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      <title>Elisabete Alberto  Formanda E1T6077 by Elisabete Alberto</title>
      <link>https://padlet.com/elisabetealberto/wxw2ui9eheqh</link>
      <description>Sou professora de História</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-16 21:46:02 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-16 00:14:06 UTC</lastBuildDate>
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         <title>

Tarefa: Competências de Relação
Interpessoal na Tutoria

Opção B

Dos três
objetivos do processo de tutoria apresentados, qual representará para si o
maior desafio? Justifique.

O objetivo que
representa para mim o maior desafio é a autoexploração do tutorando.

Devo dizer que
não precisei de pensar muito. Uma experiência passada enquanto tutora, quando
naturalmente tentava compreender os problemas que afetavam a minha tutoranda,
levou a que a mesma me mostrasse a automutilação que praticava e me falasse de
todos os problemas familiares que a afetavam. A jovem tinha, até então,
conseguido esconder da família, colegas e professores, essa realidade. O
problema que senti então foi não ter tido uma resposta imediata para ela quando
me fez o pedido de ajuda. Apenas a ouvi. Consciente que, sozinha, não tinha
capacidade para a auxiliar. Então, procurei ajuda, encaminhei a jovem para as
consultas de pedopsiquiatria do hospital da área da escola.

É óbvio que ao
estabelecermos uma relação de confiança com os tutorandos situações destas
podem acontecer. Nesta situação concreta quase que perdi o controlo da
interação. A partir daí, fiquei mais cautelosa na vontade de aprofundar a
formulação dos problemas com ela porque depressa percebi que não tinha
competência para dar resposta a muitos dos seus fantasmas e por isso socorri-me
de profissionais de saúde.

&amp;nbsp;Contudo, esta situação suscitou mais tarde um
processo de mudança nela, com a continuidade das aulas de tutoria e com a ajuda
profissional competente, pelo menos, por enquanto, ela abandonou comportamentos
de risco e revela um maior envolvimento escolar.

Penso que
estas situações podem acontecer a todos e é bom estar preparado para elas.
Também cabe ao tutor conhecer os seus limites, quando necessário saber pedir
ajuda para identificar os problemas dos seus tutorandos, e para eles procurar
soluções.

Não podemos
nunca esquecer que o processo de mudança é feito pelo tutorando, o nosso
trabalho consiste em ajudá-lo a trilhar o caminho e fornecer-lhe as ferramentas
para que tal aconteça mas para isso o tutorando tem de estar disponível para a
mudança.

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

Elisabete
Alberto

&amp;nbsp;

</title>
         <author>elisabetealberto</author>
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         <pubDate>2016-10-16 22:16:15 UTC</pubDate>
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Módulo1

Tarefa Tutoria

Opção a)

“Nem toda a
tentativa de realizar um processo de tutoria é automaticamente eficaz em
qualquer situação. Para o ser a tutoria precisa de ser planificada, estruturada
e cuidadosamente monitorizada. Os tutores têm de saber como podem ajudar e
quando o não estão a fazer.”

(Topping,200,p.12)

A minha primeira reflexão, baseada na
experiência que tenho e em alguma literatura, leva-me a dizer que para conhecer
profundamente os problemas do tutorando, o tutor deve estabelecer uma relação
estreita e de confiança mútua com o mesmo o que nem sempre será possível em
sessões onde estão pelo menos 10 alunos. 

Os alunos com 2 ou mais repetências,
normalmente são jovens que não valorizam a escola, o saber, que tiveram
situações de abandono escolar ou graves problemas disciplinares e cujas
famílias são pouco cooperantes com a instituição escolar. Em jeito de exemplo
cerca de 50% dos meus tutorandos estão assinalados na CCPJ.&amp;nbsp; &amp;nbsp;

São jovens que ainda frequentam a
escola mas que estão altamente envolvidos em comportamentos de risco
dificilmente estão permeáveis à mudança de comportamento.

Poderia acrescentar muitos mais
factos, mas penso que estes são suficientes para me consciencializar que a
minha tutoria não vai ser totalmente eficaz, todavia se em 10 alunos puder
ajudar 4 ou 5 já valeu a pena todo o esforço.

Para tornar este processo mais eficaz
sei que, enquanto tutora, devo pensar, refletir sobre como melhor chegar a cada
um destes jovens que me foram entregues, aprofundar o mais possível o meu
conhecimento sobre eles e atuar. 

Atuar é
planificar, estabelecer objetivos, e é estar disponível.

&amp;nbsp;As metas são diminuir o abandono escolar e
promover o sucesso. O caminho a desbravar para lá chegar é altamente complexo e
difícil. As sessões são semanais, logo o estabelecimento de objetivos deve ser
feito de forma precisa, a curto ou médio prazo e facilmente avaliáveis pois só
assim poderei perceber se o trabalho com os tutorandos está a ser positivo ou
se tenho que repensar, reformular, voltar a planificar para melhorar o
envolvimento, o desenvolvimento de capacidades e competência neles.

&amp;nbsp;Em última instância espero que o meu trabalho
leve a que o tutorando possa melhor entender o nível de compreensão sobre si
próprio, colmatar as suas dificuldades adquirir competências e encontrar e
escolher conscientemente o seu percurso.

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

Elisabete
Alberto

</title>
         <author>elisabetealberto</author>
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         <pubDate>2016-10-16 22:19:51 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2016-10-16 22:25:31 UTC</pubDate>
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Módulo 2

Tarefa: O tutor formando deve escolher uma
fase do modelo de tutoria e listar 5 obstáculos que podem surgir no processo e
outras tantas propostas de solução para os ultrapassar.

