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      <title>Para além do Felizmente há Luar! by Filipa</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-03-29 07:36:52 UTC</pubDate>
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         <title>D. Miguel Pereira Forjaz</title>
         <author>filipa_xana99</author>
         <link>https://padlet.com/filipa_xana99/x0nypg9wrqf2/wish/163338658</link>
         <description><![CDATA[<div>Militar português, 9.º Conde da Feira, nascido a 1 de Novembro de 1769 e falecido a 6 de Novembro de 1827.Era filho de D. Diogo Pereira Forjaz Coutinho Barreto de Sá e Resende, que foi coronel de cavalaria, governador e capitão-general da ilha da Madeira. Entrou para o exército em 1785, como cadete no Regimento de Peniche. Promovido a alferes em 1787, a capitão em 1791 e a major em 1793, tornou-se ajudante de ordens do general Forbes, combatendo no Rossilhão e na Catalunha.  Quando a família real saiu de Portugal para o Brasil em 1807, teve a nomeação de secretário do governo no impedimento do conde de Sampaio. Tendo acompanhado como ajudante-general de Bernardim Freire o exército por ele comandado na sua marcha do Porto para Lisboa, foi nomeado, depois da convenção de Sintra, secretário da regência e encarregado da pasta dos negócios da guerra e estrangeiros. Neste cargo prestou relevantes serviços ao país, cooperando eficazmente para a organização da nossa força militar e contribuindo poderosamente para que o general Beresford tivesse à sua disposição os elementos com que se opôs aos soldados de Napoleão, e com que, expulsando-os do território português, levou triunfante a nossa bandeira até além dos Pirenéus. Deixando o seu lugar na regência em resultado da revolução de 1820, conservou-se desde então inteiramente afastado dos negócios públicos. <br>Em 1808 foi promovido a marechal de campo, e em 1812 a tenente general. Por decreto de 13 de Maio de 1820 recebeu a mercê do título de conde da Feira, e em 1826 foi eleito par do reino, por ocasião da outorga da Carta Constitucional.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-29 07:56:40 UTC</pubDate>
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         <title>Principal Sousa</title>
         <author>filipa_xana99</author>
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         <description><![CDATA[<div>Conhecido por Principal Sousa, D. José António de Meneses e Sousa Coutinho,durante a ausência do Rei D. João VI, no Brasil, fez parte da Regência do Reino até ao pronunciamento de 24 de Agosto de 1820. <br>Era irmão do Ministro do Rei, D. Rodrigo de Sousa Coutinho, 1º Conde de Linhares, e do conde do Funchal, Domingos de Sousa Coutinho, embaixador em Londres, que negociou a ajuda inglesa contra os invasores franceses. <br>Representante do Clero na Regência com D. Miguel Forjaz e com o General Beresford, o Principal Sousa reconhece que Portugal necessitava do regresso do Rei, como o demonstra em carta de 1 de Junho de 1817, quando diz "só a Real Presença dará a felicidade a este Povo e poderá regenerar esta Nação que não aspira por outra fortuna que a de ver Vossa Majestade". </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-29 08:16:13 UTC</pubDate>
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         <title>William Carr Beresford</title>
         <author>filipa_xana99</author>
