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      <title>CAPIE  by João Sobreira</title>
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      <description>João Sobreira</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-13 23:54:41 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 1 - Tarefa 1 - Reflexões Sala 4</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1200013846</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questão: A escola, do ponto de vista do que sabemos, está a matar a criatividade? Porquê? O que se espera que a escola faça?</strong><br><br>Consideramos que a escola é só uma parte da vida de cada indivíduo, e há outras facetas da vida contemporânea que poderão estar a contribuir para uma diminuição de um certo tipo de competências. Por exemplo, as crianças não terem espaço para brincarem na rua, fora do controlo de adultos.<br><br>Mas há várias questões ligadas à escola que acabam por contribuir para adensar o problema, como, por exemplo:<br>- caminho para a uniformização;<br>- trabalho em função de critérios objectivos pré-determinados;<br>- obsessão com uma ideia ilusória de avaliação objectiva;<br>- negação da cópia baseada em concepções superficiais de liberdade e expressividade.<br><br>Pelo poder central temos ainda a imposição de currículos extensos e da avaliação externa.<br><br>Ana Isabel Patrocínio<br>Ana Rita Mendes<br>Fernando Faria<br>João Sobreira<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-13 23:58:42 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 1 - A Escola vista por um aluno de 9 anos</title>
         <author>up202002753</author>
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         <pubDate>2021-02-14 00:05:49 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 1 - Vídeo Ken Robinson</title>
         <author>up202002753</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-14 00:12:40 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 1 - Reflexão Pessoal</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1201521357</link>
         <description><![CDATA[<div>Temos uma visão de mudança optimista patente nos documentos recentes, emanados pelo atual governo e anterior:<br><br>* O Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória<br>* A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania<br>* os decretos de lei sobre a autonomia e flexibilidade curricular e sobre a inclusão e currículo<br>* O Plano Nacional das Artes<br><br>Estes documentos valorizam a sensibilidade estética e o pensamento criativo (entre outras vertentes), capacidades consideradas neles essenciais na formação escolar das crianças e jovens. <br><br>No entanto, verificamos uma resistência em levar a cabo estas reformas estruturais nas escolas, fundamentalmente pela existência de exigências curriculares que não se coadunam com o desenvolvimento deste tipo de capacidades:<br><br>* currículos extensos<br>* avaliações sumativas sob a forma de exames nacionais com conteúdos muito específicos<br>* sobrecarga burocrática da carreira docente<br>* valorização de carga horária de disciplinas consideradas "estruturantes" como matemática e português em detrimento das artes e humanidades<br><br>Assim, será difícil não se obter uma homogeneização dos alunos, não se tendo em conta a sua individualidade e contexto cultural no processo educativo. <br>Talvez estejamos no caminho de mudança, sobretudo com esta aparente vontade de reforma proveniente do próprio governo, mas cabe também a cada professor fomentar esse espirito crítico e sensibilidade nos alunos, procurando o espaço para tais concretizações. Será necessário, no entanto, uma vontade manifestada por concretização por parte do governo para que tal possa acontecer em pleno. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-14 17:49:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - Relações e interdependências entre a lógica da globalização e da sociedade da informação e o contexto educativo nacional.</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1224011054</link>
