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      <title>Diário de uma Aprendizagem Flexível  - José Manuel Pinto Sousa by José Manuel Pinto Sousa</title>
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      <description>&quot;A sinceridade é o grande obstáculo que o artista tem a vencer. Só uma longa disciplina, uma aprendizagem de não sentir senão literariamente as coisas, podem levar o espírito a esta culminância&quot;.
Fernando Pessoa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-08 18:09:22 UTC</pubDate>
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         <title>Carta de Apresentação</title>
         <author>jpintosousa</author>
         <link>https://padlet.com/jpintosousa/x3diay97ld6p/wish/291360678</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Sou Professor de Geografia, QA do AE de Oliveira do Bairro, a leccionar no AE de Coimbra Sul. <br>Este ano lectivo tenho 8 turmas (três do 7.º e cinco do 8.º Ano de Escolaridade).<br>Possuo Especialização em Administração e Gestão Escolar e ainda em Supervisão Pedagógica. <br>Iniciei de funções em 1989, com experiência em diversas áreas, desde participação em Conselho Pedagógico, Coordenação de Departamento e Área Disciplinar, Coordenação de Directores de Turma, Director de Turma e ainda em Orientação de Estágio.<br>Gostaria, a partir deste espaço e com a ajuda de quem me lê, aprender e/ou compreender esta "nova Escola" que se determina por decreto.<br>Há um longo caminho a percorrer que se exigiria uma agenda pré-definida com a formação prévia de professores, por parte dos Centros de Formação, não esquecendo todos os outros actores educativos que, certamente, serão chamados a intervir no processo.<br>Expectante, portanto!<br>A ver vamos se o barco chega a bom porto.<br>Bem hajam!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-10 16:57:08 UTC</pubDate>
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         <title>Flexibilidade?</title>
         <author>jpintosousa</author>
         <link>https://padlet.com/jpintosousa/x3diay97ld6p/wish/291482527</link>
         <description><![CDATA[<div>Desconheço o autor do desenho. O meu lamento.<br>Contudo, em minha opinião, está de tal forma explicito que reflecte sobremaneira o que se vai vivendo hoje em dia nas nossas escolas. <br>Alterar, por decreto, toda uma estrutura de tal forma enraizada, provoca constrangimentos de tal ordem que se afigura uma tarefa de monta.<br>Mais uma vez, os alunos e também os professores, qual cobaias, mereciam mais respeito.<br>Quero acreditar que, com muita força de vontade e um espírito de missão inatacável, tudo se conseguirá. Com tempo... diria eu, muito tempo! </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-10 21:03:38 UTC</pubDate>
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         <title>Reinvente-se a Escola</title>
         <author>jpintosousa</author>
         <link>https://padlet.com/jpintosousa/x3diay97ld6p/wish/293003698</link>
         <description><![CDATA[<div>A tarefa que nos propomos realizar não se faz de um dia para o outro. Todos nós o sabemos.<br>Em primeiro lugar a "tutela", com o apoio de pedagogos e estudiosos destas questões, avançam com ideias, estudos, conceitos e outras transformações que vão ao encontro das modificações que se observam na sociedade actual e que resultam de novos problemas colocados nesta "aldeia global" em que vivemos, com as vantagens e/ou defeitos da inerente globalização.<br>Deste modo, a reinvenção da escola passa, necessariamente, pela alteração da práxis vigente!<br>Exige-se que os docentes se superem, se reinventem, pois só assim, dizem, conseguiremos encarar o futuro de uma forma capaz, de modo a responder aos novos desafios que estão ao virar da esquina.<br>Pedem-nos que criemos oportunidades para os nossos alunos, dotando-os de competências que lhes permitam agarrar as oportunidades, transferindo para eles todo o protagonismo do processo. Aqui a dúvida intrínseca é óbvia! Pretende-se revolucionar tudo sem a devida preparação dos agentes educativos. Admitindo algum cepticismo, queremos acreditar que é possível mas com tempo... é que as coisas em Educação não se resolvem com um estalar de dedos! Outra questão se levanta: será esta uma nova Escola que irá resistir aos devaneios da política à portuguesa? Será que vai resistir ao oportunismo da calendarização eleitoral? Não temos resposta imediata e daí o cepticismo que imprimimos nesta reflexão. <br>Turmas imensas, "quintas" mais do que vedadas e ainda uma classe docente doente e envelhecida, acrescida por uma sociedade que lhes tirou dignidade, estatuto e respeito, serão duros obstáculos a ultrapassar<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-15 18:32:38 UTC</pubDate>
