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      <title>Primeiro Encontro - Interdisciplinaridade e Saúde by Mayara Melo Rocha</title>
      <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p</link>
      <description>Compartilhamento de impressões sobre a leitura &quot;A cruel Pedagogia do vírus&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-24 16:17:40 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2020-12-08 02:19:10 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Sejam bem-vindes ao nosso mural. Compartilhe suas impressões!</title>
         <author>mayaramelo</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/776512707</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 16:20:44 UTC</pubDate>
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         <title>“ As pandemias mostram de maneira cruel como o capitalismo neoliberal incapacitou o Estado para responder a emergências. ” </title>
         <author>xavierjoyce00</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777388273</link>
         <description><![CDATA[<div>As consequências disso podem ser vistas no crescente número de óbitos, isso gera reflexões sobre a necessidade de uma reforma política.     <br>Joyce Xavier <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 19:41:38 UTC</pubDate>
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         <title>Quando permanente, a crise transforma-se na causa que explica todo o resto.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777388834</link>
         <description><![CDATA[<div>É incrível como o autor Boaventura conseguiu escrever em "A cruel pedagogia do vírus" de forma tão resumida e ao mesmo tempo tão abrangente (falando sob uma perspectiva de espaço-tempo) sobre como a pandemia tornou mais visível a injustiça e exclusão social!<br>Seguindo pela perspectiva de Boaventura,  o objetivo da crise permanente do coronavírus é que não seja resolvida. Assim sendo, as ações descabidas na Gestão, o desequilíbrio social, o desprezo as causas ambientais, etc. deixarão de ser consequências de incompetência ou imprudência para serem justificados pela pandemia. <br>- Thalyta Rizzuto</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 19:41:50 UTC</pubDate>
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         <title>No primeiro capítulo que a crise não foi ocasionada especificamente pelo coronavírus,mas que o mundo vem vivendo em permanente estado de crise.No terceiro o autor ressalta o quanto a quarentena e discriminatória e mas difícil para alguns grupos sócias.Enfatizando o sofrimento humano a injustiça causada pela exploração capitalista pela discriminação racial e sexual.Laiara dos Santos Andrade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777404648</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 19:47:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Mas serão eles todo-poderosos? Ou será sua onipotência apenas o espelho da induzida incapacidade dos humanos de os combater?&quot; (Referente ao capitalismo, colonialismo e patriarcado)</title>
         <author>ceciliacastro773</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777408176</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei muito interessante por nos lembrar que somos responsáveis pelo endeusamento desses três e isso pode mudar.<br>Cecília Castro.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-24 19:48:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Ana Carolina de Souza Cruz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777409149</link>
         <description><![CDATA[<div>“A pandemia do coronavírus é uma manifestação entre<br>muitas do modelo de sociedade que se começou a impor globalmente a<br>partir do século XVII e que está hoje a chegar à sua etapa final.”<br><br>-_Meu entendimento sobre o livro e esse trecho é que o coronavírus não é a causa mas sim a consequência de um modelo capitalista, patriarcal e colonialista. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 19:48:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777411760</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>As mulheres são consideradas " as cuidadoras do mundo" dominam a prestação de cuidados dentro e fora dos seus lares, mesmo que em algumas situações perigosas, defendem sua quarentena, para garantir a quarentena do  outro. (capítulo 3) <br>E mesmo assim ainda somos desvalorizadas, impedidas de tomas algumas decisões e em muitas vezes de viver.<br>Ao final a quarentena não é o mau do mundo, é a consequência de não saber ao certo valorizar nossa mãe terra. <br>Daiane Vieira Mascarenhas</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 19:49:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;à medida que o neoliberalismo se foi impondo como a versão dominante do capitalismo e este se foi sujeitando mais e mais à lógica do sector financeiro–, o mundo tem vivido em permanente estado de crise. Uma situação duplamente anómala. Por um lado, a ideia de crise permanente é um oxímoro, já que, no sentido etimológico, a crise é, por natureza, excepcional e passageira, e constitui a oportunidade para ser superada e dar origem a um melhor estado de coisas.&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777439759</link>
