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      <title>RACISMO by </title>
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      <description>Feito com uma mente curiosa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-09-05 18:47:14 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo é burrice - Gabriel Pensador </title>
         <author>deboramartinho15</author>
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         <description><![CDATA[<div>Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano<br>"O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar"<br>Racismo, preconceito e discriminação em geral;<br>É uma burrice coletiva sem explicação<br>Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união<br>Mas demonstra claramente<br>Infelizmente<br>Preconceitos mil<br>De naturezas diferentes<br>Mostrando que essa gente<br>Essa gente do Brasil é muito burra<br>E não enxerga um palmo à sua frente<br>Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente<br>Eliminando da mente todo o preconceito<br>E não agindo com a burrice estampada no peito<br>A "elite" que devia dar um bom exemplo<br>É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento<br>Num complexo de superioridade infantil<br>Ou justificando um sistema de relação servil<br>E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação<br>Não tem a união e não vê a solução da questão<br>Que por incrível que pareça está em nossas mãos<br>Só precisamos de uma reformulação geral<br>Uma espécie de lavagem cerebral<br><br>Racismo é burrice<br><br>Não seja um imbecil<br>Não seja um ignorante<br>Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante<br>O quê que importa se ele é nordestino e você não?<br>O quê que importa se ele é preto e você é branco<br>Aliás, branco no Brasil é difícil, porque no Brasil somos todos mestiços<br>Se você discorda, então olhe para trás<br>Olhe a nossa história<br>Os nossos ancestrais<br>O Brasil colonial não era igual a Portugal<br>A raiz do meu país era multirracial<br>Tinha índio, branco, amarelo, preto<br>Nascemos da mistura, então por que o preconceito?<br>Barrigas cresceram<br>O tempo passou<br>Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor<br>Uns com a pele clara, outros mais escura<br>Mas todos viemos da mesma mistura<br>Então presta atenção nessa sua babaquice<br>Pois como eu já disse racismo é burrice<br>Dê a ignorância um ponto final:<br>Faça uma lavagem cerebral<br><br>Racismo é burrice<br><br>Negro e nordestino constróem seu chão<br>Trabalhador da construção civil conhecido como peão<br>No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou o que lava o chão de uma delegacia<br>É revistado e humilhado por um guarda nojento<br>Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia graças ao negro, ao nordestino e a todos nós<br>Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói<br>O preconceito é uma coisa sem sentido<br>Tire a burrice do peito e me dê ouvidos<br>Me responda se você discriminaria<br>O Juiz Lalau ou o PC Farias<br>Não, você não faria isso não<br>Você aprendeu que preto é ladrão<br>Muitos negros roubam, mas muitos são roubados<br>E cuidado com esse branco aí parado do seu lado<br>Porque se ele passa fome<br>Sabe como é:<br>Ele rouba e mata um homem<br>Seja você ou seja o Pelé<br>Você e o Pelé morreriam igual<br>Então que morra o preconceito e viva a união racial<br>Quero ver essa música você aprender e fazer<br>A lavagem cerebral<br><br>Racismo é burrice<br><br>O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista<br>É o que pensa que o racismo não existe<br>O pior cego é o que não quer ver<br>E o racismo está dentro de você<br>Porque o racista na verdade é um tremendo babaca<br>Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca<br>E desde sempre não pára pra pensar<br>Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar<br>E de pai pra filho o racismo passa<br>Em forma de piadas que teriam bem mais graça<br>Se não fossem o retrato da nossa ignorância<br>Transmitindo a discriminação desde a infância<br>E o que as crianças aprendem brincando<br>É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando<br>Nenhum tipo de racismo - eu digo nenhum tipo de racismo - se justifica<br>Ninguém explica<br>Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural<br>Todo mundo que é racista não sabe a razão<br>Então eu digo meu irmão<br>Seja do povão ou da "elite"<br>Não participe<br>Pois como eu já disse racismo é burrice<br>Como eu já disse racismo é burrice<br><br>Racismo é burrice<br><br>E se você é mais um burro, não me leve a mal<br>É hora de fazer uma lavagem cerebral<br>Mas isso é compromisso seu<br>Eu nem vou me meter<br>Quem vai lavar a sua mente não sou eu<br>É você.<br><figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://images1.folha.com.br/livraria/images/d/3/1159008-350x360-24681.png" width="350" height="360"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-05 18:48:29 UTC</pubDate>
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         <title>Contra El RacismoVantroi</title>
         <author>deboramartinho15</author>