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         <title>FÓRUM </title>
         <author>jpintosousa</author>
         <link>https://padlet.com/jpintosousa/x3diay97ld6p/wish/294993635</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresenta-se aqui a reflexão acerca da tarefa 1.4 publicada no espaço "Discussão" no espaço da Direção Geral da Educação (Autonomia e Flexibilidade Curricular - I) - <br><br>A mudança de milénio imprimiu um conjunto de alterações na sociedade por força de novos estudos, novas tecnologias e na diferente forma de obtermos a informação de que necessitamos.<br>Hoje, mais do que nunca, falamos em competências "adequadas" ao século XXI, com implicações de monta na estrutura da Escola que temos e, cada vez mais, na ligação com as famílias. <br>Ouvimos falar em "literacias fundacionais" (o que saberão as famílias destas coisas?), múltiplas, portanto, produzindo a base do conhecimento através da "literacia, numeracia, literacia científica, literacia digital, financeira, cultural, cívica"... e mais houvesse.<br>Apela-se ainda para o "carácter", para além das "competências", como a "curiosodade, a iniciativa, a persistência, a adaptabilidade, a liderança, e a consciência social e cultural". <br>Articulando as ideias anteriores, verificamos que alguns dos problemas com que a escola terá que contar, se os quiser resolver, passam por questões que estão para além dela e, logo aí, se levantam dificuldades. Como poderá a escola, por si só, levantar a moral das "suas tropas"? Docentes vilipendiados, lideranças que de proactivo têm pouco e de transformacionais nada têm, escolas mal equipadas passando para uma socidade desequílibrada, com trabalhadores mal pagos e onde as disparidades sociais são imensas, famílias desfavorecidas, impostos altíssimos, qualidade de vida pelas ruas da amargura. <br>Mas, atenção, aos professores tudo se pede! Serviço de missão, portanto.<br>Num mundo virtual e com tudo isto resolvido, vamos então pensar o que fazer. Isto é, deixemos a fachada para trás, até que possa ser pintada de um azul celeste divinal e, aí sim, estará tudo sobre rodas! Da fachada ao perfil é um ápice! Com múltiplas realidades num mesmo país, que se entrecruzam nas grandes cidades, para ser mais gritantes e difusas no espaço rural desertificado, teremos múltiplos perfis, obrigatoriamente, para responder às múltiplas literacias que aqui já foram abordadas.<br>Imaginando que todas as escolas produziram horários que permitam efectuar uma flexibilidade consciente e produtiva, que as actividades económicas, em especial na relação patrão/trabalhador, tenha consciência destas novas realidades, para além da criação de uma escola alternativa (ilusões) que promova o respeito pelos professores, os dignifique, ultrapassando invejas bacocas e sem sentido! Depois, diga-se aos alunos que sem trabalho nada se faz, para não cairmos no ridículo do "aprender a brincar"! Falamos pois das ditas atitudes, recordando que muitas delas devem começar em casa! Não é isto que acontece.<br>Em suma, a escola deve primeiro preparar-se, conhecer o meio em que está inserida, criar equipas motivadoras e motivantes, lideranças transformacionais que consigam agarrar o problema de frente e famílias que vejam a escola não como um "depósito" das crianças/jovens mas um espaço complementar ao da família mas com outras funções.!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-19 19:36:53 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos, as Aprendizagens Essenciais e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>jpintosousa</author>
