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      <title>A Primeira Invasão Francesa by naya martins</title>
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      <description>Feito por: Nayara Martins 11C n.26 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-02-16 16:39:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-16 12:51:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A Primeira Invasão Francesa</title>
         <author>crazylandia0_0</author>
         <link>https://padlet.com/crazylandia0_0/wyqy1vwihy7p/wish/446106903</link>
         <description><![CDATA[<div>  A <em>Primeira Invasão Francesa de Portugal</em>, liderada pelo general francês Junot, aconteceu como resultado de dois acontecimentos importantes da época:  A <strong>ambição napoleónica de conquistar ainda mais território europeu</strong>, aumentando o poder da França e, posteriormente, o seu, e também a <strong>renúncia de Portugal ao Bloqueio Continental</strong>, uma <mark>política que decretava que nenhuma nação européia continuaria a ter um vínculo comercial com o Reino Unido</mark>. <br><br> Portugal, tendo estabelecido uma aliança com a Grã-Bretanha séculos antes, negou a política, deixando a nação ibérica suscetível à ataques da França e dos seus aliados. Tais consequências derivaram das três invasões napoleônicas que Portugal sofreu como resultado de suas más decisões aos olhos de Napoleão.<br><br>  A primeira dessas invasões teve consequências devastadoras para o império português: a <strong>decisão do príncipe regente de morar no Brasil com a Corte</strong>, uma colónia do reino que foi desenvolvida, <strong>tornando-na</strong> até, após a sua chegada, à <strong>sede do governo</strong>, a <strong>destruição territorial de Portugal Continental,</strong> a <strong>fome</strong> e<strong> domínio inglês</strong> de Lisboa por um exército britânico, liderado por Beresford, que condicionou que o desenvolvimento de Portugal e a excelência do seu povo nas forças armadas, uma vez que Beresford explicitava a <strong>admissão exclusiva de oficiais britânicos para os mais altos cargos militares</strong>. <br><br> A invasão em si teve início em <strong>outubro de 1806</strong>, com a<strong> ordem de Napoleão para Junot invadir Portugal com as suas tropas</strong>, em seguida ao <mark>Ultimato francês que fora dado a Portugal </mark>em julho do mesmo ano como último aviso.  Como forma prevenir a invasão, embora esta já decoresse, <strong>Portugal adota formalmente o Bloqueio Continental</strong>, mas, ao mesmo tempo,<strong>  assina um acordo com o Reino Unido</strong>, <mark>onde é explicita a ida da Corte e do Príncipe Regente D. João, futuro rei de Portugal, para o Brasil</mark>.<br>Em território frânces foi, nesta altura, assinado o <strong>Tratado de Fontainebleau</strong>, <mark>que formalizava a partilha de Portugal entre a Espanha e a França, uma vez que formaram uma aliança contra Portugal.</mark><br><br> Em <strong>novembro de 1807</strong>, <strong>Junot e as suas tropas francesas chegaram a Lisboa</strong>,<mark> onde este ficou "a ver navios", uma vez que a sua entrada na capital lusitana coincidiu com a partida da Corte portuguesa para o Brasil.</mark> Contudo, isto não aparentava ser completamente mal para os franceses, pois <strong>Junot ocupa a cidade</strong>, sendo ela assim <strong>dominada por forças napoleónicas temporariamente.  </strong><br><br>Consequentemente, foram patentes <strong>revoltas populares contra o comando francês de Portugal</strong>, do norte ao sul do país. Como resposta ao domínio francês, o <strong>exército britânico de Arthur Wellesley desembarca, por via marítima, na foz do Mondego, deslocando-se assim para onde as forças anglo-portuguesas disputariam contra  os franceses, particularmente em duas batalhas em localidades próximas  da capital portuguesa, Lisboa. </strong>Essas <strong>batalhas</strong>, a <strong>de</strong> <strong>Roliça</strong> e <strong>Vimeiro</strong>, provaram-se como grandes vitórias para Portugal e a Inglaterra, forçando assim o <strong>armistício do exército francês,</strong>  finalizado com a <strong>assinatura da </strong><strong><em>Convenção de Sintra</em></strong><strong>,</strong>  <mark>entre a Grã-Bretanhã e a França,</mark> explicantando assim <mark>os termos em que as forças francesas partiriam de Portugal.</mark>  Infelizmente, as condições deste tratado provaram-se extremamente benéficas para o adversãrio, a França, já que<strong> fora estabelecido que legamente estes tinham o direito de saquear as localidades pelas quais passavam</strong>. O <strong>êxito da Convenção apresentava precariedades</strong>, pois passados <mark>apenas um ano da saída dos franceses de Portugal, estes regressaram, agora comandados pelo marechal francês Soult.<br></mark><br>Resumidamente, a <em>Primeira Invasão Francesa de Portugal</em> pretendia <strong>conquistar o território lusitano para o imperador francês Napoleão Bonaparte</strong> e <strong>forçar o Bloqueio Continental face a potência económica que outrora fora a Grã-Bretanhã.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-16 17:13:37 UTC</pubDate>
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