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      <title>Resenha Crítica do artigo: &quot;Concordância nominal&quot;, de Silvia Figueiredo Brandão by Alexandre costa</title>
      <link>https://padlet.com/alexandre_asc39/x6afzooeceem9jts</link>
      <description>Aproveitem a análise crítica deste interessantíssimo artigo com informações muito importantes e que vão além de uma simples análise normativa sobre concordância nominal</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-06 00:39:57 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-12-11 22:26:42 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Introdução à concordância nominal </title>
         <author>alexandre_asc39</author>
         <link>https://padlet.com/alexandre_asc39/x6afzooeceem9jts/wish/3249540871</link>
         <description><![CDATA[<p>Em síntese, segundo o artigo, concordância nominal é a relação (em gênero ou em número) entre um nome e seus determinantes (artigo, demonstrativo e possessivo), quantificadores ou adjetivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 09:52:44 UTC</pubDate>
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         <title>Concordância de gênero: linguístas e gramáticos </title>
         <author>alexandre_asc39</author>
         <link>https://padlet.com/alexandre_asc39/x6afzooeceem9jts/wish/3249930237</link>
         <description><![CDATA[<p>A abordagem do artigo sobre concordância de gênero é interessante, pois é feita sob a perspectiva de diferentes estudiosos:</p><p><br></p><p>A concordância de gênero, de acordo com Câmara Jr (1979), em sua análise tradicional, divide-se, nos nomes, em: </p><p>. Nomes substantivos de dois gêneros (1)</p><p>. Nomes de dois gêneros sem flexão (2)</p><p>. Nomes substantivos com dois gêneros, de flexão redundante (3)</p><p><br></p><p>Exemplos:</p><p>(1) Professor (masc) - Professora (fem)</p><p>(2) Artista (masc) - Artista (fem)</p><p>(3) Autor (masc) - Autora (fem)</p><p><br></p><p>Sob outra perspectiva, o artigo traz a visão de Matheus et al. (2003), que não consideram a categoria de gênero como flexional, mas como uma categoria que depende, exclusivamente, da <strong>classe temática</strong> da palavra princípal (nome/substantivo).</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 15:53:47 UTC</pubDate>
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         <title>Concordância de número: linguístas e gramaticos </title>
         <author>alexandre_asc39</author>
         <link>https://padlet.com/alexandre_asc39/x6afzooeceem9jts/wish/3250006225</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com o artigo, a concordância de número tem duas possibilidades de ocorrer: Uma é por meio do morfema (ø), que denota singular; e outra é pelo morfema /S/, que denota plural.</p><p><br></p><p>Exemplos: </p><p><br></p><p>"O(ø) armário(ø) foi montado(ø) ontem" </p><p>"O(s) armário(s) foram montad(os) ontem".</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 17:01:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A concordância e a prescrição linguística </title>
         <author>alexandre_asc39</author>
         <link>https://padlet.com/alexandre_asc39/x6afzooeceem9jts/wish/3250090909</link>
         <description><![CDATA[<p>Na linha seguida pelo artigo (de análise linguística descritiva), concordância nominal e verbal são (normalmente), devido à prescrição linguística, impostas a serem seguidas à risca pelos falantes; porém, por conta da língua ser viva, feita pelos falantes e não presa à prescrição, nem sempre essas "regras" (assim como outras), são seguidas por quem a fala. </p><p><br/></p><p>Portanto, construções como:</p><p><br/></p><p>" Os menino já foi";</p><p>" Aquelas meninas bonita reprovaram" e</p><p>" As garrafa ta cheia" </p><p><br/></p><p>São consideradas errôneas de acordo com a gramática normativa. Contudo, por serem muito comuns no cotidiano brasileiro, o artigo orienta-nos a não tratá-las dessa forma, mas a buscarmos o porquê, por meio de uma análise histórico-linguística, dessas mudanças quanto à concordância nominal entre os falantes de português. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 18:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>Saliência fônica e paralelismo formal</title>
         <author>alexandre_asc39</author>
         <link>https://padlet.com/alexandre_asc39/x6afzooeceem9jts/wish/3250824056</link>
         <description><![CDATA[<p>Destaca-se também, no artigo, a exposição de teorias interessantes e de muita relevância para uma análise descritiva da concordância nominal (sobretudo a de número): A saliência fônica e o paralelismo formal. </p><p><br/></p><p>A saliência fônica é tratada como um grau. Sendo, com isso, representada por uma escala composta por termos em que a marca de plural é mais ou menos forte - sendo os com a marca mais fraca (como "menino", que só tem o "s" como marca), mais suscetíveis a desvios à norma padrão; e os de marca mais forte (como casal, que tem o "is" - casa"is" como marca), mais utilizados de acordo com a norma padrão.  </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 19:11:59 UTC</pubDate>
