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      <title>Fisiologia Renal de Peixes by Ana Victória Dias Santos</title>
      <link>https://padlet.com/anavictoriasantosd/x7bt07o8769byq11</link>
      <description>Ana Victória Dias Santos, Isa Abelle Caldeira Ramos, Karoliny Fernandes Petzold, Renata Vallandro de Oliveira</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-11 21:46:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-26 08:16:30 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1. Introdução</title>
         <author>anavictoriasantosd</author>
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         <description><![CDATA[<div>Existem algumas diferenças entre o sistema excretor de peixes de água salgada e água doce, e aqui você irá conhecer um pouco mais sobre quais órgãos os diferenciam, quais as diferentes formas de excreta e como elas são feitas.&nbsp;<br><br>Os peixes de água doce eliminam amônia, substância altamente tóxica que exige grande quantidade de água para ser eliminada.&nbsp;<br>Por outro lado, os peixes de água salgada excretam ureia, que demanda pouca quantidade de água para ser eliminada.&nbsp;<br><br>Diferentes espécies de peixes mesmo que do mesmo gênero, na maior parte dos casos, apresentam variações quanto aos valores da quantidade de eritrócitos, seu tamanho, volume, concentração de hemoglobina e hematócrito. Tais variações&nbsp; podem ser atribuídas às diferentes características de comportamento, hábitat, hábito alimentar, clima e outros fatores, pois a composição sanguínea dos peixes está sujeita a fatores fisiológicos e ecológicos como o sexo, o estágio de desenvolvimento gonadal, o estresse, as infecções, o peso e o comprimento corporal do peixe.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 00:10:57 UTC</pubDate>
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         <title>5. Peixes Cartilaginosos</title>
         <author>anavictoriasantosd</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os peixes cartilaginosos , como raias e tubarões, possuem uma estratégia osmorreguladora envolvendo a ureia.<br>Como eles vivem em um ambiente salino, ou seja, hipertônico, precisam evitar a perda de água, e assim, acumulam ureia e óxido de trimetilamina (que são menos tóxicos que a amônia), que impede a perda excessiva de água para o meio, aumentando a concentração do corpo e igualando-a com a pressão do mar, liberando ureia conforme o necessário, pela cloaca. Estes animais fazem osmorregulação através das:<br><strong>Brânquias:</strong> onde ocore a difusão de íos e perda de uréia; <br><strong>Rins:</strong> onde ocorre a perda de íons divalentes (Mg, SO4) e um pouco de uréia pela urina, que é levemente hiposmótica em relação ao sangue; <br><strong>Cloaca:</strong> onde íons monovalentes (Na, Cl) são excretados pela excreção da glândula retal, que é isosmótica com o sangue.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 00:52:31 UTC</pubDate>
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         <title>5.1 Peixes Ósseos</title>
         <author>isaabelleramos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Peixes ósseos marinhos são hipotônicos&nbsp; em relação ao meio que estão inseridos, ou seja, o animal vai perder muita água através de brânquias e superfícies permeáveis. A fim de conquistar a homeostase esses animais ingerem muita água salgada, e assim aumentam a concentração de sais em seu organismo, evitando assim a perda de água passiva para o meio.&nbsp;<br>Os sais que estão presentes em excesso no corpo são eliminados pelas brânquias por transporte ativo (eliminação de Na, Cl).<br>Além disso, esses animais possuem rins com capacidade limitada e urinam pouco, sendo a urina bastante concentrada, pois precisam conservar água.&nbsp;<br>Já os peixes ósseos de água doce são hipertônicos em relação ao meio que é hipotônico,&nbsp;ou seja, o transporte de água vai obedecer o gradiente de concentração e por conta disso os peixes recebem muita água passivamente por osmose (através de brânquias e superfícies permeáveis do corpo). Por conta da grande ingestão de água urinam em grande quantidade. Possuem rins com muitos glomérulos e produzem uma urina extremamente diluída (muita água, sais e amônia). Para atingirem de fato a homeostase as brânquias dos peixes ósseos dulcícolas realizam transporte ativo de sais para compensar a grande perda na urina.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 19:08:34 UTC</pubDate>
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         <title>3. Sobre o Rim </title>
         <author>anavictoriasantosd</author>
         <link>https://padlet.com/anavictoriasantosd/x7bt07o8769byq11/wish/1635057684</link>
