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      <title>Diário sobre as aulas  by DAMARES SANTOS CORREIA</title>
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      <description>Damares e Laine </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-10 03:11:10 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-17 23:42:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Programas para Educação e tecnologias nos séculos XX e XXI (11/02/22)</title>
         <author>damaress</author>
         <link>https://padlet.com/damaress/Bookmarks/wish/2054500205</link>
         <description><![CDATA[<div>As políticas públicas de educação e tecnologia ao decorrer dos séculos XX ao XXI tiveram avanços e retrocessos. Inicialmente os pesquisadores&nbsp; tinham como foco a área da ciência da computação, já que se pensavam que era preciso aprender informática para a prática educativa. Em 1981 aconteceu em Brasília o I Seminário de Informática na Educação, de início o objetivo era colocar laboratórios nas universidades, consequentemente, as pessoas tinham condições de praticar a informática educativa nas escolas. Em 1982 ocorreu o II Seminário em Salvador, nele foram traçadas diretrizes para o uso de tecnologias (computador) nas escolas para auxiliar os professores. O primeiro projeto pensado por eles foi o Projeto Brasileiro de Informática na Educação (EDUCOM), composto por cinco universidades brasileiras em 1983 que durou até 1988. Com a finalidade de ampliar a informática educativa para além das universidades surge os Centros de Informática Educativa (CIED). Para formação de professores foi criado em 1989 o Programa Nacional de Informática Educativa (PRONINFE). Em 1996 com financiamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) foi criado o programa TV Escola que era uma forma de auxiliar os professores, porém, os programas eram feitos sem considerar a regionalidade. Em 1997 o Programa Nacional de Informática Educacional (PROINFO) veio com a ideia de ofertar conteúdos tecnológicos na educação pública. Em 2002 o Governo Eletrônico de serviços de Atendimento ao Cidadão (GESAC) possibilitou a conexão via satélite para as regiões de difícil acesso, principalmente o acesso da internet para as escolas rurais. A reformulação do PROINFO em 2007 não trouxe grandes mudanças, pois a metodologia continuou a mesma, tendo ela uma formação transmissiva, também houve a integralização do PROINFO Rural com a formação de professores nas escolas. Na fase pré-piloto do UCA (Um Computador por Aluno) se destacou as tecnologias de baixo custo para a educação dos países em desenvolvimento, além disso, favoreceu a inclusão digital das famílias, que ganharam laptops. Em 2009 surgiu o Programa de Banda Larga nas Escolas (PBLE) que tentou conectar até 2014 toda as escolas urbanas, por conta do acordo com as Telecom substituiu os orelhões por pontos de acesso nas escolas. Com o Programa Um Computador por Aluno (PROUCA) em 2010, os municípios e estados ficaram responsáveis pela compra dos Laptops. O Programa Nacional de Educação no Campo (PRONACAMPO) em 2012, o governo Dilma assumiu a compra dos Laptops para as escolas rurais. Em 2017 a Educação Conectada fez com que a formação docente ficasse nas mãos de empresas privadas, com o Programa PDDE, as escolas compraram conexão a internet, dispositivos tecnológicos e suportes para as máquinas e em 2021 o GESAC é substituído pelo Wifi-Brasil.<br><strong><em>Damares e Laine</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 03:11:49 UTC</pubDate>
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         <title>Inclusão Digital no Brasil (18/02/22)</title>
         <author>damaress</author>
         <link>https://padlet.com/damaress/Bookmarks/wish/2063655953</link>