         <link>https://padlet.com/jpintosousa/x3diay97ld6p/wish/295640524</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia sobre a qual foi produzido um comentário é a que se segue: As aprendizagens essenciais são por definição o “conjunto comum de conhecimentos a adquirir, (…) de capacidades e atitudes a desenvolver obrigatoriamente por todos os alunos em cada área disciplinar ou disciplina”, com vista ao desenvolvimento das diferentes dimensões do perfil do aluno. Os quatro C’s referidos no vídeo e no cartaz estão subjacentes a esse perfil, já que nas dez áreas de competência a desenvolver se incluem o pensamento crítico, a criatividade (pensamento criativo), a comunicação (informação e comunicação) e a colaboração (que se subentende nas dimensões do relacionamento interpessoal e do desenvolvimento pessoal e autonomia. A escola fará o seu papel no desenvolvimento destas áreas de competência, mas sem a colaboração das famílias e comunidades neste processo, a tarefa torna-se muito mais difícil. <a href="javascript:;">hide</a></div><div>by Joana Félix<br><br>E agora o comentário produzido:&nbsp;<br>Estamos perante um novo paradigma da educação a aplicar, não só nas escolas mas também na sociedade portuguesa. Toda a teoria subjacente a esta realidade, que se quer agora imprimir, é "cor de rosa" no sentido humanista da ideia e, assim, concordamos com ela. Dizer que existia um saber enciclopédico que deve ser transformado, através de um "emagrecimento saudável", que nos leva às AE é ajustado, pois só assim se conseguirão obter "ganhos qualitativos de solidez, uso e aprofundamento do conhecimento".&nbsp;<br><br></div><div>Neste sentido, esta "revolução" que se quer operar, necessita de tempo. Muito tempo. É necessário que todos os agentes se abram ao diálogo (professores, alunos, famílias e agentes económicos), que compreendam os quatro C (Comunicação, Colaboração, Pensamento Crítico e Criatividade) para que o processo resulte. É fundamental "retirar" as paredes da sala de aula e criar horários que sejam compatíveis com a flexibilidade que se pretende, para que o conhecimento não seja estanque. As famílias terão que dar o seu contributo, apoiando e fazendo o culto da excelência e da exigência, deixando de lado uma visão redutora, mesquinha e "invejosa" das escola e dos seus profissionais. O agentes económicos, deverão também ser chamados à liça, contribuindo com o seu saber, chamando a si os jovens que necessitam de ingressar no mercado de trabalho. Criar, após o 12.º ano, um período de trabalho/estágio cuja avaliação pudesse ser utilizada como base de ingresso no ensino superior, seria uma questão a analisar.<br><br></div><div>Por último mas não em último, os discentes só poderão "ganhar asas" depois da Escola lhe apontar um caminho se, essencialmente, eles entenderem que a passividade tem que ser combatida para, em conjunto com os professores, se conseguir apanhar o essencial!.<br><br></div><div>Falta tempo, diálogo e formação a todos nós!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-22 18:43:30 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário - captura de ecrã</title>
         <author>jpintosousa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-22 18:54:56 UTC</pubDate>
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         <title>Votação em duas respostas que considero relevantes - captura de ecrã</title>
         <author>jpintosousa</author>
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         <pubDate>2018-10-22 18:59:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.6 - Reflexão</title>
         <author>jpintosousa</author>
         <link>https://padlet.com/jpintosousa/x3diay97ld6p/wish/300052829</link>
         <description><![CDATA[<div>Abordar a questão da flexibilidade curricular não pode deixar de ser feito sem estrita articulação com o novo conceito de Escola Inclusiva. Desta forma, abordar os desafios que irão promover a minha "nova" praxis, carece, como já foi dito, de muito tempo e formação.<br><br></div><div>Desde logo pois a prática pedagógica depende de outras estruturas e, nesse sentido, terá que existir sempre um enquadramento que passa por três vetores fundamentais, como são a autonomia da escola em que se leciona, a confiança nela depositada para "assumir a responsabilidade inerente à prestação de um serviço público de educação de qualidade, definindo as medidas mais adequadas à sua realidade, devidamente balizadas pelo quadro legal em vigor".<br><br></div><div>Ao mesmo tempo, a prática pedagógica dependerá sempre da articulação com outros profissionais, da sua disponibilidade, da definição de medidas a implementar tendo em conta o Projeto Educativo, a realidade local e ainda a resiliência que cada agente terá de possuir e promover para promover as aprendizagens essenciais consignadas, tendo em conta o perfil do aluno no final da escolaridade obrigatória.