         <description><![CDATA[<div>O mundo em constante mudança é o reflexo da evolução tecnológica operada ao longo do século XX e XXI. Vivemos como define Bauman, numa "modernidade líquida", em que o fluxo de informação é avassalador. Assim, tem surgido uma preocupação recorrente sobre como a educação se deve adaptar a esta realidade, e se o tem ou não realizado. <br><br>Verificamos uma preocupação na adaptação da escola a estes tempos de mudança em Portugal em documentos como a “Estratégia da Educação para a Cidadania”, o “Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória”, e o “Plano Nacional das Artes”. Nestes documentos evidencia-se a necessidade da escola se adaptar às mudanças inerentes aos tempos em que vivemos no presente século, e propõe-se, abarcar valores que vão de encontro não só aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável como do Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI, elaborado em 1998. </div><div><br>Esta sociedade em permanente mudança, ou líquida como a define Bauman, tem sido apelidada de “Sociedade da Informação”, significando que vivemos imersos numa torrente contínua de informação globalizada e muitas vezes de origem duvidosa, à qual é difícil responder. Ball (2001) chama igualmente a atenção para os efeitos negativos da globalização, mas também dos mercados e da aplicação de conceitos de gestão na educação, que fomentam e alimentam a competitividade, o individualismo e a necessidade das escolas funcionarem em função do mercado e não tanto como focos de desenvolvimento humano dos indivíduos. Temos exemplos disto nos “rankings” das escolas secundárias assim como  as “taxas de empregabilidade” dos cursos de ensino superior. Traz também a atenção para um conceito que denomina de performatividade, que se baseia numa sobre análise/avaliação da performance, e que conduz à hipervigilância que assenta na burocracia sob a forma de reuniões, balanços, planificações, relatórios, inspeções e avaliação por colegas (veja-se os mecanismos da avaliação docente) a que assistimos hoje em dia na educação em Portugal. <br><br></div><div>Estas questões parecem revestir-se de alguma importância quando verificamos a tentativa de elaboração de documentos que parecem ir ao encontro de uma educação holística e humanista, e que, além dos que referi, se adicionam ainda os decretos de lei da flexibilização curricular, autonomia e inclusão. <br><br>Posso considerar que talvez exista algo de positivo no processo de globalização em relação à escola em particular, pois verificamos uma certa pressão sobre os governos globais para a aplicação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável também na educação, ou seja, há uma pressão internacional que procura nivelar pelo melhor. <br><br>No entanto, verificamos, por outro lado, um ambiente escolar pesado, caracterizado pela burocracia e pela ânsia de obter e demonstrar resultados tangíveis, que dificultam e causam entraves à vontade que possa existir por parte dos professores em se focarem no desenvolvimento humano dos seus alunos.  <br><br></div><div>Heargraves (2003) reflete então sobre a necessidade de os professores procurarem ensinar para a sociedade do conhecimento, querendo isto dizer que devem procurar que os alunos tenham uma relação saudável com o conhecimento, desenvolvendo o pensamento crítico e procurando selecionar dessa torrente imensa de informação, aquela que lhes é relevante a cada momento. Que possam desenvolver o pensamento e não a mera aceitação daquilo que lhes chega. Para isto, o autor defende que os próprios professores têm de se adaptar constantemente, procurar trabalhar em equipa e desenvolver a inteligência emocional. Tudo isto vai ao encontro da promoção e manutenção de um ambiente escolar saudável pelos professores, indo ao encontro das diretivas patentes nos documentos que refiro, sobretudo os decretos de lei da autonomia e flexibilização curricular, que procuram fomentar a interdisciplinaridade e trabalho em equipas educativas.<br><br></div><div>No entanto, será difícil cumprir estes propósitos quando verificamos que, apesar de tudo, continua a subsistir uma política de burocracia, gestão por objetivos e sujeição à lei dos mercados nas escolas, ao invés desse fator de desenvolvimento humano patente nos documentos que abundam de boas intenções. Precisaremos apenas de tempo e determinação ou será que estes documentos irão ficar, como tantos outros, na gaveta ministerial, intocados ao longo das próximas décadas?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-21 19:41:56 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - A sociedade do conhecimento: mudança das condições educativas</title>
         <author>up202002753</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-21 20:57:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - Textos</title>
         <author>up202002753</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ball, Stephen. (2001). Diretrizes Políticas Globais e Relações Políticas Locais em Educação. Currículo Sem Fronteiras. 1 (2). 99-116.<br><br>Hargreaves, A. (2003). Ensinar para a sociedade do conhecimento. In <em>O Ensino na Sociedade do Conhecimento - A educação na era da insegurança</em> (pp. 45-54). Porto: Porto Editora.<br><br>Portugal, Ministério da Educação. (2019). <em>Plano Nacional das Artes</em>.<br><br>Guia sobre o Desenvolvimento Sustentável<br><br>Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-21 20:58:41 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - Bauman e a Educação</title>
