<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Introdução à autoavaliação e avaliação pelos colega by EUN Partnership aisbl</title>
      <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf</link>
      <description>Alguma vez utilizou autoavaliação ou avaliação pelos colegas? Como professor ou como aluno? O que resultou / não resultou?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-08 13:54:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-30 17:08:41 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-assets.s3.amazonaws.com/icons/Shakinghands.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Carla Moura</title>
         <author>carlamoreiramoura</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/306783775</link>
         <description><![CDATA[<div>Boa tarde, caras/os colegas!<br><br></div><div>Costumo utilizar a autoavaliação e avaliação pelos colegas em vários contextos, mas mais frequentemente no contexto de apresentações orais.<br><br></div><div>Os alunos têm, desde o início do ano letivo, acesso aos critérios de avaliação relativos a este tipo de tarefas e, de cada vez que as realizam, são convidados a preencherem uma grelha como a sua autoavaliação e a avaliação da prestação dos colegas, em função desses mesmos critérios, por parâmetro, a saber: Âmbito, Correção, Fluência e Desenvolvimento Temático. Posteriormente, debatemos os resultados obtidos e comparamo-los com as classificações que eu atribuí.<br><br></div><div>Deixo-vos uma reflexão (análise e interpretação) que fiz em torno de um destes momentos. <br><br></div><div>A análise e interpretação que fiz destes resultados dá enfâse às divergências de mais do que 1 nível, em relação ao nível atribuído pela professora (o nível de “referência”), porque se considera que a divergência de 1 nível é um valor aceitável. O conceito de divergência aceitável deriva do facto de se reconhecer que é impossível eliminar, por completo, a subjetividade da classificação e da avaliação, pelo que o objetivo é reduzi-la o mais possível a valores aceitáveis que não comprometam a fiabilidade (Taylor, 2011, pp. 219-220).  <br><br></div><div>Segue-se, então, a análise e interpretação dos resultados:<br><br></div><div>1. Na avaliação da A., há 1 ocorrência, nas categorias “Âmbito”, “Fluência” e “Desenvolvimento temático e coerência”, em que a divergência é de 2 níveis, em termos de heteroavaliação, a que corresponde uma percentagem de 6,67%, por categoria. Foi o mesmo aluno a atribuir estas classificações e nota-se, na sua convivência diária, que tem um carinho especial por ela. Em termos de autoavaliação, há divergência de 2 níveis, nas categorias “Correção” e “Desenvolvimento temático e coerência”, a que corresponde uma percentagem de 13,33%, que, penso, se deve à sua baixa autoestima.<br><br></div><div>2. Na avaliação da A.M., na categoria “Correção”, há 2 ocorrências, em termos de heteroavaliação, em que a divergência é de 2 níveis, a que corresponde uma percentagem de 13,33%.<br><br></div><div>3. Na avaliação da B.R., na categoria “Desenvolvimento temático e coerência”, há 2 ocorrências, em termos de heteroavaliação, em que a divergência é de 2 níveis, a que corresponde uma percentagem de 13,33%.<br><br></div><div>4. Na avaliação da B.F., na categoria “Fluência”, há 3 ocorrências, em termos de heteroavaliação, em que a divergência é de 2 níveis, a que corresponde uma percentagem de 20%. Penso que este facto denota que os alunos, ao contrário da professora, não quiseram penalizar a aluna por ter tido pausas demasiado evidentes e até pedido para reiniciar.<br><br></div><div>5. Na avaliação do D.A., nas categorias “Âmbito” e “Fluência”, há 1 ocorrência, em termos de heteroavaliação, em que a divergência é de 2 níveis, a que corresponde uma percentagem de 6,67%.<br><br></div><div>6. Na avaliação do J., na categoria “Desenvolvimento temático e coerência”, há 2 ocorrências, em termos de heteroavaliação, em que a divergência é de 2 níveis, a que corresponde uma percentagem de 13,33%.<br><br></div><div>7. Na avaliação do J.L., na categoria “Âmbito”, há 2 ocorrências, em termos de heteroavaliação, em que a divergência é de 2 níveis, a que corresponde uma percentagem de 13,33%; na categoria “Desenvolvimento temático e coerência”, há 4 ocorrências, em termos de heteroavaliação, em que a divergência é de 2 níveis, a que corresponde uma percentagem de 26,67%.<br><br></div><div>8. Na avaliação do L., na categoria “Âmbito”, há 2 ocorrências, em termos de heteroavaliação, em que a divergência é de 2 níveis, a que corresponde uma percentagem de 13,33%; na categoria “Correção”, há 3 ocorrências, em termos de heteroavaliação, em que a divergência é de 2 níveis, a que corresponde uma percentagem de 20%; na categoria “Fluência”, há 7 ocorrências, em termos de heteroavaliação, em que a divergência é de 2 níveis, a que corresponde uma percentagem de 46,67%; na categoria “Desenvolvimento temático e coerência”, há 1 ocorrência, em termos de heteroavaliação, em que a divergência é de 2 níveis, a que corresponde uma percentagem de 26,67%.