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      <title>Cecília Meireles by Tâmara Lyz Milhomem de Oliveira</title>
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      <description>Este espaço é uma homenagem à escritora Cecília Meireles. Um lugar que contribuição e colaboração da turma do 3º ano de Administração do IFPI - Campus Picos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-04 11:57:33 UTC</pubDate>
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         <title>A beleza de Cecília</title>
         <author>tamaramilhomem</author>
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         <description><![CDATA[<div>Começando nosso padlet para incentivar a turma...</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 12:05:30 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cecilia Meireles  é considerada a primeira grande escritora da literatura brasileira e a principal voz feminina de nossa poesia moderna. Na fase em que o modernismo se voltava para as lutas políticas, para uma produção que tinha como objetivo "educar" e conscientizar, ela apresentou um estilo de poesia diferente, com características simbolistas, como o uso constante de sinestesias, que se voltavam mais para o interior do ser humano. Portanto, Cecilia foi a grande responsável por consagrar e popularizar uma literatura intimista e introspectiva.  <br><br>Maria Railane Araújo <br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-06 16:41:40 UTC</pubDate>
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         <title>Marcos importantes que contribuíram para formar a Cecília poetisa</title>
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         <description><![CDATA[<div>Na sua infância dois persongens influenciaram a vida de Cecília Meireles: sua babá, que sabia muito sobre o folclore brasileiro, e sua avó que contava muitas histórias, ambas contribuíram muito para despertar em Cecília a imaginação e o gosto pela literatura, tanto que já aos nove anos escreveu sua primeira poesia.<br>Ainda pequena teve muito contato com a natureza, isso se reflete em suas obras, pois sua literatura consegue descrever com precisão os sentimentos humanos associados à natureza.<br>Órfã de pais, criada pela avó, única sobrevivente de quatro irmãos e o primeiro marido suicida. A vida de Cecília sempre foi cercada de dramas e perdas e isso é bastante presente em suas produções.<br><br> Aluna: Maria Beatriz </div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-09 20:01:38 UTC</pubDate>
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         <author>mariakaillynm</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cecília Meireles — uma das mais importantes vozes líricas da literatura em língua portuguesa e primeira voz feminina de grande expressão da literatura brasileira.<br>Cecília nasceu no Rio de Janeiro em 1901. Órfã de pai e de mãe, foi educada pela avó materna, que exerceu forte influência sobre a sua formação. Escreveria mais tarde: “Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno. Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano. (…) Vovó era uma criatura extraordinária. Extremamente religiosa, rezava todos os dias. E eu perguntava: ‘Por quem você está rezando?’ ‘Por todas as pessoas que sofrem’. Era assim. Rezava mesmo pelos desconhecidos. A dignidade, a elevação espiritual de minha avó influíram muito na minha maneira de sentir os seres e a vida”.          <br>Aluna: Maria kailly do Nascimento Moura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 13:34:57 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A relevância de Cecília Meireles para a literatura brasileira.<br><br><br>Cecília Meirelles é, sem sombra de dúvida, única. Dentro de uma fase em que o modernismo se voltava para as lutas políticas, para uma produção que tinha como objetivo "educar" e conscientizar, ela apresentou um estilo de poesia diferente - com algumas características simbolistas, como o uso constante de sinestesias - que se voltava mais para o interior do ser humano, tinha um clima mais sincero e intimista, naturalmente instrospectivo. Seus poemas têm um cuidado muito grande com a musicalidade e são envoltos em um universo muitas vezes de sonho, de fantasia, às vezes de solidão (como vocês podem notar no poema "Canção", ).