         <author>up202002753</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-22 00:20:11 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 3 - Projetos do Agrupamento de Escolas Fernando Casimiro Pereira da Silva - Rio Maior </title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1250706771</link>
         <description><![CDATA[<div>Surpreendentemente, esta escola em Rio Maior, longe dos centros urbanos, está envolvida com uma série de projetos bastante inovadores, sendo inclusive uma escola PPIP (Projeto Piloto de Inovação Pedagógica):<br><br>- INCLUD-ED: Participação na pesquisa financiada pelo VI Programa Quadro da Comissão Europeia, coordenado pelo CREA – Community of Research in Excellence for All, da Universidade de Barcelona, que passou pela identificação de Ações Identificativas de Sucesso, ou seja, ações que simultaneamente melhoram o sucesso escolar e contribuem para a coesão social, em todos os contextos em que são implementadas, por oposição às boas práticas que, não obstante o seu potencial para alcançar excelentes resultados, estão limitadas a contextos particulares, tendo sido elas, nesta escola: Grupos Interativos, Tertúlias Literárias Dialógicas; Formação de Familiares; Participação Educativa da Comunidade; Modelo Dialógico de Prevenção e Resolução de Conflitos; Formação Pedagógica Dialógica de Professores; <br>- Ainda em linha com este projeto, a preocupação com o fomento de Comunidades de Aprendizagem neste espaço escolar.<br><br>- FISICLAB: Clube Escolar de Parkour; Projeto Personal Training; Game Design na Educação Física; Jogos Cooperativos; <br><br>- Erasmus + (exemplo: Say No to Bullying)<br><br>- ActiveLab: Os “Ambientes Educativos Inovadores”, também conhecidos como “Salas de Aula do Futuro” (SAF) têm vindo a ser inaugurados em diversas escolas portuguesas e pretendem constituir-se como laboratórios de aprendizagem, espaços de inovação, para professores e alunos, propícios à utilização de novas metodologias, nomeadamente <em>Project-Based</em> e <em>Inquiry-Based Learning. </em>Criação de um laboratório de aprendizagem na escola. O ActiveLab enquadra os seguintes projetos:<br><br></div><blockquote>- Projeto Ciência no Rio: O projeto Ciência no Rio é resultado de uma parceria entre a Universidade de Coimbra, o Agrupamento de Escolas Fernando Casimiro Pereira da Silva e a Câmara Municipal de Rio Maior: pretende inserir o trabalho académico e de investigação de excelência da Universidade de Coimbra para a realidade educativa das comunidades escolares do Concelho de Rio Maior, através de diversas atividades: exposições, palestras, etc.</blockquote><div><br></div><blockquote>- Khan Academy da Fundação PT: desenvolve-se em articulação com os grupos disciplinares de matemática, com o departamento do 1.º ciclo e a equipa de educação especial do agrupamento.</blockquote><div><br></div><blockquote>- Clube de Robótica.</blockquote><div><br>Esta escola está também envolvida no Projeto Piloto Ecossistemas de Aprendizagem e Bem-estar, que envolve uma série de atividades que procuram promover uma melhoria no ambiente e espaço escolares, tais como gestão do stress, relaxamento, auto e hetero questionamento, etc. <br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 19:52:09 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 3 - Como os projetos escolares podem fazer parte da mudança de paradigma</title>
         <author>up202002753</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>up202002753</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 3 - Conceção e avaliação de projetos, com ênfase em projetos financiados pela EU e a participação das escolas.</strong><br>Links: <br>https://www.erasmusmais.pt/projetos<br>Projetos Erasmus+:<br>http://up2b.eu<br>http://digitaliteracy.eu/mindthegaps/<br>http://bepart-project.eu<br>https://21stcskills-sdg.eu/en/home/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 19:32:03 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 3 </title>
         <author>up202002753</author>
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         <pubDate>2021-03-07 19:34:00 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 4 - Tarefa 2: Análise do Projeto Educativo da Escola Artística Soares dos Reis (João Sobreira, Manuel Horta, Maria Luísa Veiga, Miguel Veloso)</title>
