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      <title>Gê Viana by MARIANA JORGE</title>
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      <description>Olhar contemporâneo sobre as obras de Debret!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-22 20:16:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A partir de um encontro em Santos com <strong>Lívia Aquino, </strong>pesquisadora do campo das artes visuais, Gê Viana passa a fazer <strong>uso da apropriação de fotos históricas.</strong> Afirma que, <strong>"criar um caminho na arte hoje parte da ideia de denúncia, desequilibrando a ideia de categorias estéticas". Ressignificar</strong> é enxergar obras colonialistas com um olhar crítico e entender que elas ainda carregam um <strong>trauma histórico da população. </strong>Entretanto ela desenvolveu um modo de trazer outras narrativas que trabalham a leveza e a felicidade, pois<strong> "a nossa felicidade está em risco", afirma. </strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 13:04:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O<strong> Prêmio PIPA </strong>(A Janela para a Arte Contemporânea Brasileira) é uma iniciativa criada pelo Instituto PIPA em 2010, que visa <strong>representar e dar lugar a arte e artistas visuais brasileiros.</strong> Atualmente, considerado um dos principais prêmios de arte visual do país. </p><p><br/></p><p>Promove a <strong>visibilidade e incentivo</strong> a produções artísticas nacionais de arte comtemporânea, apoiando a trajetória de artistas recentes na área.</p><p><br/></p><p>Gê Viana foi indicada ao Prêmio PIPA em 2019 e 2020.<strong> Em 2020, foi uma das vencedoras do prêmio e, em 2021, foi convidada a ser Membra do Comitê de Indicação PIPA.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 13:06:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianajorge116</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Geane Viana de Sousa</strong>, conhecida como Gê Viana. Artista de origem indígena do Povo Anapuru Muypurá, nasceu em Santa Luzia no Maranhão em 1986, mas vive e trabalha em São Luís. </p><p><br/></p><p><strong>Formada em Artes Visuais</strong> pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), <strong>ela produz colagens e fotomontagens analógicas e digitais </strong>(remixagens). Suas artes enfatizam a sua <strong>ancestralidade, </strong>fio condutor de todo o seu processo artístico, investigando as raízes do seu povo e suas identidades, as quais foram alvo de <strong>violências no Brasil colonial. </strong>Traz consigo o ato de fotografar corpos que assumem vários recortes, <strong>confrontando a cultura colonizadora hegemônica e seus sistemas de arte e comunicação. </strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 14:06:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianajorge116</author>
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         <description><![CDATA[<p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://galeriasuperficie.com.br/artistas/ge-viana/">https://galeriasuperficie.com.br/artistas/ge-viana/</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.premiopipa.com/ge-viana/">https://www.premiopipa.com/ge-viana/</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://fcs.mg.gov.br/g-ge-viana/">https://fcs.mg.gov.br/g-ge-viana/</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nonada.com.br/2023/10/atos-de-felicidade-ge-viana-a-artista-que-corta-imagens-coloniais-a-facao/">https://www.nonada.com.br/2023/10/atos-de-felicidade-ge-viana-a-artista-que-corta-imagens-coloniais-a-facao/</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mam.rio/ge-viana/">https://mam.rio/ge-viana/</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://app.estuda.com/questoes/?id=10526693">https://app.estuda.com/questoes/?id=10526693</a></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 14:57:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianajorge116</author>
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         <description><![CDATA[<p>A obra<strong> "Sentem para Jantar" </strong>faz parte da série <strong>Atualizações traumáticas de Debret. </strong>Gê Viana propõe uma revisão visual e simbólica da história do Brasil, baseando-se em Jean-Baptiste Debret, especialmente em <strong>Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil (1834-1839),</strong> e relacionando com o período colonial brasileiro. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 22:29:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianajorge116</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Jean-Baptiste Debret.</strong> "Um jantar brasileiro", 1827. Aquarela 15,7 x 22cm.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 22:30:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianajorge116</author>