         <description><![CDATA[<div>O termo inclusão digital surgiu no campo da sociologia, tendo em pauta a inclusão social. Robert Castel foi um dos autores que discutiu esse tema, no contexto da sociedade capitalista, na qual o discurso era predominante. Durante a década de 70, o que movimentou a discursão da exclusão e inclusão foram as questões sociais e as mazelas enfrentadas pelas classes sociais menos favorecidas. Primeiramente, o termo exclusão é analisado por Castel a partir da desfiliação, para ele a exclusão tem um poder explicativo fraco, uma vez que, não considera o processo que levou o individuo a situação que se encontra. Com intuito de tentar amenizar a problemática social foram surgindo as medidas compensatórias, sempre com o discurso de tentar convencer o outro. Já, a inclusão é definida por Robert como integração, ou seja, a interação das pessoas na dinâmica social. Ademais, essa integração mexe nas bases da sociedade, sendo ela mais abrangente que a exclusão. No final da década de 1980, os países começaram a investir no desenvolvimento tecnológico, entretanto, somente nos anos 2000, houve a migração do social para a área das tecnologias. No Brasil, a discursão da inclusão digital iniciou pelo direito do acesso da comunicação e informações, por meio dos dispositivos tecnológicos de forma democrática e com qualidade. Programas modelos foram sendo criados, por exemplo sociedade da informação, cujo o objetivo era desenvolver diretrizes a fim de que as tecnologias digitais em rede chegassem nas regiões mais afastadas. No Brasil, esse programa ficou conhecido como livro verde, o qual foi pensada a questão digital na educação por alguns teóricos. Alguns programas foram desenvolvidos para inclusão digital na educação, como UCA, PROINFO, PBLE e Brasil conectado etc.<br><strong><em>Damares e Laine&nbsp;</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-24 01:19:07 UTC</pubDate>
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         <title>Software Livre e Educação (25\02\22)</title>
         <author>damaress</author>
         <link>https://padlet.com/damaress/Bookmarks/wish/2078832758</link>
         <description><![CDATA[<div>Para iniciar vamos primeiro falar o que é Software!<br>Ele é um programa de computadores, na qual, tem uma séries de instruções acerca do funcionamento do sistema de uma máquina, podendo ser escrito, codificado e traduzido. Cada Software desempenha uma função específica, sem ele o computador não consegue realizar suas operações.<br>&nbsp;A linguagem de programação é um dos elementos importantes para o desenvolvimento de um Software, ela é fácil de compreender, o que facilita a produção, a análise e o estudo feito pelo ser humano para o aperfeiçoamento e transformações na área da informática. Depois que a linguagem de programação se torna compreensível ao ser humano, o indivíduo é capaz de fazer comandos que resultam na realização de tarefas. Tais comandos recebem o nome de <strong>código fonte, </strong>ou seja, é a chave de melhor entendimento da tecnologia.&nbsp;</div><div>Em 1980, um grupo de hackers do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), liderados por Richard Stallman, desenvolveram um outro modelo de software, o <strong>Software livre</strong>. Em razão do descontentamento na forma de produção, na falta de socialização dos conhecimentos e na comercialização do Software proprietário ou privado. Ao contrário do privado, o livre tem seu código fonte compartilhado, possibilitando assim, que o conhecimento seja livre. Richard também definiu 4 liberdades para os usuários do software livre: Liberdade para executar o programa, analisar como o programa funciona e adapta-los as próprias necessidades, redistribuir de modo que possa colaborar com a comunidade de desenvolvedores e sociedade em geral e por fim liberdade de modificar o programa e liberar essas modificações. <br>A discussão de Software livre chegou no Brasil no final da década de 1990 com iniciativas de instituições universitárias, por exemplo a Universidade Federal da Bahia (UFBA), sobre o comando dos professores Nelson De Luca Pretto e Menandro Ramos. <br>Na área da <strong>Educação</strong>, os professores tem a falta de formação adequada para atuar em um ambiente digital com os alunos, devido a ausência de políticas públicas, além disso, a dificuldade das famílias em acessar tais tecnologias dificulta o trabalho dos professores, infelizmente.<br><strong><em>Damares e Laine&nbsp;</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-05 02:28:45 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Remota (04/03/22) </title>