         <author>up202002753</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <title>Aula 5 - Tarefa 3 - Leitura dos textos 4 e 5</title>
         <author>up202002753</author>
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         <description><![CDATA[<div>(João Sobreira, Bruno Santos)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-20 22:33:31 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 6 - Tarefa 3 - Mapa Conceptual - Avaliação de Projetos</title>
         <author>up202002753</author>
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         <description><![CDATA[<div>(João Sobreira, Bruno Santos)</div>]]></description>
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         <title>Aula 7 - Tarefa 3 - Trabalho individual - Exploração texto de apoio 3 &quot;Planeamento Avaliação de Projetos&quot; (Capucha, 2008)</title>
         <author>up202002753</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 17:31:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 8 - Learning by Design</title>
         <author>up202002753</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 11:29:37 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 8 - Learning by Design - Princípios</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456136556</link>
         <description><![CDATA[<div>Verificamos que nos encontramos atualmente numa era caracterizada pela mudança. As mudanças a nível tecnológico têm trazido também mudanças significativas a nível social, e, em consequência, a nível da forma como a educação deve ser vista e pensada. Nesse sentido, vários investigadores e centros de investigação têm-se debruçado sobre como fazer a instituição escola acompanhar essas mudanças. Deparamo-nos inclusive com um novo termo para caracterizar esta nova geração de alunos, ou aprendizes: a “Geração P” de Participativa (*Fonte: <a href="https://newlearningonline.com/learning-by-design/lbd-principles">L-by-D Principles - New Learning Online</a>).Vivemos de facto num mundo cada vez mais participativo, com os novos media a invadir cada vez mais o nosso espaço social. Esta nova forma de aprendizagem concorre portanto com a atratividade natural das redes sociais, que proporcionam um acesso imediato e altamente satisfatório (tanto que pode provocar dependência) a informação, interação e comunicação. Assim, o perfil de alunos que temos hoje em dia é altamente condicionado pelo uso dessas redes sociais, e como tal, será natural encararmos o aluno não como o tradicional recetáculo de conhecimento do passado, mas como ele próprio construtor e participante na construção do seu próprio conhecimento.&nbsp;</div><div>Se conseguirmos obter a atenção focada e o envolvimento dos alunos da mesma forma que eles parecem ter resiliência e foco para atividades que lhes interessam verdadeiramente, podemos impulsionar de facto uma revolução escolar.</div><div>&nbsp;</div><div>No contexto desta revolução, tal como referem os autores em L-by-D Principles – New Learning Online, encontramos dois novos perfis, tanto de alunos ou aprendizes, como de professores:</div><div>&nbsp;</div><div>O novo aprendiz caracteriza-se por se revelar focado e envolvido na sua aprendizagem, trazendo as suas próprias experiências e criando novo conhecimento. Esta capacidade de associar as próprias experiências também é referida por Henrique Vaz em 2012 nos documentos fornecidos na disciplina, e este autor reforça a importância da variedade de processos de conhecimento e modos ativos de conhecer. Também este autor reforça a importância do conceito de multiliteracias, que se encontra relacionado com o ponto anteriormente referido, ela envolve as linguagens sociais e ambientes múltiplos (incluindo os digitais). Este novo perfil de aluno, tal como referido pelo mesmo autor, forma com os seus pares “comunidades de produção de conhecimento”.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O novo modelo de professor transforma o tradicional veiculador de conhecimento oral ou escrito num designer de aprendizagens. Permite aos alunos o espaço para se responsabilizarem pelo seu próprio conhecimento, através da exploração de diversos espaços e processos de aprendizagem (mais uma vez, incluindo os digitais). Os autores em L-by-D Principles – New Learning Online referem ainda a importância da colaboração, não só professor-aluno mas também entre os próprios professores, reforçando assim a teia de colaboração e de criação de conhecimento que é intenção do modelo de Learning by Design. Neste modelo, os alunos idealmente não têm necessariamente de aprender ao mesmo tempo, tendo o professor o papel de diferenciar as