<br><br>Por todas essas características, suas produções costumam ser muito belas e, ao meu ver, extremamente agradáveis de se ler. E, embora muitos possam criticá-la por não seguir a tendência "educativa" de grande parte dos poetas de sua época, não há como a acusá-la de alienada. O poema "Mulher ao Espelho" deixa isto claro, quando, através da introspecção, faz uma crítica às pressões sociais em relação à imagem colocada em cima dos indivíduos no mundo capitalista e à falsidade.<br><br>Cecília Meireles, portanto, foi a grande responsável por consagrar e também popularizar uma literatura intimista e introspectiva que, no futuro, iria se tornar uma marca da literatura feminina, representada também por Clarice Lispector.<br><br>Ainda é interessante lembrar que os poemas de Cecília são também muito marcados pela presença do tempo, ou melhor, pela passagem dele. Ela tem a clara visão de que tudo é transitório e de que o fim está sempre no horizonte; característica que se evidencia no poema "Retrato".<br><br>Raila Castro Almondes .<br>3°ADM </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 14:09:56 UTC</pubDate>
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         <author>helengoncalves795</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cecília Meireles escreveu seus principais livros durante a segunda geração do modernismo como as obras “Viagem” (1939), “Vaga música” (1942) e “Mar absoluto” (1945). Ela se destacou na poesia, mas também foi cronista e contista e contribuiu para a literatura infantil com, por exemplo, a obra “Isto ou aquilo” (1964).<br>Cecília Meireles costumava trazer como temática a efemeridade das coisas, a passagem do tempo e retornava aspectos do simbolismo devido a intensa subjetividade. Em suma, a poetisa tratava daquilo que é finito  🤬.<br><br>Helen Gonçalves 3° ADM</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 15:39:22 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O poema "motivo" de Cecília Meireles consiste no primeiro poema do livro "viagem", publicado em 1939, época do modernismo. Escolhi o poema, porquê, de certa forma, me aproximei a ele e achei interessante seu desenrolar melancólico e leve ao mesmo tempo, provocados por uma construção repleta de antíteses.</div><div><br></div><h1>MOTIVO</h1><div><br></div><div>Eu canto porque o instante existe<br>e a minha vida está completa.<br>Não sou alegre nem sou triste:<br>sou poeta.<br><br>Irmão das coisas fugidias,<br>não sinto gozo nem tormento.<br>Atravesso noites e dias<br>no vento.<br><br>Se desmorono ou se edifico,<br>se permaneço ou me desfaço,<br>- não sei, não sei. Não sei se fico<br>&gt; ou passo.<br><br>Sei que canto. E a canção é tudo.<br>Tem sangue eterno a asa ritmada.<br>E um dia sei que estarei mudo:<br>- mais nada.</div><div><br>Aluna: Valquíria Maria Oliveira Santos<br>Ps: fiz um áudio lendo o poema, mas acho que não consegui inserir.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 18:47:22 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Foto publicada na última entrevista de Cecília Meireles na revista Bula.<br>Aluna: Valquíria</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 19:09:46 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Retrato<br><br>Eu não tinha este rosto de hoje,<br>Assim calmo, assim triste, assim magro,<br>Nem estes olhos tão vazios,<br>Nem o lábio amargo.<br><br>Eu não tinha estas mãos sem força,<br>Tão paradas e frias e mortas;<br>Eu não tinha este coração<br>Que nem se mostra.<br><br>Eu não dei por esta mudança,<br>Tão simples, tão certa, tão fácil:<br>— Em que espelho ficou perdida<br>a minha face?<br><br>Gosto desse poema, porquê o eu lírico faz uma comparação do seu eu do passado com o do presente. Com as descrições, percebe-se que ele já não é o mesmo, antes era uma pessoa feliz, cheia de vida, e agora se encontra com algum sofrimento, sem a mesma vivacidade. Acho muito interessante que até o momento, o eu lírico não tinha se dado conta da sua mudança, e nem sabe o motivo dela ter acontecido.<br><br>Aluna: Emanoelly Cauany.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 19:29:40 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Temáticas Abordadas Pela Poetisa <br><br></em></strong>Cecília Meireles pertence à Segunda geração modernista. Entretanto, é possível encontrar em sua obra influências da poesia medieval, romântica, parnasiana e simbolista, como o uso de formas fixas, especialmente o soneto, técnicas tradicionais de versificação, temas filosóficos e espirituais e linguagem elevada, que tornam a sua obra singular no contexto histórico em que é desenvolvida.<br><br><strong><em>Késsia Silva, 3° adm.</em></strong></div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-10 20:36:49 UTC</pubDate>
