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      <title>Investigação em Educação - Desafio Tema 3 - Técnicas para Recolha e Análise de Dados by Márcio Silva</title>
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      <description>&quot;Todo e qualquer plano de investigação, seja ela de cariz quantitativo, qualitativo ou multimetodológico implica uma recolha de dados originais por parte do investigador.&quot; (Coutinho, 2013, p. 105)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-03 21:14:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2001006_uab</author>
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         <description><![CDATA[<p>A observação constitui-se como uma técnica de recolha de dados fundamental para a investigação, principalmente nos estudos qualitativos, sendo o meio mais direto de se estudar uma ampla variedade de fenómenos dos aspetos do comportamento humano e suas características físicas, através do registo de unidades de interação, baseadas naquilo que o observador vê e ouve, proporcionando uma maior autenticidade dos comportamentos e acontecimentos em determinado momento, com a espontaneidade e maior veracidade nos atos.</p><p><br/></p><p>Um dos pontos fortes deste método de recolha de dados é que permite ao investigador observar os participantes sem ter de depender da vontade e capacidade de resposta dos mesmos. Um dos pontos fracos é que os motivos que estão na base dos comportamentos observados podem não ser claros.</p><p><br/></p><p>Existem duas dimensões importantes a considerar nas técnicas de observação – Estruturada e Não Estruturada.</p><p><br/></p><p>Observação estruturada: o investigador parte para o terreno com um protocolo de observação pré-definido e estruturado; os dados obtidos são de tipo quantitativo; observador como participante.</p><p><br/></p><p>Observação não estruturada: o investigador parte para o terreno apenas com uma folha de papel onde regista tudo o que observa; observa o que acontece naturalmente (observação naturalista) e oportuno (observação livre); os dados obtidos são preferencialmente usados na investigação qualitativa; participante como observador.</p><p><br/></p><p>É importante não esquecer as questões éticas nas técnicas de colheita de dados, no caso da técnica de observação os dois princípios a respeitar são o consentimento informado e a confidencialidade.</p><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><p>Coutinho, C. P. (2013). <em>Metodologia de Investigação em Ciências Sociais e Humanas: Teoria e Prática</em> (2ª ed). Almedina</p><p>Fortin, M.-F., Côté, J., &amp; Filion, F. (2009). <em>Fundamentos e etapas do processo de investigação</em>. Lusodidacta</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-04 22:04:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2001006_uab</author>
         <link>https://padlet.com/2001006_uab/x27mmjmga0qefm4b/wish/3279883136</link>
         <description><![CDATA[<p>A Investigação usando Grupos de Enfoque (entrevista de grupo), usada sobretudo nas áreas de marketing e publicidade, começou a ser usada também na Investigação em Ciências Sociais, sobretudo por investigações dentro do paradigma qualitativo (embora seja também compatível na combinação com o quantitativo) por apresentar várias vantagens na investigação, nomeadamente a versatilidade que permite, a possibilidade de combinar entrevista com observação e interação entre os entrevistados. Esta interação é também uma fonte rica em dados, fornecendo campos de análise suplementares. </p><p><br></p><p>Num grupo de enfoque, o tema deverá ser conhecido e comum a todos os membros para se poder desenvolver um diálogo que deverá ser minuciosamente anotado pelo moderador (ou mesmo gravado em vídeo). É também necessário que o grupo de entrevistados seja homogéneo em relação ao tema abordado (nuns casos poderá ser a idade, noutros o grupo social, etc).</p><p><br></p><p>As questões devem ser preparadas pelo moderador, que tem neste tipo de investigação um papel fundamental, tendo que moderar o debate com destreza. Há, como em todos os métodos, alguns aspetos negativos: a conversa poder ser monopolizada por um dos entrevistados e ainda a incapacidade do moderador em libertar-se das suas leituras pré-concebidas durante a entrevista e posterior análise de dados.