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         <description><![CDATA[<div> Nasceu a 2 de Outubro de 1768 na Irlanda e faleceu a 8 de Janeiro de 1854. Filho ilegítimo do Conde de Tyrone, futuro Marquês de Waterford, frequentou a academia militar de Estrasburgo e em Agosto de 1785 foi aceite como cadete no 6º Regimento de Infantaria. Em 1793 era capitão, servindo com a Frota britânica do Mediterrâneo, tendo-se notabilizado na ocupação da Córsega.</div><div> Em finais de 1807, devido à invasão de Portugal pelo exército de Junot, ocupou a ilha da Madeira, sendo promovido a Major-General em Abril de 1808. Foi transferido para o exército que desembarcou em Portugal em Agosto desse ano, chegando a Lisboa, já liberta da ocupação francesa, em Setembro. Mais tarde, comandou uma Brigada do Exército britânico que, sob o comando de John Moore, foi enviado para Espanha, tendo participado na Batalha da Corunha.<br>Escolhido pelo governo britânico, de acordo com o parecer do general Wellesley, para comandar o Exército português, é-lhe atribuído o posto de Marechal do Exército. A sua missão, ao contrário do que se afirma, não foi tanto a de reorganizar o exército - obra de D. Miguel Pereira Forjaz, entre Julho de 1808 e Abril de 1809 -, mas sim a de compatibilizar a organização e a táctica existentes no exército português com a britânica, permitindo uma actuação conjunta no campo de batalha. É mais tarde que os seus poderes serão alargados, por meio da Carta Régia de 18. , que lhe permitirá propor mudanças na estrutura do exército, assim como das Milícias e das Ordenanças, sem que estas tenham de passar pelo Conselho de Regência, e pelo crivo de D. Miguel Pereira Forjaz.<br>Com o fim da guerra em 1814 mantêm-se no comando do Exército português. Devido ao regresso de Napoleão a França em 1815, tenta organizar uma força expedicionária para se reunir ao exército britânico nos Países Baixos, que se preparava para invadir a França, não conseguindo os seus intentos devido à oposição da Regência. Viaja para o Brasil onde consegue do Rei poderes mais alargados, sendo feito Marechal-General. Devido à Revolução de 1820, é demitido das suas funções, não lhe sendo permitido desembarcar em Portugal, quando chegou a Lisboa em Outubro vindo do Brasil.<br>Regressou a Portugal em 1826, mas a sua pretensão de regressar ao comando do Exército não foi aceite. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-29 08:26:36 UTC</pubDate>
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         <title>General Gomes Freire de Andrade</title>
         <author>filipa_xana99</author>
         <link>https://padlet.com/filipa_xana99/x0nypg9wrqf2/wish/163430332</link>
         <description><![CDATA[<div> Nascido a 27 de Janeiro de 1757 em Viena (Áustria) e falecido a Filho de Ambrósio Freire de Andrade, embaixador de Portugal em Viena de 1752 a 1770, regressou a Portugal, pela mão do embaixador de Portugal em Viena. Este regresso foi apoiado em Portugal pelo duque de Lafões.</div><div>Feito comendador da Ordem de Cristo, ainda em Viena, chegou a Portugal em 1781 ingressando no regimento de infantaria de Peniche, corpo militar em que conviveu diariamente com vários membros da sua família alargada.<br><br></div><div>Subindo os postos tão rapidamente quanto possível a um oficial aristocrata, mas não o suficiente para seu gosto, tentou todos os meios para subir rapidamente na hierarquia transferindo-se para a Marinha de Guerra, tendo aproveitado a guerra da Rússia contra o Império Otomano, e a assinatura do tratado de Amizade e Aliança entre Portugal e a Rússia, para se propor voluntário para o exército russo.</div><div>Começando como major subiu rapidamente os postos do exército russo, e sendo estas promoções sempre confirmadas em Portugal, quando chegou a Portugal em 1793 já era coronel, desde 1790, do Regimento da guarnição de Lisboa, anteriormente comandado pelo marquês das Minas e que passará a ser conhecido a partir daquele momento como «de Freire».</div><div>O jovem aristocrata atacará veementemente com o propósito de criticar todos os que não eram aristocratas como ele, atacará os comandantes da artilharia que tinham conseguido ascender ao oficial ato devido aos seus estudos e à sua competência técnica, defendendo a sua falta de qualidade social, numa época, em que em toda a Europa monárquica a aristocracia tentava manter o exclusivo no acesso ao oficial ato.