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         <title>Relevância de Cecília Meireles para o modernismo. </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Na segunda fase do modernismo temos uma geração despreocupada. Nessa fase encontramos poetas como Cecília Meireles, que enveredou pela  da reflexão filosófica e existencial , <br>        Cecília Benevides de Carvalho Meireles (1901-1964) é a primeira grande escritora da literatura brasileira e a principal voz feminina de nossa poesia moderna. Sua obra privilegia a riqueza do léxico, numa linguagem que explora os símbolos e as imagens sugestivas, sobretudo os de forte apelo sensorial, enveredando inclusive pela musicalidade.<br>     A rigor, Cecília Meireles nunca esteve filiada a nenhum movimento literário. Sua poesia, de modo geral, filia-se às tradições luso-brasileiras. Apesar disso, suas publicações iniciais - Espectros (1919), Nunca mais... e poemas dos poemas (1923) e Baladas para El-Rei (1925) - evidenciam certa inclinação para o Simbolismo. Essa tendência é confirmada pela participação da autora na revista carioca Festa, órgão literário de orientação espiritualista que defendia o universalismo e a preservação de certos valores tradicionais da poesia. <br> Do ponto de vista formal, a escritora foi uma das mais habilidosas, apresentando cuidadosa seleção vocabular. <br>Além disso, a frequência com que os elementos como o vento, a água, o mar, o ar, o tempo, o espaço, a solidão e a música aparecem em sua poesia dá a ela um caráter fluido e etéreo, que confirmam a inclinação neo-simbolista. A atitude de questionamento e a tentativa de compreender o mundo revelam uma postura intuitiva, realizada a partir das próprias experiências.<br> <br><br> Aluna: Andresa<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 20:53:04 UTC</pubDate>
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         <title>Sombra comprida</title>
         <author>Lucs_ferr4</author>
         <link>https://padlet.com/tamaramilhomem/x7wof08uewhqw7p1/wish/911520507</link>
         <description><![CDATA[<div>Vídeo do canal do Grupo Editorial Global,  sobre Solombra,  que é o último livro publicado em vida por Cecília Meireles, em 1963, sendo apresentado pelo professor de Literatura e membro da Academia Brasileira de Letras Antônio Carlos Secchin.<br>Aluno: José Lucas Ferreira Galvão</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 05:05:04 UTC</pubDate>
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         <title>Outras leituras </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tamaramilhomem/x7wof08uewhqw7p1/wish/913623226</link>
         <description><![CDATA[<div>Temáticas usadas por ela (complementa)<br><br></div><div>         Mário de Andrade, ao ler o livro Viagem (1939) caracterizou Cecília Meireles como uma poeta de “sábio ecletismo”. Realmente, suas obras tinham estilos é temáticas variadas, apesar da recorrência de alguns elementos (como o vento, a música, o tempo e o espaço, o mar e a solidão) que para ela de uma certa forma era inspiração. </div><div>     Ela era uma poeta intimista, aproximava á abstração da música, ao sentimento religioso e à fluidez do sonho, seus temas mais recorrentes são o amor, a morte, o tempo e a eternidade, o que se evidencia já a partir dos títulos de seus livros, como Vaga Música e Mar Absoluto.</div><div>     Ela era uma mulher de sensibilidade forte gostava de fantasiar suas obras ao escrever. Além de ser bastante Sonhadora utilizava essas características como as suas principais temáticas de escrita.</div><div> <br><br>Sabrina Paloma 3°ADM</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 17:26:28 UTC</pubDate>
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         <title>Retrato </title>
         <author>sosvirna</author>
