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      <title>Comunidades Tradicionais by </title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-18 10:45:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que são comunidades tradicionais</title>
         <author>mvitoriacarniel</author>
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         <description><![CDATA[<p>Povos e comunidades tradicionais são grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 10:58:57 UTC</pubDate>
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         <title>Ciganos</title>
         <author>mvitoriacarniel</author>
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         <description><![CDATA[<p>povos de origem indiana, europeia e africana que se caracterizam pela mobilidade territorial, pela diversidade cultural e pela resistência à discriminação.</p><p>Os ciganos têm uma cultura vibrante, marcada por música, dança, artesanato e tradições orais, e laços familiares e comunitários fortes. São historicamente nômades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 11:10:19 UTC</pubDate>
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         <title>Quais são:</title>
         <author>mvitoriacarniel</author>
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         <description><![CDATA[<p>Andirobeiras, Apanhadores de Sempre-vivas, Caatingueiros, Caiçaras, Castanheiras, Catadores de Mangaba, Ciganos, Cipozeiros, Extrativistas, Faxinalenses, Fundo e Fecho de Pasto, Geraizeiros, Ilhéus, Indígenas, Isqueiros, Morroquianos, Pantaneiros, Pescadores Artesanais, Piaçaveiros, Pomeranos, Povos de Terreiro, Quebradeiras de Coco Babaçu, Quilombolas, Retireiros, Ribeirinhos, Seringueiros, Vazanteiros e Veredeiros</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 11:16:01 UTC</pubDate>
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         <title>Morroquianos</title>
         <author>mvitoriacarniel</author>
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         <description><![CDATA[<p>Morroquianos são sujeitos pertencentes às comunidades localizadas em uma área rural do município de Cáceres conhecido como morraria no Mato Grosso. Os morroquianos são agricultores e praticam uma agricultura familiar. São também extrativistas e pequenos produtores de doce, de rapadura e de farinha. Alguns moradores das comunidades cultivam também o algodão que é utilizado na fiação artesanal de redes de dormir, as artesãs são mulheres que tem o cuidado de utilizar corantes naturais de plantas do cerrado. Esta é uma atividade que está se perdendo no cotidiano da comunidade.</p><p>Mais do que atividade econômica, as atividades agrícolas dos morroquianos buscam preservar o modo de vida da comunidade, suas cosmologias, suas diferentes temporalidades e suas múltiplas territorialidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 17:28:28 UTC</pubDate>
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         <title>Povos de terreiro</title>
         <author>mvitoriacarniel</author>
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         <description><![CDATA[<p>Povos de terreiro são o conjunto de populações, em sua maioria de origem afro-brasileira, que está ligado às comunidades religiosas de matrizes africanas por vínculos de parentescos ou iniciáticos.</p><p>Assim se definem em razão do pertencimento, uma vez que se estruturam em torno de organizações sociais religiosas de intensa forma de sociabilidade coletiva. Religiões de matrizes africanas são os conjuntos de práticas religiosas que se originaram através das populações negras africanas escravizadas no Brasil. Pertencem a esse conjunto de práticas: o candomblé, o batuque, o tambor de mina, a pajelança, a macumba, a umbanda, dentre outras. Em geral se organizam dentro de um espaço territorial chamado terreiro.</p><p>Os terreiros são locais sagrados de culto e estão presentes em todo o Brasil. Os espaços de organizações do culto, bem como suas dependências internas, os locais externos e os locais da natureza são considerados locais sagrados, sendo assim, a territorialidade dessa população se expande para além do local físico onde se organizam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 17:38:21 UTC</pubDate>
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         <title>Quilombolas</title>
         <author>mvitoriacarniel</author>
         <link>https://padlet.com/mvitoriacarniel/x6acs4n09dhfuhjz/wish/3033696401</link>
         <description><![CDATA[<p>Os quilombos surgiram em meados do século XVI<strong> </strong>e foram resultado da resistência dos africanos escravizados. Esses escravos eram trazidos ao Brasil por meio de tráfico negreiro usados aqui, principalmente, na produção do açúcar. A crueldade da escravidão, marcada por agressões físicas, trabalho extenuante, má alimentação etc., motivava a resistência escrava.</p><p>Aqui no Brasil, os escravos fugiam e escolhiam regiões estratégicas<strong> </strong>que lhes garantiriam o máximo de proteção contra os portugueses, onde construíam vilas. Essas vilas formadas por escravos ficaram conhecidas como quilombos, um termo no quimbundo que era usado para referir-se a acampamentos militares que eram formados na região de Angola.</p><p>A sobrevivência dos quilombolas era garantida por aquilo que eles retiravam da natureza e também do que eles plantavam e dos animais que eles criavam. O produto mais comum que era produzido pelos quilombolas era a farinha de mandioca, mas as roças dos quilombos também eram formadas por milho, feijão, batata-doce, abóbora, cana-de-açúcar, entre outros cultivares. Atualmente as comunidades quilombolas estão presentes em todo o território brasileiro, e nelas se encontra uma rica cultura, baseada na ancestralidade negra, indígena e branca.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 17:44:31 UTC</pubDate>
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         <title>Cipozeiros</title>
         <author>mvitoriacarniel</author>
         <link>https://padlet.com/mvitoriacarniel/x6acs4n09dhfuhjz/wish/3033700741</link>
