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      <title>Desenvolvimento Moral by João Veiga</title>
      <link>https://padlet.com/jmbveiga/TP</link>
      <description>Aula TP</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-04-26 13:32:19 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1-Independentemente de ser preso ou não, o Heinz deveria roubar o medicamento, pois a vida da sua mulher é mais importante do que o facto de ir ou não para a prisão.<br>2-É sempre errado porque isso significa infringir a lei<br>3-Não se trata nem de um dever nem de uma obrigação, mas perante as circunstâncias seria a única solução possível.<br>4-O facto de amar ou não a sua esposa, determina se o roubo seria uma obrigação ou uma ato de amor.<br>5-Sendo que o fim é o mesmo (salvar uma vida humana) Heinz deveria roubar também o medicamento.<br>6-É contra a lei mas, dadas a circunstâncias, o moralmente errada seria deixar a esposa morrer devido à ganância do farmacêutico.<br>7-Em geral sim pois as leis são as regras e normas pelas quais uma sociedade se deve reger de modo a haver um ambiente seguro para todos os cidadãos.<br>8-Depende dos meios utilizados para atingir os fins. É importante que as pessoas façam tudo o que está ao seu alcance para salvar a vida dos outros, sempre que possível a cumprir a lei e a respeitar o próximo.<br>9-</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-26 15:58:03 UTC</pubDate>
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         <title>Tp 17 de Ética e Deontologia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo A<br>1) - Moralmente não é correto, no entanto ficaram esgotadas as alternativas para resolução adequada para ambas as partes, desta forma roubava o medicamento mesmo correndo o risco de ser preso, aceitando essas consequências.<br><br>2) - Não é correto roubar ética e legalmente, no entanto, houve interesse por uma das partes em cumprir pelo menos metade do valor do medicamento salvaguardando que pagaria o restante a seguir, perante a morte iminente de alguém e a ganancia de outro a vida vem em primeiro lugar.<br><br>3) - Nem dever nem obrigação, perante o dilema é uma escolha pessoal segundo os seus princípios e circunstância.<br><br>4) - o valor da vida mantém-se preponderante devendo roubar o medicamento. Porém, o facto de amar ou não poderá pesar na sua decisão do dilema.<br><br>5) - deveria roubar o medicamento, tomando consciência que teria de se sujeitar às consequências da sua decisão.<br><br>7) - É importante que se faça tudo para salvar a vida de outra pessoa, desde que nesse processo não se sacrifique outras vidas.<br><br>8) - &nbsp; <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-26 15:58:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo E</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Sim, porque a vida a mulher está em risco, mesmo que roubar não seja moralmente correto<br>2. Neste caso, roubar o medicamento é a única opção existente, é a única que lhe permite salvar a vida da mulher. Dito isto, não é nem certo, nem errado.&nbsp;<br>3. Não é um dever nem uma obrigação, é uma escolha feita por Heinz.<br>4. Amar ou não amar faz diferença, sendo que se Heinz não amasse a mulher, provavelmente, não se iria submeter a tais esforços e consequências, logo não roubaria o medicamento.<br>5. Sendo que se trata de um estranho, caberia a Heinz fazer uma escolha entre o que acharia melhor neste caso, porque não é um dever seu<br>7. Não, porque isso depende da vontade da pessoa.<br>8. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-26 15:58:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo D</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Sim devia roubar, porque nesta situação os direitos da pessoa (direito a vida) prevalecem sob qualquer outros.<br>2. O ato de roubar é errado, mas o que move Heinz é certo.<br>3. Não é um dever nem uma obrigação, porque não há nada nada nem ninguém que o faça agir de determinada forma. Mas se analisarmos a situação este sente um dever moral, provavelmente.<br>4. O facto de amar ou não a sua esposa influencia escolha, mas uma vez que é uma vida que está em jogo ele deve roubar.<br>5. Apesar de estar uma vida em causa, Heinz não tinha que sujeitar a ficar preso por alguém que desconhece, pois poderia prevalecer outros valores nesta decisão que também pudessem ser importantes para Heinz.<br>7. Depende do "tudo", pois se este incluir magoar o outro e utilizar o outro com meio&nbsp; para atingir um fim, não. Mas sim é importante fazer os possíveis para salvar alguém.<br>8. Não é igual, porque por vezes ir contra a lei é lutar por direitos da pessoa.<br>9. Sim devem tentar obedecer as leis, pois geralmente têm em vista o bem de todos. Embora ocorram situações em que é necessário infringi-las.<br>9.b. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-26 15:59:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jmbveiga/TP/wish/168419195</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Heinz devia roubar o medicamento uma vez que é a única solução para salvar a mulher.<br>2. É errado porque roubar vai contra as normas da sociedade. No entanto, roubar seria a única solução para Heinz salvar a vida da mulher. Pensamos que salvar a vida de alguém é mais importante do que qualquer dinheiro.<br>3. Não é uma obrigação nem um dever. É uma escolha de Heinz. Não está a ser obrigado a roubar nem é o dever dele roubar.<br>4. Se Heinz não amar a sua esposa provavelmente não iria cometer um crime por alguém de quem não gosta. Por isso, amar faz a diferença.<br>5. Heinz não iria sujeitar-se a ir para a prisão por causa de um estranho. Todavia pensamos que toda a gente devesse ter o direito a medicamentos sejam eles caros ou não, mas essa decisão não compete a Heinz.<br>7. É importante fazer tudo para salvar a vida de alguém, desde que esteja ao nosso alcance e dentro das possibilidades legais.<br>8. Não é igual. Roubar para salvar a vida de alguém pode ser considerado ilegal no entanto estamos a agir corretamente moralmente uma vez que é para um bem maior: a vida de alguém.<br>9. Normalmente sim, porque são as leis que fazem de nós uma sociedade e </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-26 15:59:07 UTC</pubDate>
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