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      <title>O meu diário by Sarah Maria</title>
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      <description>Registros de atividade de campo no setor da Maternidade </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-03 17:33:29 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre mim!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é <strong>Sarah Maria Salustiano Batista da Silva</strong>, tenho 21 anos de idade e curso o 5° Período em Serviço Social. Atualmente me tornei Estagiaria no setor <strong>Materno Infantil. </strong></p><p>Sou de Maceió, mas moro em Marechal Deodoro já a uns 6 anos. Mesmo sendo uma cidade próxima, ainda assim tenho uma rotina bem corrida pera chegar na Ufal. </p><p><br/></p><p>Nos meus dias livres eu gosto de escutar musica, principalmente musicas latinas e Rock, também tento me habituar ao habito de ler mais, como por exemplo, ficção, romance e mistério, amo conhecer coisas novas como, culturas, idiomas etc. Falo um pouco de Espanhol, mas não pratico tanto. Gosto bastante também de assistir a series e filmes de ficção, ação e romance. Um dos meus hobbies é cantar e a dança. Priorizo e gosto bastante de ter momentos de qualidade com minha família e amigos, pois, valorizo bastante este vinculo. </p><p>Sou bastante introvertida e extrovertida na mesma intensidade, mas o meu lado introvertido é o que mais se sobressai, na maioria das vezes.</p><p><br/></p><p>Acabei caindo no curso de paraquedas, onde iniciei de maneira remota em outra instituição até conseguir ingressar na faculdade que tanto sonhei, a Ufal. </p><p>Com a rotina de atividades na grade curricular do curso passei a admirar cada vez mais as atividades de um Assistente Social em campo e, com os conhecimentos teóricos passei a ver o assistente social como um profissional capaz de levar as informações sobre os direitos dos usuários, nos setores públicos e privados, na educação, saúde e previdência etc. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 18:18:01 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro contato!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
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         <description><![CDATA[<p>No primeiro dia em contato com o campo em conjunto com as/os <strong>Assistentes sociais dos setores Materno Infantil e Pediatria</strong>, dialogamos um pouco sobre as <strong>competências e atribuições</strong> dos profissionais no campo, entendendo quais são os seus limites, na tentativa de uma melhor execução do exercício profissional tendo como base principal o <strong>Código de Ética</strong> que direciona a nossa Profissão, e assim entendermos quais podem ser as melhores formas de buscar um contato respeitoso e compreensivo com os usuários na tentativa de viabilizar os direitos. </p><p>Nos foi apresentado também alguns dos espaços espaços físicos onde nos, as estagiarias, dos seus respectivos setores, conhecendo alguns espaços do setor Pediátrico e, do espaço Materno Infantil e entendermos de forma rápida, um pouco da realidade das mães e/ou acompanhantes. </p><p><br></p><p>Referências:</p><p>Código de ética do/a assistente social. Lei 8.662/93 de regulamentação da profissão. 10. ed. rev. e atual. - [Brasília] : Conselho Federal de Serviço Social, [2012] . </p><p><br></p><p>CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL(CEFES). Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Saúde. Brasília, 2010.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 18:59:59 UTC</pubDate>
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         <title>1° dia de atividades no setor! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesse dia iniciamos com o aprendizado prático na formulação de um portfolio nesta plataforma para obtermos um registro público que nos auxiliará para o anexo de nossas atividades, e consequentemente estás mesmas informações iram auxiliar outros estagiários e/ou futuros estágios, sendo uma oportunidade também de acompanharmos o nosso próprio desempenho.</p><p><br></p><p>Importante ressaltar também que, foram iniciadas as atividades de estágio, no setor Materno Infantil, com a supervisora e Assistente Social, Michelline, onde podemos entender um pouco de como funcionam as demandas nesse setor, obtendo também um conhecimento prático ao entrevistar três mães que estão no acompanhamento dos seus filhos RN, na tentativa de obter um vínculo com elas, as informando sobre os seus direitos, principalmente dentro da instituição, e também para obtermos um vínculo com elas para necessidades de alguns outros atendimentos futuros, ou seja, para mais informações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 13:38:37 UTC</pubDate>
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         <title>Realização de entrevistas! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3400839550</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 07/04/2025 foram realizadas intervenções, orientações sob uma abordagem totalmente humanizada, dialogada e bem respeitosa com as mães, gestantes e os seus familiares. <br>Deixando bem evidente, uma conduta ética dos profissionais envolvidos, sendo acompanhados de forma eficaz pela supervisora e Assistente Social Michelline Costa. <br>Com as realizações das entrevistas, principalmente na última do dia, fomos pegas de surpresa com uma situação um pouco delicada, onde a usuária e sua visitante relataram um ocorrido em relação ao outro visitante, nos pedindo um documento de restrição de visitas para essa pessoa, e assim, logo após o ocorrido e quando a pessoa em questão já havia se retirado do local, as duas mulheres foram a nossa sala e conversamos melhor sobre o ocorrido na busca de entendermos a situação na intenção de uma possibilidade de uma melhor orientação nesse caso.</p><p>E com as entrevistas realizadas nesse dia, podemos entender melhor como funciona a <strong>atuação do Assistente Social na prática profissional no hospital</strong>, e mais especificamente no setor <strong>Materno Infantil</strong>, nós despertando uma melhor compreensão e mais eficaz de como funcionam as demandas partindo das várias fases da chamada <strong>"questão social"</strong>, e assim, ter uma junção melhor sobre a <strong>teoria e a prática</strong>, deixando bem evidenciada que essas duas são inseparáveis, e que precisam andar lado a lado para que as ações profissionais fluam de forma coerente e ética como é exigido nas ações profissionais, tendo como base primordial, o<strong> código de ética da profissão </strong>que guiará sempre as ações profissionais nos mais variados setores de atuação desta profissão.</p><p><br/></p><p><strong>Referências</strong>:</p><p><br/></p><p>Código de ética do/a assistente social. Lei 8.662/93 de regulamentação da profissão. 10. ed. rev. e atual. - [Brasília] : Conselho Federal de Serviço Social, [2012] . </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 14:09:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3° dia no campo! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3407952429</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia iniciamos as atividades na tentativa de entrevista algumas mães, porém, apenas entrevistamos uma, já que as outras se encontravam no horário de amamentação dos seus bebês que estavam internados na UTI pediátrica. </p><p>Passamos brevemente pela UTI, na tentativa de localizarmos algumas mães para a aplicação do ECOMAPA, porém só localizamos uma das mães e, como as outras se encontravam no momento de amamentação, eu e minha dupla preferimos esperar para realizarmos a entrevista em outro momento, já que ao meu ver, esse momento é algo primordial e de muita importância para essas mães, onde os seus filhos se encontram internados já a vários meses. </p><p><br></p><p>Durante o dia de estágio no setor Materno Infantil, notamos uma indiferença por parte das mães com o serviço social, onde elas tentavam ao máximo nos distânciar, talvez por algum receio ou uma ideia errado do que é de fato o serviço social, sendo na verdade o serviço social que <strong>"d- empenhar-se na viabilização dos direitos sociais dos/as usuários/as, através dos programas e políticas sociais;</strong> sendo uma profissão capaz de viabilizar os direitos dos/as usuários/as nas políticas públicas, visando um direcionamento político frente aos seus direitos, na saúde, assistência etc; e com tudo, <strong>"b- garantir a plena informação e discussão sobre as possibilidades e consequências das situações apresentadas, respeitando democraticamente as decisões dos/as usuários/as, mesmo que sejam contrárias aos valores e às crenças individuais dos/as profissionais, resguardados os princípios deste Código;" </strong></p><p><br></p><p><strong>Referências: </strong></p><p><br></p><p>Código de ética do/a assistente social. Lei 8.662/93 de regulamentação da profissão. -  10ª. ed. rev. e atual. - [Brasília]: Conselho Federal de Serviço Social, [2012].</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 21:28:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4° dia no campo</title>
