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      <title>Doenças da Hemostasia by Eduarda Da Rosa Correa Dos Santos</title>
      <link>https://padlet.com/eduardacorrea4/hemato2hemostasia</link>
      <description>Hematologia Clínica II</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-09 16:34:23 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-24 07:35:22 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Distúrbios Hereditários da Coagulação</title>
         <author>eduardacorrea4</author>
         <link>https://padlet.com/eduardacorrea4/hemato2hemostasia/wish/2176059076</link>
         <description><![CDATA[<div>– Hemofilias A ou B<br>– Deficiências de fatores<br>– Doença de Von Willebrand</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 16:39:53 UTC</pubDate>
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         <title>Distúrbios Adquiridos da Coagulação</title>
         <author>eduardacorrea4</author>
         <link>https://padlet.com/eduardacorrea4/hemato2hemostasia/wish/2176061049</link>
         <description><![CDATA[<div>- CIVD<br>- Hepatopatias&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 16:41:01 UTC</pubDate>
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         <title>Importância da Hemostasia</title>
         <author>eduardacorrea4</author>
         <link>https://padlet.com/eduardacorrea4/hemato2hemostasia/wish/2176061924</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 16:41:33 UTC</pubDate>
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         <title>Cascata de coagulação </title>
         <author>eduardacorrea4</author>
         <link>https://padlet.com/eduardacorrea4/hemato2hemostasia/wish/2176064347</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Hemostasia primária&nbsp;<br></strong><br></div><div>- Consiste na adesão de plaquetas circulantes ao colágeno por meio do fator de von Willebrand liberado pelo endotélio<br><br></div><div>- Essa adesão ocorre por intermédio das glicoproteínas lb (GPIb) e la-lla localizadas, respectivamente, na superfície das plaquetas e do colágeno:&nbsp;<br><br></div><div>- As plaquetas aderidas ao colágeno são ativadas, liberando secreções dos conteúdos granulares (adenosina difosfato, prostaglandinas, tromboxano A2, serotonina), e sofrem alteração de sua estrutura, expondo outra glicoproteína de membrana: GPIIb/Illa, responsável pela agregação plaquetária por meio da ligação dessa GP ao fibrinogênio.<br><br></div><div><strong>Hemostasia secundária<br></strong><br></div><div>&nbsp;- Envolve as reações da cascata da coagulação, que consistem na ativação sequencial de uma série de pró-enzimas em enzimas ativas, resultando na formação de fibras de fibrina que fortalecem o tampão plaquetário.<br><br></div><div>- Todos os fatores de coagulação são produzidos pelo fígado, com exceção do fator VIII, que também é secretado pelo endotélio;&nbsp;<br><br></div><div>- A cascata da coagulação é dividida em via intrínseca e via extrínseca, que confluem para uma via comum;<br><br></div><div>- Na via extrínseca, o fator VII circulante liga-se à tromboplastina exposta pelo endotélio lesado e, juntos, ativam fator X (via comum);<br><br></div><div>- Na via intrínseca, o fator XII, na presença de CAPM e PK, é ativado por fatores de contato e ativa o fator XI, que, por sua vez, atuará na ativação do fator IX. O fator IXa, na presença do Villa, ativa o fator X;&nbsp;<br><br></div><div>- Três importantes substâncias agem como moduladoras da cascata da coagulação: AT, proteína C ativada/proteína S e inibidor da via do FT.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Fibrinólise&nbsp;<br></strong><br></div><div>- O plasminogênio é convertido em plasmina pela ação do tPA e do uPA. A plasmina é a responsável pela dissolução do coágulo;<br><br></div><div>- Os compostos que controlam a fibrinólise são PAI, especialmente PAI-1, TAFI e alfa-2-antiplasmina.