</p><p><br></p><p>Por estes motivos, a escolha do moderador e dos entrevistados é fundamental para o bom resultado da investigação, podendo tornar-se um método dispendioso e difícil de preparar.</p><p><br></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><p>Coutinho, C. P. (2013). <em>Metodologia de Investigação em Ciências Sociais e Humanas: Teoria e Prática</em> (2ª ed.). Almedina</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sk.sagepub.com/book/mono/focus-group-interviews-in-education-and-psychology/toc">https://sk.sagepub.com/book/mono/focus-group-interviews-in-education-and-psychology/toc</a></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-04 22:10:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>paulacmferreira</author>
         <link>https://padlet.com/2001006_uab/x27mmjmga0qefm4b/wish/3280055069</link>
         <description><![CDATA[<p>Comecemos por tentar definir Entrevista.</p><p>De acordo com Schulz (2012), a entrevista é uma das técnicas mais comuns de recolha de dados, quer na área da Educação, quer na área das Ciências Sociais. Na literatura consultada, encontramos várias definições de entrevista, entre as quais:</p><p>- “É uma conversa com um objectivo.” (Ghiglione e Matalon, 1997, p. 64)</p><p>- “É um encontro interpessoal que se desenrola num contexto e numa situação social determinados, implicando a presença de um profissional e de um leigo.” (idem)</p><p>- “processo de interação social entre duas pessoas na qual uma delas, o entrevistador,</p><p>tem por objetivo a obtenção de informações por parte do outro, o entrevistado” (Haguette, 1997, p. 86 as cited in Boni &amp; Quaresma, 2005, p.72)</p><p>&nbsp;</p><p>A <strong>função principal</strong> <strong>da entrevista</strong> é a de permitir ao investigador recolher dados sobre um determinado tema científico no processo de trabalho de campo, de forma profunda (<em>in-depth</em>).</p><p><br/></p><p>&nbsp;A entrevista tem determinadas <strong>características</strong>: pode ser curta e focada ou longa, envolvendo várias sessões; pode também ser conduzida pessoalmente ou através do telefone, emails ou plataformas para videochamadas; exige certos cuidados por parte do investigador, entre os quais: a sua preparação; a disponibilidade do entrevistado e calendarização; condições para a realização da entrevista (espaço, temperatura, luz, privacidade, distância…). Além disso, tem como enfoque o seu planeamento e a escolha do público-alvo, que de acordo com a literatura recomendada, deve ter alguma familiaridade com o tema a tratar, aliás, Schulz (2012) refere-se a “peritos no tema”.</p><p><br/></p><p><strong>Vantagens da entrevista sobre outras técnicas</strong>:</p><p>- Possibilidade elevada de avaliar atitudes e outras variáveis do âmbito socio afetivo;</p><p>- Oportunidade de questionar e de ajustar questões ao longo do processo;</p><p>- Elevado número de dados diversificados;</p><p>- Capacidade de fornecer uma interpretação mais rica em pormenores e informação em profundidade.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Algumas limitações abordadas na literatura:</strong></p><p>- Risco de intimidação dos sujeitos, dependendo das competências do entrevistador;</p><p>- Possibilidade de falta de neutralidade do entrevistador face a reações inesperadas do entrevistado;</p><p>- Ruído comunicativo e adequação das questões colocadas &nbsp;às respostas obtidas.</p><p>- Gastos nas entrevistas face a face ao nível do tempo (ex.: análise de dados) e do dinheiro (ex.: deslocações).</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Tipos de Entrevista:</strong></p><p>- <em>Não estruturada (livre/aberta)</em><strong>:</strong> é um tipo de entrevista de caráter exploratório que permite conhecer a perspetiva dos participantes sobre um determinado tema, não existindo, habitualmente, predeterminação nas perguntas e é usada onde existe pouco conhecimento sobre um determinado tema. Neste tipo de entrevista temos a considerar o seguinte:</p><p>·&nbsp;O entrevistador introduz apenas o tema;</p><p>·&nbsp;Desenvolve-se no fluir de uma conversa;</p><p>·&nbsp;O entrevistado desenvolve livremente o seu pensamento/discurso;</p><p>·&nbsp;As questões emergem do contexto imediato;</p><p>·&nbsp;O guião apresenta-se como um documento escrito, indicando o objetivo e as linhas orientadoras;</p><p>·&nbsp;O entrevistador promove, encoraja e orienta a participação do entrevistado, interagindo apenas para manter o sujeito a falar e, numa 2.