<br><br></div><div>9. Nestes dois últimos alunos, é interessante verificar que, em termos de autoavaliação, os alunos convergem com a professora em 3 categorias e na restante categoria a divergência é de apenas 1 nível, pelo que é considerada aceitável. O que levou, então, os restantes alunos a divergirem tanto da professora? Pensamos que o facto de o J. e o L. terem lido parte da sua apresentação oral – apesar de terem sido clara e continuamente advertidos de que não poderiam fazê-lo – não foi penalizado pelos restantes alunos. A professora penalizou este procedimento.<br><br></div><div>Verifica-se, pelo exposto, que a divergência considerada inaceitável (mais do que 1 nível), em termos de autoavaliação, foi de apenas 2 ocorrências em 60 possíveis, a que corresponde uma percentagem de 3,33%. Em termos de heteroavaliação, a divergência considerada inaceitável (mais do que 1 nível), em termos de heteroavaliação, foi de apenas 33 ocorrências em 900 possíveis, a que corresponde uma percentagem de 3,67%. Trata-se de números pouco significativos, que denotam a experiência que professora e alunos têm nesta tarefa.  <br><br></div><div>Por fim, é de salientar que 1 aluna teve as mesmas classificações (avaliação da professora, autoavaliação e heteroavaliação) em todos os parâmetros, 200 pontos, a que corresponde o nível 5 do desempenho descrito. Trata-se da M., que fez uma apresentação oral digna de louvor e sem qualquer tipo de falhas. Foi um privilégio termos podido presenciar este momento.<br><br></div><div>Pelo exposto, podemos concluir que esta atividade resultou, tendo os alunos percebido como se processa a avaliação destes dos parâmetros utilizados, o que também se reflete na qualidade do seu próprio trabalho.<br><br></div><div>Continuação de bom trabalho.<br><br></div><div>Um abraço.<br><br></div><div>Referências:<br><br></div><div>Taylor, Lynda (Ed.) (2011). <em>Examining Speaking: Research and Practice in Assessing Second Language Speaking</em>. Cambridge, UK: Cambridge University Press.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-21 16:13:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/306783775</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dulce Ramos</title>
         <author>castroramos</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/306812382</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta prática de autoavaliação e avaliação pelos colegas, uso-a, habitualmente, em trabalhos de/em grupo. Estes trabalhos têm de ser apresentados oralmente e, no final, solicito sempre aos alunos uma avaliação do trabalhos dos colegas e trabalho dos próprios. Antes disso, informo-os dos critérios/parâmetros que vão ser analisados e a respetiva ponderação. Ou seja, a avaliação de um trabalho é sempre o resultado da minha avaliação, da autoavaliação e da avaliação dos colegas. A autoavaliação e a avaliação dos colegas é valorizada, em termos quantitativos, na avaliação final (pois atribuo-lhes uma percentagem). Além disso, peço, muitas vezes, para identificarem  pontos fortes e pontos fracos dos trabalhos apresentados. Quando são confrontados com esta análise, os alunos comprometem-se a melhorar o desempenho nos próximos trabalhos, logo, o resultado é positivo.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-21 17:55:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/306812382</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sérgio Barroso</title>
         <author>sergiobarroso</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/306869917</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como a Dulce Ramos, em apresentações individuais ou em grupo os alunos autoavaliam-se e os seus colegas fazem a avaliação destes. Antes, sabem os pontos/critérios a que estão sujeitos. É sempre feito numa comunicação aberta e de acordo com os mesmo parâmetros com que faço a minha avaliação, para que eles compreendam como são avaliados por mim mas também como a avaliação é orientada para a melhoria. Em trabalho de projeto é feita periodicamente e os alunos podem voltar e rever o seu trabalho,  beneficiando desse feedback. Isto com os mais velhos, com os mais novos todas as fichas de atividades são revistas entre pares, que vão justificando opções ou apontando caminhos/métodos. Mas confesso, que não o faço na frequência que gostaria porque com a extensão dos programas nem sempre tenho espaço para esta estratégia. Tenho tentado nos trabalhos em grupo eles se autoregulem neste feedback, mas nem todos os alunos têm um perfil para tal, é um trabalho em continuidade ainda...</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-21 23:42:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/306869917</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José Gonçalves</title>