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Análise laboratorial&nbsp;<br></strong><br></div><div>- Os exames solicitados para avaliar a hemostasia primária são contagem de plaquetas com análise do sangue periférico, tempo de sangramento, curva de agregação plaquetária e perfil de von Willebrand;&nbsp;<br><br></div><div>- Os exames solicitados para avaliar a hemostasia secundária são TP. TTPA, tempo de trombina, fibrinogênio, produtos de degradação fibrinogênio/fibrina, D-dímero;&nbsp;<br><br></div><div>- Para avaliar a fibrinólise, pode-se solicitar teste do tempo de lise de euglobulina.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 16:43:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Doença de Von Willebrand (vWD)</title>
         <author>eduardacorrea4</author>
         <link>https://padlet.com/eduardacorrea4/hemato2hemostasia/wish/2176513402</link>
         <description><![CDATA[<div>É o distúrbio hereditário mais comum; deficiência/defeito em uma proteína conhecida como Fator de Von Willebrand (vWF)</div><ul><li><strong>Tipo 1</strong>: produção da proteína vWF é muito baixa/insuficiênte.</li><li><strong>Tipo 2</strong>: produção normal mas proteína vWF vem com defeito e não funciona da forma correta.</li><li><strong>Tipo 3</strong>: não existe produção da proteína vWF.</li><li><strong>Sintomas</strong>: incluem hemorragias nasais recorrentes e prolongadas, sangramento das gengivas, aumento do fluxo menstrual e sangramento excessivo de um corte.</li><li><strong>Diagnóstico laboratorial</strong>: níveis séricos totais de antígeno do fator de von Willebrand (FVW), teste de função do FVW, nível sérico do fator VIII e tempo de tromboplastina parcial (TTP).</li><li><strong>Tratamento</strong>: uso de medicação, dependendo do subtipo da doença.</li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 22:23:33 UTC</pubDate>
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         <title>Hemofilia A e B</title>
         <author>eduardacorrea4</author>
         <link>https://padlet.com/eduardacorrea4/hemato2hemostasia/wish/2183398144</link>
         <description><![CDATA[<div>Hemofilia é um distúrbio genético e hereditário que afeta a coagulação do sangue; predominante em homens.</div><ul><li><strong>Hemofilia A</strong>: deficiência no fator de coagulação VIII</li><li><strong>Hemofilia B</strong>: deficiência no fator de coagulação IX</li></ul><div>Graus de <strong>gravidade</strong> da hemofilia: leve, moderada e grave (fator de coagulação praticamente ausente).<br>Alguns <strong>sintomas</strong> são: hematomas grandes ou profundos, dor nas articulações e inchaço, sangramento inexplicável e sangue na urina ou nas fezes.</div><ul><li><strong>Diagnóstico laboratorial</strong>: hemograma, coagulograma (TAP e PTT) encontram se prolongado e dosagem dos fatores de coagulação VIII e IX estão diminuídos.&nbsp;</li><li><strong>Tratamento</strong>: consiste na reposição do fator anti-hemofílico.&nbsp;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 20:16:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Deficiências de Fatores</title>
         <author>eduardacorrea4</author>
         <link>https://padlet.com/eduardacorrea4/hemato2hemostasia/wish/2183408279</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Deficiência de fator XI</strong>: raro, mais comum em descendentes judeus europeus; autossômica recessiva; hemorragia relacionada a trauma ou cirurgia.</li></ul><div><strong>Diagnóstico laboratorial: </strong>exames de tempo de tromboplastina parcial ativada (aPTT) e níveis reduzidos do fator de coagulação XI.<br><strong>Tratamento</strong>: normalmente usado concentrado do FXI ou plasma fresco congelado.&nbsp;</div><ul><li><strong>Alterações no fibrinogênio (fator I): </strong>afibrinogenemia (hemorragia do cordão umbilical, hemorragia gastrointestinal, menorragia, hemorragia traumática e cirúrgica e abortos espontâneos) e hipofibrinogenemia (episódios hemorrágicos em menor quantidade e mais ligeiros após traumatismo ou cirurgia).</li></ul><div><strong>Diagnóstico laboratorial:</strong> exames de tempo tromboplastina parcial ativada (aPTT), tempo de protrombina, tempo de trombina e reptilase e dosagem do nível de fibrinogênio.