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      <title>Trabalho de História  by </title>
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      <description>Branqueamento Racial no Brasil
Sigma 910 Norte
2º ano C
Beatriz Paiva (07), Line Iana (33), Maria Eduarda Albernaz (38), Marina Vieira (40) e Milena Kothe (41).</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-24 18:54:03 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Branqueamento?</title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>Branqueamento é uma ideologia que era amplamente aceita no Brasil entre 1889 e 1914, como a "solução" para o excesso de negros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:00:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>Entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX, vigoraram em várias partes do globo as teses eugenistas, isto é, teses que defendiam um padrão genético superior para a “raça” humana. Tais teses defendiam a ideia de que o homem branco europeu tinha o padrão da melhor saúde, da maior beleza e da maior competência civilizacional em comparação às demais “raças”, como a “amarela” (asiáticos), a “vermelha” (povos indígenas) e a negra (africana).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:00:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Brasil financiou a vinda de mais de cinco milhões de imigrantes (somente europeus) em decorrência da ideologia eugenista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:06:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>A política de embranquecimento abordava todas as esferas sociais: era intimista por que propunha a miscigenação para eliminar o elemento negro, era de saúde pública ao acreditar que as epidemias eram causadas pela população negra, era habitacional, pois desejava restringir o direito das pessoas negras à cidade, era educacional, ao eurocentrar o currículo e a história nacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:07:31 UTC</pubDate>
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         <title>A Redenção de Cam, de Modesto Brocos (1852-1936)</title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>A tela A Redenção de Cam, de Modesto Brocos (1852-1936), ilustra esse fenômeno da busca pelo "embranquecimento" gradual das gerações de uma mesma família por meio da miscigenação, falado anteriormente.<br><br>No quadro de Modesto Brocos, há 3 gerações de uma família negra, representada pela avó, que agradece aos céus o nascimento de sua neta embranquecida, a mãe, segurando a criança, e o pai, na extremidade direita da tela. Essa era a mentalidade da tal “elite pensante” brasileira sobre a ascensão social, resultante do branqueamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:10:06 UTC</pubDate>
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         <title>O conto bíblico de Cam</title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para entender a obra A Redenção de Cam é necessário entender o título, que faz referência direta à passagem bíblica de Cam, filho de Noé. Cam e seu filho Canaã olharam para Noé quando este estava bêbado e nu e o ridicularizaram, sendo, por isso, castigados. A maldição foi lançada sobre Canaã, que foi condenado a tornar-se escravo dos seus primos e tios. Essa passagem bíblica deu origem à crença de que os descendentes de Cam seriam os povos de pele escura de algumas partes da África e do Oriente Médio. Sendo assim, especula-se que o pecado de Cam teria causado a escravidão, que é apresentada aqui como um castigo divino imposto aos descendentes de Cam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:14:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alguns intelectuais brasileiros incorporaram essas teses e delas derivaram outra, por sua vez, “aplicável ao contexto do Continente Americano: a “tese do branqueamento.” <br><br>Esta ideologia ganhou o apoio da ideologia do racismo científico e foi um ato de Darwinismo social, no qual foi aplicada a teoria de Darwin da seleção natural a uma sociedade ou a sua raça. Combinando essas duas ideias, os brancos da elite da época passaram a acreditar que o sangue ''branco" seria superior e inevitavelmente iria "clarear" as demais raças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:27:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:30:08 UTC</pubDate>
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         <title>Podcast - A História Preta: Branqueamento Racial no Brasil</title>
         <author>biaop03</author>
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         <pubDate>2020-09-24 20:32:12 UTC</pubDate>
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         <title>O perigo de uma história única - Chimamanda Adichie</title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:33:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>No entanto, apesar de o fenômeno do branqueamento ter sido muito exaltado no século XIX, não há *nenhuma* pesquisa científica que comprove essa tal "supremacia" da "raça" branca sobre as não-brancas. A única explicação para a eugenia é, na verdade, a ignorância e o racismo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:46:58 UTC</pubDate>
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         <title>Situações que comprovam a existência do racismo ainda nos dias de hoje</title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>O número de negros que sofreram homicídio é superior ao número de brancos. <br>A política brasileira é dominada por pessoas brancas, o que atrapalha certas conquistas, porque não é dada a devida importância à políticas antirracistas.<br>Quem tem acesso às redes sociais já sabe, elas estão repletas de conteúdos sem representatividade negra. Isso acontece porque não vemos “Blogueiras”, YouTubers ou muito famosos negros sendo representados. O padrão de beleza europeu, tão valorizado no Brasil, é um traço muito marcante do racismo velado que é vivido nos dias de hoje. Existe uma distorção absurda no que tange a características físicas: caso essas não sejam tipicamente europeias, são consideradas inferiores. Qualquer característica negra é  tratada quase que como um defeito, e não como um traço inerente à natureza do povo, os cabelos, por exemplo, devem ser lisos e claros, porque cabelos crespos e escuros são um defeito, surgindo daí termos como “cabelo ruim”.<br>A população brasileira negra é também a parcela com menor renda. Ou seja, pessoas brancas, devido ao repertório histórico acabam sendo de mais altas classes sociais, tendo acesso à educação de qualidade, à cultura e outros fatores.<br>O índice de pessoas negras em cargos de liderança e com grandes responsabilidades é quase invisível. Apesar do sistema de cotas, o acesso de pessoas negras em universidades federais é inferior ao número de pessoas brancas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:58:05 UTC</pubDate>
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         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>É importante destacar a contribuição que a etnia negra provocou na arte, cultura e expressão brasileira, assim como o processo de embranquecimento fez parte da grande influência que refletiu no racismo dos dias de hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 21:05:41 UTC</pubDate>
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         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Constituição Federal de 1988 determina, no Art. 3, inciso XLI, que "Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”; e no Art. 5º, inciso XLI, que “a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais".</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 21:20:03 UTC</pubDate>
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         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>Assim como a Redenção de Cam diz muito sobre o racismo da época, a Declaração Universal dos Direitos Humanos também evidencia a incoerência e a irracionalidade do preconceito racial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 21:23:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaop03</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Declaração Universal dos Direitos Humanos estabelece que todo ser humano tem direitos invioláveis que devem ser respeitados em qualquer situação. No inciso I do art. 2º, afirma-se que “todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição”|2|.<br><br>Artigo XVI<br><br>1 – Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução.<br><br>Artigo II<br><br>1 – Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidas nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 21:26:16 UTC</pubDate>
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