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         <title>Saliência fônica e paralelismo formal</title>
         <author>alexandre_asc39</author>
         <link>https://padlet.com/alexandre_asc39/x6afzooeceem9jts/wish/3250852758</link>
         <description><![CDATA[<p>O paralelismo formal, como já nos sugere o nome, diz respeito ao fenômeno de, em uma construção, quando em um constituinte há marcas de número (ou não), o outro, que vem após ele, segue a mesma marca. Um exemplo disso pode ser observado em construções como:</p><p> </p><p>"Todo(s) o(s) jogador(es) saír(am) de campo"</p><p>"Zerei os jogo(ø) difícil(ø).</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 20:21:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Video aula para reforçar os conhecimentos aprendidos sobre o tema</title>
         <author>alexandre_asc39</author>
         <link>https://padlet.com/alexandre_asc39/x6afzooeceem9jts/wish/3250882112</link>
         <description><![CDATA[<p>Para atribuir na construção de conhecimentos sobre o tema, assistam à video aula do professor Noslen. </p><p>Obs: embora tenha, por vezes, uma postura prescritiva e purista em relação à língua, suas aulas (dinâmicas e com bons exemplos), podem ajudar na compreensão do conteúdo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 21:44:38 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão/considerações finais</title>
         <author>alexandre_asc39</author>
         <link>https://padlet.com/alexandre_asc39/x6afzooeceem9jts/wish/3250895302</link>
         <description><![CDATA[<p>Em suma, o artigo aborda questões muito interessantes sobre a temática da concordãncia nominal. Teorias como a da "salliência fônica" e do "paralelismo formal", por exemplo, são essenciais para a compreensão do porquê determinados termos e construções normalmente concordam "corretamente" em número pelos falantes e outros não. Além disso, a escolha da autora em seguir uma linha que não trata a concordância de gênero como flexional é, também, muito interessante. </p><p><br></p><p>Por fim, é essencial ressaltar também a análise descritiva da língua que a autora do artigo traz em todo o texto. Com isso, temáticas de extrema valia sobre a estigmatização da língua e valorização de determinadas formas (norma padrão) em detrimentos de outras (norma normal/popular) são, de modo preciso e aprofundado pela autora, tratadas. Destacam-se também as importantes análises quanti-qualitativas de dados produzidas pela autora. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 22:33:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise social relacionada à concordância</title>
         <author>alexandre_asc39</author>
         <link>https://padlet.com/alexandre_asc39/x6afzooeceem9jts/wish/3250909175</link>
         <description><![CDATA[<p>Em relação aos dados científicos apresentados no artigo, nota-se a pesquisa feita por Scherre (1997:3) em que o resultado expõe que, normalmente. a concordância de número marcada mais "corretamente" (aos moldes da norma padrão), pelos falantes é a que ocorre à esquerda do nome/substativo, como em: </p><p><br/></p><p>"<strong>Toda(s)</strong> <strong>a(s)</strong> mochilha(s) são novas".</p><p><br/></p><p>Por outro lado, a posição dos adjetivos, pronomes, etc. em que a mesma concordância é menos utilizada aos moldes da norma padrão pelos falantes é à esquerda do substantivo/nome (sendo,às vezes, até no próprio nome), como em: </p><p> </p><p>"Os <strong>menino(ø) valente(ø) gosta(ø) de se arriscar".</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 23:39:19 UTC</pubDate>
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         <title>Como ensinar concordância nominal?</title>
         <author>alexandre_asc39</author>
         <link>https://padlet.com/alexandre_asc39/x6afzooeceem9jts/wish/3250913792</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais ao fim do artigo, é abordado o tema sobre o ensino da concordância nominal em sala de aula. </p><p><br/></p><p>Nesse sentido, a autora disserta sobre a importância de conceber a gramática internalizada e as variações linguísticas pertencentes aos alunos como corretas e adequadas a determinados contextos de uso de língua. </p><p><br/></p><p>Sendo importante também, de modo complementar, apresentá-los as formas de prestígio da língua, explicando-os a sua relevância e necessidade em contextos de uso mais formal da língua</p><p><br/></p><p>Em suma, o artigo mostra a importância de ensinar ao aluno que não há formas/niveis  mais ou menos importantes no que concerne à língua. Há, pelo contrário, contextos em que determinadas formas são mais ou menos adequadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 23:59:52 UTC</pubDate>
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