ª fase, para desenvolver ideias, evitando dirigir ou liderar.</p><p><strong>Alguns constrangimentos</strong> podem passar pela: escassez de recursos financeiros, consumo de tempo, e insegurança relativa ao anonimato.</p><p>Como <strong>aspetos positivos</strong> temos, por exemplo, a boa perceção das diferenças individuais e mudanças do entrevistado, assim como a possibilidade de individualizar as questões, por forma a estabelecer uma melhor comunicação.</p><p><br/></p><p>- <em>Semi-estruturada (semidiretiva ou semi-aberta):</em> na qual importa a obtenção de dados comparáveis de diferentes participantes. Neste tipo de entrevista, baseados em Manzini (2004), deve ser dada especial atenção à forma como as perguntas são formuladas, devendo o guião ser previamente preparado com linhas orientadoras que atinjam os objetivos pretendidos, contendo algumas perguntas principais e outras "inerentes" ao contexto da entrevista (p.2). Esta é adaptada ao entrevistado, existindo um elevado grau de flexibilidade na exploração das questões. Aqui, não existe uma ordem rígida no questionamento e vários participantes são convidados a responder às mesmas questões.</p><p>Como <strong>aspetos positivos</strong> apontamos: a otimização do tempo; a espontaneidade nas respostas dos entrevistados, mediante interação do entrevistador; a possibilidade de utilização de recursos visuais; a grande probabilidade de não existir falta de respostas às questões colocadas; a possibilidade de seleção de temas para aprofundamento; e a introdução de novas questões.</p><p>Relativamente aos <strong>constrangimentos</strong> destas entrevistas, persiste a necessidade de uma boa preparação prévia do entrevistador no que toca, por exemplo, à linguagem usada (Manzini, 2004)</p><p><br/></p><p>- <em>Estruturada (diretiva ou fechada):</em> possui um conjunto de perguntas definidas previamente, num guião estruturado, que permite a recolha mais rápida e de fácil comparação. É mais utilizada em estudos quantitativos, viabilizando a recolha estandardizada de informação. A variação das questões colocadas é mínima, incidindo em questões fechadas. As categorias de resposta estão, previamente, definidas e a informação recolhida é, por isso, de tipo uniforme. Regista-se uma avaliação das respostas reduzida durante a entrevista.</p><p>Salientando alguns<strong> aspetos positivos</strong>, podemos referir que facilita a análise de dados e permite a replicação do estudo. Não necessita da presença do entrevistador, evitando-se, deste modo, o seu potencial viés.</p><p>Como aspetos <strong>menos positivos</strong>, podemos salientar: a necessidade de um conhecimento da linguagem dos sujeitos, pelo entrevistador, objetivando o sentido unívoco; a redução da possibilidade de aprofundar questões que não foram pensadas antecipadamente ou de colocar dúvidas; as circunstâncias ou elementos pessoais não são considerados.</p><p><br/></p><p>Várias <strong>recomendações</strong> relativamente à entrevista emergem da bibliografia consultada, desde Bordieu (1998) a Schulz (2012), passando por outros, inclusive Coutinho (2013). Esses cuidados passam por procedimentos a ter <strong>antes</strong>, <strong>durante</strong> e <strong>depois</strong> da entrevista. Salientamos alguns exemplos:</p><p>- Ponderar no número de entrevistados em grupo, assegurando uma boa amplitude de opções e refreando, simultaneamente, a tendência para o aparecimento de uma personalidade dominante;</p><p>- Ter em conta todos os procedimentos éticos, incluindo o consentimento informado e a confidencialidade dos dados;</p><p>- Evitar elaborar perguntas absurdas, ambíguas ou tendenciosas e apostar em perguntas fáceis para o início da entrevista;</p><p>- Explicar o objetivo da entrevista;</p><p>- Possuir boas competências ao nível da moderação, evitando açambarcamento ou apropriação, assim como qualquer constrangimento causado pela entoação das suas palavras;</p><p>- Praticar/ensaiar a entrevista antes de a colocar em prática, considerando o registo em vídeo e refletindo na performance e no impacto que esta possa ter no entrevistado;</p><p>- Apresentar a questão/questões oralmente e por escrito;</p><p>- Gravar as entrevistas, colocando o foco nos participantes;</p><p>- Tirar apontamentos é imperativo, almejando verificar se todas as perguntas foram colocadas e funcionar como <em>backup</em> (Schulz, 2012) caso se registem avarias técnicas;</p><p>- Mostrar compreensão e simpatia pelo entrevistado, usando um tom informal e procurar suscitar a memória do entrevistado, objetivando uma narrativa natural.