         <author>damaress</author>
         <link>https://padlet.com/damaress/Bookmarks/wish/2082663443</link>
         <description><![CDATA[<div>Para iniciarmos, iremos falar de 4 possibilidades para o ensino não presencial, são elas: Educação a distância (EAD), Educação online, Ensino Remoto e Ensino Híbrido.<br>Não é de agora que a educação a distância é praticada, surgiu na Inglaterra por volta de 1840, ela somente ficou mais intensa nessa pandemia, a qual atingiu o mundo como todo.<br>Alguns autores classificam a <strong>EAD</strong> por gerações. A Primeira Geração em 1850 a 1960, caracterizada pelo papel impresso, como também a utilização do rádio e da televisão; a segunda de 1960 a 1985; a terceira de 1985 a 1995, uso da rede nos computadores universitários; a quarta de 1995 a 2005, começo das tecnologias computacionais de banda larga; a quinta Ofereceu a comunicação via computadores com sistema de resposta automatizadas, ademais, o acesso via portal e AVA.<br>A <strong>Educação Online</strong> é definida por Edméia Santos como um fenômeno da Cibercultura. Nessa modalidade educacional se torna preciso compreender esse fenômeno, dessa forma é possível entender as potencialidades de um ambiente virtual de aprendizado, sendo assim importante as práticas pedagógicas mediadores, com produção colaborativa e disponibilidade de material de hipertexto e hipermídia.<br>O <strong>Ensino Remoto ou Ensino Remoto emergencial</strong> surgiu no contexto pandêmico<strong> </strong><br>da covid-19, a realização de suas práticas pedagógicas são mediadas por plataformas digitais, nelas são possíveis realizar tarefas, dar conteúdos, ter encontros assicronos e mesmo assim ter uma comunicação entre professores e alunos. <br>E por fim o <strong>Ensino Híbrido, </strong>nesse ensino não há uma única forma de aprender, a aprendizagem é um processo continuo que ocorre em diferentes espaços e diferentes formas. De forma geral é a junção do ensino presencial e online com uso das tecnologias digitais. <br><strong><em>Damares e Laine&nbsp;</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-07 22:49:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Recursos Educacionais Abertos (REA) 08/03/22</title>
         <author>damaress</author>
         <link>https://padlet.com/damaress/Bookmarks/wish/2089252028</link>
         <description><![CDATA[<div>Vamos abordar mais um tema da nossa aula, Mas o que são Recursos educacionais abertos? E quando surgiu?<br>Surgiu em 2002, articulada pela UNESCO junto com algumas universidades americanas. A partir de então foram surgindo diferentes conceitos sobre o que são esses Recursos educativos abertos. <br>O primeiro foi definido em 2007, como sendo um movimento emergente de educação que combinava a tradição de compartilhamento de boas ideias de professores e a cultura digital. O segundo em 2011, a UNESCO definiu os REA como materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, eles podem estar sob domínio público ou lincenciados de forma aberta, possibilitando assim, que sejam utilizados ou adaptados por outras pessoas, por exemplo: livros didáticos, vídeos, artigos de pesquisa, etc. <br>Em 2014 chegaram ao um entendimento sobre o conceito, definindo os REA como objetos de aprendizagem ou bens discretos, eles podem ser bens culturais diversos, para utilizá-los é preciso ter algum tipo de&nbsp; lincença flexível, como as do tipo CREATIVE COMMONS (CC BY) que permitem sua utilização, modificação e/ou distribuição para finalidades específicas. <br>Em suma os Recursos educacionais abertos são materiais com intensionalidade pedagógica, na qual, precisam estar disponíveis por uma lincença aberta que permita diferentes usos. <br>David Wlley em 2015, chamou as diferentes camadas de utilização dos REA por meio de lincenças de os 5 R's, os quais são: Revisar, Reutilizar, Remixar, redistribuir e Reter. <br>Por fim, existem alguns princípios em relação aos Recursos Educacionais Abertos, são eles: colaboração entre pares, curiosidade e inventividade, autonomia e práticas Educacionais abertas. <br><strong><em>Damares e Laine</em></strong><br><br></div>]]></description>
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