<br><strong>Tratamento</strong>: concentrados de fibrinogênio e plasma fresco congelado.</div><ul><li><strong>Deficiência de protrombina (fator II):</strong> muito rara; autossômica recessiva; epistaxis, menorragias, hemorragias das mucosas, hemorragia prolongada após extracção dentária, traumatismo ou cirurgia. A gravidade das manifestações hemorrágicas está correlacionada com os níveis de FII.</li></ul><div><strong>Diagnóstico laboratorial:</strong> exames de tempo de protrombina e tromboplastina parcial ativada, dosagem da atividade de coagulação do FII.<br><strong>Tratamento</strong>: concentrados do complexo de protrombina (PCCs) ou plasma fresco congelado.</div><ul><li><strong>Deficiência fator V</strong>: formas mais graves se manifestam mais cedo; pistaxis, hematomas, hemorragia das mucosas, hemorragia dos tecidos moles; hemorragia excessiva após procedimentos/traumas; a gravidade das manifestações está relacionada com os níveis do FV.</li></ul><div><strong>Diagnóstico laboratorial:</strong> exames de tempo de protrombina e tromboplastina parcial ativada, dosagem da atividade do FV.<br><strong>Tratamento</strong>: plasma fresco congelado.</div><ul><li><strong>Deficiência de fator VII</strong>: grave com hemorragias intracerebrais ou hemartroses recorrentes; moderado com hemorragias cutâneo-mucosas (epistaxes, menorragia) ou hemorragias provocadas por intervenção cirúrgica. Níveis baixos de FVII não indicam manifestação clínica.</li></ul><div><strong>Diagnóstico laboratorial:</strong> testes cronométricos revelando um nível da actividade de FVII.<br><strong>Tratamento</strong>: concentrado de FVII ou recombinante activado de FVII.</div><ul><li><strong>Deficiência de fator X</strong>: hemorragia umbilical, epistaxis recorrente, hemorragia dos tecidos moles, menorragia, equimoses fáceis, hematúria, hemartroses e hemorragia excessiva durante ou após cirurgia, parto ou traumatismo.</li></ul><div><strong>Diagnóstico laboratorial:</strong> tempos prolongados de protrombina, tromboplastina parcial ativada e de veneno de víbora Russell (PT, aPTT, RVVT), e em níveis reduzidos do FX<br><strong>Tratamento</strong>: concentrados de complexos de protrombina (PCCs) ou plasma fresco congelado (se PCCs não estiverem disponíveis) no tratamento de episódios hemorrágicos.</div><ul><li><strong>Deficiência de fator XII</strong>: aumento do risco de trombose; achado laboratorial no TTPa; assintomáticos.</li><li>Deficiência de fator XIII: hemorragia dos tecidos moles, hemorragia intracraniana, menorragia (intenso sangramento menstrual) e hemorragia nas articulações.</li></ul><div><strong>Diagnóstico laboratorial:</strong> dosagem de FXIII, ensaios de antigênicos e teste de solubilidade do coágulo.<br><strong>Tratamento</strong>: concentrado de FVII ou recombinante activado de FVII.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 20:31:35 UTC</pubDate>
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         <title>CIVD (Coagulação Intravascular Disseminada)</title>
         <author>eduardacorrea4</author>
         <link>https://padlet.com/eduardacorrea4/hemato2hemostasia/wish/2184842686</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma síndrome adquirida caracterizada pela ativação simultânea dos fatores de coagulação, plaquetas e fibrinólise. Pode ser de instalação aguda quando o consumo excessivo de fatores de coagulação e o fígado não consegue repor ou crônica quando o consumo é compensado pela produção hepática, e correm maior risco de trombose.<br>•	<strong>Causas</strong>:&nbsp; Ocorre devido a infecções, traumas, tumores ou doenças vasculares. <br>•	<strong>Sintomas</strong>: sangramento importante em feridas operatórias, locais de punções ou drenos<br>•	<strong>Diagnóstico laboratorial</strong>: combinação de diversas alterações em TP e TTPA prolongados; plaquetas e&nbsp; fibrinogênio aumentados; teste de função do FVW, D-dímero aumentado<br>•	<strong>Tratamento</strong>: Tratamento da causa-base e estabilização hemodinâmica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 23:32:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hepatopatias (Doenças no fígado)</title>