instruções, tarefas e processos de acordo com a especificidade dos seus alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 11:39:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 8 (b) - Learning by Design - Relação com Design Thinking</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456182256</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando pensamos em Learning by Design, pensei imediatamente também em Design Thinking. Este é um processo que envolve igualmente um envolvimento significativo por parte dos seus participantes, envolve igualmente interação, experimentação e produção de novo conhecimento, pelo que penso poder estar relacionado com estes conceitos abordados na aula. É um processo que envolve cinco etapas: empatia (pesquisa para entender as necessidades dos utilizadores), definição (do problema), ideação (geração de ideias), protótipo (criar representações das ideias) e teste (junto dos utilizadores). Este conceito de Design Thinking no fundo relaciona-se com o conceito de Project Based Learning, que abordaremos mais adiante na disciplina, no entanto será interessante verificar como este conceito tem sido aplicado em algumas escolas, nos vídeos que partilho acerca desta aula.&nbsp;<br><br>É especialmente relevante quando comparamos estes conceitos com o mapa conceptual de aprendizagens de Learning by Design (em L-by-D Principles – New Learning Online – que se encontra presente na secção de conteúdos deste portfolio), já que ambos os modelos envolvem a experiência (do conhecido para o novo – que podemos relacionar com a fase de empatia do Design Thinking), a análise (funcional para crítica, que podemos relacionar com a fase de definição do problema), a conceptualização (da nomeação para a teorização, que podemos relacionar com a fase de protótipo) e da aplicação (apropriada para criativa, que podemos relacionar com a fase de teste).&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Todas estas fases se interrelacionam mas também contém um ponto interessante, que é o máximo envolvimento dos participantes na construção de novo conhecimento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 12:16:40 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 8 (b) - Learning by Design e Design Thinking</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456183719</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Y5tumfLc-Wo" />
         <pubDate>2021-04-25 12:17:54 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 8 (c) - Learning by Design - Vídeo Jogos</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456195826</link>
         <description><![CDATA[<div>Outra questão que surgiu com estes conceitos foi que verificamos que os mais jovens (e também menos jovens) podem ficar horas a jogar um vídeo jogo, mas são muitas vezes resistentes à aprendizagem escolar. Será que poderíamos aplicar os conceitos utilizados nos vídeo jogos para criar designs de aprendizagem, ou planos de Learning by Design mais eficientes?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 12:27:10 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 8 (c) - Learning by Design e Vídeo Jogos</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456197051</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=iaSy1kdhWNQ" />
         <pubDate>2021-04-25 12:28:12 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 8 (d) - Learning by Design - Plano de Aprendizagens</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456212594</link>
         <description><![CDATA[<div>Como já referi, o plano de aprendizagens de Learning by Design envolve um salto que se pode afigurar como da aprendizagem tradicional para a aprendizagem transformativa. Este salto configura-se também nas formas de abordar a aprendizagem:</div><div>&nbsp;</div><div>Experienciar: Há um salto do conhecido (experiências prévias do estudante) para o novo (posicionar-se face a novas experiências)</div><div>&nbsp;</div><div>Aplicar: Há um salto de fazer as “coisas e modo adequado” - apropriadamente (aprender e aplicar da mesma forma quês e aprendeu) para fazer as coisas criativamente (envolve adaptação a novos contextos e aplicação criativa do conhecimento)</div><div>&nbsp;</div><div>Conceptualizar: Há um salto desde a nomeação (associar o mesmo tipo de coisa, implica memorizar e associar regras, conceitos, ideias) para a teorização (associando diferentes tipos de coisas, estabelecendo ligações, relações de causa-efeito, possibilidades)</div><div>&nbsp;</div><div>Analisar: Há um salto entre analisar funcionalmente (“reflectindo sobre o que determinada coisa produz: examinando, analisando as relações de causa efeito, como funciona, qual é a sua estutura) para analisar criticamente (refletir sobre as “finalidades, inteções e interesses humanos de um elemento do conhecimento, ação, objeto ou significado)</div><div>&nbsp;</div><div>Existe no fundo no seu todo, um salto do pensamento convergente para o pensamento divergente/criativo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 12:40:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 8 (e) - Learning by Design - Avaliação</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456261496</link>