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         <description><![CDATA[<div>O vídeo é do canal do youtube da Adriana S. Lopes onde ela declama o poema Retrato da Cecília Meireles, os versos desse poema são dos mais conhecidos da sua extensa obra e, apesar de terem sido publicados em 1939, no livro Viagem, permanecem atemporais por abordarem o tema universal da transitoriedade da vida.<br>O poema melancólico de Cecília Meireles se propõe a fazer um retrato do sujeito poético, o título é, portanto, bastante compatível com o que o leitor encontrará ao longo dos versos, costumamos associar um retrato a algo que registra uma componente física - a imagem - enquanto nos versos de Cecília o retrato é muito mais profundo e capaz de captar aquilo que se passa internamente.<br><br></div><div>A interpretação desse vídeo é excelente e sua entonação deu vida ao poema.<br><br>Aluna: Virna Sabrine de Oliveira Sousa<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 20:52:56 UTC</pubDate>
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         <title>Poemas que exercitam a imaginação</title>
         <author>riellysa0233</author>
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         <description><![CDATA[<div>O material que venho apresentar é um pouco diferente, mas de imensa relevância. O vídeo em questão é do canal Confabulando Histórias, sobre poemas da Cecília Meireles, apresentados com ilustrações para o público infantil. A genialidade e acessibilidade da linguagem garantem um momento gracioso, sem falar dos conhecimentos e as lições repassadas.<br>Aluna: Maria Rielly Sá Carvalho</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 03:02:05 UTC</pubDate>
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         <title>Poemas notórios de Cecília Meireles. A despedida.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cecília Benevides de Carvalho Meireles, nascida em 7 de novembro de 1901, foi uma jornalista, pintora, escritora e professora brasileira. Mas, notoriamente, é conhecida por seus poemas. Tanto que, a poetisa, é  amplamente considerada a melhor poeta do Brasil. A demais, é um nome canônico  do modernismo brasileiro, em específico, a segunda  fase.<br><br>De todos os poemas da autora destaco o seguinte:<br><br>A DESPEDIDA<br>Por mim, e por vós, e por mais aquilo que está onde as outras coisas nunca estão, deixo o mar bravo e o céu tranqüilo: quero solidão. Meu caminho é se... Frase de Cecília Meireles.<br>Despedida<br><br>Por mim, e por vós, e por mais aquilo<br>que está onde as outras coisas nunca estão,<br>deixo o mar bravo e o céu tranqüilo:<br>quero solidão.<br><br>Meu caminho é sem marcos nem paisagens.<br>E como o conheces? - me perguntarão.<br>- Por não ter palavras, por não ter imagens.<br>Nenhum inimigo e nenhum irmão.<br><br>Que procuras? - Tudo. Que desejas? - Nada.<br>Viajo sozinha com o meu coração.<br>Não ando perdida, mas desencontrada.<br>Levo o meu rumo na minha mão.<br><br>A memória voou da minha fronte.<br>Voou meu amor, minha imaginação...<br>Talvez eu morra antes do horizonte.<br>Memória, amor e o resto onde estarão?<br><br>Deixo aqui meu corpo, entre o sol e a terra.<br>(Beijo-te, corpo meu, todo desilusão!<br>Estandarte triste de uma estranha guerra...)<br><br>Quero solidão.<br><br>A despedida está presente no livro flor de poemas publicado em 1972. O poema encontra por enfatizar o sentimento de solidão do eu-lírico, que, ocultamente, esconder o desejo de morrer do próprio. Os vessos de Cecília, questiona, ao meu ver, a constante-te busca da felicidade, mas, por a alguns, a solidão sempre o acompanhará. Que seja, introduz no inter-locutor essa problemática da solidão suicídio. Um tema bastante relevante hordiernamente.<br><br>Aluna: Graziela eúlalia de Brito<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 22:55:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A bailarina<br><br>Esta menina<br>tão pequenina<br>quer ser bailarina.<br>Não conhece nem dó nem ré<br>mas sabe ficar na ponta do pé.<br><br>Não conhece nem mi nem fá<br>Mas inclina o corpo para cá e para lá<br><br>Não conhece nem lá nem si,<br>mas fecha os olhos e sorri.<br><br>Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar<br>e não 🤬 🤬 nem sai do lugar.<br><br>Põe no cabelo uma estrela e um véu<br>e diz que caiu do céu.<br><br>Esta menina<br>tão pequenina<br>quer ser bailarina.<br><br>Mas depois esquece todas as danças,<br>e também quer dormir como as outras crianças.<br><br><br>Gostei muito desse poema, porque ela entra no universo das crianças. A bailarina descrita no poema é uma simples criança que tem um único sonho, o de dançar, e mesmo não tendo os instrumentos necessários para aprender, ela tem força de vontade e tenta dançar mesmo assim. <br><br><br><br>Aluno: Rubens Borges de Sousa, 3° ADM</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 23:31:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As meninas<br><br>Arabela<br>abria a janela.