         <author>eduardacorrea4</author>
         <link>https://padlet.com/eduardacorrea4/hemato2hemostasia/wish/2184843368</link>
         <description><![CDATA[<div>O fígado é o local de síntese de todos os fatores de coagulação(exceto fator VIII). Quando há diminuição da síntese dos fatores pode ocorrer risco de sangramentos excessivos e trombose.<br>•	<strong>Diagnóstico</strong>: TP; TPP; manifestação clínica<br>•	<strong>Tratamento</strong>: Administrar vitamina K</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 23:33:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Testes da atividade dos fatores de coagulação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eduardacorrea4/hemato2hemostasia/wish/2186621937</link>
         <description><![CDATA[<div>- Tempo de Tromboplastina Parcial (TTP): o tempo normal varia entre 60 a 110 segundos. Como as plaquetas foram substituídas pela suspensão de fosfolipídios, o alargamento do TTP estará relacionado com alterações dos fatores XII, XI, IX ou VIII.&nbsp;</div><div>- Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado (TTPa): normalmente este tempo é menor que 35 segundos, podendo variar entre 25 e 39 segundos. É particularmente útil no acompanhamento dos efeitos da heparina e na determinação de deficiências dos fatores IX e VIII.&nbsp;</div><div>- Tempo de Coagulação Ativado (TCA): os valores normais estão situados entre 90 e 120 segundos. É de grande utilidade na monitorização da administração de heparina e para guiar sua neutralização pela protamina.&nbsp;</div><div>- Tempo de Protrombina (TP): determina a atividade dos fatores II (protrombina), V, VII e X, a deficiência é acompanhada pelo alargamento do tempo necessário à formação do coágulo. Pode ser influenciada pela ocorrência de hipofibrinogenemia. O valor normal está situado entre 10 e 14 segundos, entretanto, é mais bem avaliado como uma porcentagem do tempo obtido pelo controle (atividade da protrombina). É utilizada no acompanhamento da administração de dicumarínicos, visto que estas drogas interferem na etapa final da síntese dos fatores dependentes da vitamina K (II, VII, IX e X).&nbsp;</div><div>- Tempo de Trombina (TT): Este teste mede a velocidade de conversão de fibrinogênio em fibrina, última fase da coagulação, identificando a hipofibrinogenemia e a disfibrinogenemia. Valores normais estão situados entre 9 e 12 segundos.&nbsp;</div><div>- Tempo de Reptilase (TR): a reptilase é uma enzima derivada do veneno da Bothrops jararaca que converte fibrinogênio em fibrina por ação direta. (Valor normal entre 14 e 21 segundos). Quando ambos estão prolongados, poderá estar ocorrendo hipofibrinogenemia ou inibição da coagulação pelos PDFs. TR normal associado à TT prolongado indica presença de heparina na amostra.&nbsp;</div><div>- Produtos de Degradação de Fibrina (PDFs): níveis elevados sugerem que a taxa de formação excede a capacidade de clareamento e indica fibrinólise acelerada. Pode ocorrer durante a menstruação, após infarto agudo do miocárdio, na glomerulonefrite aguda, na embolia pulmonar, na trombose venosa profunda e, principalmente, devido à fibrinólise secundária da coagulação intravascular disseminada (CIVD). - Dosagem do Fibrinogênio: os níveis estão aumentados nas doenças inflamatórias, neoplásicas, infecções, gravidez e pós-operatório. A principal condição clínica em que os níveis plasmáticos sofrem queda aguda e intensa é a CIVD.&nbsp;</div><div>- Tromboelastograma (TE): podemos identificar se há deficiências de fatores, fibrinogênio e plaquetas, ou se está ocorrendo fibrinólise. Também pode ser testada in vitro a efetividade do tratamento com anti fibrinolíticos ou protamina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 00:45:06 UTC</pubDate>
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