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         <description><![CDATA[<div>Perseguidos huyen como sea<br>Hoy los negros ya no aguantan mas ralea<br>El racismo quiere destruirlos,<br>Pero habrá que poner fin a esta mierda<br>Mucha sangre por los barrios han corrido<br>Siempre sangre negra o de campesino<br>Son discriminados y los usan como esclavos<br>Si es de color también es nuestro hermano<br>Cuanto tiempo hemos de aguantarlo<br>Encadenados pegándole al estado<br>El color lo siguen denigrando</div><pre>La mirada ellos la están forjando</pre><div>El dolor no se puede repartir en unos cuantos<br>El dolor de los negros es más que un llanto<br>El dolor no se puede repartir en unos cuantos<br>El dolor en los pueblos se está sumando<br>A los racistas y a todos los fascistas<br>Todo el pueblo ya los tenemos en la mira<br>Los aniquilados tendrán que ser vengados<br>En honor también a todos los chicanos<br>Muchos días tendremos de agonía<br>Si no cambiamos ahora nuestras vidas<br>Solo queda tener iniciativa<br>Para vivir todos sin cobardía<br>El dolor no se puede repartir en unos cuantos<br>El dolor de los negros es mas que un llanto<br>El dolor no se puede repartir en unos cuantos<br>El dolor en los pueblos se está sumando<br><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://i.ytimg.com/vi/Qj-MjcKBxPk/0.jpg" width="480" height="360"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-05 18:57:17 UTC</pubDate>
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         <title>História de Vantroi. </title>
         <author>deboramartinho15</author>
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         <description><![CDATA[<div>Es un grupo de rock nacido en México en el año 1992.<br><br>El nombre del grupo procede del guerrillero Nguyen Van Troy, quien durante laguerra de <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Guerra_de_Vietnam"> </a>Vietnam fue capturado al intentar atentar contra el secretario de estado norteamericano Robert McNamara y el embajador Henry Cabot Lodge. Posteriormente fue torturado y asesinado.<br><br></div><div>La historia de éste personaje refleja el carácter combativo de las letras del grupo, luchan contra la injusticia y la situación que viven los indígenas mexicanos y otros pueblos del mundo. Se solidarizan con el desastre del Prestije (<em>Chapapote de Corrido</em>), y tampoco faltan canciones sobre su tierra, de amor-desamor y diversión.<br><br></div><div>A lo largo de los años el grupo ha sufrido varios cambios de formación llegando a contar 54 miembros que se han ido turnando en la historia de Vantroi.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-05 19:06:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>deboramartinho15</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-09-05 19:26:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>deboramartinho15</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-09-05 19:40:11 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo </title>
         <author>deboramartinho15</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Racismo</strong> es una condición en la que un humano desprecia a otro por alguna característica física en particular que la diferencia de quien es. La historia nos cuenta que los inicios del racismo datan de la época colonial, cuando de los países africanos llevaban a Europa y a América a trabajar como esclavos a hombres mujeres y niños negros, en colonias donde los habitantes eran blancos. Por ser pobres, <strong>esclavos</strong> y trabajar con las cosas que los “De clasealta” no hacían se les trataba con mucho desprecio y asco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-05 19:42:12 UTC</pubDate>
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         <title>UNESCO</title>
         <author>deboramartinho15</author>
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         <description><![CDATA[<h1>La UNESCO, líder de la lucha mundial contra el racismo desde hace 70 años</h1><div><br></div><div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://es.unesco.org/sites/default/files/styles/img_688x358/public/70th_anniv_racism01.jpg?itok=fYCAL8p3" width="688" height="358"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>23 August 2004 : International Day for the Remembrance of the Slave Trade and its Abolition - Textures Exhibition© UNESCO/M. Ravassard -</div><div><strong>En el Artículo 1 de la Declaración Universal de Derechos Humanos se afirma que “todos los seres humanos nacen libres e iguales en dignidad y derechos”. Desde su creación hace 70 años, la UNESCO ha trabajado infatigablemente para defender y promover esta idea fundamental.<br></strong><br></div><div>En 1949, la UNESCO puso en marcha un importante programa mundial para luchar contra el racismo, creado en colaboración con intelectuales de referencia como Claude Lévi-Strauss, Alva Myrdal, Alfred Métraux y Michel Leiris, entre otros. En la Declaración se proclamó que las teorías sobre la superioridad racial eran científica y moralmente estériles. Ello condujo a una serie de declaraciones similares sobre el racismo, en particular la histórica Declaración sobre la raza y los prejuicios raciales (1978), que abogaban por la ejecución de diversas políticas para combatir el racismo y las desigualdades.<br><br></div><div>A lo largo de los años, la UNESCO ha recurrido a todos los resortes de su mandato para combatir cualquier forma de racismo. Ya en 1966, la Organización reconoció que el apartheid era un “crimen contra la humanidad”. Nelson Mandela, Embajador de Buena Voluntad de la UNESCO y galardonado con nuestro Premio de Fomento de la Paz Félix Houphouët-Boigny, encarnó la aspiración universal a la libertad que ocupa un lugar central en la misión de la UNESCO.