         <author>sarahsilva44</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje foram realizadas entrevistas ao leito, na tentativa de conhecer melhor a situação de cada usuária com a aplicação do <strong>ECOMAPA</strong> na pediatria e na maternidade, porém devido a uma falta de um ambiente mais privado, não podemos nos aprofundar mais pela razão na qual a paciente se encontrava amamentando e no leito da <strong>UCINCA</strong>, sendo este um leito partilhado por outras mães e com isso, não podemos nos aprofundar totalmente no toma que deveria ser abordado, ou seja, (a questão do uso de tabagismo), pois, seria desconfortável para a usuária falar determinados assuntos em um local com muito movimento e, seria <strong>antiético da ação profissional do assistente social</strong>.</p><p><br></p><p>Com base nas entrevistas e com a supervisão da assistente social, Rosilda Silva, percebemos a importância de uma busca mais aprofundada dos dados, questão econômica e familiar da usuária, principalmente sobre a sua rede de apoio, onde, às vezes temos que ser mais evasivos, (<strong>porém sem perder a postura ética da profissão</strong>), justamente para entendermos melhor toda uma situação da qual às vezes o próprio usuário/a tende a contornar para não falar.</p><p><br></p><p>No segundo atendimento fomos solicitadas para entender melhor o motivo de uma das pacientes se encontrar sem acompanhante. Na entrevista a usuária relata que sua única rede de apoio ser o seu companheiro, porém o mesmo, não pode estar a acompanhando todos do dias devido ao emprego, porém deixando, nos, as assistentes sociais e estagiárias sem entendemos com quem o 1° filho do casal ficava sob cuidados, acionando uma preocupação maior em relação a um aprofundamento na abordagem, então com essa preocupação, seguiremos no acompanhamento para um melhor entendimento e cuidado com a usuária e os seus filhos, o de 11 meses e o que a mesma ainda espera para o parto. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-18 00:16:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5° dia em campo</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3423551457</link>
         <description><![CDATA[<p>Com início nas atividades, no Platão Social, através de uma conduta ética profissional, nos enquanto uma categoria <strong>capaz de socializar as orientações sobre os direitos dos usuários/as</strong>, uma profissão que atua nas diferentes expressões da "questão social" na viabilização de direitos e na defesa dos usuários. </p><p><br></p><p>Com os atendimentos de hoje e de acordo com o <strong>(Estatuto da Criança e do Adolescente, LEI N° 8.069/1990)</strong>, fala explicitamente que no <strong>Art. 12.  Os estabelecimentos de atendimento à saúde, inclusive as unidades neonatais, de terapia intensiva e de cuidados intermediários, deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente. (Redação dada pela Lei nº 13.257, de 2016)</strong>, ou seja, o responsável legal é quem responde pela adolescente gestante e pelo bebê após o nascimento, sendo até a representante legal capaz de registrar o nascimento da criança, já que a mãe é uma menor de idade, então está <strong>Lei visa a proteção integral da criança e do Adolescente. </strong></p><p><br></p><p>Também no mesmo dia nos deparamos com uma mulher solicitando à assistente social, um termo que liberasse a sua mãe, de 65 anos, para ser a acompanhante da filha que se encontrava entrenada por complicações na gestação, porém nos, (assistentes sociais), temos que tomar cuidado, pois por ser uma senhora, ela não tem a mesma força e saúde de uma pessoa mais nova para ficar como acompanhante dormindo em uma cadeira por um tempo indeterminado, afinal, isso poderia ser cansativo para a senhora e, podendo até levar a alguma situação complicada com a mesmo. O Serviço Social atua na observação das condições, não só do usuário/a mas também do seu entorno, visando uma conduta humanizada capaz de observar as situações que possam ser precárias e desumanizadas ao seu entorno.</p><p><br></p><p><strong>Referências:</strong></p><p><br></p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 15:09:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6° dia no campo!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3431797392</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia foram realizadas visitas ao leito com a aplicação de uma entrevista básica, para uma melhor compreensão e entendimento da realidade das usuárias, principalmente porquê nesses setores existem uma grande rotação de pacientes, e com isso, tentamos obter uma proximidade com as mesmas e seus familiares e/ou acompanhantes. </p><p><br></p><p>Sob a supervisão da Assistente Social, Michelline Costa, e com a estagiária Ana Beatriz, optámos por dividimos a quantidade dos leitos da maternidade para podermos realizar algumas entrevistas individuais e ganharmos mais autonomia no atendimento e nos leitos, e com isso tentarmos um atendimento mais amplo, nos permitindo além de ter mais autonomia, mas também conhecermos melhor as outras equipes multiprofissionais, pois, essa proximidade é de extrema importância para nós,  principalmente porquê temos que trabalhar em conjunto para atendermos da melhor forma as usuárias. </p><p><br></p><p>Neste dia também visitamos a UTI pediátrica, através de uma busca ativa de compreender a realidade de cada usuária que tinha seus filhos internados naquele setor, e assim, conseguirmos alcançar uma proximidade com as mães, e claro, conhecer e ter um contato primordial com as enfermeiras, médicas etc, do local para sabermos se está tudo bem não só com as crianças, mas com as mães.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 14:45:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>7° dia no Campo </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3436174653</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje iniciamos as atividades com a mesma rotina, ou seja, passamos no 2° andar para conversarmos com as enfermeiras, através de uma busca ativa na intenção de saber se existem novas demandas para o serviço social neste setor e, logo em seguida passamos na UTI pediátrica neonatal, para uma busca de possíveis novas demandas, e assim, com este contato multiprofissional obter uma análise mais apurada das mães, familiares e/ou acompanhantes. </p><p><br/></p><p>Na sequência dos atendimentos passamos a realizar entrevistas simplificadas para termos um primeiro contato com as usuárias e as conhecer melhor. Então, com isso, iniciei minhas atividades na parte clínica da maternidade, ou seja, onde às mães esperam até a hora e dia do parto, ou quando estão com algum tipo de risco. </p><p><br/></p><p>Com a aplicação desse modelo de entrevista podemos conhecer, mesmo que de forma mínima, a realidade de cada usuária, em alguns casos sendo questionadas do porque da entrevista, e até do motivo de pedirmos o contato da usuária e/ou acompanhante, sendo este o método capaz de uma melhor compreensão da realidade desses indivíduos e sendo nós, estudantes e as supervisoras, assistentes sociais, capazes de socializar com os indivíduos sobre os seus direitos durante a maternidade e do bebê.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 09:27:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>8° dia no Campo </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3436176469</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 30/04/2025 iniciamos as atividades no plantão social, sendo esse um setor que atua diretamente ligado a todas as demandas do serviço social, Pediatria, CACON, Maternidade, Bariátrica etc; sendo este um bom espaço para aprimorar mais conhecimento sobre as diversas áreas de atuação do serviço social na saúde, sendo assim, a atuação da profissão no plantão permite a nos, estudantes e estagiárias, compreender melhor um pouco de cada setor, seguindo todos os parâmetros ético-político, técnico-operativo do exercício profissional. </p><p><br/></p><p>Com a solicitação para uma troca de visita, tive o conhecimento de que uma das usuárias que eu havia atendido no dia 28/04, já tinha dado a luz ao seu bebê, seu filho nasceu bem, mas só com um pouco de cansaço, já que sua mamãe tem asma, porém, ambos se encontram bem apenas necessitando de um descanso. </p><p><br/></p><p>Uma outra usuária do setor CACON, passou no Platão Social para entender melhor sobre os seus direitos, sendo esses o direito ao transporte, principalmente para as pessoas do interior, a alimentação, hospedagem, a entrada no benefício LOAS, o BPC (Benefício de Prestação Continuada) etc. </p><p>O CACON é um setor que contém muitas demandas, em um mês atende 3.000 usuários/as, e com a visita neste setor, através de uma tentativa de levantar informações para está usuária, podemos entender um pouco de como funciona a demanda do Serviço Social nesse contexto. </p><p><br/></p><p><strong>REFERENCIAS: </strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.ufal.br/ufal/noticias/2025/4/hu-entrega-pronto-atendimento-24-horas-do-cacon-na-proxima-sexta-feira-11">https://noticias.ufal.br/ufal/noticias/2025/4/hu-entrega-pronto-atendimento-24-horas-do-cacon-na-proxima-sexta-feira-11</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8742.htm">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8742.htm</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://noticias.ufal.br/ufal/noticias/2025/4/hu-entrega-pronto-atendimento-24-horas-do-cacon-na-proxima-sexta-feira-11" />
         <pubDate>2025-05-05 09:29:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>9° dia no campo! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3443355323</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, no dia 05/05, iniciamos as nossas atividades com a busca ativa nos setores da UCIN, UTI, CANGURU e no 2° andar, na tentativa de encontrar novas demandas para o serviço social, pois, a saúde é uma área que tem muita rotatividade, então temos que perguntar diariamente se chegaram novas demandas para o serviço social. </p><p><br></p><p>Com está busca ativa tomamos o conhecimento em relação ao interesse de uma mulher, de 33 anos, em realizar a laqueadura, pois fomos tentar nos aproximar mais para entendermos melhor a situação da solicitação dessa demanda, principalmente por que a Assistente Social só pode assinar um termo (de poder único dessa profissão) quando já houver um termo firmado pelo médico responsável e com vínculo na instituição (HUPAA - Hospital Universitário), se for o caso de ser um médico de outro município, o/a Assistente Social estará proibido de assinar este termo, já que não tem vínculo ou conhecimento sobre este médico, contudo, o procedimento de laqueadura de acordo coma a Lei n° 14.443/2022, "I - em homens e mulheres com capacidade civil plena e maiores de 21 (vinte e um) anos de idade ou, pelo menos, com 2 (dois) filhos vivos, desde que observado o prazo mínimo de 60 (sessenta) dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico, período no qual será propiciado à pessoa interessada acesso a serviço de regulação da fecundidade, inclusive aconselhamento por equipe multidisciplinar, com vistas a desencorajar a esterilização precoce;". Vale ressaltar também que há instituições que pedem para ser realizados um relatório compartilhado, ou seja, os psicólogos, médicos e assistentes sociais todos justos para uma análise unitária, porém no nosso código de ética relata a proibição da realização de um relatório conjunto com outros profissionais, onde tem que ser resguardado o sigilo profissional, principalmente por que, nos assistentes sociais atuamos com a viabilização e socialização dos direitos e não para um diagnóstico médico. </p><p><br></p><p>REFERENCIA: </p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/7lUXHRsW07Q?si=yzL2sH0xJo2cs_X2">https://youtu.be/7lUXHRsW07Q?si=yzL2sH0xJo2cs_X2</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9263.htm">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9263.htm</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 09:33:04 UTC</pubDate>