         <author>JGFG</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307139591</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos termos apresentados no conteúdo textual e os vídeos deste sub-ponto do módulo não tive oportunidade nas minhas aulas de executar processos de autoavaliação ou avaliação pelos colegas, foram poucas as oportunidades que se prestavam para executar tais técnicas, juntando-se também à falta de conhecimento de como aplicá-las eficazmente nas aulas. Observando tudo o partilhado realmente acho que são técnicas muito interessantes para aplicação e um deve criar na cultura da aula espaços para estes processos. Só no meu trabalho dependente paralelo às aulas universitárias (na Venezuela precisávamos ter pelo três trabalhos para tentar sobreviver às circunstâncias) cheguei a aplicar nas avaliações do performance laboral os conceitos de autoavaliação e avaliação 360º mas não cheguei a transpor a sua aplicação no contexto das aulas. Já no lado de aluno, também não me lembro de chegar a ser partícipe em alguma actividade assim dentro da educação formal, só na experiência da Formação Inicial de Formadores aqui em Portugal e numa outra formação equivalente na Venezuela antes de sair de lá cheguei a ter uma experiência parecida, nomeadamente nos módulos de simulação pedagógica inicial e final . Já levo algo novo para integrar no meu know-how.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-23 00:38:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307139591</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Henrique</title>
         <author>maria_henrique</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307319661</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A prática de autoavaliação ou avaliação pelos colegas, ou seja, a reflexão sobre as atividades, aprendizagens e seus resultados em sala de aula, para além do que normalmente se faz no final de um período ou módulo, é frequentemente usada depois de apresentações orais, individuais ou em grupo. De um modo geral, os alunos são perspicazes e objetivos, registando as respetivas dificuldades e potencialidades, assim como dos colegas. Por vezes, no final de uma apresentação ou de uma atividade, ou mesmo no final de um período, solicito a colaboração dos alunos, no sentido de me esclarecerem e avaliarem os colegas. Sinto que eles gostam da oportunidade e gostam que a opinião deles tenha peso na minha decisão, visto que os esclareço de que tenho em conta a posição deles e de que em função do que me disseram altero, se necessário, a minha avaliação. Reconheço que a contribuição deles é justa e cria um laço de confiança.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-23 18:53:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307319661</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cecília Santos</title>
         <author>mariaceciliasantos2</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307329337</link>
         <description><![CDATA[<div>A autoavaliação e avaliação pelos colegas tenho aplicado, em sala de aula, esporadicamente.<br>Quando proponho um trabalho de grupo, com apresentação oral, proponho que o grupo faça a avaliaçãção do trabalho apresentados pelos colegas e a autoavaliação do  trabalho do seu grupo. <br>De igual modo, quando um aluno resolve um exercício no quadro, por exemplo, proponho que ele próprio e o grupo turma faça uma avaliação da resolução.<br>Ao ver os vídeos e as experiências apresentadas não tenho aplicado em sala de aula de forma tão sistemática como talvez seja desejável.<br>Acredito que é vantajoso para a aprendizagem dos alunos, no entanto, essa técnica deve ser implementada desde cedo, de modo a que os alunos ao chegarem ao secundário já a dominem. <br>Os programas curriculares extensos também cria vários entraves a implementar .</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-23 20:19:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307329337</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Eduarda Peixoto</title>
         <author>eduarda_peixoto</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307531413</link>