<br><br></div><div>Regressado a Portugal, viu a sua proposta de criação de uma Legião de Tropas Ligeiras ser posta em prática. Foi promovido a marechal de campo graduado na promoção de 1795, passando a ser conhecido no exército português, de uma forma pouco lisonjeira<em>.</em> Manteve-se no comando do seu regimento da guarnição de Lisboa até à guerra de 1801. Depois da guerra, de regresso a Lisboa, participou activamente na luta contra o partido realista, tentando dirigir o partido aristocrático.</div><div><br></div><div>Em 1807, já tenente-general, durante a primeira invasão francesa, foi encarregue do comando da divisão que defendia a margem Sul do Tejo e Setúbal, contra um ataque britânico.</div><div><br></div><div>Pouco trabalho teve em França. O seu único comando em campanha teve-o em 1813, durante as campanhas de libertação da Alemanha, ao ser nomeado governador de Dresde por Napoleão Bonaparte. Mais tarde com o apoio do marquês de Marialva,chegou a Lisboa em Maio de 1815.<br><br></div><div>Parece ter tido a intenção de retomar a sua política de ataque ao comando estrangeiro do exército, agora dominado por oficiais britânicos. O seu sonho, ou premonição, contada numa carta de 1815, em que vislumbra a tentativa de saída do general «Tártaro» (Beresford) de Portugal, por meio de um general «China» (Gomes Freire) que militava na Pérsia (França), mas que acaba por morrer, parece provar isso mesmo.<br><br></div><div>Acabou enforcado em frente da fortaleza de São Julião da Barra, em 18 de Outubro de 1817, após a descoberta de uma conspiração contra a regência, em que pontificava o seu primo Miguel Pereira Forjaz, a quem se tinha sempre oposto, do Rossilhão a 1808, e com quem tinha convivido desde os quartéis do regimento de Peniche. Durante a República o dia da sua morte foi feriado nacional.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-29 14:12:43 UTC</pubDate>
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         <title>Estado Novo</title>
         <author>filipa_xana99</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O golpe desencadeado pelas forças armadas, em 1926, instaurou em Portugal, uma ditadura militar, tal como acontecia noutros países da Europa.<br>Contudo, a instabilidade política e os problemas económicos persistiram o que fez agravar o défice orçamental e a dívida externa do país. Foi neste contexto de grande instabilidade que o general Óscar Carmona foi eleito Presidente da República em 1928.<br>Ao entrar na presidência, Carmona convidou António Oliveira Salazar, professor na Universidade de Coimbra, para ministro das finanças. Este aceitou o lugar, na condição de supervisionar os ministérios e de ter direito de veto sobre os aumentos das despesas.</div><div>Desde logo ele é considerado o salvador da Nação, tendo conseguido um imenso prestígio e aumentando as receitas portuguesas.<br>O seu poder incidia em criar um estado forte, que garantisse a ordem, o que não se verificava no período da Primeira República, entre 1910 a 1926.<br>Em primeiro lugar, Salazar, defendia a preservação de valores tradicionais tais como Deus, Pátria e Família, de modo a formar uma sociedade educada e com bons princípios de moral.<br>A nova Constituição foi promulgada em Abril de 1933 e pôs fim ao período da ditadura militar. Desde então, iniciou-se um novo período de ditadura a que o próprio Salazar chamou de Estado Novo..<br>Com este novo regime, proclamado por Salazar, o poder do Governo sobrepunha-se ao da Assembleia Nacional e o seu poder ao do Presidente da República.<br>O poder era de tal modo repressivo, que as liberdades individuais, de imprensa, de reunião e direito à greve foram seriamente restringidas.<br>A influência de Salazar dominava todos os sectores da vida portuguesa.<br>Os direitos dos cidadãos foram muito limitados, bem como as suas liberdades. Em 1926 tinha sido instituída a censura aos meios de comunicação social, teatro, cinema, rádio e televisão. Ela visava supervisionar todos os assuntos políticos, religiosos e militares.