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         <title>10° dia!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje foi realizada uma ação para a comemoração do dia das mães com todas as mães da maternidade, juntamente com o pessoal da psicóloga e com um grupo do HU, que promovem ações como, música, história, poemas etc. </p><p>Uma ação para que elas não se sintam sozinhas e/ou angustiadas, visto que, algumas delas estão internadas devido a riscos ou complicações físicas durante o puerpério. E nesta ação notamos a importância de transmitir uma maior força para essas mães que encontra-se limitadas por diversas questões. Com tudo, levar a elas uma ação que transmita conforto, através de palavras, músicas, empatia, força, cultura e também realçar a força feminina delas. </p><p><br></p><p>A importância desta ação parte para uma prática de desenvolvimento de vínculos com as usuárias e a equipe multidisciplinar, buscando uma interação mais viva entre as diferentes áreas e também podendo levar a essas mães e seus acompanhantes um gesto de conforto e empatia, através de um olhar terno e humanizado. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-13 09:25:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>11° dia!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3464914067</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 12/05, tivemos de início o atendimento no Platão Social, com a aplicação do ECOMAPA do setor da maternidade. </p><p>Após a chegada do companheiro da puérpera relatando que a mesma não gostaria de ficar no hospital na parte do dormitório das mães acompanhantes devido a algumas situações, sendo elas a: </p><p><br/></p><p><strong>°</strong> A genitora quando retornou ao seu leito deparou-se com sua alta e descobrindo que já haviam transferido suas coisas para este outro setor citado anteriormente, onde a mesma relata que nenhum médico responsável passou no leito para ver se ela já encontrava-se bem e não foi informada sobre a alta; </p><p><br/></p><p><strong>°</strong> Relatando também que ao chegar ao dormitório, o encontrou trancado e não obteve nenhum informação, e assim, se sentindo abandonada e negligenciada; </p><p><br/></p><p><strong>°</strong> Se encontra também sentindo muitas dores que a incomodam em seu deslocamento causando mais fortes dores; </p><p><br/></p><p><strong>As orientações que foram aplicadas neste atendimento foram: </strong></p><p><br/></p><p><strong>°</strong> A importância da escuta ativa observando a linguagem verbal e não verbal da usuária, o acolhimento respeitoso, justamente para entendermos melhor os motivos que levavam está puérpera a não querer se manter no hospital mesmo o seu RN se encontrando na UTI; </p><p><br/></p><p><strong>°</strong> Foi realizada também as orientações, principalmente sobre a importância e necessidade desta genitora ir na ouvidoria e relatar todas as situações ocorridas, e também, para o seu retorno à triagem, justamente para uma nova análise sobre a sua saúde e sua condição física; </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 13:12:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>12° dia! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3464915279</link>
         <description><![CDATA[<p>Através de uma conduta profissional que iniciamos nos dias de estágio, começamos realizando as visitas nos postos de atendimento e nos setores da UCIN, UTI e na CANGURU, buscando entender as demandas que podem ter surgido com a chegada de novas mães. </p><p>Com a solicitação para uma consultoria do dia anterior e que foi confirmado pela enfermeira da CANGURU, o caso de uma puérpera adolescente de 16 anos. Nesta solicitação consta que o companheiro dela é uma pessoa com alguma questão mental, então através desta informação a chamamos para entendermos melhor a realidade do fato que nos foi passado, justamente para uma preocupação com a vulnerabilidade que está puérpera e a RN poderiam passar. </p><p><br/></p><p>Já em outro posto fomos abordadas por uma das enfermeiras do setor sobre uma puérpera que se encontrava querendo sair do hospital, alegando saudades de casa e supostamente possíveis crises de ansiedade por está interna como mãe acompanhante a 1° mês. Em seu relato ela fala sobre o tema com receio, alegando uma preocupação por parte de todos por achar que teria julgamentos por ela deixar o filho, que está internado na NEONATAL por problemas de saúde, mas a Lei não obriga que está mãe já com alta, permaneça dentro do hospital, porém o trabalho do assistente social é acompanhar e proteger os usuários, e neste caso a preocupação passou a ser não só a situação da puérpera, mas também a do RN. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 13:13:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>13° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3474565695</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciamos o nosso dia de atendimento na Maternidade com a consultoria no sistema para analisar quem já teve atendimento e a aplicação do ECOMAPA para uma evolução critica reflexiva na tentativa de uma aproximação com as usuárias. </p><p>A metodologia usada neste dia de atendimento, foi uma construção direta com as usuárias e seus familiares e/ou acompanhantes para a construção de vinculo, conhecer melhor a realidade, a rede de apoio, situação socioeconômica e também as orientações; </p><p><br></p><p>Neste dia houve uma consultoria que nela constava uma situação de evasão por parte da puérpera quando a sua RN já teve alta e a mesma ainda se encontrava como paciente, a atuação do serviço social vai apenas para a realização de orientação e escuta, onde o nosso dialogo não pode influenciar ou apoiar a decisão de evasão, pois nossa atuação tem que ter uma analise ética buscando o cuidado com a vida dos/as usuários/as. Fomos solicitadas para entendermos a situação e o motiva da mesma não querer ficar no hospital, através de uma conversa e escuta ativa da realidade da puérpera, deixando evidenciada as possíveis complicações que podem ocorrer por ela sair do hospital sem uma alta medica, principalmente porque quando a paciente sai o seu registro não fica solvo e nem completo no sistema, então se a mesma precisar retornar terá mais dificuldades. Contudo, logo após todas as orientações passadas para a puérpera, nos, estagiarias de serviço social, fomos dialogar e passar a nossa impressão para a também estagiaria de psicologia que já havia atendido  a esta solicitação, deixando bem evidenciada a importância de uma dialogo com outras profissionais, pois são diálogos que podem se complementar e tornar uma analise mais objetiva dessa realidade.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 14:15:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>14° dia de campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3474590192</link>
         <description><![CDATA[<p>Como todos os dias, eu e a minha dupla, Ana Beatriz, iniciamos a rotina visitando os leitos da UTI, UCIN, CANGURU e o 2° andar, sendo estas uma visita de rotina para ver se tem alguma demanda para o serviço social. </p><p>Contudo, através de uma das visitas na UCIN, tomamos o conhecimento por parte da equipe de enfermagem que uma das puérperas não estaria indo visitar o seu RN, e isto estava causando estranhamento na equipe de enfermagem que acabou solicitando ao serviço social uma analise mais aprofundada dos motivos pelos quais esta puérpera não estaria visitando com mais frequência o seu RN; </p><p><br/></p><p>Com a aplicação do ECOMAPA, um instrumento privativo do serviço social, que leva aos profissionais a uma busca e analise mais aprofundada da realidade dessas puérperas e seus familiares sob um contexto socioeconômico, a sua rede de apoio etc. Contudo, analisamos através dessa entrevista e aplicação do ECOMAPA, que esta genitora demonstrava sinais de apatia pelo RN, relatando que a RN não estava em caso grave e se encontrava bem, porem através de uma analise rápida nas publicações das equipes multidisciplinares, analisamos que a situação da RN não é grave, mas é bem delicada, onde novamente demonstra sinais da apatia por parte da genitora, todavia solicitamos que uma psicóloga pudesse acompanhar mais de perto a situação desta puérpera, e nos foi relatado que esta equipe já estava observando as mesmas situações que nos, a equipe de serviço social tinha observado, e novamente relatando a importância de uma união, e dialogo com outras equipes para uma alise mais ampliada das situações evidenciadas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 15:07:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>15° dia de campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3474617300</link>