<br><br>Carolina<br>erguia a cortina.<br><br>E Maria<br>olhava e sorria:<br>“Bom dia!”<br><br>Arabela<br>foi sempre a mais bela.<br><br>Carolina,<br>a mais sábia menina.<br><br>E Maria<br>apenas sorria:<br>“Bom dia!”<br><br>Pensaremos em cada menina<br>que vivia naquela janela;<br><br>uma que se chamava Arabela,<br>uma que se chamou Carolina.<br><br>Mas a profunda saudade<br>é Maria, Maria, Maria,<br><br>que dizia com voz de amizade:<br>“Bom dia!”<br><br>Cecília Meireles<br><br><br>Muito bonito este poema, ele fala de três garotas, uma - a mais bonita, outra - a mais sábia, porém a garota da qual sentiram mais saudade foi a garota simpática.  Maria, que sorria e dava "bom dia!". Isso mostra que características como beleza e sabedoria são importantes, mas a simpatia e a humildade tornam uma pessoa marcante. <br><br>Aluna: Vitória dos Santos Rodrigues, 3° ADM.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:14:20 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidade e estilo da autora Cecília Meireles. </title>
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         <description><![CDATA[<div>Curiosidade: embora vários escritores tenham sido retratados em papel-moeda, Cecília foi a primeira e única literata a estampar uma cédula nacional. Foi homenageada nas notas de 100 cruzados novos entre 1989 e 1992.<br><br>Estilo da autora:  sua obra apresenta influências simbolistas, românticas e parnasianas. É possível perceber a musicalidade nos escritos de Cecília.<br>Link para poema Canção de Outono: <a href="https://youtu.be/vHG9KGphRi4">https://youtu.be/vHG9KGphRi4</a><br>ALUNA: Ana Julia Vieira de Moura Santos<br>Foto da cédula em homenagem a ela. 👇🏻<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 02:23:47 UTC</pubDate>
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         <title>Poema INTERLÚDIO de Cecília Meireles.</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Cecília Meireles (1901-1964) foi uma poetisa, professora, jornalista e pintora brasileira. Foi a primeira voz feminina de grande expressão na literatura brasileira, com mais de 50 obras publicadas. Com 18 anos estreou na literatura com o livro "Espectros".<br><br>Quero destacar aqui o poema Interlúdio, uma obra marcante escrita pela autora Cecília Meireles, podemos perceber que esse poema fala de uma entrega de corpo e alma. <br><br>INTERLÚDIO<br><br>As palavras estão muito ditas<br>e o mundo muito pensado.<br>Fico ao teu lado.<br><br>Não me digas que há futuro<br>nem passado.<br>Deixa o presente — claro muro<br>sem coisas escritas.<br><br>Deixa o presente. Não fales,<br>Não me expliques o presente,<br>pois é tudo demasiado.<br><br>Em águas de eternamente,<br>o cometa dos meus males<br>afunda, desarvorado.<br><br>Fico ao teu lado.<br><br>E o que eu consegui entender, é que mesmo com os excessos do mundo temos que viver o hoje e o agora, sem se cobrar pelo passado ou se preocupar com um futuro incerto , pois não temos certeza do amanhã. E para concluir, no terceiro verso o sujeito poético sublinha aquilo que tem completa segurança: o desejo de estar ao lado do amando.<br>Aluna: Carla Gabriele Monteiro Rodrigues.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Tv3u77hBXOE" />
         <pubDate>2020-11-13 20:13:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Reinvenção<br>A vida só é possível<br>reinventada.<br><br>Anda o sol pelas campinas<br>e passeia a mão dourada<br>pelas águas, pelas folhas...<br>Ah! tudo bolhas<br>que vem de fundas piscinas<br>de ilusionismo... — mais nada.<br><br>Mas a vida, a vida, a vida,<br>a vida só é possível<br>reinventada.<br><br>Vem a lua, vem, retira<br>as algemas dos meus braços.<br>Projeto-me por espaços<br>cheios da tua Figura.<br>Tudo mentira! Mentira<br>da lua, na noite escura.<br><br>Não te encontro, não te alcanço...<br>Só — no tempo equilibrada,<br>desprendo-me do balanço<br>que além do tempo me leva.<br>Só — na treva,<br>fico: recebida e dada.<br><br>Porque a vida, a vida, a vida,<br>a vida só é possível<br>reinventada.<br><br>Os poemas da autora Cecília Meireles são perfeitos.Publicado no livro Vaga Música (1942), o poema Reinvenção conta com vinte e seis versos com rimas alternadas em três estrofes.Os versos apontam para a necessidade de se olhar ao redor a partir de uma nova perspectiva, experimentando a vida de uma maneira diferente, redescobrindo a cor do cotidiano.