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      <title>questôes eticos racial by adriana morais</title>
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      <description> influência africana na cultura brasileira, racismo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-06-19 22:41:39 UTC</pubDate>
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         <title>conceito de etinias e racismo</title>
         <author>adrianamorais673</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O conceito de raça</strong> está intimamente relacionado com o âmbito biológico, as diferenças decaracterísticas físicas que fazem daquele grupo social um grupo particular. Pode-secompreender melhor o que se quer dizer quando fala-se de raça quando se atenta para asquestões de cor de pele, tipo de cabelo, conformação facial e cranial, ancestralidade e genética.<strong> O conceito de Etnia</strong> está relacionado ao âmbito da cultura, os modos de viver, costumes,afinidades lingüísticas de um determinado povo criam as condições de pertencimento naqueladeterminada etnia. Pode-se compreender melhor as questões étnicas a partir dos inúmerosexemplos que enchem a televisão de manchetes, como os eternos conflitos entre grupos étnicosno oriente médio que vivem em disputa política por territórios ou por questões religiosas.<br><br></div><div>Porém estes conceitos não são suficientes para que se possa compreender a realidade dos setores sociais que sofrem com estas questões, sobretudo os negros e indígenas aqui no Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-19 22:50:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adrianamorais673</author>
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         <description><![CDATA[Juventude negra
A juventude negra experimenta hoje um grande desafio no que tange reverter à realidade histórica dos negros, realidade essa que vem sido inscrita no país desde a chegada dos colonizadores há 500 anos. A dimensão de se pensar a juventude negra brasileira é que ela representa o maior seguimento populacional de jovens do país; São 16 milhões de jovens, o que significa que 47% da juventude brasileira é negra. Isso deveria merecer uma maior atenção nas políticas públicas de forma a reverter à discriminação racial, desigualdade econômica e a falta de acesso a lazer e educação, que são uma realidade cotidiana da maioria dos jovens negros.
Conquistas importantes na luta do negro no Brasil
Atualmente e existem algumas leis que protegem os negros da discriminação racial. A Lei nº 9.459 , que complementou a Lei nº 7.716, define o racismo como crime.
Outra conquista importante no âmbito da educação e da preservação da cultura dos negros foi a Lei nº 10.639/03, que alterou a Lei nº 9.394/96 – das Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que incluiu no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática de História e Cultura Afro-Brasileira.
Outra lei importante é a de cotas para negros nas Universidades, que assegura 20% das vagas em Universidades para negros, pardos e indígenas. Confira aqui o projeto e a lei sancionada..
A juventude negra continua no mesmo movimento histórico que sua raça desenhou desde que chegou como escravos no país, criando espaços de resistência com o objetivo de articular um diálogo entre a juventude negra do país. Os jovens negros tem utilizados ferramentas da internet para promover discussão e articulação dos jovens em fóruns estaduais e nacionais, a partir da organização dos ENJUNE, Encontro Nacional de Juventude Negra.
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         <pubDate>2017-06-19 22:53:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adrianamorais673</author>
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         <description><![CDATA[<div>Também existem várias ações que estão sendo desenvolvidas em diferentes setores e lideranças sociais onde a juventude negra atua junto a juventude organizada no sentido de buscar uma unificação com as reivindicações mais globais.<br><br></div><div>Porém a forma mais simples que a juventude negra está usando para mobilizar os jovens é através de ações culturais como o hip hop, dos grupos de capoeira entre outros que abrem mais informais para um movimento mais amplo de denúncia do racismo, a discriminação, a violência e a falta de oportunidades imposta pela sociedade a este seguimento.<br><br></div><div><strong>Você sabia?<br></strong><br></div><div>O Dia 20 de novembro é o <strong>Dia da Consciência Negra</strong>. Nesta data é feriado em algumas cidades do país, ela representa a luta e comemoração de todas as conquistas do Movimento Negro até hoje. Esta data foi escolhida em homenagem a <strong>Zumbi, líder do quilombo dos Palmares</strong>. Este quilombo foi considerado o maior foco de resistência negra à escravidão. Zumbi lutou bravamente contra a escravidão dos negros no Brasil e foi assassinado em 1695 entrando para a história como um exemplo de resistência e de luta.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-19 22:54:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adrianamorais673</author>