         <description><![CDATA[<div>Obviamente um processo de ensino-aprendizagem que envolve conceitos muito diferentes dos tradicionais não poderá basear-se numa avaliação tradicional. O tipo de avaliação envolvido neste modelo de Learning by Design envolve uma avaliação holística e contínua, assente num feedback contínuo sobre como os alunos estão a aprender e a envolver-se no processo. Baseia-se portanto numa avaliação formativa e não apenas sumativa (à base de testes e provas finais), por etapas, baseada em feedback proveniente de uma multiplicidade de fontes (não apenas do professor ao aluno, mas também dos pares, familiares, convidados e peritos na área)...no fundo aumentar as formas e métodos de avaliação para que esta seja o mais completa possível. Dar preferência às avaliações qualitativas, utilização de métodos inovadores como o portfolio individual. Este método de avaliação revela-se mais completo que o tradicional e incentiva o progresso em direção à autonomia, independência e espírito colaborativo no aluno.</div><div>Ou seja, o aluno passa de um primeiro nível de competências “assistidas” em que este depende do professor ou dos colegas para levar a cabo a tarefa, para um segundo nível de competências “autónomas” em que o aluno entende como levar a cabo a tarefa por si próprio até um terceiro nível de competências “colaborativas” em que o aluno trabalha com terceiros de forma a elevar o seu trabalho a um novo patamar de excelência. Estes três níveis de competências podem ser também avaliados de acordo com o mapa conceptual do processo de conhecimento de Learning by Design, em que se aplicam os conceitos de experiências (conhecidas e novas), conceptualização (por nomeação e teorização), análise (funcional e crítica) e aplicação (apropriada e criativa), às quais se junta também a capacidade de multiliteracia pelo incentivo e avaliação da capacidade do uso de múltiplas plataformas de acesso ao conhecimento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 13:20:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 8 - Pensamentos finais</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456263465</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=UCFg9bcW7Bk" />
         <pubDate>2021-04-25 13:21:27 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 8 - Pensamentos Finais</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456264081</link>
         <description><![CDATA[<div>Relacionados com este conceito de Learning by Design estão, como já referi, o conceito de Design Thinking, mas também de Colaboração, Comunicação, Pensamento Crítico, Criatividade. Na Ted Talk de Joe Ruhl, um professor de biologia, este refere como utiliza estes conceitos na sua sala de aula. Verificamos que a educação do futuro deve estar assente em conceitos que acompanhem a mudança dos tempos. Isto não significa que o aluno fique perdido e limitado sobre os seus próprios interesses, mas que os professores se tornem facilitadores e guias de conhecimento, e não apenas veiculadores e transmissores do mesmo.</div><div>Passamos de um currículo tradicional, homogéneo e igual para todos, por um currículo progressista, “mais ajustado à diferença e diversidade e mais inclusivo”, centrado no aprendente, mas que pode envolver um currículo confuso pela ausência de uma centralização; até um currículo transformativo, que procura adequar as diferenças dos aprendentes, mas respeitando os elementos mais positivos das abordagens tradicional e progressista.&nbsp;</div><div>Este currículo transformativo tem também alguns pontos fracos, dos quais podemos destacar desde já a necessidade de autonomia do professor, que muitas vezes se incompatibiliza com a necessidade ainda presente na escola de corresponder a avaliações sumativas externas como provas globais e exames nacionais, deixando pouco tempo para a experimentação e abordagens diferentes. Envolve também um desafio de se trabalhar fora da zona de conforto, e o desafio de trabalhar as diferenças e subjetividades, mas mantendo o rigor intelectual e os objetivos educacionais gerais. Torna-se também mais difícil avaliar objetivamente.&nbsp;</div><div>Na minha opinião será certamente necessário continuar a caminhar-se em direção a essa nova escola, no entanto tendo o cuidado de refletir a cada passo se estamos a criar entropia ou fundações sólidas baseadas no pensamento crítico e criatividade, mas não descurando as aprendizagens essenciais que o cidadão em formação deverá apresentar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 13:21:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 9 - Project Based Learning</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456546097</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=eGWqBZSFgxE" />
