><ul><li><strong><em>Classe Arachnida </em></strong></li></ul><div>É composta de artrópodes pertencentes às subclasses Acari, Araneida e Scorpionida. Seus membros são conhecidos popularmente como ácaros, carrapatos, aranhas, escorpiões e opiliões. <br>A classe têm como características a presença de quelíceras no aparelho bucal, adultos possuindo quatro pares de pernas e a ausência de antenas. <br><br></div><blockquote><strong>Referências bibliográficas: </strong></blockquote><div>AGUIAR MENEZES, E. de L.; Aquino, A. M. de; CORREIA, M. E. F.; MENEZES, E. B. <strong>Ácaros:</strong> taxonomia, bioecologia e sua importância agrícola. Embrapa Agrobiologia, 2013. 24 p.<br><br>MONTEIRO, Silvia Gonzalez. ARTRÓPODES.  In: MONTEIRO, Silvia Gonzalez. <strong>Parasitologia na Medicina Veterinária. </strong>Rio de Janeiro: Roca, 2017. p. 5-9.</div><div><br>CORREIA, T. R.<strong> Zoologia médica e parasitologia.</strong> Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2015. Disponível em: &lt;<a href="http://r1.ufrrj.br/wp/iv/files/2015/11/APOSTILA-DIDATICA-IV401.pdf">http://r1.ufrrj.br/wp/iv/files/2015/11/APOSTILA-DIDATICA-IV401.pdf</a>.&gt;<br><br>SERRA-FREIRE, N. M.; MELLO, R. P. <strong>Entomologia &amp; Acarologia na Medicina Veterinária.</strong> Rio de Janeiro: Ed. L. F. Livros, 2006. 200 p.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-25 21:28:00 UTC</pubDate>
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         <title>Ácaro</title>
         <author>nataliadpizzol</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadpizzol/ectoparasitosadmvii/wish/285815297</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br> </strong><strong><em>Psoroptes ovis<br><br></em></strong>Na esquerda está o macho, identificado pelo tamanho<strong><em>.<br></em></strong><br></div><blockquote><strong>Referências bibliográficas: </strong></blockquote><div>Fotografia 4 : FREITAS, Bruna C. de. <strong>Microscopia de ácaros.</strong> 2018</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-26 00:16:12 UTC</pubDate>
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         <title>Piolho</title>
         <author>nataliadpizzol</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadpizzol/ectoparasitosadmvii/wish/285815664</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Espécie: </strong><em>Pthirus pubis. </em></li></ul><div>A identificação da espécie foi feita através da observação da morfologia característica, como as garras das patas recurvadas e tórax mais largo do que o abdome.</div><ul><li><strong>Taxonomia completa: </strong></li></ul><div>Reino <em>Animalia - é um animal</em><br>Filo <em>Arthropoda</em><br>Classe <em>Insecta</em><br>Ordem <em>Hexapoda</em><br>Subordem <em>Anoplura</em><br>Família<em> Phthiridae</em><br>Gênero <em>Phthirus</em><br>Espécie <em>Phthirus pubis</em></div><ul><li><strong>Hospedeiro:</strong> humanos.</li><li><strong> Localização</strong>: a´reas pilosas, como sobrancelhas, cabelos e cílios.</li><li><strong>Ciclo biológico:</strong> </li></ul><pre>Fêmea → Ovo → Ninfa 1 → Ninfa 2 → Ninfa 3 → Adulto</pre><div>A maturidade sexual nos adultos ocorre em 4 horas, com cópula imediata, realizada no corpo do hospedeiro.<br>A fêmea têm ovipostura de 100 a 300 ovos, que são postos nos pelos da região que ocupa. O período de incubação é desses ovos é de 7 a 8 dias. <br>Após a eclosão, surgem as ninfas, que passam por três fases, atingindo estado adulto em duas semanas. <br>Adultos e ninfas sobrevivem de 2 a 3 dias fora do hospedeiro. </div><ul><li><strong>Transmissão:</strong> ocorre principalmente por via sexual. Também por meio de toalhas, roupas, assentos de vasos sanitários etc.</li><li><strong>Doenças:</strong> não se conhece transmissão de doenças relacionada  espécie, mas sua presença causa prurido e as picadas produzem manchas azuladas na pele, decorrente da saliva das glândulas reniformes.