         <description><![CDATA[<div>A meu ver o autor possui realmente uma ampla gama de conhecimentos sociais e une-os muito bem à lógica psicológica do ser humano, principalmente no que diz respeito à indignação com o rumo da defesa dos menos favorecidos. Entretanto, é notório que o simplismo com o qual este trata o atual capitalismo dito por ele "neoliberal" e a sua noção de crise torna a obra um tanto quanto controversa se comparada à realidade nua e crua da história humana. Notadamente o estágio de crise é algo passageiro e acredito que tratar tudo o que o mundo viveu a partir de 1980 como uma "infindável crise" algo escalafobético pra o que se via de 1980 para trás. Inegavelmente eu acredito que devemos sempre buscar melhorias sociais, igualdade e sustentabilidade em todos os âmbitos possíveis, mas, de maneira semelhante, acredito que também não podemos ignorar que as enormes melhorias que conquistamos até hoje foram possíveis graças à uma ordem mundial que prega e preza a liberdade em todos os âmbitos. Coisa que provavelmente não seria possível caso estivéssemos lidando com o conceito rígido, ignóbil e, muito provavelmente, opressor de sempre estar à sombra de um Estado forte como propõe o autor Boaventura.<br>- Victor Soares Neves Scarpat Giacomin</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 19:59:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Os jovens das favelas do Rio de Janeiro, que sempre foram impedidos pela polícia de ir ao domingo à praia de Copacabana para não perturbar os turistas, não sentirão que já viviam em quarentena? Qual a diferença entre a nova quarentena e a original, que foi sempre o seu modo de vida?&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777451539</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse é apenas um exemplo, dentre tantos outros, que ele cita no texto. A forma como as limitações da sociedade já fazem existir um modo de vida igual a quarentena para tantos grupos, como, moradores de rua, deficientes e etc.. Como o autor disse,  grupos marginalizados agora podem começar a serem vistos e esse é um dos aprendizados que podemos tirar dessa situação. <br>Vitória Ellen Froz de Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:03:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Só com uma nova articulação entre os processos políticos e os
processos civilizatórios será possível começar a pensar numa sociedade
em que humanidade assuma uma posição mais humilde no planeta que
habita.&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777469710</link>
         <description><![CDATA[<div>A postura humana perante o restante do meio ambiente é de domínio e nesse trecho ele retrata justamente isso. O quanto que o ser humano se enxerga como dono da natureza e acha que possui total domínio sobre ela, porém em momentos como esse de pandemia a sua fragilidade é exposta. Então, 🤬 evidente que se entender como parte do meio e produto do planeta é crucial para viver em equilíbrio. <br>- Marclébia Quesado Borges</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-24 20:10:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777474412</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia de que "Todos nós estamos no mesmo barco" esta sendo compactuada, principalmente em redes sociais, desde do inicio da pandemia. Esta frase me fez refletir o quanto o nível de hipocrisia enaltece em nossa sociedade. Minha reflexão justifica o que o autor descreve no livro; como as pessoas de diferentes níveis sociais e ideológicos estão enfrentando esse caos. Sendo assim, colocando por terra a ideia anterior,  a mesma deveria ser representada da seguinte forma; " Todos nós estamos no mesmo mar",  onde uns estão num barco, outros num iate e muitos nadando contra uma corrente"<br><br>Erica Santos de Jesus </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:11:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777476207</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong>"[...] a quarentena não só torna mais visíveis, como reforça a injustiça, a discriminação, a exclusão social e o sofrimento imerecido que elas provocam. Acontece que tais assimetrias se tornam mais invisíveis em face do pânico que se apodera dos que não estão habituados a ele". <br><br></strong>No pequeno trecho acima, assim como em muitos outros, o autor alerta sobre  muitas adversidades atenuadas pela atual pandemia, levando a uma percepção contextualizada sobre marcadores sociais e suas influências nos aspectos biopsicossociais do ser humano. Logo, embora todos estejamos atravessando uma pandemia mundial, cada lugar e pessoa, constituído como representação histórica e cultural, está em um barco muito particular. <br>Boaventura apresenta as "zonas de invisibilidades" com argumentos necessário para a interpretação dos diversos barcos que enfrentam a pandemia de lugares nada equitativos. <br><br><strong>Daniele Neres Fraga<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:12:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Segundo a ONU Habitat, 1,6 mil milhões de pessoas não tem habitação adequada e 25% da população mundial vive em bairros informais sem infraestruturas nem saneamento básico, sem acesso a serviços públicos, com escassez de água e de eletricidade.Em resumo, habitam na cidade sem direito a cidade [...] Não será esta afinal a quarentena mais dura para estas populações?