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      <title>DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1985) - Irati 2025 by Priscila Pacheco</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-08-26 19:49:18 UTC</pubDate>
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         <title>2 CENSURA: como afetou a liberdade de expressão e produção cultural. </title>
         <author>ppacheco23</author>
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         <description><![CDATA[<p>ALUNAS: GISELE, ADRIANA, JAYLE, NATALY E MARILUZ </p><p><br/></p><p><br/></p><p>A CENSURA </p><p>Controle estatal: Entre 1964 e 1985, o regime militar implantou uma forte censura sobre imprensa, teatro, cinema, literatura e música. Órgãos como a Divisão de Censura de Diversões Públicas (DCDP) tinham poder para vetar ou alterar obras antes da publicação, com base em critérios políticos e morais.</p><p>Repressão à liberdade de expressão: Artistas, jornalistas e escritores foram perseguidos, exilados e tiveram suas obras proibidas. A produção cultural precisou recorrer a metáforas e simbolismos para contornar a repressão.</p><p>Impactos culturais: A censura limitou o acesso a ideias e gerou autocensura entre os criadores, restringindo a diversidade de temas e expressões artísticas. Apesar disso, surgiram movimentos culturais de resistência que buscaram manter viva a contestação ao regime.</p><p>"Fim da censura": Com a abertura política e a Constituição de 1988, avançou-se para instituir como direito constitucional que "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença".</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 19:50:08 UTC</pubDate>
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         <title>3 MOVIMENTOS SOCIAIS: atuação de grupos e movimentos sociais que lutaram contra a repressão e a violação dos direitos humanos</title>
         <author>ppacheco23</author>
         <link>https://padlet.com/ppacheco23/x6p49jwrvnssspoj/wish/3089056916</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a ditadura militar brasileira que ocorreu de 1964 a 1985, vários movimentos sociais se organizaram em resistência ao regime autoritário, como o Movimento Feminista, Movimento Negro Unificado (MNU), Movimento LGBT, mas os que mais se destacaram foi o Movimento Estudantil (ME) e o Movimento Operário. Como apresentado no texto de Ricardo Antunes e Marcelo Ridenti, o contexto de 1968 foi marcado por uma onda mundial de protestos, e no Brasil, estudantes e trabalhadores também se uniram em oposição à repressão e à falta de liberdade política. O Movimento Estudantil reivindicava ensino público e gratuito, democratização das universidades e o fim do autoritarismo, realizando manifestações como a “Passeata dos Cem Mil”, que contou com a participação de artistas, intelectuais e religiosos contra a violência do Estado.</p><p>Como destaca Jordana de Souza Santos, o movimento estudantil (ME) foi um dos principais alvos da repressão, mas também um dos protagonistas da luta democrática. Suas lideranças, como Vladimir Palmeira, José Dirceu e Luís Travassos, estiveram à frente de manifestações emblemáticas como a “Batalha da Rua Maria Antonia” e o Congresso da UNE em Ibiúna, que resultou na prisão de centenas de jovens. Com o endurecimento da ditadura após o AI-5, muitos estudantes aderiram à militância clandestina e à luta armada, enquanto outros buscaram reorganizar o ME dentro das universidades, por meio de atividades culturais e debates políticos.</p><p>Apesar da intensa repressão, esses movimentos deixaram marcas profundas na história brasileira. As greves operárias de Contagem e Osasco mostraram a resistência dos trabalhadores frente à exploração e à falta de direitos, enquanto os estudantes representavam a voz da juventude contra a censura e a violência do regime. Juntos, esses movimentos contribuíram para o enfraquecimento da ditadura e abriram caminho para a redemocratização do país no final dos anos 1970, reafirmando a importância da mobilização social na defesa da liberdade e da justiça.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/ZVc3oBSzmyg?si=Qwc3JQvmDRjNtwzW">https://youtu.be/ZVc3oBSzmyg?si=Qwc3JQvmDRjNtwzW</a></p><p><br></p><p>REFERÊNCIAS:</p><p><strong>ANTUNES, Ricardo; RIDENTI, Marcelo.</strong> Operários e estudantes contra a ditadura: 1968 no Brasil. <em>Mediações</em>, Londrina, v. 12, n. 2, p. 78–89, jul./dez. 2007. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879389006">https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879389006</a>. Acesso em: 27 out. 2025.</p><p><strong>SANTOS, Jordana de Souza.</strong> A repressão ao movimento estudantil na ditadura militar. <em>Aurora</em>, Marília, ano III, n. 5, p. 101–109, dez. 2009. ISSN 1982-8004. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.36311/1982-8004.2009.v3n1.1224">https://doi.org/10.36311/1982-8004.2009.v3n1.1224</a>. Acesso em: 27 out. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 19:50:16 UTC</pubDate>