<br><br></div><div>La UNESCO ha introducido la educación sobre derechos humanos en los programas de estudios a escala mundial, transmitiendo así la historia de las páginas más oscuras del pasado, en particular, la esclavitud, la trata de esclavos, el Holocausto y otros genocidios. En 1994 se creó el proyecto La Ruta del Esclavo para promover el desarrollo de la investigación científica sobre la trata transatlántica de esclavos y profundizar en la comprensión de los fundamentos ideológicos del racismo en el mundo. <br><br></div><div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://es.unesco.org/sites/default/files/styles/medium/public/70th_anniv_racism02.jpg?itok=GAQDvDQj" width="214" height="220"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div>A raíz de la Conferencia Mundial contra el Racismo, la Discriminación Racial, la Xenofobia y las Formas Conexas de Intolerancia, la UNESCO adoptó en 2003 una nueva Estrategia integrada de lucha contra el racismo, la discriminación, la xenofobia y las formas conexas de intolerancia. Un ejemplo iluminador de esta Estrategia es la Coalición Internacional de Ciudades contra el Racismo, una red de ciudades interesadas en compartir experiencias para mejorar sus políticas en la lucha contra el racismo, la discriminación, la xenofobia y la exclusión. La UNESCO se ha asociado también con clubes deportivos punteros como el FC Barcelona, el Málaga CF y la Juventus CF, para luchar contra la discriminación.<br><br></div><div>La UNESCO aúna todas sus esferas de competencia para luchar contra la discriminación racial. La educación brinda una vía importante para combatir los estereotipos y luchar contra los prejuicios raciales. Es imprescindible que los colegios enseñen el respeto al prójimo y el aprecio de la rica variedad de las culturas de nuestro mundo mediante el fortalecimiento del conocimiento y la comprensión como bases de un diálogo e interacción mayores.<br><br></div><div>“La igualdad en dignidad y derechos de todas las personas debe seguir siendo el punto de partida de cualquier acción, así como la medida de su éxito. Requiere un diálogo basado en el respeto y la comprensión de la riqueza que reside en la diversidad. Ello supone tomar en cuenta todas las opiniones e incluir a todas las personas”, ha declarado la Directora General de la UNESCO, Irina Bokova.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-05 19:47:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>deboramartinho15</author>
         <link>https://padlet.com/deboramartinho15/x0wy601oz1a3/wish/186574206</link>
         <description><![CDATA[<h1>Racismo en la actualidad</h1><div><br></div><div><a href="https://elpais.com/autor/cartas_director/a/"><strong>AUDREY BOURGOIN.</strong></a></div><div><strong>París, Francia. </strong><a href="https://elpais.com/tag/fecha/20131005">5 OCT 2013 - 00:00 CEST</a></div><div>Pasados 50 años del discurso igualitario de Martin Luther King, el racismo sigue existiendo en Estados Unidos, como hemos visto el 16 de septiembre, después de la elección de Miss América 2013. En efecto, una lluvia de tuits racistas fluyeron contra Nina Davuluri, la nueva y primera Miss América de origen indio.<br><br></div><div><br></div><div>Nacida en Nueva York, cuna de la mezcla étnica y cultural de EE&lt;TH&gt;UU, es una representante de la diversidad cultural del país. En 2012, la comunidad asiática americana representaba el 5,8% de la población en Estados Unidos. Hoy, Nina Davuluri hace de su diferencia cultural una ventaja en esta amalgama estadounidense y hace frente a todas las críticas incluso a los más mezquinos, como el tuit “Miss América o Miss Al Qaeda”. Sin embargo, no debemos relativizar el hecho: si bien es una minoría de personas que piensan esto, afecta a muchos estadounidenses y personas de todo el mundo. Deberíamos pensar que teniendo un presidente negro que dirige el país, Estados Unidos ha hecho grandes avances contra el racismo. Nina merece ser Miss América por la fuerza de carácter que muestra en estos eventos y merece un apoyo real.— <strong>Audrey Bourgoin.<br></strong><br></div><div> <br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-11 21:18:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>deboramartinho15</author>
         <link>https://padlet.com/deboramartinho15/x0wy601oz1a3/wish/188290461</link>
         <description><![CDATA[<h1>Racismo é burrice: Entrevista da professora doutora Cândida Soares</h1><div>por Rose Domingues<br><br></div><div>A música do cantor Gabriel Pensador ilustra bem o clima da entrevista da professora doutora Cândida Soares, pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Raciais e Educação (Nepre) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Sensível, gentil e muito combativa, ela não perdeu a oportunidade de rebater uma pergunta com outra pergunta: qual o problema com o meu cabelo? Por que preciso alisar? Ao eleger um padrão de beleza, a mídia diz que o resto é feio, o que é extremamente perverso, pois faz com que muitas crianças e adolescentes desejem ser outra pessoa. Cândida pesquisou livros didáticos no período de 1991 a 2003 e descobriu que o racismo tem sido repassado de geração a outra a partir de mensagens explícitas de que a população negra é inferior. “Nessas condições, como uma criança branca, ao lado da negra, vai realmente compreender que a negra é igual a ela, uma amiga, e não sua futura empregada?”. Se por um lado o racismo está escancarado nos livros, por outro, está implícito em piadas, comentários e apelidos. “Basta observar os indicadores sociais para comprovar que as desigualdades sociais no país têm origem racial, o assunto tem que ser discutido, refletido e resolvido”.<br><br></div><div>“É uma burrice coletiva sem explicação/ Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união/ Mas demonstra claramente/ Infelizmente/ Preconceitos mil/ De naturezas diferentes (…)”<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-18 00:43:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>deboramartinho15</author>