         <pubDate>2021-04-25 16:32:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 9 - Project Based Learning</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456561852</link>
         <description><![CDATA[<div>A perspectiva de John Dewey</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 16:41:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 9 - Project Based Learning</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456610283</link>
         <description><![CDATA[<div>Se, como vimos, um estudante envolvido e interessado aprende melhor, então, precisamos de ferramentas para criar essa envolvência e interesse. É aqui que surge o conceito de Project Based Learning. John Dewey verificou que o estudante aprende mais se estiver interessado na matéria e sugeriu que a aprendizagem se fizesse através do fazer ou através da resolução de problemas, envolvendo desta maneira o estudante na produção de conhecimento. A escola era vista por Dewey como tendo características similares a um atelier ou laboratório – escola como laboratório social (Maida, 2011). Este tipo de abordagem coaduna-se muito mais com a realidade prática, visto que a nossa própria vida está repleta de pequenos projetos, desde cozinhar uma refeição, arranjar um emprego ou planear uma viagem ou um casamento, que envolvem a resolução de problemas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Assim, é uma metodologia que implica envolvimento, interdisciplinaridade, desenvolvimento de competências sociais, mobilização dos alunos na construção social educativa, através de planificação flexível, trabalho em grupos e pesquisa no terreno que se configuram numa realidade de teoria ligada à prática.</div><div>&nbsp;</div><div>O seu planeamento envolve uma visão geral de projeto, objetivos de aprendizagem, marcos do projeto (milestones), um calendário de atividades e um plano de aulas. Tal como acontece em qualquer projeto, tem de haver uma monitorização constante e envolvimento dos participantes e um contexto prático onde agir. Encontramos pois sete elementos essenciais no design de um projeto: problema ou questão desafiante (a questão de partida), o inquérito sustentado (questionamento e partilha de informação ao longo do tempo), autenticidade (a relação com o contexto local e os currículos escolares), a voz e escolha dos estudantes (o envolvimento dos mesmos), reflexão (o questionamento sobre os obstáculos e como os superar), crítica e revisão (alunos dão e recebem feedback sobre os processos), produto público (apresentação do trabalho).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 17:09:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 9 - Definição do Tema</title>
         <author>up202002753</author>
         <link>https://padlet.com/up202002753/Bookmarks/wish/1456627463</link>
         <description><![CDATA[<div>"Não quero ir à escola!" - Incerteza e Criatividade - Estimular o Inesperado<br><strong><br>Liberdade</strong></div><div><br>Ai que prazer<br>Não cumprir um dever,<br>Ter um livro para ler<br>E não o fazer!<br>Ler é maçada,<br>Estudar é nada.<br>O sol doura sem literatura.<br>O rio corre, bem ou mal,<br>Sem edição original.<br>E a brisa, essa,<br>De tão naturalmente matinal,<br>Como tem tempo não tem pressa.</div><div><br>Livros são papéis pintados com tinta.<br>Estudar é uma coisa em que está indistinta<br>A distinção entre nada e coisa nenhuma.</div><div><br>Quanto é melhor, quando há bruma,<br>Esperar por D. Sebastião,<br>Quer venha ou não!</div><div><br>Grande é a poesia, a bondade e as danças…<br>Mas o melhor do mundo são as crianças,<br>Flores, música, o luar, e o sol, que peca<br>Só quando, em vez de criar, seca.</div><div><br>O mais do que isto<br>É Jesus Cristo,<br>Que não sabia nada de finanças<br>Nem consta que tivesse biblioteca…</div><div><strong><br>Fernando Pessoa</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 17:18:27 UTC</pubDate>
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