<br>A característica PIDE utilizava a tortura, física e psicológica, para obter confissões e denúncias, mandava prender, opositores ao regime, violava correspondência e invadia residências. Possuía ainda uma grande rede de informadores nas escolas, no trabalho e nos centros de convívio.<br>Todos estes meios do período salazarista ajudaram a consolidar o poder de Salazar e a manter a ordem. O ensino era controlado através da adopção de manuais únicos que ensinavam os valores do Estado Novo.<br>Assim, no tempo da ditadura Salazarista, até mesmo a mente das pessoas era influenciada pelos ideais da política. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-29 14:34:25 UTC</pubDate>
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         <title>Palácio do Rossio</title>
         <author>filipa_xana99</author>
         <link>https://padlet.com/filipa_xana99/x0nypg9wrqf2/wish/163445724</link>
         <description><![CDATA[<div>Fundado em 1467, por D. Fernando de Almada, a sua traça medieval primitiva foi conhecendo alterações, tendo subsistido dessa época 4 portais e 2 grandes chaminés de cones facetados, à semelhança das do Palácio da Vila de Sintra. O edifício actual traduz, assim, uma linguagem resultante das intervenções manuelina e maneirista. Este Palácio está classificado como Monumento Nacional, não só pelo seu valor artístico, mas também pela sua tradição histórico-política. Foi aqui que se reuniram, por diversas vezes, os conjurados que conduziram à Restauração da Independência de Portugal em 1640. Almeida Garrett habitou o palácio em 1834 e a 1ª comemoração pública da Independência a ter lugar no edifício ocorreu em 1861. Doado ao Estado em 1940 e após a sua ocupação sucessiva por vários organismos, o Palácio foi cedido na sua totalidade à Sociedade Histórica da Independência de Portugal, em 1983, a qual procedeu a obras para a instalação de serviços, biblioteca e zonas de exposição.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-29 14:53:25 UTC</pubDate>
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         <title>Pasquim</title>
         <author>filipa_xana99</author>
         <link>https://padlet.com/filipa_xana99/x0nypg9wrqf2/wish/163448756</link>
         <description><![CDATA[<div>A história etimológica do termo pasquim é curiosa. O conceito deriva de Pasquino, que é a denominação de uma escultura romana na qual se deixavam textos de carácter satírico. Por extensão, dá-se o nome de pasquim às mensagens afixadas num espaço público que não levam assinatura e que incluem algum tipo de sátira ou de crítica para com as autoridades, alguma personalidade ou uma organização.</div><div>Actualmente, a utilização mais frequente da noção refere-se à publicação com conteúdos sensacionalistas e agravantes, distantes da ética jornalística. Trata-se de um termo depreciativo, que fala sobre a qualidade do meio em questão</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-29 15:03:10 UTC</pubDate>
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         <title>Forte de São Julião da Barra</title>
         <author>filipa_xana99</author>
         <link>https://padlet.com/filipa_xana99/x0nypg9wrqf2/wish/163450682</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A sua construção teve início no século XVI quando D. João III era rei de Portugal e teve a colaboração de alguns arquitetos de prestígio naquela época, como é o caso de Miguel Arruda e de Leonardo Turriano.<br>A função para a qual foi construído era a de defender a barra do rio Tejo cruzando fogo com a Torre do Bugio, cuja construção se iniciou pouco tempo depois. Tinha a fortificação de Cascais como sua guarda avançada e a Torre de Belém, juntamente com a Torre Velha da Caparica constituíam a última defesa do porto de Lisboa.<br>Em 1580, quando Filipe II de Espanha se preparava para tomar posse de Portugal devido à crise sucessiva ao trono que se instalou com a morte de D. Sebastião, o Forte de São Julião da Barra já estava em funcionamento mas mostrou-se incapaz de impedir o desembarque dos exércitos do duque de Alba que fizeram o cerco por terra levando à sua rendição ao fim de seis dias.