         <description><![CDATA[<p>Foram realizadas as visitas em alguns leitos e um retorno na UCIN para uma nova avaliação sobre a situação que foi evidenciada e solicitada pela equipe de enfermagem no setor, em relação a puérpera que estava demonstrando apatia pela RN. </p><p>Contudo, orientamos a enfermeira que a mesma, a genitora, já se encontrava sento observada e atendida pela equipe de psicologia, e continuaremos observando e acompanhando esta demanda. </p><p><br></p><p>Durante o plantão também surgiu uma demanda nova vinda do Plantão Social, sendo esta a demanda para um transporte de retorno para uma puérpera que já estava de alta justo com o seu RN. Esta demanda é nova pois, o Município de Arapiraca solicita um documento firmado pela enfermeira chefe do setor e também o documento de alta medica da puérpera, politica esta para obterem um cuidado com o transporte da mesma sem correr nenhum risco para ambos, a genitora e o seu RN.</p><p>Houve também atendimentos ao leito, com a aplicação do instrumento de entrevista do serviço social, o ECOMAPA, para uma melhor leitura da realidade dos/as usuários/as, onde nos leva a uma aproximação com os mesmos. </p><p><br></p><p>Orientaçõe aplicada:</p><p><br></p><p>° Orientamos as usuárias a busca pelo acesso ao beneficio do Bolsa Família e o CRIA, pois algumas não tinham ainda o beneficio ou tinham sido cortadas por não terem filhos ainda; </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 16:11:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>16° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3489628600</link>
         <description><![CDATA[<p>Através da realização das analises no sistema, chegou ate nos, estagiarias de serviço Social, um caso de solicitação de Laqueadura Tubaria, porém assim como um caso anterior, o Serviço Social só pode realizar o relatório de autorização se a paciente obter ligação com a instituição HUPAA-UFAL, e se tiver um relatório por parte de um medico também da mesma instituição, analisando os pontos que são citados na <strong>Lei n° 14.443, de 2022</strong> refere-se ao "planejamento familiar como um direito e orienta ações de atenção sexual e reprodutiva nos serviços de saúde do país, incluindo a contracepção. O Ministério da Saúde indica que o planejamento deve ser ofertado com esclarecimentos sobre os métodos que melhor se adequem às necessidades de cada pessoa, sem discriminação, coerção ou violência. A norma foi alterada pela&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.443-de-2-de-setembro-de-2022-426936016"><strong>Lei nº 14.443/2022</strong></a>&nbsp;para estabelecer as condições de acesso à esterilização voluntária." Já com as novas alterações "a idade mínima para mulheres e homens com capacidade civil plena passa de 25 para 21 anos, independentemente do número de filhos vivos;</p><p>Fica definido prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação de vontade e o ato cirúrgico;</p><p>Não é mais necessário o consentimento expresso de ambos os cônjuges para a realização de laqueadura tubária ou vasectomia;</p><p>O histórico de cesarianas sucessivas anteriores não é mais requisito para a realização de laqueadura tubária durante a cesárea, sendo a esterilização cirúrgica em mulher durante o período de parto garantida à solicitante, desde que observados o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o parto e as devidas condições médicas.</p><p><br></p><p>Referencia: </p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/junho/ministerio-da-saude-orienta-gestores-sobre-laqueadura-e-vasectomia-no-sus">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/junho/ministerio-da-saude-orienta-gestores-sobre-laqueadura-e-vasectomia-no-sus</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/junho/ministerio-da-saude-orienta-gestores-sobre-laqueadura-e-vasectomia-no-sus" />
         <pubDate>2025-06-13 15:04:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>17° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3489655388</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia realizamos um retorno às visitas aos leitos da neonatal e na parte da obstetrícia para uma aproximação com as puérperas, equipes multiprofissionais e buscar uma análise de como está a relação familiar desses RN. </p><p>Nas visitas a UTIN, a enfermeira que nos havia relatado uma certa apatia da genitora pela RN, nos informou que a mesma encontrava-se buscando ficar mais próxima da filha, a visitando com mais frequência, principalmente para a amamenta-la. </p><p>Foi realizada também uma entrevista com aplicação do ECOMAPA em uma genitora que já não se encontrava mais como paciente do hospital apenas indo para visitar, pois é uma paciente em tratamento contra o câncer, então a mesma tem algumas limitações e não pode amamentar o seu bebê. </p><p>Em todos os atendimentos e visitas realizamos as seguintes orientações: </p><p>° Orientações sobre os direitos à solicitação do Bolsa Família, CRIA etc;</p><p>° Orientações sobre a busca pelos serviços do Serviço Social; </p><p>° Orientamos as equipes multiprofissionais para um retorno das demandas advindas do Serviço Social; </p><p>° Realização de orientações sobre os cuidados preventivos no pós procedimento de laqueadura tubária;</p><p><br></p><p>Contudo, socializamos com profissionais do CREAS e com o Conselho Tutelar a respeito da alta medica de uma menor de idade e de seu RN, onde chamamos isso de processo de alta segura, que garante a nós uma segurança sobre a rede de apoio dessa genitora e seu RN, assim como, as questões socioeconômicas, socioassistenciais etc; Então esta intermediação com os profissionais do CREAS e do Conselho Tutelar permitira uma analise e segurança maior nessa rede familiar, onde o Conselho Tutelar analisa as seguintes questões:</p><p><strong>"O conselheiro tutelar atua quando algum dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes – vida, saúde, alimentação, educação, esporte, lazer e à convivência familiar e comunitária – estão ameaçados ou violados, fazendo o encaminhamento para os serviços necessários.."</strong></p><p><br></p><p><strong>"A unidade do CREAS deve, obrigatoriamente, ofertar o Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (PAEFI), podendo ofertar outros serviços, como Abordagem Social e Serviço para Pessoas com Deficiência, Idosas e suas famílias. É unidade de oferta ainda do serviço de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto."</strong></p><p><br></p><p>Referencias: </p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://maceio.al.gov.br/p/semdes/conselhos-tutelares">https://maceio.al.gov.br/p/semdes/conselhos-tutelares</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/suas/unidades-de-atendimento/centro-de-referencia-especializado-de-assistencia-social-creas">https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/suas/unidades-de-atendimento/centro-de-referencia-especializado-de-assistencia-social-creas</a>  </p>]]></description>
         <enclosure url="https://maceio.al.gov.br/p/semdes/conselhos-tutelares" />
         <pubDate>2025-06-13 15:43:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>18° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3489661687</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi realizada uma palestra sobre a proteção às crianças e aos adolescentes contando com a presença de profissionais da área da Pediatria, Maternidade e Medicina, através de um diálogo amplo com uma profissional que trabalha ligada a órgãos defensores desse público. </p><p>Relatando a importância de uma denuncia por parte das instituições e dos profissionais que suspeitam ou através dos exames já tem a certeza deste crime. </p><p>Importante ressaltar também que muitas dessas situações está vinculada às diferentes fases da chamada questão social, onde as classes mais empobrecidas e marginalizadas, são vítimas constantemente de desigualdades devido a pobreza. Contudo, deixa claro que, muitas das adolescentes que sofrem violência física, psicologia etc, são pessoas que não sabem dos seus direitos ou não têm a informação para quem recorrer e pedir ajuda. Sem contar que muitas das vezes essa família se encontra em uma situação de vulnerabilidade social e econômica por parte do parceiro da sua genitora ou da pessoa responsável por esses menores.</p><p><br/></p><p>Referencias: </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 15:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>19° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3511210715</link>
         <description><![CDATA[<p>Através das visitas de rotina nos setores da UCIN, UTI e CANGURU podemos realizar um melhor acompanhamento das puérperas e seus RNs, gerando um diálogo mais amplo com as equipes multiprofissionais para uma análise mais ampliada da realidade. </p><p>Com a visita nesses setores e através de um diálogo com a equipe de enfermagem tomamos o conhecimento de que uma das puérperas que já estávamos acompanhando justamente com a equipe de psicologia, estaria tendo alta e sendo transferida para o setor da CANGURU, pois sua RN já estava de alta da UTI. Contudo, anteriormente está puérpera demonstrava apatia pela RN e, através dessa situação apresentada ficamos acompanhando de perto a situação da puérpera e da RN, buscando analisar de forma ética e profissional para que a mesma tenha um acolhimento amplo da estrutura familiar e de toda a rede de apoio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 16:52:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>20° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3511216280</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 10/06, através das visitas de rotina nos setores da UCIN, UTI, CANGURU e a consulta no sistema do setor da Maternidade, podemos notar que havia uma solicitação por parte de uma avó que se encontrava interna solicitava a visita ao seu neto que estava em tratamento na UCIN. Contudo, um outro caso nos chamou a atenção, pois havia uma genitora que não estava indo visitar o seu RN com tanta frequência, visto que a mesma estava tendo alguns problemas pessoais e não estava conseguindo ir com tanta frequência no hospital, ou seja, foi solicitado que entrássemos em contato com a mesma pois o seu RN estava precisando começar a amamentação para ganhar peso e assim poder ter alta mais rápido (O contato com a genitora foi realizado e a mesma já havia confirmado que iria visitar com mais frequência o seu RN). </p><p><br></p><p>A outra demanda que surgiu para o Serviço Social, foi sob a suspeita de adoção ilegal de uma RN. De acordo com as equipes multiprofissionais, principalmente a parte médica e da enfermagem, algumas pessoas estavam aparecendo e solicitando a visita ao RN que estava internado na UTI, porém a única demanda que chegou a equipe de Serviço Social foi por parte da solicitação de um tio que queria ter informações da RN, pois a genitora não se encontrava bem de saúde, devido a recuperação do pós-parto para poder realizar a visita ao RN. Com o acompanhamento das estagiárias, levamos o mesmo para conversar com a médica da UTI para que ela passe a situação de saúde da RN, mas este tio não pode entrar para ver o RN, pois não é um parente próximo, ou seja, não é o pai, mãe, avó ou avô.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 17:18:20 UTC</pubDate>