Nesta tarefa vou apenas colocar problemas que vivenciei no
estabelecimento da fase de facilitação e como os tentei ultrapassar. 


 
  
  FASE DE FACILITAÇÃO                                 
  
 
 
  
  OBSTÁCULOS
   
  
  
  SOLUÇÕES
  
 
 
  
  O tutorando recusa
  frequentar as aulas de tutoria.
  
  
  Conversar com o
  diretor de turma no sentido dele sensibilizar os encarregados de educação e
  os alunos da importância das sessões de tutoria para o seu futuro sucesso
  escolar.
  Se necessário o
  tutor deve chegar diretamente à fala com o tutorando para o motivar a
  participar. 
  
 
 
  
  O tutorando recusa
  conversar com o tutor. Vira a cabeça e fica calado quando é interpelado pelo
  tutor.
  
  
  Neste programa só
  podem/devem participar os alunos que estão realmente interessados na mudança
  dos seus comportamentos. Se tal não acontece não adianta forçar a situação.
  
 
 
  
  O tutorando recusa
  expor-se nas sessões de tutoria perante os seus colegas.
  
  
  Todos têm um tempo
  que é diferente. Deixar o tutorando encontrar o seu tempo, despir-se da sua
  timidez, facilitar a sua integração no grupo. Mesmo que não participe
  ativamente pode lucrar em estar nas sessões através da modelagem.
  
 
 
  
  Nas sessões de
  tutoria os tutorandos mantêm um comportamento inadequado.
  
  
  15alunos, com
  problemas disciplinares: eis o meu grupo. A solução encontrada foi negociar as
  regras a manter nas sessões
  
 
 
  
  Os tutorandos não
  conhecem o tutor.
  
  
  O tutor deve
  despir o seu papel de professor (no meu caso de História) e assumir o papel
  de professor / tutor. Tal pode ser atingido através da introdução de jogos de
  quebra-gelo. O tutor deve sempre dar reforço positivo às atitudes e/ou
  competências dos seus tutorandos. O toque é algo de fundamental. Muitas vezes
  estes jovens agem com alguma agressão e pouco a pouco começam a
  aceitar/gostar. O tratamento com carinho também ajuda muito no estabelecimento
  de uma relação positiva. 
  Combinei com os
  meus tutorandos na próxima sessão fazermos um lanchinho, cada um deve trazer refrigerantes
  ou bolos. 
  
 


</title>
         <author>elisabetealberto</author>
         <link>https://padlet.com/elisabetealberto/wxw2ui9eheqh/wish/132543304</link>
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         <pubDate>2016-10-23 14:36:52 UTC</pubDate>
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         <title>

Módulo 3

Tarefa

Opção B: Um
tutor pode motivar um tutorando a melhorar o seu envolvimento na aprendizagem?
Responda, brevemente, a esta pergunta elaborada por um tutor que está a
iniciar-se neste processo.

A resposta será não,
tal como tão bem foi explicado no vídeo referente a este módulo, a motivação é
algo de idiossincrático; a função do tutor é outra.

O tutor tem um papel
de facilitador faz os alunos refletirem sobre os seus problemas e encontrarem
soluções. O tutor dá os argumentos necessários, a esperança, a oportunidade, os
instrumentos ao tutorando para que ele se possa envolver na sua aprendizagem. O
tutor pode servir de modelo ou pode mostrar outros modelos ao tutorando para o
ajudar na sua caminhada de envolvimento na sua aprendizagem e na sua motivação,
contudo não o pode fazer por ele. Recorrendo a um velho proverbio chinês: “ Não
lhe dês o peixe mas ensina-o a pescar”, eis o papel do tutor. A escolha do
caminho é feita pelo tutorando.

O tutor pode e deve
ajudar o tutorando a melhorar os seus comportamentos, todavia a motivação
pertence ao tutorando, é este o operador da mudança. Por muitos exemplos que dê,
por mais facilitador que seja o tutor, se o aluno não encontrar formas internas
de querer mudar o seu comportamento, ninguém o poderá fazer por ele, nem o convencer
a fazer. Se tal fosse possível, se houvesse uma porção mágica para motivar a
mudança de comportamentos, não haveria alunos com insucesso, nem marginalidade,
nem as prisões estariam cheias. &amp;nbsp;

Foram-nos
apresentados dois modelos para o estudo da motivação: a teoria da
autodeterminação (motivação intrínseca e extrínseca), o locus de causalidade (interno
e externo); neste dois modelos a tónica é sempre dada ao indivíduo, melhor
dizendo ao tutorando que tem de escolher os seus objetivos e em função deles
encontrar a sua motivação para querer mudar os seus comportamentos. Com este
comprometimento o tutorando passa a agir, decidindo sobre sua caminhada, em vez
de apenas reagir aos fatores que lhe são hostis. Se a opção do tutorando for
esta, então o papel do tutor é primordial: é a ele que cabe abrir a porta ao
aluno, facilitar, entusiasmar, dar-lhe os instrumentos necessários e a
oportunidade para que ele tenha sucesso na sua caminhada, execute a sua tarefa
e melhore o seu envolvimento na aprendizagem. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;

Elisabete Alberto

</title>
         <author>elisabetealberto</author>
         <link>https://padlet.com/elisabetealberto/wxw2ui9eheqh/wish/134361129</link>
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         <pubDate>2016-10-31 22:09:37 UTC</pubDate>
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