</li></ul><div><br></div><blockquote><strong>Referências bibliográficas: </strong></blockquote><div>Fotografia 1: FREITAS, Bruna C. de. <strong>Microscopia de piolho.</strong> 2018<br><br></div><div>MONTEIRO, Silvia Gonzalez. <em>Phthiraptera </em>| Piolhos. In: MONTEIRO, Silvia Gonzalez. <strong>Parasitologia na medicina veterinária. </strong>2. ed. Rio de Janeiro: Roca, 2017. Cap. 9. p. 67-82.<br><br>UFRGS (Porto Alegre). <strong><em>Pthirus pubis</em></strong><strong>. </strong>Disponível em: &lt;http://www.ufrgs.br/para-site/siteantigo/Imagensatlas/Athropoda/Pthirus%20pubis.htm&gt;. Acesso em: 21 nov. 2018.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-26 00:18:50 UTC</pubDate>
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         <title>Pulga</title>
         <author>nataliadpizzol</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadpizzol/ectoparasitosadmvii/wish/285816014</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Espécie: </strong><em>Ctenocephalides canis. </em></li></ul><div>A identificação da espécie foi feita através da observação da morfologia característica, como a presença de olhos, ctenídios pronotal e genal e a cabeça de com a fronte arredondada e mais alta que a de <em>C. felis.</em> </div><ul><li><strong>Taxonomia completa:</strong></li></ul><div>Reino <em>Animalia</em><br>Filo <em>Arthropoda</em><br>Classe <em>Insecta</em><br>Ordem <em>Siphonaptera</em><br>Família <em>Pulicidae</em><br>Gênero <em>Ctenocephalides</em><br>Espécie <em>C. canis</em></div><ul><li><strong>Hospedeiro:</strong> têm preferência por cães e gatos, mas não especificidade. </li><li><strong>Ciclo biológico:</strong> </li></ul><pre>Fêmea adulta → Ovo → Larvas → Pupa → Adulto</pre><div>Os machos e as fêmeas copulam. Por possuir espermateca, a fêmea consegue fazer várias posturas com apenas uma cópula.<br>A oviposição é feita no hospedeiro ou no ambiente e após isso eclodem as larvas, que por não serem hematófagas, permanecem no solo se alimentando de detritos e fezes das pulgas adultas.<br>As larvas produzem uma substância gosmenta, que formará o pupário. A pupa não se alimenta. Dela originam-se os adultos machos e fêmeas, que são hematófagos.<br>Quanto mais quente, mais acelerado é o ciclo (pode ser de 21 a 150 dias). As pulgas têm grande resistência à inanição, podendo ficar cerca de 30 a 50 dias sem se alimentar.</div><ul><li><strong>Doenças:</strong> A ação irritante da saliva do inseto pode causar reação alérgica cutânea em hospedeiros sensíveis. Além disso, podem transmitir vírus e bactérias e também são hospedeiras intermediárias de cestódios e nematoides.</li><li><strong>Controle:</strong> deve-se tratar não só o animal, mas também o ambiente, pois em torno de 95% das pulgas estão no ambiente e só 5% no hospedeiro.</li></ul><div><br></div><blockquote><strong>Referências bibliográficas: </strong></blockquote><div>Fotografia 2: FREITAS, Bruna C. de. <strong>Microscopia de pulga.</strong> 2018<br><br></div><div>MONTEIRO, Silvia Gonzalez. <em>Siphonaptera</em> | Pulgas. In: MONTEIRO, Silvia Gonzalez. <strong>Parasitologia na medicina veterinária. </strong>2. ed. Rio de Janeiro: Roca, 2017. Cap. 11. p. 89-94.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-26 00:20:36 UTC</pubDate>
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         <title>Carrapato</title>
         <author>nataliadpizzol</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadpizzol/ectoparasitosadmvii/wish/285816199</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Espécie: </strong>R<em>hipicephalus sanguineus.</em></li></ul><div>A identificação foi feita através da morfologia das coxas (fundidas e aumentadas) e por sua parede inferior ser estendida anteriormente e ventralmente para formar o hipostômio. Além da cobertura quitinosa ou escudo, que se estende por toda superfície dorsal e os sulcos no escudo e no corpo e estigma em forma de vírgula.