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         <title>21° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
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         <description><![CDATA[<p>As atividades foram iniciadas com visitas institucionais aos leitos do 2º andar, contemplando os setores da UTI Neonatal, UCIN e Método Canguru. Tais visitas têm como finalidade a realização de uma escuta qualificada e o fortalecimento do vínculo com as genitoras e seus respectivos recém-nascidos (RNs), promovendo uma abordagem humanizada e integral, em consonância com os princípios do Projeto Ético-Político do Serviço Social.</p><p><br/></p><p>Em continuidade a uma demanda identificada no dia anterior, retomamos o acompanhamento de uma puérpera previamente abordada, que apresentava dificuldades para manter visitas regulares ao seu RN internado na UCIN, o que comprometia o processo de amamentação e fortalecimento do vínculo materno-infantil. Diante disso, foi realizada a aplicação do instrumento técnico-operativo Ecomapa, utilizado pelo Serviço Social no âmbito do HUPAA-UFAL, o qual permitiu uma leitura ampliada da rede de apoio e dos fatores que interferem na dinâmica familiar e social da usuária. A partir dessa escuta, respeitando os princípios da ética profissional, foi viabilizada a permanência da genitora no alojamento materno, assegurando sua presença constante junto ao RN, conforme orientações técnicas e com base no direito ao acompanhante.</p><p><br/></p><p>Posteriormente, atendemos uma demanda oriunda do setor de pediatria, envolvendo uma mãe cuja filha, de três anos, estava prestes a receber alta hospitalar. A genitora buscava orientações quanto à documentação necessária para garantir os direitos educacionais da criança, em função de seu quadro clínico que requer cuidados específicos. Considerando a perspectiva da defesa e efetivação de direitos, orientamos que fosse solicitado ao médico responsável um laudo diagnóstico, o qual servirá como subsídio para assegurar à criança o direito a acompanhamento especializado no ambiente escolar, conforme previsto na legislação vigente sobre educação inclusiva.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-08 01:15:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>22° dia no campo!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3514984857</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia as demandas que chegaram até o Serviço Social foram advindas de situações de evasão, ou seja, é quando uma paciente não deseja mais ficar interna no hospital mesmo sem ter ainda uma alta médica e decide por conta própria abandonar o hospital. </p><p>Contudo, uma das demandas surgiu de uma puérpera onde sua RN já tinha recebido alta e a genitora estava sob supervisão médica devido a pressão alta, porém mesmo com a nossa abordagem, a mesma preferiu ir embora, mas nos relatou que continuaria tento o tratamento no posto de saúde próximo a sua casa e tendo também uma boa rede de apoio. </p><p>No seguinte caso, a puérpera que também se encontrava como paciente ainda, estava demonstrando um forte desejo de deixar o hospital juntamente com o seu marido e sua RN que já estava de alta médica. Mesmo após a escuta ativa e o acolhimento oferecido pela supervisora e assistente social, a mesma demonstrou não mudar de ideia e seguiu querendo sair do hospital. </p><p><br></p><p>Já os últimos casos que apareceram como demanda para o Serviço Social, surgiram para a solicitação de um transporte (uma ambulância) para duas pacientes que já se encontravam sob alta médica juntamente com seus RNs. Porém, mesmo está não sendo uma atribuição do Serviço Social, continua diariamente chegando estas demandas para a equipe. Contudo, realizamos o contato com os municípios e realizamos a solicitação com os mesmos para o transporte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-09 14:59:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>22° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3516012842</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia, inicialmente começamos com as visitas de rotina no 3° e 2° andar para sabermos se havia alguma demanda para o Serviço Social. </p><p><br/></p><p>Contudo, após uma breve reunião com a nossa supervisora, em articulação com a supervisora responsável pelo setor de Pediatria, discutimos alguns temas relevantes a serem abordados nas visitas temáticas. Como resultado dessas discussões, definimos como foco o tema “Direitos e Deveres dos(as) Usuários(as) na Saúde”.</p><p>A proposta consiste em apresentar, por meio da cartilha oficial, os direitos assegurados por lei aos(às) usuários(as) do Sistema Único de Saúde (SUS), destacando o princípio fundamental de que a saúde é um direito de todos e dever do Estado. Nesse contexto, busca-se não apenas informar, mas também conscientizar os(as) usuários(as) sobre como devem ser tratados pelas equipes de saúde e demais profissionais do serviço, com dignidade, respeito, equidade e humanização.</p><p><br/></p><p>Além disso, o conteúdo visa esclarecer os deveres que os(as) cidadãos(ãs) também devem exercer dentro do serviço de saúde, como a preservação do ambiente hospitalar, o respeito aos profissionais e a observância das orientações recebidas. Assim, a atividade contribuirá para fortalecer a cidadania, o protagonismo dos(as) usuários(as) e a efetivação dos direitos sociais, promovendo uma relação mais ética, consciente e participativa entre a população e os serviços de saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 12:33:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>23° día no campo!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3521536633</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o início das atividades da rotina de estágio, foi solicitado a nós, estagiárias de Serviço Social, a realização de uma breve entrevista com uma mãe internada no setor de Maternidade, que se encontrava em processo de tratamento.</p><p>A relevância dessa entrevista, bem como do instrumento utilizado o Ecomapa, de uso exclusivo da equipe de Serviço Social, reside na promoção de uma aproximação qualificada entre os(as) usuários(as) e os(as) profissionais da área, possibilitando uma análise mais aprofundada da realidade vivenciada. Essa aproximação visa ampliar o acesso da população às informações e ao exercício de seus direitos sociais.</p><p><br/></p><p>Após o atendimento, foi possível dar continuidade à organização das visitas temáticas nos setores da Maternidade e da Unidade Neonatal, junto às mães ali presentes. Essa ação visa proporcionar maior esclarecimento sobre os direitos e deveres dos(as) usuários(as) do Sistema Único de Saúde (SUS) e também nas redes privadas, com base na <strong>"Carta dos Direitos e Deveres da Pessoa Usuária da Saúde"</strong>, instrumento fundamental para garantir a cidadania e o empoderamento dos sujeitos frente aos serviços de saúde.</p><p><br/></p><p>Referências</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-sudeste/hc-ufu/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/conheca-a-carta-de-direitos-dos-usuarios-da-saude">https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-sudeste/hc-ufu/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/conheca-a-carta-de-direitos-dos-usuarios-da-saude</a></p><p><br/></p><p>https://youtu.be/OmB7ZXa6o48?si=Zuduq1Lm4nkhCdYN</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 22:15:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3521536633</guid>
      </item>