&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777478474</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse trecho do livro me deixou muito reflexiva, mostra como as pessoas mais vulneráveis já viviam em quarentena antes da pandemia. Sob essa ótica, percebe-se que negligência governamental diante a questão, visto que o direito à dignidade é assegurado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. O livro mostra como essa população está marginalizada, como pedir autoisolamento se já viviam isolados da sociedade?<br>Aline Brito Oliveira Guimarães</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:13:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>‘’Há muito tempo que os vendedores vivem em quarentena na rua, mas na rua com gente.’’ </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777484192</link>
         <description><![CDATA[
Aqui é Renata Paiva Almeida 
Dentro do capitulo A Sul da quarentena, eu ia trazer a minha experiência nesse contexto pandêmico. Sou da cidade de Feira de Santana – BA, e as autoridades locais, não bastando o cenário caótico atual, vem perseguindo os vendedores ambulante com um projeto de requalificação do centro da cidade, onde se proíbe as feiras livre (que inclusive conta a história da cidade e por isso o nome Feira de Santana). Esses feirantes serão direcionados para o shopping popular (público-privado), com taxas abusivas, péssima infraestrutura e totalmente fora da sua realidade. Então esse grupo q já sofre um distanciamento social, está tendo que lidar com os riscos diários do Corona vírus, estão mais propícios a transtornos mentais e a ameaça constante de perder a sua renda. Logo, concordo quando é dito q já vivíamos em crise, e a pandemia só deixou isso mais evidente. Que sirva para debatermos mais essas problemáticas e tomarmos um caminho diferente. 
]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:15:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“As epidemias de que o novo Corona vírus é a mais recente manifestação só se transformam em problemas globais graves quando as populações dos países mais ricos do Norte global são atingidas. Foi isso que sucedeu com a epidemia da SIDA/AIDS. Em 2016, a malária matou405 mil pessoas, a esmagadora maioria em África, e isso não foi notícia.”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777538579</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse é um trecho que nos permite refletir sobre as desigualdades sociais quando a pandemia só se torna problema global quando atinge países ricos do norte. É notório que a mídia tem um papel significativo quando se trata de persuadir a concepção real da pandemia, as pessoas ficaram tão estagnadas no vírus que nos assola, que esqueceram dos demais problemas sócias e as doenças que continuam matando no mundo. <br><br></div><div> Em outro trecho do Cap. 3, o autor faz referência ao modo de vida das pessoas das favelas que já viviam em quarentena quando são impossibilitados de acessar praias que são pontos turísticos. Adiante, ele nos faz algumas perguntas gritantes, tais como: “Poderão lavar as mãos com frequência quando a pouca água disponível tem de ser poupada para beber e cozinhar? ” Desse modo, entendemos que o vírus é um problema, sim. Porém existem outros problemas tão grave quando, ou digo ainda, mais grave que o vírus. <br>Maria do Rosário dos Santos Barboza<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 20:37:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777717401</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Amanda Bispo Pereira<br>"Quererá isto dizer que no início do século<br>XXI a única maneira de evitar a cada vez mais iminente catástrofe<br>ecológica é por via da destruição maciça de vida humana? Teremos<br>perdido a imaginação preventiva e a capacidade política para a pôr em<br>prática?"<br></strong>Esse trecho ocasiona uma reflexão, assim como em outros, sobre a responsabilidade humana ,ou melhor, a irresponsabilidade humana com a vida, com si mesmo, com o outro, com o planeta e com a natureza. A visão de que o homem domina a natureza e que pode usá-la para seu interesse particular e exorbitante causando a crise ecológica atual é a causa desta pandemia e sem a mudança, a causa também de pandemias futuras, crises e mortes. Será que é preciso a extinção humana para evitar tudo isso? O homem quanto o ser mais evoluído destrói a si mesmo, o seu habitat e os outros seres vivos existentes no nosso planeta.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 22:14:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amanda Bispo Pereira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777756405</link>
