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      <title>Elisa Abreu E1T4056 by Elisa Abreu</title>
      <link>https://padlet.com/elisa_coelhodeabreu/ElisaAbreuE1T4056</link>
      <description>Prof de FQ - Agrupamento de escolas Virgínia Moura</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-06 22:51:11 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2016-11-22 17:37:38 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Tarefa 1</title>
         <author>elisa_coelhodeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/elisa_coelhodeabreu/ElisaAbreuE1T4056/wish/131012555</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Opção B<br></strong><br></div><div>Sonhar, Querer, Viver. ´<br><br></div><div>Acho que este título traduz a mensagem do vídeo visionado.<br><br></div><div>Todos temos sonhos, mas nem sempre somos capazes de os materializar, porque o medo de falhar nos inibe. Queremos mesmo alcançá-los? Força, há que espantar o medo e persegui-los. Como? Acreditando todos os dias nas nossas capacidades, mesmo naqueles em que o objetivo nos parece mais longe. Redobrar o esforço para encurtar a distância. Viver é isso mesmo, correr atrás dos sonhos, não os deixar escapar, torná-los realidade. Desistir não é viver, é passar por cá.</div><div>Não deixo de partilhar o poema que me veio à cabeça quando vi o vídeo.<br><br></div><div>“Eles não sabem, nem sonham,</div><div>que o sonho comanda a vida,</div><div>que sempre que um homem sonha</div><div>o mundo pula e avança</div><div>como bola colorida</div><div>entre as mãos de uma criança”</div><div> António Gedeão<br><br></div><div>In <em>Movimento Perpétuo</em>, 1956<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 00:25:19 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2</title>
         <author>elisa_coelhodeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/elisa_coelhodeabreu/ElisaAbreuE1T4056/wish/131012688</link>
         <description><![CDATA[<div>Facilitar o autoconhecimento do tutorando, parece-me ser o maior desafio.</div><div>Ele, como a maior parte das pessoas acha que se conhece bem a si próprio, mas quando questionado sobre as capacidades que domina, desvaloriza-se e apresenta uma baixa autoestima. Não raras vezes procura dar-se a conhecer através de elementos externos, a forma de vestir, os adereços que usa, criando barreiras ao conhecimento de dentro para fora.&nbsp; &nbsp;</div><div>Desenvolver mecanismos que me aproximem dele, “<strong>para conhecer e compreender em profundidade os problemas da sua vida”</strong>, quebrar barreiras na comunicação, envolver/comprometer o tutorando no programa de tutoria, parece-me uma tarefa muito exigente.</div><div>O tutorando terá de me sentir próximo, confiável, sem ser um dos seus pares. Terá de me ver como um aliado no seu processo de crescimento e não como o “amigo” com quem desabafa críticas à escola, aos amigos, à família, enfim ao mundo que o persegue...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 00:27:31 UTC</pubDate>
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         <title>M2 -
Fase do modelo de tutoria - facilitação</title>
         <author>elisa_coelhodeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/elisa_coelhodeabreu/ElisaAbreuE1T4056/wish/132868745</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Combater a resistência que os alunos apresentam à frequência da “aula” de tutoria.<br></strong>Os alunos, principalmente os mais velhos, entendem a tutoria como mais uma aula que lhe rouba o seu tempo livre, e questiona porque tem de a frequentar.</div><div>O tutor deve de uma forma simples explicar que está ali para o ajudar a aprender a pensar, a conviver harmoniosamente com a comunidade e a decidir em função das suas capacidades para realizar os seus sonhos e conseguir ser um cidadão feliz e realizado. &nbsp;</div><div><strong>A associação do espaço onde se desenvolve a tutoria, ao espaço sala de aula</strong></div><div>Recorrer a espaços comuns de escola do agrado do aluno, o bar da escola, o espaço exterior ou outo sugerido por ele com vista a produzir relações de maior empatia entre tutor e tutorando.&nbsp;<br><strong>Questionado sobre os seus problemas os alunos raramente se expõem receando críticas e julgamentos<br></strong>O tutor deve ser paciente e respeitar o tempo do tutorando em resolver os seus medos e encontrar uma forma confortável de partilhar.</div><div><strong>O tutorando apresenta dificuldades em autoconhecer-se e concretizar as capacidades que domina.