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         <title>24° dia no campo!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3522600290</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia, as atividades foram iniciadas no setor do Plantão Social, atendendo às demandas oriundas de todos os setores de atuação do Serviço Social.</p><p><br></p><p>Durante as ações, e logo após uma consultoria no sistema, iniciamos uma busca ativa para localizar algumas mães/puérperas com o objetivo de aplicar o ECOMAPA. Este é um instrumento técnico-operativo exclusivo do Serviço Social, que permite alinhar e sistematizar as informações dos usuários/as por meio da análise de sua rede familiar, rede de apoio institucional e condições socioeconômicas. A utilização desse instrumento reafirma o compromisso com uma intervenção qualificada, sustentada pelo domínio teórico-metodológico e ético-político da profissão.</p><p><br></p><p>Ainda durante o Plantão, foram atendidas algumas demandas de visitas, incluindo uma solicitação vinda de outra instituição e de outro município. Tratava-se de uma enfermeira enviada para realizar visita institucional a pacientes transferidos para o HUPAA-UFAL. A mediação e o acolhimento dessa demanda reforçam a postura de interdisciplinaridade e o respeito à intersetorialidade, princípios fundamentais no trabalho coletivo e articulado com outras áreas.</p><p><br></p><p>Outra demanda que surgiu envolvia uma ação que não compete diretamente ao Serviço Social, ou seja, uma atribuição que não é de responsabilidade direta dos/as assistentes sociais. No entanto, mesmo diante de situações que extrapolam nossas atribuições legais e regulamentares, pautadas pela ética profissional, não deixamos os/as usuários/as sem orientação ou encaminhamento adequado. Nesses casos, realizamos o acolhimento qualificado e os direcionamos às redes competentes, de forma a garantir o acesso aos direitos e evitar a fragmentação do atendimento.</p><p><br></p><p>Essa conduta reafirma o compromisso do Serviço Social com a defesa dos direitos dos usuários/as, a universalidade do acesso aos serviços e a responsabilidade ética frente às expressões da questão social, atuando com base no projeto ético-político da profissão, mesmo diante dos limites institucionais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-17 22:01:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>25° dia no campo!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3526952805</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o início das rondas e a consulta no sistema, identificamos demandas significativas direcionadas ao Serviço Social, que exigem uma atuação fundamentada na análise crítica da realidade social e no compromisso ético com a proteção de sujeitos em situação de vulnerabilidade. Dentre essas demandas, destacam-se os seguintes atendimentos:</p><p><br></p><p>1. <strong>Atendimento a puérpera com sinais de comprometimento cognitivo associado à sua condição clínica.</strong></p><p>   A equipe de Serviço Social realizou abordagem pautada na escuta qualificada e na análise da situação familiar, social e econômica da usuária. A partir dos princípios ético-políticos da profissão, especialmente no que diz respeito à proteção integral da criança, foi necessário aprofundar a avaliação dos possíveis riscos à integridade do recém-nascido (RN), considerando as condições de cuidado oferecidas pela genitora.</p><p><br></p><p>2. <strong>Acolhimento de genitora com possíveis indícios de negligência afetiva em relação ao RN.</strong></p><p>   Durante o atendimento, a usuária expressou falas que levantaram suspeitas sobre sua disponibilidade afetiva e interesse na vinculação com o recém-nascido, sugerindo a possibilidade de entrega da criança a outra pessoa também em situação de vulnerabilidade, por ser menor de idade. O Serviço Social, comprometido com os direitos da criança e do adolescente, procedeu à escuta crítica e à articulação com a rede de proteção para garantir os cuidados adequados ao RN.</p><p><br></p><p>3. <strong>Entrevista com puérpera com RN internado na UTI Neonatal.</strong></p><p>   Neste caso, o Serviço Social realizou entrevista social com o objetivo de compreender as condições socioeconômicas, familiares e subjetivas da usuária. A abordagem teve como finalidade identificar demandas concretas e potenciais, articulando os princípios do projeto ético-político do Serviço Social com a escuta qualificada e o planejamento de intervenções que assegurem o direito à saúde, ao cuidado e ao fortalecimento de vínculos familiares.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-23 11:24:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>26° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3526960864</link>
         <description><![CDATA[<p>Inicialmente, nossa rotina de estágio ocorreu em campo externo, diante da solicitação para acompanhamento de um caso, juntamente com a estagiária Ana Beatriz, sob supervisão da assistente social responsável. Tratava-se da situação de um idoso em aparente condição de vulnerabilidade, evidenciada pelo estado de saúde fragilizado especialmente devido ao baixo peso corporal e por possíveis indícios de negligência familiar.</p><p><br></p><p>Diante da complexidade do caso, foi realizada uma articulação com as equipes que já haviam efetuado visitas domiciliares ao usuário, com o objetivo de construir uma compreensão mais ampla da realidade apresentada. A equipe de Serviço Social, juntamente com as estagiárias, reuniu-se com a profissional de enfermagem e também manteve uma breve interlocução com a médica da unidade, a fim de aprofundar a análise da situação e identificar demandas sociais e de saúde.</p><p><br></p><p>Além disso, foi promovido um encontro com as assistentes sociais do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), que já haviam tomado conhecimento do caso e realizado uma entrevista inicial com o irmão do idoso. Esse processo de diálogo intersetorial e de troca de informações entre as equipes multiprofissionais se configura como parte fundamental do trabalho do Serviço Social, uma vez que permite uma apreensão crítica e ampliada da realidade vivida pelo sujeito.</p><p><br></p><p>Com base nessa escuta qualificada e na articulação com a rede socioassistencial, torna-se possível delinear estratégias de intervenção mais efetivas, respeitando os princípios do projeto ético-político do Serviço Social. Essas estratégias visam a garantia dos direitos da pessoa idosa, conforme previsto no Estatuto do Idoso, bem como a proteção social frente a situações de negligência, abandono ou ausência de cuidado familiar. A continuidade do acompanhamento e a articulação com outros serviços da rede poderão ser necessárias, de modo a assegurar a efetividade do atendimento integral e humanizado ao usuário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-23 11:42:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>27° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3529567353</link>
         <description><![CDATA[<p>Inicialmente, com a analise das consultorias no sistema, nos deparamos com quatro demandas específicas para o serviço social, que demonstram a complexidade e a abrangência de nossas atribuições:</p><p><br></p><p><strong>1.</strong> O primeiro caso envolvia uma puérpera, considerada até então menor de idade, que já havia recebido alta médica, mas ainda precisava de acompanhamento mais atento devido ao uso de álcool e tabagismo. Sua recém-nascida (RN) permanecia sob observação, por ter nascido há pouco tempo, o que reforça a necessidade de um olhar cuidadoso e contínuo.</p><p><br></p><p><strong>2.</strong> O segundo caso estava relacionado a uma solicitação para visita, na qual o usuário requisitava um documento que autorizasse a entrada ou permanência como acompanhante nos setores de saúde, evidenciando a importância do serviço social na mediação entre usuários e instituições.</p><p><br></p><p><strong>3.</strong> Os dois últimos casos referiam-se a solicitações para Laqueadura Tubária. Para isso, realizamos uma breve entrevista e aplicamos o ECOMAPA, um instrumento exclusivo do serviço social que permite captar de forma mais ampla a realidade dos usuários, incluindo aspectos econômicos, apoio institucional, rede familiar e contexto social.</p><p><br></p><p>É fundamental lembrar que esse procedimento exige a participação de outras duas profissões, a médica e a psicóloga, que também devem preencher documentos autorizativos conforme a legislação vigente. Essa articulação interprofissional evidencia o papel estratégico do serviço social na garantia dos direitos e no cuidado integral do usuário.</p><p><br></p><p>Refletir sobre essas demandas nos leva a reconhecer o papel essencial do serviço social na escuta qualificada e na construção de um suporte que transcende o aspecto burocrático. Estamos diante de situações que envolvem vulnerabilidades múltiplas, e é nosso compromisso construir possibilidades reais de acolhimento e transformação social, respeitando a singularidade de cada usuário e os dispositivos legais que amparam suas escolhas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-27 17:27:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>28° dia no campo!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3534154625</link>
         <description><![CDATA[<p>Dando início às rotinas institucionais de visita nos leitos da UTI, UCI e na Unidade Canguru, e por meio de consultas no sistema hospitalar, tomamos conhecimento de que uma puérpera manifestava a intenção de evadir-se da unidade. A mesma já não constava como paciente, encontrando-se apenas como acompanhante de seu recém-nascido (RN). Diante disso, foram realizadas buscas no intuito de localizá-la e proceder com uma escuta qualificada, com vistas ao levantamento de sua situação familiar, social, econômica e da rede de apoio disponível. No entanto, ao final das diligências, constatou-se que a puérpera já havia evadido do hospital. </p><p><br></p><p>Apesar disso, o Serviço Social seguirá acompanhando tanto o RN quanto a situação da mãe, visando garantir a proteção social e o acesso aos direitos.</p><p>Paralelamente, iniciamos o levantamento de casos que demandam a aplicação do Ecomapa, instrumento técnico-operativo privativo do Serviço Social com foco nas mães da unidade neonatal. Assim, demos início à abordagem dessas usuárias, buscando compreender a dinâmica relacional e os vínculos sociais de cada família. Durante essa busca, identificamos uma puérpera em visita ao seu RN, com quem realizamos uma entrevista inicial, permitindo uma aproximação mais detalhada de sua realidade sociofamiliar.</p><p><br></p><p>Na sequência das ações, tomamos conhecimento de que uma gestante que anteriormente havia solicitado ao Serviço Social apoio para a realização do procedimento de laqueadura tubária havia dado à luz. Dessa forma, foi realizada visita de acompanhamento para avaliação da condição da puérpera e do recém-nascido, bem como para verificar se o procedimento cirúrgico solicitado foi efetivado. A puérpera relatou que não pôde realizar a laqueadura em virtude da validade expirada do documento médico necessário para a autorização do procedimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 13:30:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>29° dia no campo!