</p><p>- Gerir o tempo de conversação;</p><p>- Terminar a entrevista com a mesma atmosfera cordial;</p><p>- Enviar uma cópia das anotações e transcrições decorrentes da entrevista aos participantes, por forma "garantir a acurácia" de toda a informação (Coutinho, 2013, p. 142).</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><p>Boni, V., &amp; Quaresma, S. J. (2005). Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em ciências sociais. <em>Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC</em>, 2(1), 68-80. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.emtese.ufsc.br">https://www.emtese.ufsc.br</a></p><p>Bordieu, P. (1999). <em>A miséria do mundo</em> (3ª ed.; M. S. Soares, Trad.). Vozes.</p><p>Coutinho, C. P. (2013). <em>Metodologia de Investigação das Ciências Sociais e Humanas: Teoria e Prática</em> (2ª ed). Almedina.</p><p>Ghiglione, R. &amp; Matalon, B (1997). <em>O Inquérito. Teoria e Prática</em>. Oeiras ed. Celta, pp. 63-105.</p><p>Manzini, E. J. (2004). <em>Entrevista Semi-estruturada: Análise de objetivos e de roteiros</em>. In <em>Pesquisa qualitativa em debate</em> (Anais do 2º Seminário Internacional sobre Pesquisa e Estudos Qualitativos). Bauru: USC.</p><p>Southampton Education School (2012, Agosto, 12). <em>What is an Interview?</em> [Vídeo File]. YouTube. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=A-VhzWKaHB4&amp;list=PLsTeSHxNNZbxfqfcCoOG34Y8BPWk1jKLL&amp;index=11">https://www.youtube.com/watch?v=A-VhzWKaHB4&amp;list=PLsTeSHxNNZbxfqfcCoOG34Y8BPWk1jKLL&amp;index=11</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 11:39:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2403523_1</author>
         <link>https://padlet.com/2001006_uab/x27mmjmga0qefm4b/wish/3280158375</link>
         <description><![CDATA[<p>A análise de documentos utiliza os documentos como fonte de dados para que o investigador extraia informações relevantes e tome decisões. Esse processo visa verificar a autenticidade, integridade e veracidade dos documentos, o que implica uma série de transformações operacionais baseadas na documentação. A partir daí, pode atribuir um significado ou uma solução relativo a um problema de investigação que a análise de documentos seja realizada.</p><p><br/></p><p>Para iniciar a análise de documentos, é essencial conhecer previamente a localização dos mesmos. Depois, deve-se considerar a natureza desses documentos, que podem ser provenientes de fontes primárias, deliberadas, inadvertidas ou secundárias. Com as informações disponíveis, é necessário selecionar os documentos mais relevantes para a investigação, uma vez que a quantidade de documentos é geralmente grande, tornando a seleção uma etapa crucial. Por fim, é importante realizar uma análise crítica dos documentos para avaliar a sua credibilidade e o valor das informações que podem ser utilizadas na investigação.</p><p><br/></p><p>Ao compreender a credibilidade e o valor dos documentos, realiza-se a análise do conteúdo, o que pode resultar na produção de um texto analítico, que se distancie do documento original e gere algo novo.</p><p><br/></p><p>Após essa análise, os dados devem ser reduzidos para os aspectos mais relevantes à investigação, de forma a simplificar as informações e apresentá-las de forma que facilite a obtenção de possíveis conclusões.</p><p><br/></p><p>Por fim poder-se-ão tirar as conclusões relativas ao problema de investigação em estudo, mas não somente sobre ele, como também em relação à recolha dos dados para a solução desse mesmo problema.</p><p><br/></p><p>As vantagens são: evitar o uso excessivo de sondagens e inquéritos através de questionários, além de apresentar um custo reduzido e permitir a obtenção de informações sobre o passado. Por outro lado, as desvantagens incluem a falta de acesso à documentação, a ausência de todos os detalhes relevantes da informação e a possibilidade de falsificação, alteração ou manipulação da documentação.</p><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><p>Calado, S., &amp; Ferreira, S. (2005). <em>Análise de Documentos: Método de Recolha e Análise de Dados</em>. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://elearning.uab.pt/pluginfile.php/3486273/mod_folder/content/0/analisedocumentos.pdf?forcedownload=1">https://elearning.uab.pt/pluginfile.php/3486273/mod_folder/content/0/analisedocumentos.pdf?forcedownload=1</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 15:22:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>josgon1double9two</author>
