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      <title>Portfólio Psicologia Experimental by Victoria Stavale Warren</title>
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      <description>Dados: Victoria Stavale Warren - 50049958 - D01 2º Turno</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-11 14:16:42 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagem</title>
         <author>50049958</author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>Em conjunto com o meu colega Sandro, assumimos&nbsp;a tarefa do&nbsp;desenho&nbsp;fatorial. Nossa&nbsp;finalidade era criar um procedimento para uma pesquisa que examinasse os efeitos do consumo de café no tempo de reação ao conduzir, levando em conta o cansaço como um fator influente.<br>Sugerimos um&nbsp;estudo quasi-experimental, transversal e intersujeitos, onde participantes (com carta de condução)&nbsp;seriam inicialmente divididos em dois grupos: cansados&nbsp;e não cansados. Posteriormente, cada grupo seria dividido entre os que consumiram café e os que não o fizeram, resultando&nbsp;a seguinte estrutura:<br>Cada participante seria submetido a uma avaliação individual de tempo de reação em um simulador de condução. No final, a avaliação dos dados possibilitará avaliar o efeito do café e identificar os efeitos do cansaço na performance dos motoristas.</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 14:16:42 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa</title>
         <author>50049958</author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>Tentei escrever um estudo com um desenho experimental, transversal e intersujeitos.</sup></p><p><sup> O problema de investigação é - A pratica de mindfulness(Vi) reduz niveis de ansiedade(Vd)?</sup></p><p><sup>Para ilustrar, pensei em usar 30 participantes, idades entre 20 e 25 anos, que relatem níveis moderados a altos de ansiedade. Irei dividi-los em dois grupos conforme sua pontuação inicial em um questionário de ansiedade:</sup></p><p><sup> Grupo 1 - Participantes que realizarão sessões diárias de mindfulness guiado por 15 minutos, durante duas semanas.</sup></p><p><sup>Grupo 2 - Participantes que não receberão intervenção nesse período.</sup></p><p><sup>A coleta de dados será feita da seguinte forma:</sup></p><p><sup>Pré teste -  Todos os participantes responderão a um questionário padronizado para medir seus níveis iniciais de ansiedade.</sup></p><p><sup>Intervenção -  Apenas o Grupo A participará das sessões de mindfulness.</sup></p><p><sup>Pós teste - Após duas semanas, ambos os grupos responderão novamente ao questionário.</sup></p><p><sup>Poderemos comparar os níveis de ansiedade antes e depois da pesquisa e entender se a prática de mindfulness teve algum impacto, isolando possíveis variações na ansiedade dos participantes.</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 14:16:42 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagem</title>
         <author>50049958</author>
         <link>https://padlet.com/50049958/x66b2rzbm0xuach1/wish/3360968256</link>
         <description><![CDATA[<p><sup>Não pude estar presente na primeira aula prática de psicologia experimental, de todo jeito, com base nas informações que tive por meio dos colegas e dos slides disponibilizados pelo professor André, pude compreender um pouco sobre os conceitos abordados nesta aula. </sup></p><p><sup>Na aula sobre pesquisa bibliográfica, aprendemos como buscar informações de qualidade sobre um tema. O professor explicou que é possivel encontrar referências em artigos, livros, teses, conferências e até mesmo em redes sociais ou fóruns online. Mas o mais importante é saber filtrar e organizar essas fontes. Uma das ferramentas que foi usada na prática foi o Consensus, que é uma plataforma com inteligência artificial que ajuda a responder perguntas baseadas em estudos científicos. É muito interessante ver como, ao invés de pesquisar por palavras soltas, a gente pode escrever uma pergunta direta e o site mostra respostas resumidas com base em artigos reais. Isso ajuda muito a poupar tempo e já dá uma noção do que os estudos mais confiáveis dizem sobre um assunto.</sup></p><p><sup>Além disso, também falamos sobre formas mais clássicas de buscar artigos, como usando as bases da biblioteca da universidade (tipo B-ON ou Web of Science), e como acessar conteúdos pagos usando a rede da faculdade ou VPN. Outra dica importante foi aprender a baixar e organizar os PDFs dos artigos com ferramentas como o Zotero, que ajudam a não se perder no meio de tanta informação.</sup></p><p><sup>No fim, foi uma aula muito útil pra entender tanto os caminhos tradicionais quanto os mais modernos de fazer uma boa pesquisa bibliográfica</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 14:16:42 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagem</title>
         <author>50049958</author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>Em aula discutimos como o uso dos mesmos participantes em testes repetidos pode influenciar os resultados por conta da experiência anterior. Para evitar esse rumo, ele sugeriu que eu e meu colega pensassemos em estrategias que não interferissem na execução da tarefa pela segunda vez, o professor nos disse que apenas faltou aprofundarmos a explicação do experimento em si, ja que explicamos que seria um teste de reflexo em um simulador de condução, mas não entramos em detalhes. O objetivo da aula foi refletir sobre como o desenho experimental pode afetar os resultados de uma pesquisa e a importância de considerar esses obstáculos desde o planejamento.</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-21 14:15:45 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagem e Tarefa</title>