</div><ul><li><strong>Taxonomia completa:</strong></li></ul><div>Reino: <em>Animalia</em><br>Filo:<em> Arthropoda</em><br>Classe: <em>Arachnida</em><br>Ordem: Ixodida<em><br></em>Família: Ixodidae<br>Gênero: Rhipicephalus<br>Espécie: R. sanguineus</div><ul><li><strong>Hospedeiro: </strong>cães, mas pode parasitar gatos e carnívoros silvestres.<strong> </strong></li><li><strong>Localização</strong>: o carrapato pode atacar qualquer região do corpo, porém é mais frequente nos membros anteriores e nas orelhas.</li><li><strong>Ciclo biológico:</strong> </li></ul><pre>Fêmea → Ovo → Larva → Ninfa → Adulto</pre><div>É um carrapato trioxeno. A larva sobe no animal, alimenta-se até ingurgitar (em torno de 2 a 7 dias), desce do hospedeiro e muda para ninfa; esta sobe no hospedeiro, alimenta-se até ingurgitar (5 a 10 dias) e desce do animal.  No solo, muda para macho ou fêmea, que novamente sobe no hospedeiro para fazer o hematofagismo (6 a 30 dias).<br>A fêmea, depois de ingurgitada, vai ao solo, onde faz a postura contínua de 2 mil a 3 mil ovos. Após 20 a 60 dias, dependendo das condições de temperatura e umidade, as larvas eclodem.</div><ul><li><strong>Doenças: g</strong>randes infestações podem provocar anemia pela ação espoliadora de sangue. Também é considerado o principal vetor da babesiose canina, cujo transmissão pode ser por via transovariana ou transestadial. Pode também transmitir vírus e bactérias e atacar o ser humano, causando dermatites.</li><li><strong>Controle: </strong>além do tratamento do animal, manter o ambiente limpo e/ou isolado, deve-se manter a vegetação baixa para que a incidência dos raios solares desseque as larvas e higienizar com acaricida o local.</li></ul><blockquote><strong>Referências bibliográficas:</strong></blockquote><div>Fotografia 3: FREITAS, Bruna C. de. <strong>Microscopia de carrapato.</strong> 2018</div><div><br></div><div>MONTEIRO, Silvia Gonzalez. <br><em>Metastigmata</em> | Carrapatos. In: MONTEIRO, Silvia Gonzalez. <strong>Parasitologia na medicina veterinária. </strong>2. ed. Rio de Janeiro: Roca, 2017. Cap. 4. p. 19-34.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-26 00:21:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Taxonomia:</title>
         <author>nataliadpizzol</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadpizzol/ectoparasitosadmvii/wish/285819199</link>
         <description><![CDATA[<div>É a ciência que classifica, nomeia e descreve organismos biológicos.<br>A nomenclatura funciona como um funil, iniciando em Reino<br>-que é a classificação mais abrangente- e finalizando com Espécie, que é a classificação mais específica.<br><strong>Reinos podem ser dividos em: </strong></div><ul><li><em>Animalia</em> (todos os animais, desde as esponjas até os mamíferos)</li><li><em>Plantae</em> (desde algas pluricelulares até angiospermas)</li><li><em>Fungi</em> (todos os fungos),<em> Protista</em> (algas unicelulares e protozoários) </li><li><em>Monera</em> (bactérias e cianobactérias)</li></ul><div>Com cada classificação após essa a variabilidade diminui, como ilustrado no exemplo e na imagem.</div><pre><strong>Exemplo</strong></pre><div>Reino: <em>Animalia - é um animal</em><br>Filo: <em>Arthropoda</em><br>Classe: <em>Insecta</em><br>Ordem: <em>Hexapoda</em><br>Subordem: <em>Anoplura</em><br>Família:<em> Phthiridae</em><br>Gênero: <em>Phthirus</em><br>Espécie: <em>Phthirus pubis</em></div><div><br></div><blockquote><strong>Referências bibliográficas:</strong></blockquote><div>Figura 1: BLOG MAXI EDUCA. <strong>Classificação dos seres vivos. </strong>2018. Disponível em: &lt;https://blog.maxieduca.com.br/classificacao-taxonomica-biologia/classificacao-dos-seres-vivos-1/&gt;. Acesso em: 27 nov. 2018.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-26 00:41:36 UTC</pubDate>
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         <title>Mosca</title>