<br>O Forte passou a ser utilizado como prisão política ainda durante a dinastia filipina tendo por aí passado vários inimigos do poder instituído durante o período do Portugal monárquico. Quando movimento da Restauração da Independência de Portugal se desencadeou, o Forte de S. Julião da Barra foi cercado novamente por terra, o seu ponto mais volátil, mas desta vez pelos portugueses.</div><div>O Forte de S. Julião da Barra é uma das mais imponentes edificações militares que poderemos visitar em Portugal. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-29 15:09:05 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia:</title>
         <author>filipa_xana99</author>
         <link>https://padlet.com/filipa_xana99/x0nypg9wrqf2/wish/163452477</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.jornalmapa.pt/wp-content/uploads/2016/10/luar-352x215.jpg">http://www.jornalmapa.pt/wp-content/uploads/2016/10/luar-352x215.jpg<br></a><a href="https://www.infopedia.pt/%24d.-miguel-pereira-forjaz">https://www.infopedia.pt/$d.-miguel-pereira-forjaz<br></a><a href="http://www.propor.esccb.pt/sttau/Imagens%20de%20Sttau/Miguel%20Forjaz1.jpg">http://www.propor.esccb.pt/sttau/Imagens%20de%20Sttau/Miguel%20Forjaz1.jpg<br></a><a href="http://www.arqnet.pt/dicionario/feiram.html">http://www.arqnet.pt/dicionario/feiram.htm</a><br><a href="https://www.infopedia.pt/%24principal-sousa">https://www.infopedia.pt/$principal-sousa<br></a><a href="http://www.arqnet.pt/exercito/beresford.html">http://www.arqnet.pt/exercito/beresford.html<br></a><a href="http://3.bp.blogspot.com/_wf0uHXH3VxE/S88rmc0UKrI/AAAAAAAAAfI/aGWTfwnVBHk/s1600/CarrBeresford.jpg">http://3.bp.blogspot.com/_wf0uHXH3VxE/S88rmc0UKrI/AAAAAAAAAfI/aGWTfwnVBHk/s1600/CarrBeresford.jpg<br></a><a href="http://www.arqnet.pt/exercito/freire.html">http://www.arqnet.pt/exercito/freire.html<br></a><a href="http://geneall.net/images/names/pes_49180.jpg">http://geneall.net/images/names/pes_49180.jpg<br></a><a href="http://www.historiadeportugal.info/portugal-e-a-ditadura-salazarista/">http://www.historiadeportugal.info/portugal-e-a-ditadura-salazarista/<br></a><a href="http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/palacio-dos-condes-de-almadapalacio-da-independencia">http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/palacio-dos-condes-de-almadapalacio-da-independencia<br></a><a href="http://ondelisboa.com/wp-content/uploads/2013/03/palacio-independencia-destaque.jpg">http://ondelisboa.com/wp-content/uploads/2013/03/palacio-independencia-destaque.jpg<br></a><a href="http://conceito.de/pasquim">http://conceito.de/pasquim<br></a><a href="http://chargistaclaudio.zip.net/images/b-pasquim954-22a28101987.jpg">http://chargistaclaudio.zip.net/images/b-pasquim954-22a28101987.jpg<br></a><a href="https://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortes-thumb.png">https://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortes-thumb.png</a><br><a href="http://2.bp.blogspot.com/-oUFMAvLLGk8/TtDfl7i0ANI/AAAAAAAAAdk/8nXVMDkV8BU/s1600/Sem+T%25C3%25ADtulo.png">http://2.bp.blogspot.com/-oUFMAvLLGk8/TtDfl7i0ANI/AAAAAAAAAdk/8nXVMDkV8BU/s1600/Sem+T%25C3%25ADtulo.png</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-29 15:14:45 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho realizado por:</title>
         <author>filipa_xana99</author>
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         <description><![CDATA[<div>Filipa Gaspar nº4 12ºD<br>Maria Matos nº11 12º</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-29 15:15:37 UTC</pubDate>
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         <title>Estado Novo </title>
         <author>filipa_xana99</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-03-29 19:10:49 UTC</pubDate>
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