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3534160682</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, foram realizados levantamentos no sistema para sabermos quais mães da unidade neonatal ainda não possuíam o ECOMAPA, instrumento técnico-operativo exclusivo do Serviço Social, utilizado para compreender as redes de apoio familiar, institucional e econômica.</p><p><br/></p><p>Porém, foi solicitado a nós que atendêssemos às demandas dos leitos da UTI, pediatria e de duas pacientes da maternidade. Contudo, em uma breve entrevista com a puérpera e mãe do RN internado na UTI, aplicamos o ECOMAPA, visando uma melhor captura da sua realidade social, econômica e familiar. Tal instrumento nos possibilitou entender o verdadeiro motivo de sua solicitação de transporte.</p><p><br/></p><p>Dessa forma, seguiremos acompanhando tanto a mãe quanto o seu recém-nascido (RN), garantindo a continuidade do cuidado social. A referida mãe solicitava o transporte para retornar à sua residência e cuidar do outro filho. No entanto, após diálogo com a equipe de enfermagem parte do trabalho intersetorial realizado pelo Serviço Social articulou-se a possibilidade dessa genitora permanecer no setor das mães acompanhantes, enquanto o RN aguarda o agendamento de sua cirurgia.</p><p><br/></p><p>Logo em seguida, passamos na enfermaria da maternidade a fim de entendermos o motivo das solicitações de duas puérperas. Foi relatado que uma delas solicitava uma declaração para a troca de visita uma troca até então considerada permanente. Ou seja, a nova acompanhante permanecerá junto à puérpera até o fim de seu tratamento, respeitando o direito ao acompanhamento e apoio familiar durante a internação, conforme prevê a atuação do Serviço Social no âmbito hospitalar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 13:51:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3534160682</guid>
      </item>
      <item>
         <title>30° dia no campo!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3534180888</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Neste dia, realizamos no HUPAA-UFAL a ação </em><strong><em>“Onde estão as pretas do HU?”</em></strong><em>, uma iniciativa de grande relevância, voltada ao reconhecimento e valorização das mulheres negras que atuam e estudam na instituição. A atividade constituiu-se como um espaço de fortalecimento da identidade étnico-racial e de promoção do empoderamento feminino negro, ao possibilitar reflexões críticas sobre a presença, a visibilidade e o protagonismo dessas mulheres nos diversos espaços institucionais.</em></p><p><br/></p><p><em>Trata-se também de uma ação estratégica no enfrentamento ao racismo estrutural e institucional, contribuindo para a desconstrução de estigmas e para a afirmação de que mulheres negras têm o direito e a capacidade de ocupar todos os espaços sociais, acadêmicos e profissionais.</em></p><p><em>Além disso, a atividade promoveu um diálogo necessário com os demais profissionais da instituição, reforçando o princípio do respeito à diversidade e da igualdade de direitos, independentemente de raça, cor, classe, religião, ou gênero, fundamentos indispensáveis no ambiente institucional e nos princípios que norteiam o Serviço Social.</em></p><p><br/></p><p><em>A promoção desse debate e a realização da ação representam uma importante iniciativa no fortalecimento da luta por equidade, dignidade e respeito, destacando o papel ativo e militante das mulheres negras na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.</em></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 15:01:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3534180888</guid>
      </item>
      <item>
         <title>31° dia no campo!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3545066962</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Neste dia, foi realizada, em conjunto com as estagiárias de Serviço Social da Pediatria e com o auxílio da supervisora da Maternidade, Michelline Costa, uma ação para a socialização das informações contidas na </em><strong><em>“Cartinha dos direitos e deveres da pessoa usuária da saúde”</em></strong><em>. </em></p><p><br/></p><p><em>O objetivo foi promover a conscientização sobre os direitos garantidos aos usuários da saúde, especialmente no que se refere à participação integral nas informações, ao sigilo entre pacientes e profissionais, ao direito de procurar outra opinião médica, ao direito de ter um acompanhante, entre outros.</em></p><p><br/></p><p><em>Na parte referente à socialização dos deveres, destacou-se a importância de manter todos os dados atualizados, portar os documentos necessários, falar sempre a verdade, demonstrar compreensão sobre as informações repassadas pelos profissionais, respeitar os trabalhadores da saúde, entre outros pontos.</em></p><p><br/></p><p><em>Com essa socialização junto às mães da neonatal, obtivemos um retorno muito gratificante, pois elas compartilharam relatos sobre situações vivenciadas dentro e fora da instituição e também fizeram perguntas para esclarecer melhor quais são seus direitos dentro dos serviços de saúde. Algumas delas, inclusive, questionaram sobre a </em><strong><em>Constituição de 1988</em></strong><em>, compreendendo-a como um livro constitucional que reúne todos os direitos que devem e deveriam ser assegurados a todos os cidadãos.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 15:11:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>32° dia no campo!! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3545070124</link>
         <description><![CDATA[<p><em>No presente dia, foi realizada uma busca ativa com o objetivo de localizar as mães do setor neonatal para a aplicação do </em><strong><em>ECOMAPA</em></strong><em>, instrumento privativo do Serviço Social utilizado para a criação e fortalecimento de vínculos com as/os usuárias/os.</em></p><p><br/></p><p><em>Foram realizadas três entrevistas, sendo duas com mães de recém-nascidos ainda internadas no setor da maternidade. O ECOMAPA possibilitou uma análise mais aprofundada acerca da realidade das/os usuárias/os, contribuindo para uma compreensão ampliada dos vínculos familiares e institucionais, bem como da base econômica e social envolvida.</em></p><p><br/></p><p><em>Adicionalmente, foi identificada uma situação de risco envolvendo uma puérpera que manifestava intenção de evadir-se da instituição hospitalar, mesmo estando em período de pós-parto e ainda em tratamento. Ressalta-se que a recém-nascida já havia recebido alta médica, o que motivou a usuária a desejar sair da instituição por conta própria.</em></p><p><br/></p><p><em>Diante da situação, a equipe de Serviço Social realizou abordagem fundamentada na escuta ativa e qualificada, com a finalidade de identificar os reais motivos da decisão da puérpera e, assim, assegurar condições de proteção e segurança para a recém-nascida. Foi enfatizada a importância da manutenção de uma rede de apoio familiar efetiva, de modo a garantir o cuidado adequado e a continuidade da atenção necessária.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 15:22:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>33° Confecção para a ação da temática do Agosto Lilás! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3545076882</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Inicialmente, foram confeccionados os materiais para a ação em alusão ao Dia do Estudante, ocasião em que o Serviço Social apresentaria o tema </em><strong><em>“Agosto Lilás”</em></strong><em>.</em></p><p><em>Trata-se de um tema de grande relevância para a conscientização sobre a violência contra a mulher em todas as suas formas. Ou seja, foi abordada a existência de diversos tipos de violência, que muitas vezes se iniciam por meio de um controle disfarçado de proteção, evoluindo para a violência moral, posteriormente para a violência física e, em alguns casos, para a violência patrimonial.</em></p><p><br></p><p><em>De acordo com a cartilha apresentada no evento, além da socialização sobre esses tipos de violência, foi possível também divulgar os meios de denúncia. Todo o projeto esteve vinculado à </em><strong><em>Lei Maria da Penha</em></strong><em> e à </em><strong><em>Lei do Feminicídio</em></strong><em>, instrumentos legais que contribuem para o enfrentamento das violências e a responsabilização dos agressores.</em></p><p><br></p><p><strong><em><mark>Canais de Denúncia:</mark></em></strong></p><p><br></p><p><strong><em>Casa da Mulher Alagoana – Maceió/AL:</em></strong><em><br>📞 (82) 2126-9650</em></p><p><br></p><p><strong><em>Onde solicitar medidas protetivas?</em></strong><em><br></em><strong><em>Defensoria Pública:</em></strong><em><br>📞 (82) 3315-2785 / (82) 3315-4506</em></p><p><br></p><p><strong><em>Patrulha Maria da Penha:</em></strong><em><br>📱 WhatsApp: (82) 98733-9112</em></p><p><br></p><p><strong><em>Em casos de violência sexual</em></strong><em><br></em><strong><em>RAV – Rede de Atenção a Vítimas de Violência Sexual:</em></strong><em><br>📞 (82) 98833-9061 / (82) 98882-8765</em></p><p><br></p><p><strong><em>Delegacia Virtual:</em></strong><em><br>🌐 </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.delegaciavirtual.sinesp.gov.br"><em>www.delegaciavirtual.sinesp.gov.br</em></a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 15:44:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>34° Orientação e socialização sobre o tema &quot;Agosto Lilás&quot;</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3552858107</link>
         <description><![CDATA[<p>No referido dia, as estagiárias de Serviço Social, em conjunto com as supervisoras de campo, realizaram uma exposição sobre o tema <strong>“Agosto Lilás”</strong>, de reconhecida relevância social e que necessita ser amplamente divulgado. </p><p><br/></p><p>O objetivo da atividade foi articular e socializar informações pertinentes à temática, direcionadas a todos que transitavam pelo espaço da exposição. Foram abordados aspectos relacionados aos diferentes tipos de violência, bem como às formas pelas quais se inicia um relacionamento violento, tanto no âmbito das relações amorosas quanto no contexto intrafamiliar.</p><p><br/></p><p>Adicionalmente, foram fornecidas orientações acerca dos órgãos responsáveis pela denúncia e pelo acolhimento de mulheres em situação de violência doméstica, reafirmando a importância do acesso a esses serviços de proteção e garantia de direitos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 16:36:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>35° dia no campo! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3561553076</link>