         <link>https://padlet.com/2001006_uab/x27mmjmga0qefm4b/wish/3282971994</link>
         <description><![CDATA[<p>O questionário é uma ferramenta composta por um conjunto de perguntas elaboradas com o objetivo de recolher informações de um grupo de indivíduos, sendo utilizado para fazer observações sobre os participantes ou para realizar generalizações acerca de uma população mais ampla.</p><p><br/></p><p>Existem dois tipos principais de questionários: o descritivo e o analítico. O questionário descritivo tem como propósito compreender a extensão de um problema ou tema, utilizando amostras representativas da população em estudo. Já o questionário analítico, por sua vez, visa explorar as relações entre diferentes conceitos e é mais comum em investigações teóricas, focando-se na estabilidade estatística em vez da representatividade. Ambos os tipos podem ser combinados, desde que a amostra seja a adequada aos objetivos do estudo.</p><p><br/></p><p>Quanto às vantagens, o questionário permite uma grande diversidade de informações, o que possibilita a medição de atitudes, percepções e opiniões, além de poder incluir várias variáveis. É também uma ferramenta com um custo reduzido e que permite a recolha de dados de forma rápida.</p><p><br/></p><p>No entanto, existem também desvantagens a considerar: o questionário deve ser breve e objetivo, evitando que se torne demasiado extenso, o que pode comprometer a taxa de resposta. Além disso, a não-resposta é um problema potencial, podendo afetar a validade dos dados obtidos. Se a taxa de respostas for baixa, a credibilidade do estudo poderá ser colocada em causa.</p><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><p>Southampton Education School. (2012, 14 August). <em>What is a Questionnaire?</em> [Vídeo]. YouTube. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=CfEga-dr_Ww&amp;list=PLsTeSHxNNZbxfqfcCoOG34Y8BPWk1jKLL&amp;index=3&amp;ab_channel=SouthamptonEducationSchool">https://www.youtube.com/watch?v=CfEga-dr_Ww&amp;list=PLsTeSHxNNZbxfqfcCoOG34Y8BPWk1jKLL&amp;index=3&amp;ab_channel=SouthamptonEducationSchool</a></p><p>&amp;</p><p>Coutinho, C. P. (2013). <em>Metodologia de Investigação em Ciências Sociais e Humanas: Teoria e Prática</em> (2ª ed). Almedina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-07 20:39:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>paulacmferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>A investigação em Ciências Sociais e Humanas exige uma abordagem metodológica rigorosa, que envolva procedimentos e técnicas adequados à recolha e análise de dados. Estes métodos são essenciais para garantir que os resultados obtidos reflitam informações consistentes e relevantes sobre fenómenos sociais.</p><p><br/></p><p>O processo de recolha de dados envolve uma variedade de técnicas, tais como: observação, entrevistas, questionários, análise de documentos e grupos de enfoque (<em>focus groups</em>). Cada &nbsp;uma delas viabiliza uma perspetiva diferente sobre o objeto de estudo.</p><p><br/></p><p>A escolha da técnica a utilizar depende, principalmente, dos objetivos da pesquisa, do contexto educativo em questão e dos tipos de dados que pretendemos obter. Além disso, a análise desses dados exige um trabalho meticuloso, que vá ao encontro dos procedimentos exigidos, inclusive do foro ético.</p><p><br/></p><p>A partir da bibliografia sugerida, foi possível refletir sobre a adequação, desafios, vantagens ou constrangimentos de cada abordagem da forma que nos pareceu mais sintética e tendo em linha de conta a sua importância no contexto da investigação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-07 22:20:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>paulacmferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>José Gonçalves 2303006</p><p>Márcio Silva 2001006</p><p>Maria Pires 2403523</p><p>Paula Ferreira 2002590</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-07 22:39:46 UTC</pubDate>
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