&nbsp;<br></strong>O tutor deve ser um ouvinte atento para que se sinta seguro. Deve quando achar pertinente, colocar algumas perguntas para estabelecer com o aluno uma comunicação real, afetiva, que potencie a descoberta dessas capacidades e perceba que afinal tem um potencial que desconhecia.</div><div><strong>O tutorando tem pelo seu percurso anterior uma autoestima muito baixa.<br></strong><br></div><div>O tutor deve demonstrar apresso pelo esforço do tutorando, não regatear elogios, verbalizar a confiança que deposita no tutorando para que ele próprio possa confiar em si.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 22:49:34 UTC</pubDate>
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         <title>M3 - Competências de relação interpessoal</title>
         <author>elisa_coelhodeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/elisa_coelhodeabreu/ElisaAbreuE1T4056/wish/134570553</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Empatia:&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Exercício eficaz: </strong>Nem precisas de dizer porque te atrasaste. O nosso clube foi campeão. Foste festejar. Pudesse eu, e estaria lá contigo. “Uma vez não são vezes”&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div><div><strong>Exercício não eficaz: </strong>Achas que a vida é futebol. Há regras, tens falta de atraso.<br><br></div><div><strong>Respeito:<br></strong><br></div><div><strong>Exercício eficaz: </strong>Estás com dúvidas na resolução do exercício? Vá lá, ainda tens tempo. Estás no bom caminho. Lê novamente o enunciado e tenta de novo.<br><br></div><div><strong>Exercício não eficaz: </strong>Por esse andar nunca mais acabas. Já tiveste mais que tempo.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Afetividade:&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Exercício eficaz: </strong>O professor passa pela mesa do aluno e ergue o polegar, depois de olhar para o exercício que o aluno está a resolver.<br><br></div><div><strong>Exercício não eficaz: </strong>Abana a cabeça, e olha olha de soslaio para o discente com ar reprovador </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-01 17:39:04 UTC</pubDate>
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         <title>M4 - Tarefa 1.4 Opção A</title>
         <author>elisa_coelhodeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/elisa_coelhodeabreu/ElisaAbreuE1T4056/wish/135975816</link>
         <description><![CDATA[<div>Teatralização do poema <strong>“Lágrima de preta”</strong>, atividade desenvolvida em articulação com a biblioteca escolar a realizar durante o mês de novembro, celebrado como mês do conhecimento científico&nbsp;</div><div>&nbsp;<strong>Planificação:</strong></div><div>Data – Novembro (*)</div><div>Público alvo – Alunos (**)</div><div>Onde – Biblioteca escolar(***)</div><div>Alunos – alunos que frequentam o Clube da Ciência (11)&nbsp;</div><div>Espaço de trabalho - Clube da Ciência</div><div>Horário&nbsp; – Horário do clube (5ªs feiras – 2X45 min)</div><div>Materiais necessários – material de laboratório referidos no poema a identificar depois de analisado o poema, fotocópias do poema, outos a identificar na fase de execução</div><div>(*) (**) (***) –Alterações decorrentes da monitorização da fase de execução</div><div>&nbsp;<strong>Execução:</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong>Elaboração de biografia de Rómulo de Carvalho&nbsp;</div><div>(*) Dia escolhido - 24 de novembro por se celebrar o aniversário de Rómulo de Carvalho (António Gedeão) autor do poema.</div><div>Análise do poema – Foi pedida a presença da professora bibliotecária&nbsp;</div><div>Interpretação do poema na perspetiva do estudo da química – Descrição do método científico (Hipótese, observação, realização e conclusão)</div><div>(**)Alunos do 7º ano (a iniciar o estudo da Físico-Química)&nbsp;</div><div>(***) O público alvo de acordo com a premissa anterior é composto por 82 alunos.&nbsp;</div><div>Ponderar a possibilidade da atividade ser realizada em duas sessões (41 alunos/sessão)</div><div>No caso da aceitação desta proposta pela professora bibliotecária/direção, alocar o auditório à atividade ima vez que o espaço da biblioteca é exíguo para este número de alunos&nbsp;</div><div>O poema deverá ser memorizado pelos alunos.