         <description><![CDATA[<div>A avaliação pelos pares utilizo somente quando solicito a realização de um trabalho de investigação ou um trabalho com apelo à criatividade. Na sua utilização já me deparei com o problema de alguns alunos não se sentirem à vontade para falar sobre os trabalhos dos outros, devido às relações de amizade que têm entre eles. Claro que refletindo sobre o assunto e depois dos conselhos visualizados nos vídeos, tal se deveu ao facto de este não ser uma prática que utilize com regularidade e de não ter criado previamente, com atividades específicas que não conheço, um ambiente na sala de aula propício (como os jogos de confiança enunciados no vídeo, mas que desconheço, …). Como aluna recordo com carinho uma situação em que o meu professor de Filosofia escolheu um grupo de 5 ou 6 de entre os alunos das suas turmas para eleger os melhores trabalhos. Fiz parte deste grupo e recordo-me que tínhamos, em todos os trabalhos, que identificar um ponto forte e um ponto fraco. Não houve nesta situação a segunda oportunidade de corrigir o trabalho, mas deixou marcas… </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-25 17:06:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307531413</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mª Isabel Pita</title>
         <author>isapita40</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307564015</link>
         <description><![CDATA[<div>A avaliação entre pares é uma prática habitual que adoto aquando das apresentações orais que os alunos fazem relativamente à leitura integral de um livro por período.<br><br></div><div>No início do ano, disponibilizo a cada aluno os parâmetros/orientações a serem tidos em conta para o sucesso das apresentações. Esta avaliação tem resultado favoravelmente, quando são observáveis falhas relativamente aos critérios estabelecidos, os alunos avaliados consideram-nas e nas apresentações seguintes é evidente significativa melhoria. <br><br></div><div>Práticas de autoavaliação formativa, não tenho por hábito fazer, se faço é com caráter pontual. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-25 20:56:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307564015</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cláudia Sá</title>
         <author>claudia_sa</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307579443</link>
         <description><![CDATA[<div>No final de cada período faço sempre a autoavaliação dos alunos. os alunos avaliam o trabalho que fizeram ao longo do período, e traçam metas/objetivos que permitam melhorar o seu desempenho no período seguinte. <br>A avaliação de pares acontece apenas aquando da realização de alguma atividade em grupo, em que cada aluno (ou cada grupo) dá opinião sobre o trabalho dos colegas.<br>Por vezes, quando um aluno vai ao quadro e comete um erro que não lhe permitiu concluir a solução correta, costumo abordar outros alunos para que estes detetem o erro cometido, ou apresentem uma estratégia de resolução mais adequada.<br>Depois de ver o vídeo de autoavaliação fiquem com alguma vontade em alterar as fichas de autoavaliação que usamos habitualmente na minha escola, nomeadamente agora com o perfil do aluno... vamos ver o que sai!</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-25 22:59:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307579443</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gisela Vasconcelos</title>
         <author>ggcvasconcelos</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307676339</link>
         <description><![CDATA[<div>À semelhança de alguns colegas já apliquei a prática de auto-avaliação no final do período como uma reflexão do trabalho que feito até então, o que poderia ter sido diferente para assim estabelecer metas para o período seguinte.<br>Referi esta prática no passado já que os meus alunos são mais novos e abordagem tem que ser adaptada às suas idades. Assim, no final de cada unidade eles respondem a um pequeno questionário sobre o que aprenderam e refletem se são capazes de desempenhar determinadas tarefas relacionadas com o tema abordado.<br>Quanto à avaliação de pares, esporadicamente um trabalho poderá ser revisto pelo colega. A intenção não é atribuir uma nota ou contabilizar erros, mas antes uma atividade de consolidação para quem está a corrigir e uma oportunidade de melhorar para que é corrigido.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-26 09:30:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/307676339</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Isabel Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/308872557</link>
         <description><![CDATA[<div>Muito sinceramente, apenas a auto-avaliação, quer enquanto aluna,quer enquanto professora. A auto-avaliação entre pares, colegas, assusta-me um pouco. Tenha a ideia de que ser forem muito amigos teram a tendência de dar uma "avaliação" superior, assim como poderá acontecer o oposto se a amizade não for tão boa entre eles,</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-28 16:16:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/308872557</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Natália Ferreira</title>
         <author>naylu_1284</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/309092715</link>