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         <title>4 TORTURA E VIOLÊNCIA: métodos de repressão , tortura e violência utilizados pelo regime militar. </title>
         <author>ppacheco23</author>
         <link>https://padlet.com/ppacheco23/x6p49jwrvnssspoj/wish/3089057009</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>- Durante o regime militar, o governo utilizou a repressão e a tortura para calar opositores e manter o poder.</p><p>- Órgãos de repressão: DOI-CODI, DOPS e SNI, que agiam de forma secreta.</p><p> - Métodos de tortura: pau-de-arara, choques elétricos, afogamento, sufocamento, violência sexual e psicológica.</p><p>- Milhares de pessoas foram presas, mortas ou desapareceram. </p><p>- A Comissão Nacional da Verdade (2011–2014) confirmou o uso sistemático da tortura. </p><p>“Lembrar é garantir que nunca mais aconteça"</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 19:50:23 UTC</pubDate>
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         <title>5 EXÍLIO e REPRESSÃO POLÍTICA: como o regime perseguiu e exilou opositores políticos, intelectuais e artistas que se opunham à ditadura.</title>
         <author>ppacheco23</author>
         <link>https://padlet.com/ppacheco23/x6p49jwrvnssspoj/wish/3089057199</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 19:50:30 UTC</pubDate>
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         <title>1 CONTEXTO HISTÓRICO E POLÍTICO: contexto que o país vivenciava até 1964. </title>
         <author>ppacheco23</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 19:50:43 UTC</pubDate>
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         <title>6 MEMÓRIA e JUSTIÇA: importância da memória histórica e reparação para as vítimas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppacheco23/x6p49jwrvnssspoj/wish/3652948494</link>
         <description><![CDATA[<p>A Ditadura Militar no Brasil, ocorrida entre 1964 e 1985, instaurou um regime autoritário marcado por censura, repressão e graves violações de direitos humanos. Manter viva a <strong>memória</strong> desse período significa reconhecer os sofrimentos vividos como, torturas, prisões, desaparecimentos e assegurar que a verdade histórica seja preservada. Ao mesmo tempo, buscar <strong>justiça</strong> às vítimas envolve reparações, responsabilização e garantia de que tais violências não se repitam, fortalecendo o compromisso do país com a democracia e a dignidade humana.</p><p><br></p><p>A resistência ao regime ditatorial militar expressava-se por meio dos movimentos sociais e de organização de trabalhadores</p><p>Somavam forças na oposição, principalmente, os estudantes, os artistas e os intelectuais, por meio de canções de protestos, sátiras, poesias, mídia alternativa, grupos de teatro etc. Da mesma forma, o Movimento Estudantil era um dos mais atuantes na resistência à ditadura.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/9y2xB90A0CY?si=sD7nWsRi3NvtbOVb">https://youtu.be/9y2xB90A0CY?si=sD7nWsRi3NvtbOVb</a></p><p>Escrita durante a ditadura militar, “Cálice” denuncia a censura e o silenciamento do povo por meio do trocadilho entre “cálice” e “cale-se”. A canção expressa o sofrimento e a resistência de quem viveu a repressão, tornando-se um símbolo de coragem diante do medo.</p><p>A música reforça a importância de lembrar as vítimas, reconhecer os erros do passado e valorizar a liberdade como caminho para a reparação e a verdade histórica.</p><p><br></p><p>Luta pela memória: A história do engenheiro civil e político brasileiro Rubens Paiva trás a tona a luta da família pelo seu atestado de óbito. Após ser cassado e torturado até a morte por militares pelo fato de se opor a ditadura e alegarem seu envolvimento com grupos armados. </p><p>Desmascarar a farsa da sua morte foi a maior resistência de sua família a qual deu origem ao filme “Ainda estou aqui”, que conta e deixa marcado a história e os acontecimentos do período militar no Brasil. Sua repercussão no mundo todo trás a marca e a visibilidade desse período repleto de vítimas e histórias apagadas pela brutalidade.