         <description><![CDATA[<p><em>No dia 13/08, foi realizada uma busca ativa no sistema para iniciarmos a aplicação do ECOMAPA, instrumento utilizado pelo Serviço Social do HUPAA-UFAL com o intuito de traçar um mapa da rede de apoio familiar, assistencial, social e da situação econômica dos(as) usuários(as), bem como a socialização de informações.</em></p><p><br/></p><p><em>Foram realizadas duas entrevistas para a elaboração do documento de autorização para a </em><strong><em>laqueadura tubária</em></strong><em>. Uma das genitoras ainda estava à espera do seu bebé, e a outra já se encontrava em sua 5ª gestação, tendo solicitado ao Serviço Social a elaboração do referido documento para que pudesse requerer o procedimento.</em></p><p><br/></p><p><em>Também foi realizada uma visita ao leito da maternidade devido a uma puérpera que estava tentando evadir-se do local, principalmente porque o seu recém-nascido já havia recebido alta médica. </em></p><p><br/></p><p><em>O Serviço Social é acionado nesses momentos para averiguar a existência de possível risco social na rede familiar da usuária, o que poderia expor o recém-nascido a situação de risco e vulnerabilidade social.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 14:56:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>35° dia no campo! </title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3561561303</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Foi solicitada ao Serviço Social a articulação com um município para uma genitora que estava à espera da alta de sua recém-nascida do setor da UCI Neonatal. Após breve conversa com a equipe de enfermagem, tomamos conhecimento de que a RN já estava pronta para a alta, porém necessitava da presença da genitora para a preparação da alta. Assim, eu e Ana Beatriz, estagiárias da maternidade, entramos em contato com a genitora para solicitar sua presença no hospital para a organização da alta (o que chamamos de alta segura). Também lhe foi solicitada a presença na sala do Serviço Social para conversar com a assistente social, a fim de traçar as redes de apoio familiar, institucional, econômica e social.</em></p><p><br/></p><p><em>Além disso, realizamos um breve contato com uma puérpera que desejava evadir-se do hospital e, com essa breve entrevista, foi possível perceber que os motivos são recorrentes: quando o recém-nascido já está de alta e a mãe ainda permanece internada, à espera de algum exame ou ainda em tratamento. O Serviço Social é solicitado para articular com a puérpera e/ou familiares sobre a importância da permanência no HUPAA-UFAL, principalmente quando ela ainda está sob tratamento e precisa de acompanhamento médico. Realizamos sempre as orientações que nos competem, e a responsabilidade pela decisão fica a critério da paciente e dos familiares.</em></p><p><br/></p><p><em>Também foi feita uma breve entrevista com uma mãe adolescente, de 14 anos, a fim de traçar sua história e sua rede de apoio familiar, institucional e econômica. Foi uma entrevista bastante aprofundada, pois se trata de uma menor de idade e é necessário ter um cuidado ainda maior para entendermos o que pode ter levado essa adolescente a uma gestação tão</em></p><p><em> nova.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 15:16:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>36° dia no campo!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3582271366</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Com a realização de buscas no setor da maternidade e da UTIN, bem como nas unidades da UTI, UCI e canguru neonatal, foram realizadas entrevistas com o objetivo de traçar um mapa das condições econômicas, sociais e institucionais das usuárias/os e/ou de seus familiares.</em></p><p><br/></p><p><em>Assim, foi possível realizar a entrevista de uma puérpera que tinha o seu recém-nascido (RN) internado no setor da UTI neonatal. Essa puérpera apresentou uma dúvida e necessitava de esclarecimento sobre a realização da certidão de nascimento de sua filha. A questão estava relacionada ao fato de que o seu companheiro, pai da recém-nascida, encontrava-se preso no sistema prisional. </em></p><p><br/></p><p><em>Foi informado à puérpera que deveria realizar o registro de nascimento como mãe solteira, visto que um recém-nascido não pode permanecer sem registro, tanto pelos riscos de adoção ilegal quanto por se tratar de um direito garantido. Posteriormente, o pai poderá solicitar o acréscimo do seu nome no registro de nascimento da criança.</em></p><p><br/></p><p><em>Foi realizada também a entrevista com uma genitora que preferia retornar para sua residência, mesmo com o recém-nascido (RN) ainda internado na UTIN. Ela relatou não desejar permanecer no setor de mães acompanhantes por questões psicológicas, afirmando preferir estar junto de sua mãe, que lhe oferece todo o suporte necessário.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 15:04:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>37° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3662390365</link>
         <description><![CDATA[<p><em>O atendimento foi realizado com base na consultoria recebida via sistema pela equipe médica, a qual indicava que uma puérpera poderia estar apresentando sinais de abstinência, por não fazendo uso de bebidas alcoólicas durante o período do seu internamento. Tal condição poderia comprometer a evolução da saúde do(a) recém-nascido(a), considerando a possibilidade de amamentação. Diante desse contexto, procedeu-se à realização de entrevista com a puérpera, adotando-se uma abordagem humanizada e a escuta qualificada, visando compreender integralmente sua realidade.</em></p><p><br/></p><p><em>Adicionalmente, foram realizadas visitas aos leitos para a aplicação do instrumento ECOMAPA em puérperas cujos(as) recém-nascidos(as) encontravam-se internados nas clínicas neonatais. Ressalta-se que o ECOMAPA constitui uma ferramenta relevante para a análise ampliada da realidade do(a) usuário(a), possibilitando a proposição de estratégias que promovam a melhoria da qualidade do atendimento e do acesso aos direitos sociais e de saúde.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-03 00:06:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>38° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3662398431</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia, foi realizada a confecção do material (TCE), o qual possibilita aos(as) estagiários(as) uma análise institucional com base na teoria e prática do exercício profissional, destacando sua percepção no campo e permitindo a compreensão da realidade do exercício profissional por meio das articulações com órgãos de defesa dos direitos sociais, visando à proteção dos(as) usuários(as) e dos(as) recém-nascidos(as).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-03 00:13:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>39° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3662409431</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Iniciamos nossas atividades realizando uma busca no sistema para a aplicação das entrevistas com o ECOMAPA, o que nos possibilitou aproximar-nos dessa puérpera e das mães que estavam internadas ou no alojamento como acompanhantes de seus(as) recém-nascidos(as) internados nas clínicas neonatais.</em></p><p><br/></p><p><em>Posteriormente, realizamos uma visita ao leito de uma gestante que, segundo as informações recebidas, encontrava-se sem acompanhantes. Diante da preocupação com a possibilidade de quebra de vínculos familiares, o Serviço Social foi acionado para uma aproximação com a gestante, a fim de compreender melhor sua situação.</em></p><p><br/></p><p><em>Além disso, foi realizada uma escuta qualificada com uma puérpera que demonstrava preocupação com seus filhos, que estavam sob os cuidados de sua mãe em outro município. A mesma procurou o Serviço Social para relatar sua situação e manifestar o desejo de retornar para casa e verificar como todos estavam.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-03 00:23:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>40° dia no campo!!</title>
         <author>sarahsilva44</author>
         <link>https://padlet.com/sarahsilva44/x3k3lg43i42jstkj/wish/3662433955</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Inicialmente, foi solicitada a intervenção do Serviço Social, pois uma gestante desejava deixar o ambiente hospitalar mesmo ainda em tratamento com antibiótico devido a alterações de sua pressão. Diante disso, foi realizada uma visita ao leito para conversar com a gestante e compreender sua real intenção de deixar o hospital sem alta médica. A gestante relatou que seu filho estava doente e que estava muito preocupada com a saúde dele, afirmando que ele não poderia ficar com mais ninguém além dela e de sua cunhada, já que seu companheiro não poderia ajudá-la devido ao trabalho. O Serviço Social, nesses casos, não pode impedir a decisão de saída dos usuários(as), apenas explica a importância da permanência para a continuidade do tratamento, sendo a decisão final inteiramente da gestante ou puérpera.</em></p><p><br/></p><p><em>Adicionalmente, foram fornecidas orientações a outra gestante que desejava realizar o procedimento de laqueadura tubária. Foi informado que a mesma precisava solicitar ao médico o documento de autorização para o procedimento, considerando que a realização exige a anuência do médico, do Serviço Social e da psicologia.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-03 00:39:46 UTC</pubDate>
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