         <link>https://padlet.com/adrianamorais673/x2bn5dhtff1a/wish/176914155</link>
         <description><![CDATA[<h1>A influência da cultura negra na formação do Brasil</h1><div><a href="https://pausapararefletir.wordpress.com/2016/05/28/a-influencia-da-cultura-negra-na-formacao-do-brasil/">MAIO 28, 2016</a> ~ <a href="https://pausapararefletir.wordpress.com/author/pausapararefletir/">ESTER<br></a><br></div><div>A influência da cultura negra no Brasil deu-se principalmente a partir do século XV, no qual o tráfico negreiro assumiu enormes proporções em vista da proibição pela igreja católica à escravidão indígena. Desse modo, são perceptíveis os traços das práticas culturais africanas tanto na religião quanto na economia, política, culinária, dança, música e até na própria linguagem brasileira.<br><br></div><div>Como já destacado anteriormente, é impossível falar da influência dos africanos sem lembrar a herança que eles deixaram para a nossa culinária. Acarajé, mungunzá, quibebe, farofa e vatapá são pratos originalmente utilizados como comidas de santo, ou seja, comidas que eram oferecidas às divindades religiosas cultuadas pelos negros. Atualmente, porém, são dignos representantes da culinária brasileira.</div><div>Além disso, os escravos vindos da África traziam consigo o candomblé. Proibidos de praticar sua religião, os africanos associaram a cada orixá um ou mais santos católicos para poderem exercer sua religião sem serem perseguidos. Dos orixás de origem africana, se tornaram mais populares os seguintes: oxalá, xangô, yemanjá, e exu. Ainda nessa perspectiva, o “Atlântico Negro” é um documentário que mostra as afinidades culturais existentes dos dois lados do Atlântico, entre Brasil e África, indicando quais foram as principais rotas do tráfico de escravos e destacando as grandes contribuições que os africanos incorporaram à cultura brasileira em seu período de formação. O filme também aborda o tema das origens das religiões afro-brasileiras, como o candomblé e o vodu, trazendo para o espectador imagens surpreendentes de rituais religiosos filmados em Keto, Abomei e Uidá.</div><div>Já a influência africana na linguagem portuguesa do Brasil, que em alguns casos chegou também à Europa, veio do idioma iorubá, falado pelos negros provenientes da Nigéria, e observada principalmente no vocabulário relacionado à culinária, à religião e também do quimbundo angolano, em palavras como caçula, cafuné, moleque, maxixe e samba, entre centenas de outros vocábulos.</div><div>Além da contruibuição no desenvolvimento da língua portuguesa,a riquíssima literatura popular de origem africana contribuiu para a formação do folclore brasileiro, contendo uma vasta série de contos e lendas, a exemplo dos contos totêmicos, ou seja, conjuntos de animais tais como a tartaruga, lebre, sapo, antílope, elefante, crocodilo etc.</div><div>Nos dizeres de Moura (1989), a história do negro no Brasil se mescla quase em sua totalidade na formação da nação brasileira, por meio de sua evolução histórica e social. O negro, considerado um objeto não raro como uma força animal de trabalho, auxiliou de forma decisiva para o desenvolvimento da economia&nbsp; brasileira, entretanto, mesmo contribuindo de forma bastante significativa, ele não pode usufruir de seu próprio trabalho.</div><div>Além de desenvolver a riqueza nacional e disseminar sua cultura, o negro atuou politicamente. São vários os movimentos sócio-políticos na trajetória social e histórica brasileira em que participaram o negro escravo ou o negro livre. Vale ressaltar também os quilombos, que foram vistos como movimentos políticos independentes dos escravos, em quase todas as lutas ocorridas ou planejadas o povo negro esteve presente.</div><div>A herança dos costumes e tradições africanas é de notável importância para a compreensão das origens da cultura brasileira e das raízes étnicas existentes no Brasil, sendo de igual necessidade a implantação de políticas públicas e campanhas esclarecedoras a respeito da história, cultura e lutas dos negros, para honrar com o devido mérito essa raça tão merecedora!</div><div>Referências:<br><br></div><div><a href="https://influencianegranobrasil.wordpress.com/">https://influencianegranobrasil.wordpress.com</a></div><div><em>Fotos retiradas da internet</em></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-19 23:07:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adrianamorais673</author>