<br><br>Do ponto de vista negativo, a solidão, uma característica da lírica de Cecília, também aparece ao longo do poema ("Não te encontro, não te alcanço..."). Por outro lado, consciente das dores da vida, o eu-lírico do poema o encerra com um tom de esperança, apontando uma possibilidade de saída solar.Um poema perfeito da autora e outro que me chamou bastante atenção foi o "retrato"da autora.<br><br><br><br>Aluna: Vitória Yasmin Alves Ferreira</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 21:24:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Poema LUA ADVERSA de Cecília Meireles<br></strong>Tenho fases, como a lua,<br>Fases de andar escondida,<br>fases de vir para a rua…<br>Perdição da minha vida!<br>Perdição da vida minha!<br>Tenho fases de ser tua,<br>tenho outras de ser sozinha.<br>Fases que vão e que vêm,<br>no secreto calendário<br>que um astrólogo arbitrário<br>inventou para meu uso.<br>E roda a melancolia<br>seu interminável fuso!<br>Não me encontro com ninguém<br>(tenho fases, como a lua…).<br>No dia de alguém ser meu<br>não é dia de eu ser sua…<br>E, quando chega esse dia,<br>o outro desapareceu…<br>---------------------------------------<br>Gostei desse poema, ele compara as fases do amor com as fases da lua, mostrando que o encontro só se sustenta pelo desejo de estar junto mesmo com as arestas que existem. A melancolia sustentada pelo poema é a ideia de querer estar sozinho, mas ao mesmo tempo precisar de companhia. <br>Poema lindo!☺️❤️<br><br><strong>Aluna: Saara de Moura Luz<br>3° ano de administração</strong></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-13 21:53:07 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cecília Meireles — uma das mais importantes vozes líricas da literatura em língua portuguesa e primeira voz feminina de grande expressão da literatura brasileira.<br><br>Aluno: Vinícius Almondes Veloso <strong> 3°Adm</strong></div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Fm5be0V2fCw" />
         <pubDate>2020-11-14 00:12:40 UTC</pubDate>
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         <title>poema &#39;&#39;o amor&#39;&#39;</title>
         <author>malauradon16</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/aMy_IHCkXkU" />
         <pubDate>2020-11-14 00:26:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Canção de Outono<br><br>Perdoa-me, folha seca,<br>não posso cuidar de ti.<br>Vim para amar neste mundo,<br>e até do amor me perdi.<br>De que serviu tecer flores<br>pelas areias do chão<br>se havia gente dormindo<br>sobre o próprio coração?<br><br>E não pude levantá-la!<br>Choro pelo que não fiz.<br>E pela minha fraqueza<br>é que sou triste e infeliz.<br>Perdoa-me, folha seca!<br>Meus olhos sem força estão<br>velando e rogando aqueles<br>que não se levantarão...<br><br>Tu és folha de outono<br>voante pelo jardim.<br>Deixo-te a minha saudade<br>- a melhor parte de mim.<br>E vou por este caminho,<br>certa de que tudo é vão.<br>Que tudo é menos que o vento,<br>menos que as folhas do chão...<br>Cecília Meireles<br><br><br>Já conhecia esse poema e toda vez que leio ele até me arrepio, desde  sempre eu amo ele, pois ele fala de amor, drama, natureza, então escolhi ele. <br>Percebo que a poeta se sente invalida diante da vida, por não ter conseguido atingir todos com sua lição de amor.<br><br>Aluna: Maria Janaina Rocha de Sousa <br>Terceiro de administração</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-14 01:14:26 UTC</pubDate>
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         <title>Poema a bailarina </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta menina</div><div>tão pequenina</div><div>quer ser bailarina.</div><div>Não conhece nem dó nem ré</div><div>mas sabe ficar na ponta do pé.</div><div>Não conhece nem mi nem fá</div><div>mas inclina o corpo para cá e para lá.</div><div>Não conhece nem lá nem si,</div><div>mas fecha os olhos e sorri.</div><div>Roda, roda, roda com os bracinhos no ar</div><div>e não 🤬 🤬 bem sai do lugar.</div><div>Põe no cabelo uma estrela e um véu</div><div>e diz que caiu do céu.</div><div>Esta menina</div><div>tão pequenina</div><div>quer ser bailarina.</div><div>Mas depois esquece todas as danças,</div><div>e também quer dormir como as outras crianças.