         <link>https://padlet.com/marianajorge116/wxcyj7ftkbuwmwkx/wish/3425501190</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Gê Viana.</strong> "Sentem para Jantar", 2021 ; série Atualizações Traumáticas de Debret, impressão em jato de tinta com pigmento natural de colagem digital sobre papel Hahnemuhle Photo Rag 308 g/m2 ; 29,7 x 42 cm ; tiragem 100 + 7 PA</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 22:30:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Séries artísticas de Gê Viana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante os seus anos de trabalho intenso, suas principais séries artísticas foram: </p><p><br></p><ul><li><p><strong>Paridades;</strong></p></li><li><p><strong>Sobreposições da História;</strong></p></li><li><p><strong>Atualizações traumáticas de Debret;</strong></p></li><li><p><strong>Atualizações de Rugendas;</strong></p></li><li><p><strong>Hora Grande;</strong></p></li><li><p><strong>Couro Laminado;</strong></p></li><li><p><strong>Sapatona</strong>.</p></li></ul><p><br></p><p>Através do seguinte link é possível visualizar algumas de suas obras: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://galeriasuperficie.com.br/artistas/ge-viana/">https://galeriasuperficie.com.br/artistas/ge-viana/</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:25:54 UTC</pubDate>
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         <title>Lugares de exposição das obras:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Alguns locais pelos quais as obras de Gê Viana foram expostas para o público foram:</p><p><br/></p><p><strong>Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro</strong>: a série "Couro Laminado" esteve presente na exposição "Atos de Revolta", apresentada em 2022 no MAM. Retratou temas relacionados a Guerra da Balaiada.</p><p><br/></p><p><strong>Galeria Superfície: "</strong>Retirar o sol das cabeças, uma reza das imagens" foi uma exposição apresentada na Galeria Superfície (2022) com as obras de Gê Viana. A exposição retratou ensinamentos afro-indígenas de cura, limpeza e reza.</p><p><br/></p><p><strong>Ruas: </strong>A série “Paridades” (2017 - 2021) foi exposta nas ruas de São Luís (Maranhão) em formato de lambe-lambe. Ela retrata as identidades indígenas e cria diálogos entre o passado e o presente desses corpos dissidentes (aqueles que divergem das normas e expectativas sociais).&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Pinacoteca de São Paulo</strong>: Uma das obras da série "Couro Laminado" foi exposta na Pinacoteca de São Paulo (2024).</p><p><br/></p><p><strong>Universidade de São Paulo</strong>: "Atualizações traumáticas de Rugendas" foi exposta no Instituto de Estudos Brasileiros da USP (2022). Retrata o processo de apagamento das diferentes tradições indígenas em favor da cultura ocidental europeia.</p><p><br/></p><p><strong>Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona:</strong> As obras de Gê Viana estão à mostra na exposição “Amazons. The Ancestral Future”, no CCCB, até maio de 2025.</p><p>Vídeo sobre a exposição: <br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/e8L5dREWqps?si=iSgg1_8zW1rJj8W4">https://youtu.be/e8L5dREWqps?si=iSgg1_8zW1rJj8W4</a>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:42:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:54:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/JNP5w5aVkow?si=9CxaxG9pCyM6zx8I">https://youtu.be/JNP5w5aVkow?si=9CxaxG9pCyM6zx8I</a>&nbsp;</p><p><br>&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mam.rio/programacao/atos-de-revolta/">https://mam.rio/programacao/atos-de-revolta/</a>&nbsp;</p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://galeriasuperficie.com.br/exposicoes/retirar-o-sol-das-cabecas-uma-reza-das-imagens/">https://galeriasuperficie.com.br/exposicoes/retirar-o-sol-das-cabecas-uma-reza-das-imagens/</a>&nbsp;</p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://aboutlightblog.wordpress.com/2018/03/01/ge-viana-a-busca-pela-paridade-em-povos-indigenas/">https://aboutlightblog.wordpress.com/2018/03/01/ge-viana-a-busca-pela-paridade-em-povos-indigenas/</a>&nbsp;</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://fcs.mg.gov.br/g-ge-viana/#:~:text=%E2%80%9CParidade%E2%80%9D%20">https://fcs.mg.gov.br/g-ge-viana/#:~:text=%E2%80%9CParidade%E2%80%9D%20</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/PinacotecaSP/posts/g%C3%AA-viana-trabalha-com-fotomontagens-a-fim-de-apresentar-reflex%C3%B5es-e-novas-leitur/941351201358203/">https://www.facebook.com/PinacotecaSP/posts/g%C3%AA-viana-trabalha-com-fotomontagens-a-fim-de-apresentar-reflex%C3%B5es-e-novas-leitur/941351201358203/</a>&nbsp;</p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornal.usp.br/cultura/exposicao-apresenta-visoes-poeticas-sobre-o-brasil-atual/">https://jornal.usp.br/cultura/exposicao-apresenta-visoes-poeticas-sobre-o-brasil-atual/</a>&nbsp;</p