</div><div>Serão escolhidos de entre os participantes aqueles 3 que demonstrarão o trabalho de experimentação indicado no texto poético</div><div><strong>No início de cada sessão deve ser avaliado se as tarefas planeadas estão a ser executadas e cumpridas a um ritmo que permita ter a peça preparada para o dia 24 de novembro.&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;Avaliação:&nbsp;</strong></div><div>Como reagiram os alunos presentes? Manifestaram interesse? Interagiram com os alunos atores? Comentaram nas aulas seguintes aspetos relativos à atividade a que assistiram (inquirir os professores da turma e levar a mesma pergunta ao conselho de turma). Será interessante repetir a atividade com alunos mais novos? Os alunos atores ficaram satisfeitos com o trabalho? Sentiram que os seus pares e professores reconheceram o seu trabalho?</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-08 01:17:12 UTC</pubDate>
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         <title>M5 – Tarefa B</title>
         <author>elisa_coelhodeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/elisa_coelhodeabreu/ElisaAbreuE1T4056/wish/137935676</link>
         <description><![CDATA[<div>A citação exclui o aluno do seu papel fundamental na escolha controlada e autónoma de estratégias para a promoção da autorregulação da sua aprendizagem.</div><div>Para aprender é preciso querer aprender e ser orientado para determinar e interiorizar um conjunto de estratégias categorizadas em cada uma das fases do processo autorregulatório PLEA. &nbsp;</div><div>De acordo com a aprendizagem a realizar o aluno deve ser capaz de autonomamente escolher o conjunto de estratégias adequadas e por isso deve conhecer a função de cada uma delas, ser capaz de determinar as condições para as operacionalizar, adequar o tempo à sua operacionalização e avaliar da sua eficácia, identificando os desvios entre objetivos atingidos e aqueles que se propunha atingir.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-15 22:57:56 UTC</pubDate>
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         <title>M6-1.7. -  Opção B</title>
         <author>elisa_coelhodeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/elisa_coelhodeabreu/ElisaAbreuE1T4056/wish/139423480</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião podemos identificar os três tipos de envolvimento escolar.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Envolvimento cognitivo –</strong> O aluno, enfrenta o desafio e demonstra, autonomamente, predisposição e investimento na aprendizagem. Numa primeira fase, a sua estratégia foi procurar suporte teórico, recorrendo à internet, com o propósito de recolher informação que o orientasse na execução da tarefa a desenvolver. Enfrentando uma linguagem tão técnica a sua vontade não esmoreceu. Está disposto a usar todas as suas capacidades na resolução da tarefa.</div><div>Numa segunda fase, e já desperto pela história que a Mãe lhe lera, e sempre focado na tarefa, faz uma associação entre pássaros e flores, associação essa que é interiorizada na manhã seguinte, quando, acompanhado pela Mãe, atravessa um parque natural e escuta, com toda a sua atenção, os diferentes sons dos pássaros. Encontrou o caminho. O seu esforço e motivação continuam notórios na execução da tarefa, vendo-se que o aluno controla o tempo sem dispersão para cumprir atempadamente a conclusão da sua redação.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Envolvimento comportamental </strong>– É clara a apropriação por parte do aluno de competências comportamentais que maximizam o seu envolvimento escolar, fator determinante do sucesso académico. Demonstra-as através da persistência em resolver as suas dificuldades, acrescidas pelo facto de ser invisual, na responsabilidade, esforço e tempo que investiu na tarefa que tinha em mão.<br><br></div><div><strong>Envolvimento emocional </strong>– O seu envolvimento com os seus pares é evidente. A sua linguagem verbal e predominantemente a não-verbal exprimem uma completa integração com os seus pares, família e professores. Sente-se apoiado por eles. Identifica-se com a escola. Tem uma postura calma e serena na sala de aula, e no recreio. Nunca foi visível qualquer frustração ou níveis de ansiedade desajustados. A disposição que mostrou em partilhar com a turma a sua redação foi óbvia, quando levantou o dedo e avançou determinado com o seu trabalho para fazer a sua leitura. O orgulho, vitalidade e satisfação com que a leu foram contagiantes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-22 17:32:56 UTC</pubDate>
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