</p><p>O homenageado foi morto em 1971 e seu atestado foi entregue em 2014 e com isso foi levantado um busto em frente a prisão em que foi morto no Rio de Janeiro. </p><p>Mais sobre a história do debutado Rubens Paiva <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/historia-completa-o-que-aconteceu-com-rubens-paiva/">https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/historia-completa-o-que-aconteceu-com-rubens-paiva/</a></p><p><br></p><p>Ao contrário do que entendem algumas pessoas, o resgate da memória sobre a ditadura militar brasileira não representa um autoflagelo, tampouco possui caráter revanchista. Se trata de medida necessária, dentro de um conjunto maior de medidas, para que a efetiva consolidação do Estado democrático de direito seja possível. Existem pontos importantes do regime ditatorial a serem desvelados ou melhor compreendidos, considerando os efeitos que hodiernamente podem ser sentidos pela sociedade brasileira e que ainda estarão presentes nos anos vindouros se não enfrentados o quanto antes. A principal marca deixada</p><p>pelo período de ditadura militar foi a constante e abrangente</p><p>violação de direitos humanos.</p><p>Embora a violência em geral e a violência policial em</p><p>específico possuam diversos fatores fundantes, verificou-se ser pouco provável que a problemática possa ser resolvida sem a devida responsabilização dos agentes envolvidos pelos crimes de lesa-humanidade praticados no período, bem como sem a devida promoção de reformas institucionais – as práticas repressivas foram institucionalizadas, de fato.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/WDBJDC09UrM">https://youtu.be/WDBJDC09UrM</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 17:17:51 UTC</pubDate>
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         <title>4 TORTURA E VIOLÊNCIA: métodos de repressão , tortura e violência utilizados pelo regime militar. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppacheco23/x6p49jwrvnssspoj/wish/3653388955</link>
         <description><![CDATA[<p>VIOLENCIA CONTRA AS MULHERES</p><p>As mulheres perseguidas foram punidas não apenas por suas ações políticas, mas por transgredirem o papel social feminino.</p><p>Sofreram violências sexuais, psicológicas e físicas: estupros, abortos forçados, desnudamento, ameaças de infertilidade e torturas envolvendo familiares.</p><p>O caso de Maria Amélia Teles (Amelinha) simboliza essa violência, com a separação forçada dos filhos e torturas diante deles.</p><p>COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE (CNV)</p><p>A CNV e a Comissão Estadual da Verdade Rubens Paiva realizaram a audiência “Verdade e Gênero” para denunciar as violências e resistências femininas na ditadura.</p><p>O relatório final da CNV reconheceu que a violência sexual foi prática sistemática e configurou crime contra a humanidade.</p><p>NATUREZA DA VIOLÊNCIA SEXUAL</p><p>A violência sexual foi considerada forma de tortura, incluindo estupros, desnudamentos e revistas íntimas.</p><p>Funcionava como instrumento de poder e dominação patriarcal, reforçando desigualdades de gênero.</p><p>O estupro era também usado como “arma de guerra”, para humilhar mulheres e atingir simbolicamente seus companheiros e familiares.</p><p>SILÊNCIO E IMPUNIDADE</p><p>A violência sexual foi silenciada por décadas e muitas vezes minimizada nas denúncias de tortura.</p><p>Os crimes sexuais da ditadura permanecem marcados pelo estigma e pela impunidade.</p><p>Dar voz às vítimas é essencial para reconhecer e legitimar suas experiências históricas.</p><p>MILITARES CONTRÁRIOS AO REGIME</p><p>Cerca de 7,5 mil militares e bombeiros foram presos, torturados ou expulsos por se oporem à chamada “revolução de 1964”.</p><p>A maioria era de baixa patente (cabos, sargentos, subtenentes) e participou ativamente da resistência democrática.</p><p>Muitos não eram de esquerda, mas defendiam soberania nacional, direitos humanos e ampliação de direitos civis e políticos, como o direito ao voto para os “praças”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 00:22:29 UTC</pubDate>
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