         <description><![CDATA[<p>Cipozeiros constituem comunidades tradicionais que vivem da extração e do artesanato de diferentes espécies de cipós e de outras atividades de subsistência.</p><p>O modo de vida dos cipozeiros está intimamente relacionado com o mundo natural, em especial com a Mata Atlântica.</p><p>Vivem em grupos familiares e de afinidade que compartilham a atividade extrativista e de artesanato do cipó.</p><p>A extração do cipó e o artesanato são atividades que ocupam um lugar central em seu modo de vida, conformando o eixo a partir do qual se organiza o tempo e o conjunto de sua atividade econômica.</p><p>São exercidas e lideradas principalmente por mulheres, ainda que muitos homens também participem de todas as etapas produtivas.</p><p>A maior parte de sua subsistência é baseada em atividades extrativistas, realizadas por meio do manejo sustentável, sem comprometer a dinâmica dos sistemas regenerativos da Mata Atlântica, bioma ao qual estão adaptados há muitas décadas.</p><p>Críticos da destruição da natureza, fazem um uso conservacionista dos recursos. Desde a extração dos cipós, ou até mesmo na prática da caça, observam os ciclos naturais, evitando práticas predatórias dos recursos e procurando garantir a regeneração dos recursos, sem os quais não poderiam reproduzir seu modo de vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 17:54:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>mvitoriacarniel</author>
         <link>https://padlet.com/mvitoriacarniel/x6acs4n09dhfuhjz/wish/3033701572</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://habitatbrasil.org.br/povos-e-comunidades-tradicionais/">https://habitatbrasil.org.br/povos-e-comunidades-tradicionais/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/ciganos.htm#:~:text=Os%20povos%20ciganos%2C%20tamb%C3%A9m%20conhecidos,um%20estilo%20de%20vida%20n%C3%B4made">https://brasilescola.uol.com.br/historiag/ciganos.htm#:~:text=Os%20povos%20ciganos%2C%20tamb%C3%A9m%20conhecidos,um%20estilo%20de%20vida%20n%C3%B4made</a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.mapasocialmt.org.br/Grupo/9/">http://www.mapasocialmt.org.br/Grupo/9/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://museucerrado.com.br/cultura-cerratense/comunidades-tradicionais/povos-terreiro/#:~:text=Povos%20de%20terreiro%20s%C3%A3o%20o,v%C3%ADnculos%20de%20parentescos%20ou%20inici%C3%A1ticos">https://museucerrado.com.br/cultura-cerratense/comunidades-tradicionais/povos-terreiro/#:~:text=Povos%20de%20terreiro%20s%C3%A3o%20o,v%C3%ADnculos%20de%20parentescos%20ou%20inici%C3%A1ticos</a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/quilombolas.htm#:~:text=Quilombolas%20s%C3%A3o%20povos%20de%20regi%C3%B5es,%C3%A9poca%20da%20escravid%C3%A3o%20no%20Brasil">https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/quilombolas.htm#:~:text=Quilombolas%20s%C3%A3o%20povos%20de%20regi%C3%B5es,%C3%A9poca%20da%20escravid%C3%A3o%20no%20Brasil</a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/quilombos.htm#:~:text=Os%20quilombos%20eram%20comunidades%20formadas%20por%20africanos%20escravizados%20e%20seus,tamb%C3%A9m%20%C3%ADndios%20e%20brancos%20livres">https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/quilombos.htm#:~:text=Os%20quilombos%20eram%20comunidades%20formadas%20por%20africanos%20escravizados%20e%20seus,tamb%C3%A9m%20%C3%ADndios%20e%20brancos%20livres</a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.albatroz.eco.br/comunidades-ou-populacoes-tradicionais-cipozeiros/">https://www.albatroz.eco.br/comunidades-ou-populacoes-tradicionais-cipozeiros/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 17:56:20 UTC</pubDate>
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         <title>A importância das comunidades tradicionais no combate as mudanças climáticas</title>
         <author>mvitoriacarniel</author>
         <link>https://padlet.com/mvitoriacarniel/x6acs4n09dhfuhjz/wish/3034814093</link>
         <description><![CDATA[<p>As comunidades tradicionais desempenham um papel fundamental no combate às mudanças climáticas, oferecendo uma rica fonte de conhecimentos e práticas que são essenciais para a sustentabilidade ambiental. Ao longo de gerações, essas comunidades desenvolveram um profundo entendimento dos ecossistemas locais, utilizando técnicas de manejo sustentável da terra, agricultura regenerativa e conservação da biodiversidade.</p><p>Um dos principais aspectos do conhecimento tradicional é a sua capacidade de preservar ecossistemas importantes como sumidouros de carbono, essenciais para mitigar os gases de efeito estufa. Com práticas de manejo florestal e agrícola adaptadas às condições locais, as comunidades tradicionais não apenas protegem a biodiversidade, mas também contribuem para a manutenção da estabilidade climática.</p><p>Além disso, essas comunidades são frequentemente pioneiras na adaptação às mudanças climáticas. Possuem estratégias resilientes que incluem sistemas de gestão da água, técnicas de construção sustentável e métodos agrícolas que resistem a condições extremas como secas e inundações. Essas práticas são fundamentais não apenas para a sobrevivência dessas comunidades, mas também para inspirar soluções adaptativas globalmente.</p><p>Outro aspecto crucial é a preservação de variedades locais de plantas e sementes agrícolas. Essas variedades adaptadas às condições climáticas locais têm potencial para contribuir significativamente para a segurança alimentar global, especialmente em face das mudanças climáticas que alteram padrões de precipitação e temperatura.</p><p>Além de suas contribuições práticas, as comunidades tradicionais desempenham um papel vital na promoção de uma cultura de conservação e respeito pelo meio ambiente. Suas tradições muitas vezes estão profundamente enraizadas na conexão com a natureza, incentivando práticas sustentáveis que são transmitidas de geração em geração.</p><p>Reconhecer e apoiar as comunidades tradicionais no combate às mudanças climáticas não é apenas uma questão de justiça social e cultural, mas também uma estratégia essencial para promover um futuro mais sustentável e resiliente para todos os habitantes do planeta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-22 00:24:09 UTC</pubDate>
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