<br><br>Gostei desse poema que mostra que a menina quer ser uma bailarina, mas é bem pequenina e também quer aproveitar como as outras crianças. <br>SAMIDY MONTEIRO DE MOURA</div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-14 01:58:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> Cecília Meireles é considerada a primeira grande escritora da literatura brasileira e a principal voz feminina de nossa poesia moderna, por isso é tão IMPORTANTE para a literatura Brasileira<br><br>Cecília Meireles é tradicionalmente classificada como uma autora modernista, mais especificamente da 2ª fase do movimento, mas sua obra apresenta influências simbolistas, românticas e parnasianas. Além de tudo isso ela tem muita relevância dentro do modernismo por ser um grande nome dentre as mulheres escritoras, não só do modernismo, mas, também da literatura Brasileira<br><br>Cecília Meireles é considerada a primeira grande escritora da literatura brasileira e a principal voz feminina de nossa poesia moderna. Nascida no Rio de Janeiro no dia 07 de novembro de 1901, passou a infância com a avó materna, açoriana. Um dos fatores que influenciaram a escrita, estética dentre outros pontos dos escritos de Cecília foi o fato de que ela participou do grupo literário "Festa", grupo católico, conservador, ela herdou dele a tendência espiritualista que percorre os trabalhos dela com bastante frequência<br><br>Poesia:<br>Eu canto porque o instante existe<br>e a minha vida está completa.<br>Não sou alegre nem sou triste:<br>sou poeta.<br><br>Irmão das coisas fugidias,<br>não sinto gozo nem tormento.<br>Atravesso noites e dias<br>no vento.<br><br>Se desmorono ou se edifico,<br>se permaneço ou me desfaço,<br>— não sei, não sei. Não sei se fico<br>ou passo.<br><br>Sei que canto. E a canção é tudo.<br>Tem sangue eterno a asa ritmada.<br>E um dia sei que estarei mudo:<br>— mais nada.<br><br>Gosto do poema por conta da "falta" de emoções: "não sinto gozo nem tormento" <br>e por conta das duvidas relatadas " Se permaneço ou me desfaço"<br>todas essas coisas me causam reflexões, por isso é a poesia escolhida.<br><br>Sobre a temática de Cecília, disse Mário de Andrade, ao ler o livro Viagem (1939), caracterizou Cecília Meireles como uma poeta de “sábio ecletismo”. Realmente, sua obra tem temática variada, apesar da recorrência de alguns elementos (como o vento, a música, o tempo e o espaço, o mar e a solidão)<br><br>E enquanto a estética de Cecília<br> boa parte de seus poemas Cecília Meireles preza o verso curto e os paralelismos, numa referência à poesia medieval portuguesa. Nesse sentido, constrói uma ponte entre a poesia moderna e a tradicional. Em termos temáticos, apresenta caráter universal, com predominância de uma postura reflexiva/filosófica na abordagem de temas como a transitoriedade do mundo, o infinito, o amor, o tempo e a natureza. Também se destacam os poemas metalinguísticos, em que a autora fala do próprio fazer poético, quase sempre associado à busca de eternizar a beleza, sempre efêmera, passageira.<br><br>Sua escrita era, antes de tudo, intuitiva, buscando compreender o mundo a partir de suas próprias experiências.<br><br>Vídeo: A filosofia dia canticos de Cecília Meireles<br><br>"Não venci todas as vezes que lutei, mas perdi todas as que deixei se lutar" <br>Que em tempos como nós estamos vivemos<br>Nunca deixemos de lutar<br>Ou desanimar<br>Que se faça viva <br>A vontade de viver, sonhar<br>E acima de tudo<br>Que se faça viva a vontade de amar</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 14:22:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tamaramilhomem/x7wof08uewhqw7p1/wish/1031434248</link>
         <description><![CDATA[<div>Retrato<br>Eu não tinha este rosto de hoje,<br>Assim calmo, assim triste, assim magro,<br>Nem estes olhos tão vazios,<br>Nem o lábio amargo.<br><br>Eu não tinha estas mãos sem força,<br>Tão paradas e frias e mortas;<br>Eu não tinha este coração<br>Que nem se mostra.<br><br>Eu não dei por esta mudança,<br>Tão simples, tão certa, tão fácil:<br>— Em que espelho ficou perdida<br>a minha face?<br>Escolhi esse poema pois a autora compara características físicas, percepções sobre quem ela era no passado para quem ela é agora, e acho bom as vezes fazemos essa reflexão, nos olharmos e ver o quanto evoluímos de diferentes formas. <br>Georgia V. Dos Reis, 3° de Adm</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-18 15:07:03 UTC</pubDate>
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