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         <description><![CDATA[<h1>Gabriel, o Pensador</h1><div><strong>Gabriel, o Pensador</strong><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Gabriel_o_Pensador.jpg"><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/41/Gabriel_o_Pensador.jpg/200px-Gabriel_o_Pensador.jpg" width="200" height="277"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></a>Gabriel o Pensador em 2003.<br><strong>Nome completo</strong> | Gabriel Contino<br><strong>Nascimento</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/4_de_mar%C3%A7o#Nascimentos">4 de março</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1973">1973</a> (44 anos)<br><strong>Local de nascimento</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(cidade)">Rio de Janeiro,</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro">RJ</a><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/05/Flag_of_Brazil.svg/22px-Flag_of_Brazil.svg.png" width="22" height="15"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnero_musical"><strong>Gênero(s)</strong></a> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hip_hop">Hip hop</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rap">rap</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rap_rock">rap rock</a><br><strong>Ocupação(ões)</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rapper"><em>Rapper</em></a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escritor">escritor</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Compositor">compositor</a><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instrumento_musical"><strong>Instrumento(s)</strong></a> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Voz">Voz</a><br><br><strong>Gabriel Contino</strong> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(cidade)">Rio de Janeiro</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/4_de_mar%C3%A7o">4 de março</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1973">1973</a>), mais conhecido pelo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nome_art%C3%ADstico">nome artístico</a> <strong>Gabriel, o Pensador</strong>, é um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rapper"><em>rapper</em></a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Compositor">compositor</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escritor">escritor</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Empres%C3%A1rio">empresário</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileiro</a>. Iniciou sua carreira musical ao lançar uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fita_demo">fita demo</a> com a música "Tô Feliz (Matei o Presidente)", sendo logo contratado pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sony_Music">Sony Music</a>. Lançou pela gravadora sete álbuns: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gabriel_o_Pensador_(%C3%A1lbum)"><em>Gabriel o Pensador</em></a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ainda_%C3%89_S%C3%B3_o_Come%C3%A7o"><em>Ainda É Só o Começo</em></a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Quebra-Cabe%C3%A7a_(%C3%A1lbum)"><em>Quebra-Cabeça</em></a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%A1degas_a_Declarar"><em>Nádegas a Declarar</em></a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Seja_Voc%C3%AA_Mesmo_(mas_n%C3%A3o_Seja_sempre_o_Mesmo)"><em>Seja Você Mesmo (mas não Seja sempre o Mesmo)</em></a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cavaleiro_Andante"><em>Cavaleiro Andante</em></a>. Seu último álbum, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sem_Crise"><em>Sem Crise</em></a> (2012), foi lançado de forma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gravadora_independente">independente</a>.Além de cantor, Gabriel é escritor e lançou três livros, o autobiográfico <em>Diário Noturno</em>, e os infantis <em>Um Garoto Chamado Rorbeto</em> e <em>Meu Pequeno Rubro-Negro</em>. Sua quarta obra, <em>Nada Demais</em>, coautoria com Laura Malin, está completo mas ainda não foi publicado. Paralelamente a isso, Gabriel também é um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ativismo">ativista social</a> tendo como projetos o "Pensador Futebol" que investe em jovens jogadores que querem se profissionalizar e junto de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Figo">Luís Figo</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Felipe_Scolari">Luiz Felipe Scolari</a> comanda o projeto de futebol chamado "Dream Football" que através do envio de vídeos via <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Internet">internet</a> dá a oportunidade dos participantes serem contratados por times profissionais de futebol. Além de projetos de futebol, ainda tem um projeto social conhecido como "Pensando Junto" que atende as crianças carentes da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rocinha">Rocinha</a>.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-18 00:45:46 UTC</pubDate>
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