         <author>50049958</author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>o Jotform é uma ferramenta bem útil pra criar questionários online, a plataforma é bem visual e fácil de usar, o que ajuda bastante quando precisamos montar formulários com várias etapas, como consentimento, perguntas sociodemográficas e escalas específicas.</sup></p><p><sup>O processo começa criando uma conta e escolhendo a opção de montar um formulário do zero. A partir dai, da pra ir adicionando tudo o que a gente precisa, tipo os termos de consentimento, as perguntas em si e etc. No final, é só compartilhar o link com os participantes e depois acessar os resultados direto pelo site ou pelo email. </sup></p><p><sup>Mesmo com algumas limitações na versão gratuita, como um número máximo de respostas por mês, ainda assim é uma opção bem prática. É possível até pra “clonar” o questionário e usar em outras contas se for preciso, o que é uma boa saída pra contornar essas restrições.</sup></p><p><sup>Eu montei um questionário sobre o consumo de energéticos: </sup></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://form.jotform.com/251404704187050"><sup>https://form.jotform.com/251404704187050</sup></a></p><p><sup>O professor mostrou como se utilizar diversas ferramentas diferentes para diversos tipos de coleta. Foi uma boa forma de entender como a coleta de dados funciona na prática.</sup></p>]]></description>
         <enclosure url="https://form.jotform.com/251404704187050" />
         <pubDate>2025-05-21 14:40:09 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagens</title>
         <author>50049958</author>
         <link>https://padlet.com/50049958/x66b2rzbm0xuach1/wish/3461459075</link>
         <description><![CDATA[<p><sub>Consegui participar só de uma das três aulas de OpenSesame, então pra entender tudo o que foi passado, contei com a ajuda dos colegas e dos materiais que foram sendo compartilhados. Mesmo não estando presente em todas, acho que consegui ter uma boa noção geral da ferramenta e do que foi feito em aula.</sub></p><p><sub>O OpenSesame foi apresentado como um programa gratuito voltado pra Psicologia Experimental, ele permite montar experimentos sobre memória, atenção, tomada de decisão, go/no-go, entre outros temas que aparecem bastante nas pesquisas. O professor explicou que o legal da ferramenta é que dá pra usar mesmo sem saber programar, já que ela tem uma interface mais visual, com “blocos” que a gente arrasta e encaixa. Mesmo assim, quem tem um pouco mais de familiaridade com programação consegue ir além e explorar funções mais avançadas.</sub></p><p><sub>Na aula em que eu estava presente o foco principal era instalar e começar a configurar o programa. Consegui instalar com a ajuda do professor, mas percebi que o OpenSesame é um app um pouco pesado, no meu caso, o computador travou bastante e não rodou com fluidez, o que atrapalhou um pouco meu entendimento. Isso até me deixou meio perdida, mas isso também se deu pelas outras aulas que perdi.</sub></p><p><sub>Pelas anotações que peguei com os colegas, nas aulas seguintes foi possível montar um experimento simples do início ao fim. Criaram uma sequência com telas de boas-vindas, instruções, tarefa principal e agradecimento final. Os estímulos podiam ser visuais ou sonoros, e era preciso configurar as respostas corretas e erradas, além de organizar tudo pra os dados dos participantes serem salvos no final. Aprenderam também a usar as ferramentas principais do programa: sequência (pra organizar o que aparece na ordem certa), loop (pra repetir a tarefa algumas vezes) e os chamados objetos, que são os blocos menores responsáveis por exibir textos, imagens, registrar respostas etc. Um detalhe interessante que me explicaram é que tem que prestar bastante atenção nos tempos de apresentação de cada estímulo e no encaixe dos blocos.</sub></p><p><sub>Apesar de parecer simples no começo, percebi que o OpenSesame tem várias camadas e pode ser desafiador em alguns pontos, principalmente quando envolve configurações mais técnicas, como quando se quer disponibilizar o experimento por link (aí entra o tal do OSWeb/JATOS, que exige mais conhecimento). Mesmo com pouco contato direto, achei muito interessante conhecer uma ferramenta profissional já no início do curso. Confesso que ainda não me sinto pronta pra usar tudo sozinha, mas essa introdução já deu vontade de aprender mais e testar com calma depois.</sub></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-21 14:57:11 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa</title>
         <author>50049958</author>
         <link>https://padlet.com/50049958/x66b2rzbm0xuach1/wish/3461580522</link>
         <description><![CDATA[<p><sup>Para evitar efeitos de repetição, que poderiam surgir se os mesmos participantes respondessem ao mesmo questionário duas vezes em um intervalo curto de tempo, pensei em duas estratégias complementares:</sup></p><p><sup>Uso de versões equivalentes do questionário de ansiedade no pré e no pós-teste, com itens diferentes mas medindo os mesmos aspectos.</sup></p><p><sup>Aplicação indireta dos questionários, com um intervalo suficientemente longo entre os testes, e um padrão nas instruções para zerar a expectativa de resposta.</sup></p><p><sup>A estrutura da coleta de dados será:</sup></p><p><sup>Pré-teste: aplicação de um questionário padronizado para medir os níveis iniciais de ansiedade.</sup></p><p><sup>Intervenção: apenas o Grupo 1 participará das sessões de mindfulness ao longo de duas semanas.</sup></p><p><sup>Pós-teste: ambos os grupos responderão novamente ao questionário (versão equivalente), permitindo comparar as variações nos níveis de ansiedade.</sup></p><p><sup>Com isso, será possível analisar o efeito da prática de mindfulness, observando se houve redução significativa nos níveis de ansiedade no grupo experimental, em comparação com o grupo controle, e fazendo isso de forma mais confiável, ao controlar interferências que poderiam afetar os resultados.</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-21 16:33:28 UTC</pubDate>
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