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.forbes.com/sites/leesharrock/2025/01/28/cccb-barcelonas-epic-amazon-exhibition-looks-to-an-ancestral-future/">https://www.forbes.com/sites/leesharrock/2025/01/28/cccb-barcelonas-epic-amazon-exhibition-looks-to-an-ancestral-future/</a>&nbsp;</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://galeriasuperficie.com.br/app/uploads/2022/10/Para-uma-reza-das-imagens_GeViana_2022_Cata%CC%81logoDigital.pdf">https://galeriasuperficie.com.br/app/uploads/2022/10/Para-uma-reza-das-imagens_GeViana_2022_Cata%CC%81logoDigital.pdf</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistaecopos.eco.ufrj.br/eco_pos/article/view/28069/15394">https://revistaecopos.eco.ufrj.br/eco_pos/article/view/28069/15394</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/reel/C-Gta-9pQTN/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==">https://www.instagram.com/reel/C-Gta-9pQTN/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:56:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A série “Atualizações Traumáticas de Debret” (Gê Viana, 2020-2021) busca <strong>transformar </strong>as obras colonizadoras a partir de mixagens. </p><p><br></p><p>O objetivo é projetar uma <strong>versão alternativa </strong>dos acontecimentos passados para aliviar a tristeza presente nas cenas de Debret, agora registrando um bom viver. </p><p><br></p><p>Busca-se trazer elementos da cultura maranhense para as cenas e<strong> reeducar a memória</strong> afetiva da <strong>população negra e indígena</strong>, que se acostumou a ver apenas cenas de violência e subalternidade nas obras históricas de seu passado. </p><p><br></p><p>Contudo, a série artística enfrenta o trauma colonial e constrói <strong>memórias de futuro</strong> no presente.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 19:40:22 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Sentem para Jantar&quot; - significados</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A fotomontagem representa uma<strong> família preta</strong> comendo junto à mesa. Na cena, não há mais serviçais. Ao contrário da obra de Debret, os antigos servos estão sentados à cabeceira da mesa, o que representa prestígio.&nbsp;</p><p><br/></p><p>As crianças que anteriormente comiam no chão, quase como animais de estimação, agora são tratadas com <strong>dignidade</strong>: a criança maior está vestida com uma bermuda, chinelas e joias, enquanto joga videogame; inclusive, há uma cadeira disponível para ele se sentar. Já o bebê está no colo da senhora e há um cachorro no lugar que ele ocupava anteriormente - simbolizando que<strong> o chão não é espaço</strong> para uma criança jantar.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Todos os adultos estão <strong>vestidos elegantemente e a mesa é farta</strong>. Uma jarra em formato de abacaxi compõe a mesa, um clássico item das casas brasileiras. </p><p><br/></p><p>O <strong>anfitrião preto está conversando </strong>com a mulher ao seu lado, diferentemente do quadro de Debret, no qual o anfitrião branco come olhando para baixo e sem interagir com ninguém. Com uma das mãos, a anfitriã preta leva o prato de arroz para cima,<strong> ascendendo aquele momento de refeição</strong>, enquanto segura uma colher com alimento na outra mão; em contrapartida, a anfitriã branca presente no quadro de Debret leva a comida para baixo (simbolizando inferioridade), enquanto segura uma faca na outra mão, o que transmite sua superioridade e poder.</p><p><br/></p><p>Ao fundo, o que antes era uma parede vazia, agora apresenta um <strong>quadro de uma mulher negra</strong> à direita, uma janela com vista para a paisagem ao centro e uma cristaleira à esquerda. Dentro da cristaleira há um <strong>instrumento de origem africana </strong>e sobre ela há imagens de Jesus Cristo e São Jorge, uma vela e um frasco de remédio.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 22:33:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianajorge116</author>
         <link>https://padlet.com/marianajorge116/wxcyj7ftkbuwmwkx/wish/3426435597</link>
         <description><![CDATA[<p>Gê Viana utiliza a técnica de <strong>fotomontagem</strong> (composição criada a partir de fragmentos de imagens oriundas de diversas origens) para criar novos efeitos estéticos e narrativas. Segundo ela, a fotomontagem funciona como uma espécie de<strong> "prótese de descolonização".</strong> Além da fotomontagem, a <strong>fabulação crítica</strong> (apropriação dos elementos da História, que são rearranjados e reapresentados de formas divergentes) lhe permite dar forma as suas imaginações políticas.</p><p><br></p><p>Além disso, ela faz uso de <strong>lambe-lambe</strong> e sua fixação em muros para intervir em espaços públicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-27 11:12:02 UTC</pubDate>
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