         <description><![CDATA[<div>Promovo autoavaliação, como a maioria, no final do período e, desde o ano letivo anterior, levo os alunos a realizarem autoavaliação em alguns dos testes realizados. Para além destas situações, a autoavaliação e a avaliação por pares é sempre por mim promovida quando desenvolvo trabalho de grupo/colaborativo. Dependendo do momento em  que implemento estas modalidades de avaliação formativa e da tarefa, estas podem ser orais ou escritas, onde utilizo documentos que criei (listas ou rubricas). Estas modalidades têm resultado pois os alunos apercebem-se dos pontos fracos do seu trabalho ou desempenho e tentam melhorá-lo ou, no caso dos testes, alteram posturas nas aulas, alteram hábitos de estudo, participam mais nas aulas para esclarecer dúvidas, consolidam conteúdos. Evoluem positivamente. Quando dão feedback ao trabalho dos colegas apercebem-se, também, de aspetos que podem também eles melhorar.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-28 23:52:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/309092715</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dina Sarabando</title>
         <author>dina_sarabando</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/309559856</link>
         <description><![CDATA[<div>Julgo que, a este nível, todos nós cumprimos a autoavaliação, sobretudo no final de cada período letivo. É ponto assente que, neste momento, como reflexão de todo o trabalho desenvolvido nesse período em concreto, o aluno parte para a sua autoavaliação apurando os aspetos que não foram assim tão favoráveis e o que, na sua ótica, pode ser melhorado e como. Há que não esquecer e relembrar aos alunos que a avaliação é contínua e, por isso, estão, ainda, a tempo de alterarem a sua postura face à Escola. Esta modalidade avaliativa não é só desenvolvida no final dos períodos, mas também na construção de portefólios (visão do trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo), em atividades práticas da aula (como é o caso de uma oficina de escrita) ou mesmo no final de cada unidade didática. Costumo levar a cabo este processo, aliado à heteroavaliação, aquando de apresentações orais (os designados testes de expressão do oral).<br><br></div><div>Se vale a pena? Claro que sim! Sabemos que alguns alunos não levam a sério a autoavaliação, mas a maioria encara, com seriedade, este processo que, no fundo, permite uma orientação da sua aprendizagem e a nós, professores, será mais um instrumento que nos permitirá apoiar de outra forma o aluno em questão. Quanto à heteroavaliação, por vezes, não é fácil, devido à questão do amiguismo ou rivalismo entre alunos, mas os alunos, por norma, tendem a ser justos e aprendem muito uns com os outros, enriquecendo, sem dúvida, as suas práticas e os seus métodos de trabalho.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-29 21:08:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/309559856</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Manuel Ribeiro</title>
         <author>manufsrib</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/310061840</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto professor, tenho vindo a efetuar a autoavaliação em determinadas atividades e momentos: apresentações orais e produções escritas, para lá do final de período. Por outro lado, a avaliação pelos colegas tem funcionado melhor por ser efetuada na sequência de uma apresentação oral de uma leitura recreativa, com os parâmetros de concretização e avaliação conhecidos de todos. Nesta atividade, os alunos fomentam o feedback instantâneo, fazem a avaliação e dão indicações ao professor sobre o impacto que a mesma está a ter nas suas aprendizagens. Dependendo dos níveis etários, e da consciencialização que os alunos tenham da importância da autoavaliação, nem sempre esta última corre da melhor maneira, por nem sempre conseguirem os alunos formar uma ideia justa e clara do desempenho que estão a ter.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-01 14:13:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/310061840</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Auto e heteroavaliação</title>
         <author>einocentes</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/310667783</link>
         <description><![CDATA[<div>Na apresentação de trabalhos dos alunos, utilizo quase sempre a auto e a heteroavaliação. Pela minha experiência, resulta o estabelecimento de critérios de avaliação conjuntos. Os alunos reveem-se no acordado e são justos nas avaliações que fazem.   <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-03 21:39:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eunacademy/wywquymwbduf/wish/310667783</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