<br><br></div><div>Por outro lado, esta "praxis" de que venho falando, deverá estar sempre assente em novas dinâmicas pedagógicas, inscritas na legislação em vigor, que passam por vários quadrantes, destacando-se  o "desenvolvimento de aprendizagens de qualidade", de modo a que "todos os discentes alcancem as competências previstas no perfil dos alunos". Mas, aqui chegado, prevêem-se desde logo algumas dificuldades de implementação de novas estratégias, novas atividades, bem como a sua concretização. Pois, todos sabemos o papel da "pequena indisciplina" dos discentes, associada a um excessivo grau de infantilização dos nosso alunos, em especial na transição para o sétimo ano de escolaridade, bem como as dificuldades inerentes a uma sociedade que não está voltada para a escola e as suas dinâmicas.<br><br></div><div>Falar em novas dinâmicas de trabalho pedagógico e gestão da articulação disciplinar, tem de partir de conceitos claros em cada escola, bem como a definição clara  no desenvolvimento da Autonomia e Flexibilidade Curricular, em que a escola podem gerir até 25 % do total da carga horária  por componente do currículo, procedendo à sua redistribuição entre as disciplinas dessa componente. Ora, este trabalho, bem como a elaboração de horários que permitam criar um espaço de múltiplas aprendizagens, deverá ser produzido previamente para que os professores possam operacionalizar a articulação do currículo. Estamos a trabalhar mal e sem orientação de quem deveria orientar. Esta será, para já, uma primeira dificuldade.<br><br></div><div>Constatamos que a Escola não criou espaços de reflexão em equipas educativas capazes. Verificamos que a descrença de grande parte dos docentes é enorme e a vontade em fazer formação e acreditar que é possível abraçar este novo paradigma da educação, são obstáculos imensos.<br><br></div><div>Analisando agora a questão em relação ao que se espera que o aluno consiga aplicar, isto é, os discentes estarão aptos a encarar as suas novas "funções"? O papel dos alunos neste processo e os reflexos que terá na prática pedagógica dos professores é de considerar.<br><br></div><div>"Os alunos deverão ser detentores de conhecimento e deverão saber integrá-lo, analisar, discutir, cooperar, refletir, criticar, agir, ter sensibilidade estética e artística, integrar-se com tolerância, empatia e responsabilidade, cuidar do seu bem estar e preocupar-se com a qualidade de vida dos outros", tal qual preconiza o Perfil do Aluno, leva-nos para uma realidade que, sinceramente, não se vislumbra a sua aplicação plena nos próximos anos.<br><br></div><div>Se os alunos devem atingir este "perfil", então devem ser criadas condições para que isso seja possível, de modo a "tomarem contacto com desafios escolares significativos, responsabilizando-os , também, pelas opções curriculares e pela concretização dos projetos em que estarão envolvidos". Pede-se que tenham um papel ativo em todas as fases do processo. <br><br></div><div>E aqui residirá um outro grande obstáculo! Está bom de ver. Dedicação, interesse, disciplina... muito a aprender!<br><br></div><div>E a aplicação das novas tendências para a inovação educacional? Será um dos grandes investimentos que os docentes terão que aderir, numa perspetiva de responsabilidade que se espera existir em todos os intervenientes. Falamos de metodologias de aprendizagem ativa como a sala de aula partilhada, aula sem paredes, gamificação e a rentabilização, em sala de aula, dos dispositivos pessoais dos alunos (Bring Your Onw Device), que tanta polémica irá dar. Acresce ainda a aprendizagem baseada em problemas e Projetos, tudo áreas em que é necessário apostar para se fazer diferente e com mais sucesso.<br><br></div><div>Entende-se pois, que a nova praxis promova "tempos de trabalho interdisciplinar, com possibilidade de partilha de horário em diferentes disciplinas" para que a flexibilidade faça jus ao seu nome e se quebrem tabus, impulsionando-nos para uma vida nova e condizente com os dias que vamos vivendo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 11:34:27 UTC</pubDate>
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