         <author>nataliadpizzol</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadpizzol/ectoparasitosadmvii/wish/310398228</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Espécie: </strong><em>Musca domestica.</em></li></ul><div>A espécie foi identificada através das listras negras no tórax, lados do abdome amarelados e nervura mediana da asa curvada.</div><ul><li><strong>Taxonomia completa:</strong></li></ul><div>Reino<em> Animalia</em><br>Filo <em>Arthropoda</em><br>Classe <em>Insecta</em><br>Ordem <em>Diptera</em><br>Subordem <em>Cyclorrhapha</em><br>Família <em>Muscidae</em><br>Subfamília <em>Muscinae</em><br>Tribo <em>Muscini</em><br>Género <em>Musca</em><br>Espécie <em>M. domestica</em></div><ul><li><strong>Localização: </strong>é atraída pelo alimento humano e também é encontrada em excrementos e locais com concentração de matéria orgânica.</li></ul><div><strong>Ciclo biológico:</strong> </div><pre>Fêmea → Ovo → Larva L1 → Lara L2 → Larva L3 → Pupa → Adulto</pre><div>A maturidade sexual nos adultos ocorre aproximadamente 36 horas após a emergência da pupa.<br>A postura é feita em fezes e material orgânico em decomposição, em media 4 dias após a cópula e são depositados 75 a 150 ovos por vez, em um total de 3 a 6 posturas. <br>Dos ovos eclodem as larvas L1, que passam a L2 e L3, levando em torno de 1 a 3 semanas para passar de L1 a L3, dependendo do substrato e da temperatura ambiente. A umidade é importante no desenvolvimento das larvas porque se após a eclosão elas não penetrarem no substrato (fezes e lixo), dessecam pela ação dos raios solares.<br>O período pupal dura em torno de 14 a 28 dias, mas, no verão, em temperaturas elevadas, ocorre entre 4 e 5 dias. Já o tempo de vida dos adultos é, em média, de 30 dias no verão.</div><ul><li><strong>Doenças:</strong> podem transmitir várias espécies de vírus, bactérias (da febre tifóide, da disenteria bacilar, das infecções estafilocócicas) além de cistos e oocistos de protozoários (como a <em>Giardia </em>sp.) e ovos de helmintos (<em>Taenia</em> sp. e <em>Dipylidium caninum)</em>. </li><li><strong>Controle:</strong> O combate à mosca deve ser feito eliminando os focos de criação. Ela desenvolve rápida resistência ao uso continuado de inseticidas, por isso as medidas de controle recomendadas são: dar destino adequado ao lixo e aos dejetos humanos ou de animais e impedir o acesso dos insetos às fontes de alimentos.</li></ul><div><br></div><blockquote><strong>Referências bibliográficas: </strong></blockquote><div>Fotografia : FREITAS, Bruna C. de. <strong>Microscopia da mosca.</strong> 2018<br><br></div><div>MONTEIRO, Silvia Gonzalez. <br><em>Brachycera Muscomorpha</em> | Moscas. In: MONTEIRO, Silvia Gonzalez. <strong>Parasitologia na medicina veterinária. </strong>2. ed. Rio de Janeiro: Roca, 2017. Cap. 14. p. 115-132.<br><br>UFRGS (Porto Alegre). <strong><em>Musca domestica</em></strong><strong>. </strong>Disponível em: &lt;<a href="http://www.ufrgs.br/para-site/siteantigo/Imagensatlas/Athropoda/Musca%20domestica.htm">http://www.ufrgs.br/para-site/siteantigo/Imagensatlas/Athropoda/Musca%20domestica.htm</a>&gt;. Acesso em: 03 dez. 2018.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-03 13:53:26 UTC</pubDate>
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         <title>Mosquito</title>
         <author>nataliadpizzol</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadpizzol/ectoparasitosadmvii/wish/311033816</link>
         <description><![CDATA[<div> <em>Culex</em></div><blockquote><strong>Referências bibliográficas: </strong></blockquote><div>Fotografia 6: FREITAS, Bruna C. de. <strong>Microscopia de carrapato.</strong> 2018</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 17:42:03 UTC</pubDate>
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         <title>Meninas!!! avaliado!!! nota do padlet no GB é 2,3</title>
         <author>caetanoteixeira</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadpizzol/ectoparasitosadmvii/wish/312629786</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 13:28:03 UTC</pubDate>
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