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         <description><![CDATA[<h1>Cultura afro-brasileira se manifesta na música, religião e culinária</h1><div><strong>Patrimônio Brasileiro<br></strong><br></div><div>Somente a partir do século XX, manifestações, rituais e costumes africanos começaram a ser aceitos e celebrados como expressões artísticas genuinamente nacionais<br><br></div><div><br>O Brasil tem a maior população de origem africana fora da África e, por isso, a cultura desse continente exerce grande influência, principalmente, na região Nordeste do Brasil.<br><br></div><div><br>Hoje, a cultura afro-brasileira é resultado também das influências dos portugueses e indígenas, que se manifestam na música, religião e culinária.<br><br></div><div><br>Devido à quantidade de escravos recebidos e também pela migração interna destes, os estados de Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul foram os mais influenciados.<br><br></div><div><br>No início do século XIX, as manifestações, rituais e costumes africanos eram proibidos, pois não faziam parte do universo cultural europeu e não representavam sua prosperidade. Eram vistas como retrato de uma cultura atrasada.<br><br></div><div><br>Mas, a partir do século XX, começaram a ser aceitos e celebrados como expressões artísticas genuinamente nacionais e hoje fazem parte do calendário nacional com muitas influências no dia a dia de todos os brasileiros.<br><br></div><div><br>Em 2003, a lei nº 10.639 passou a exigir que as escolas brasileiras de ensino fundamental e médio incluíssem no currículo o ensino da história e cultura afro-brasileira.<br><br></div><div>Para ajudar na criação das aulas e na abordagem pelos professores, o <a href="http://www.sinpro.org.br/afro.asp">Sinpro-SP</a> preparou um site com várias dicas e material para estudo.</div><div><strong>Música</strong></div><div><br>A principal influência da música africana no Brasil é, sem dúvidas, o samba. O estilo hoje é o cartão-postal musical do País e está envolvido na maioria das ações culturais da atualidade. Gerou também diversos sub-gêneros e dita o ritmo da maior festa popular brasileira, o Carnaval.<br><br></div><div><br>Mas os tambores de África trouxeram também outros cantos e danças. Além do samba, a influência negra na cultura musical brasileira vai do Maracatu à Congada, Cavalhada e Moçambique. Sons e ritmos que percorrem e conquistam o Brasil de ponta a ponta.<br><br></div><div><strong>Capoeira</strong></div><div><br>Inicialmente desenvolvida para ser uma defesa, a capoeira era ensinada aos negros cativos por escravos que eram capturados e voltavam aos engenhos.<br><br></div><div><br>Os movimentos de luta foram adaptados às cantorias africanas e ficaram mais parecidos com uma dança, permitindo assim que treinassem nos engenhos sem levantar suspeitas dos capatazes.<br><br></div><div><br>Durante décadas, a capoeira foi proibida no Brasil. A liberação da prática aconteceu apenas na década de 1930, quando uma variação (mais para o esporte do que manifestação cultural) foi apresentada ao então presidente Getúlio Vargas, em 1953, pelo Mestre Bimba. O presidente adorou e a chamou de “único esporte verdadeiramente nacional”.<br><br></div><div>A Capoeira é hoje Patrimônio Cultural Brasileiro e recebeu, em novembro de 2014, o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.</div><div><strong>Religião</strong></div><div><br>A África é o continente com mais religiões diferentes de todo o mundo. Ainda hoje são descobertos novos cultos e rituais sendo praticados pelas tribos mais afastadas.<br><br></div><div><br>Na época da escravidão, os negros trazidos da África eram batizados e obrigados a seguir o Catolicismo. Porém, a conversão não tinha efeito prático e as religiões de origem africana continuaram a ser praticadas secretamente em espaços afastados nas florestas e quilombos.<br><br></div><div><br>Na África, o culto tinha um caráter familiar e era exclusivo de uma linhagem, clã ou grupo de sacerdotes. Com a vinda ao Brasil e a separação das famílias, nações e etnias, essa estrutura se fragmentou. Mas os negros criaram uma unidade e partilharam cultos e conhecimentos diferentes em relação aos segredos rituais de sua religião e cultura.<br><br></div><div><br>As religiões afro-brasileiras constituem um fenômeno relativamente recente na história religiosa do Brasil. O Candomblé, a mais tradicional e africana dessas religiões, se originou no Nordeste. Nasceu na Bahia e tem sido sinônimo de tradições religiosas afro-brasileiras em geral. Com raízes africanas, a Umbanda também se popularizou entre os brasileiros. Agrupando práticas de vários credos, entre eles o catolicismo, a Umbanda originou-se no Rio de Janeiro, no início do século 20.<br><br></div><div><strong>Culinária</strong></div><div><br>Outra grande contribuição da cultura africana se mostra à mesa. Pratos como o vatapá, acarajé, caruru, mungunzá, sarapatel, baba de moça, cocada, bala de coco e muitos outros exemplos são iguarias da cozinha brasileira e admirados em todo o mundo.<br><br></div><div>Mas nenhuma receita se iguala em popularidade à <a href="http://revista.ufrr.br/index.php/examapaku/article/view/1471">feijoada</a>. Originada das senzalas, era feita das sobras de carnes que os senhores de engenhos não comiam. Enquanto as partes mais nobres iam para a mesa dos seus donos, aos escravos restavam as orelhas, pés e outras partes dos porcos, que misturadas com feijão preto e cozidas em um grande caldeirão, deram origem a um dos pratos mais saborosos e degustados&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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