         <description><![CDATA[<div>O rim dos peixes é um órgão misto, composto de elementos hematopoiéticos, endócrinos, e excretores, com participação em mecanismos fisiológicos como osmorregulação, excreção de substâncias como amônia, ureia, ácido úrico, água e sais, afim de manter o controle osmótico, e metabolismo endócrino, além de ser responsável pela manutenção do equilíbrio hídrico e salino.<br>É composto por duas porções: <br>- Pronefro (também chamado de rim anterior), responsável por filtrar as excretas do celoma, e são funcionais apenas nos embriões dos peixes;<br>&nbsp;- Mesonefro (também chamado de rim excretor), composto por unidades funcionais tubulares, denominadas néfrons., responsável por filtrar as excretas tanto do celoma quanto do sangue, e situa-se na porção mediana do corpo do peixe.&nbsp; <br><br>A unidade estrutural renal é constituída pelo corpúsculo renal (glomérulo vascular e cápsula glomerular), um segmento do colo que se conecta com o segmento proximal e um segmento distal que conduz ao túbulo coletor. Em peixes, estas partes não se apresentam sempre típicas, podendo carecer de um ou outro completamente. <br><br><strong>Curiosidade:</strong> Em Peixes teleósteos&nbsp; e holósteos foram identificados a presença dos Corpúsculos de Stannius (CS), que são pequenas glândulas endócrinas arredondadas ou ovaladas associados ao mesonefro.&nbsp; Embora esta glândula tenha sido descrita há quase 142 anos por Stannius, sua função ainda não foi totalmente esclarecida; sobre sua, estrutura persistem dúvidas, inclusive em relação aos tipos celulares que a constituem, uma vez que a variabilidade entre as espécies tem se mostrado uma constante.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-02 15:47:01 UTC</pubDate>
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         <title>4. Excretas dos Peixes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anavictoriasantosd/x7bt07o8769byq11/wish/1637513032</link>
         <description><![CDATA[<div>O sistema excretor trabalha para a eliminação de substâncias tóxicas ou presentes em excesso no organismo a fim de manter seu equilíbrio com o meio (homeostase);</div><div>- Principais excretas:</div><div>Água (em excesso);</div><div>Sais Minerais (em excesso);<br><br></div><div><strong>Excretas Nitrogenadas (resíduos da atividade enzimática no metabolismo). </strong><br>Amônia (NH<sub>3</sub>): alta toxicidade e solubilidade em água (envolve muito gasto de água para sua eliminação do organismo).<br>Uréia (CH₄N₂O):&nbsp; média toxicidade e solubilidade em água (envolve pouco gasto de água para sua eliminação do organismo).<br>Animais que excretam ureia são chamados <strong>Ureotélicos</strong> (peixes cartilaginosos). Animais que excretam amônia são chamados<strong> Amoniotélicos</strong> (peixes ósseos).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 16:01:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>2. Sistema Excretor dos Peixes </title>
         <author>anavictoriasantosd</author>
         <link>https://padlet.com/anavictoriasantosd/x7bt07o8769byq11/wish/1638892289</link>
         <description><![CDATA[<div>Diferentes espécies de peixes mesmo que do mesmo gênero, na maior parte dos casos, apresentam variações fisiológicas entre si. O rim cefálico e o baço são os principais órgãos hematopoiéticos desses animais, uma vez que os centros hematopoiéticos desses órgãos são responsáveis pela origem e formação dos eritrócitos, linfócitos, monócitos, trombócitos e granulócitos; o tecido epitelial das brânquias é multifuncional, sendo responsável pelas trocas gasosas, regulação iônica, balanço ácido-básico e excreção de nitrogênio. <br><br>Os peixes podem sofrer alterações fisiológicas decorrentes de poluentes ambientais que acessam diretamente a corrente sanguínea pelas brânquias, sendo estas de vital importância. <br><br>Nos peixes teleósteos, o rim cefálico além de tecido hematopoiético possui função endócrina e imunológica promovendo a interação imuno-endócrina, de importância para ambos os sistemas, atuando na produção de anticorpos e de catecolaminas.&nbsp; Em<em> Oncorhynchus mykiss </em>o rim cefálico é o principal responsável pela hematopoiese. No <em>Carassius auratus</em> o rim também é o principal sitio de formação de eritrócitos quando comparado com a reduzida atividade eritropoiética do baço.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 14:24:24 UTC</pubDate>
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         <title>6. Referências:</title>
         <author>anavictoriasantosd</author>
         <link>https://padlet.com/anavictoriasantosd/x7bt07o8769byq11/wish/1638987813</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Principais Aspectos Fisiológicos dos Peixes</mark></strong><br>http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/5voNhbPrfebVFdj_2013-6-27-15-45-58.pdf<br><strong><mark>Fisiologia de Peixes</mark></strong><strong><br></strong>https://silo.tips/download/fisiologia-de-peixes-msc-marianna-vaz-rodrigues<br><strong><mark>Estudo Topográfico e Histólogico do Rim de Pacu</mark></strong><br>https://www1.icmbio.gov.br/cepta/images/stories/producao_cientifica/topografico_1993_02.pdf<br><strong><mark>Microscopia Óptica e Eletrônica do Corpúsculo de Stannius do Curimbatá</mark></strong> <br>https://www.scielo.br/j/rbzool/a/WBH85369pKzrLWhHM6mbHGs/?format=pdf&amp;lang=pt<br><strong><mark>Osmorregulação em Elasmobrâquios</mark></strong><br>http://www.uel.br/laboratorios/lefa/aulas/Aulas2e3osmorregulacao2011.pdf<br><strong><mark>Diferenças entre Peixes de Água Salgada e Água Doce</mark></strong><br>https://core.ac.uk/download/pdf/228915292.pdf<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 15:47:21 UTC</pubDate>
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