         <description><![CDATA[<div>"<strong>As pandemias mostram de maneira cruel como o capitalismo neoliberal<br>incapacitou o Estado para responder às emergências. As respostas que os<br>Estados estão a dar à crise variam de Estado para Estado, mas nenhum<br>pode disfarçar a sua incapacidade, a sua falta de previsibilidade em<br>relação a emergências que têm vindo a ser anunciadas como de ocorrência<br>próxima e muito provável."<br></strong>Esse trecho respondeu a uma pergunta que eu estava fazendo ao assistir os noticiários. A pergunta é: Como que um governante não sabe o que fazer e onde direcionar as verbas para tentar suprir as necessidades dos hospitais e postos de saúde no atendimento a população nesse cenário de pandemia? Aí está a resposta. Incrível este esclarecimento. Reflexão muito necessária esta relatada no livro. <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 22:44:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Que potenciais conhecimentos decorrem da pandemia do coronavírus? A normalidade da excepção. A actual pandemia não é uma situação de crise claramente contraposta a uma situação de normalidade.” </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/777880341</link>
         <description><![CDATA[<div>No trecho citado, o autor contesta o recorrente uso do termo “crise” como forma de evidenciar o caráter incomum e crítico da pandemia, pois pressupõe uma normalidade e estabilidade ao que diz respeito a conjuntura humana e ambiental anteriores a condição recente. Analisando este pensamento, sabe-se que, ainda que inúmeros avanços sociais e ambientais tenham sido conquistados em nosso contexto mundial contemporâneo, é necessário admitir, se não uma crise generalizada, uma carência habitual em vários âmbitos de nossa sociedade, evidenciada quando deixamos de considerar a crise como uma causa, e sim uma consequência de diversos problemas que nos afetam, como aponta o autor. Essa carência é evidenciada mais profundamente na pandemia, uma vez que o impacto causado pela doença acentua a desigualdade, a desvantagem e a vulnerabilidade de diversas minorias que enfrentam ainda mais obstáculos para superar as circunstâncias atuais. Portanto, acredito que considerar os problemas que afetam nossa sociedade atualmente não significa necessariamente descredibilizar nosso avanço como humanidade, mas sim verificar nossas falhas, como medida de criar alternativas de superarmos condições excepcionais, como no contexto da pandemia que vivenciamos. <br>- Ingrid da Silva Bitencourt.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 00:15:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>[...]&quot;  Por um lado, a ideia de crise permanente é um oximoro, já que, no sentido etimológico, a crise é, por natureza, excepcional e passageira, e constitui a oportunidade para ser superada e dar origem a um melhor estado de coisas. Por outro lado,quando a crise é passageira, ela deve ser explicada pelos factores que aprovocam. Mas quando se torna permanente, a crise transforma-se na causa que explica tudo o resto.&quot; </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/778991737</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse trecho é importante refletir na problematização que o autor faz a respeito do termo "Crise" para descrever o cenário Brasileiro diante da pandemia da Covid-19, partindo da analise etimológica da palavra. Notemos que comumente é<br>possível desnudar uma estratégia de manipulação por traz do uso de palavras eufêmicas, que surgem a parte da intenção de suavizar, minimizar e ocultar a realidade da opressão vivida por seres humanos considerados de “segunda classe” escolhidos historicamente por uma hierarquia racial, de classe e gênero. Essa<br>ideia de passageiro e de ocasião extraordinária transmitida intencionalmente pela palavra “crise” em primeiro momento parece inofensiva e até irrelevante considerar essa analise diante das outras circunstancias. Contudo é inegável que a naturalização das estruturas de poder se dá através da consolidação de<br>discursos ficcionais que rompem a barreira do consciente e passam a ser<br>validados acriticamente e de forma hegemônica. Revelar os arranjos<br>metodológicos por traz desses padrões de opressão é de suma importância para romper a lógica dessas concepções e superar as armadilhas imposta pela colonialidade.<br><br>-Jessica De S. Pedreira. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 12:54:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Enquanto modelo social, o capitalismo não tem futuro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 16:26:57 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Enquanto modelo social, o capitalismo não tem futuro&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/779935502</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que essa frase, que inicia a lição 3, condensa as ideias abordadas no texto: Todas as mazelas sociais existentes há séculos, e evidenciadas pelo capitalismo, se mostraram extremamente presentes em tempos de pandemia. Grupos e nações historicamente oprimidas foram, mais uma vez, o alvo da crise humana, sanitária  e financeira.<br><br>Bárbara Rangel Rodrigues.<br><br><br><br><br> <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 16:36:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Poderão lavar as mãos com frequência quando a pouca água
disponível tem de ser poupada para beber e cozinhar? &quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>É profundamente doloroso enxergar, mais ainda, neste momento o quão a desigualdade social causa impactos na nossa sociedade, inclusive para aqueles que vivem às margens, sem puder chegar ao centro pois a sede do capitalismo pelo poder e a discriminação não permitem que avancem em momento algum. Ter que escolher entre beber, cozinhar e se prevenir deste vírus está sendo uma tarefa difícil para essas pessoas,  infelizmente o fato de a pandemia deixar essa realidade mais nítida, não mudará o estágio em que se encontra o nosso meio. Em um país que prega tanto a igualdade, é gritante enxergar tanta desigualdade. <br>- Flaviane Verena<br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-25 21:23:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;As pandemias não matam tão indiscriminadamente quanto se julga.&quot;          &quot;Qualquer quarentena é sempre discriminatória&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/780822247</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse período de pandemia e quarentena deixa claro as desigualdades sociais, evidenciando as  dificuldades e desafios enfrentados pela população e suas  minorias . <br><br>Bruna Pereira da Silva Santos<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 21:40:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>[...]&#39;&#39;As crises graves e agudas, cuja letalidade é muito significativa e muito rápida, mobilizam os media e os poderes políticos, e levam a que sejam tomadas medidas que, no melhor dos casos, resolvem as consequências da crise, mas não afectam as suas causas. Pelo contrário, as crises graves mas de progressão lenta tendem a passar despercebidas mesmo que a sua letalidade é exponencialmente maior&#39;&#39;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/780882111</link>
         <description><![CDATA[<div>   Essa parte do texto nos faz pensar, o quanto o ser humano muitas vezes, se preocupam apenas com o imediatismo. Em uma situação de pandemia vários setores da sociedade são mobilizados, já em outras mais graves, como as crises ecológicas,  um exemplo bem claro, são as queimadas que estão destruindo a fauna e a flora brasileira este ano,  e poucas ações são realizadas para reverter esta condição, e prevenir que haja outros episódios como este no futuro, torna-se cada vez mais óbvio que a espécie humana corre sérios riscos de ser extinta.                                                                               Alana da silva Pereira</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 22:36:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“Os trabalhadores da rua são um grupo específico dos trabalhadores precários. Os vendedores ambulantes, para quem o «negócio», isto é, a subsistência, depende exclusivamente da rua, de quem nela passa e da sua decisão, sempre imprevisível para o vendedor, de parar e comprar alguma coisa.”<br>O capítulo “A sul da quarentena” aborda os impactos que diversos grupos sociais vêm sofrendo durante o cenário da pandemia. No trecho citado a cima, em que o autor se refere aos trabalhadores de rua, ele nos permite tecer uma maior reflexão a respeito de quão vasta é a desigualdade social presente em cada esfera do nosso país. É gritante a disparidade entre as classes sociais e as formas de estabelecer o sustento entre essas pessoas. Enquanto muitos desses mantêm seus salários através dos “homeworks” ou até mesmo sem exercer nenhuma função, muitos outros, principalmente o trabalhador informal, precisa arriscar o seu bem estar indo as ruas na tentativa de garantia de vida própria e dos seus familiares. Ou seja, para esse público, não há o direito de escolher entre praticar ou não “ficar em casa”, a tão falada frase nos dias de hoje, apenas há a necessidade de lutar pela sobrevivência.  Assim, torna-se válido mencionar que é de suma importância ficarmos atentos a cada possibilidade de ajuda ao próximo e que isso não se estagne apenas nesse momento delicado, que possamos sempre eternizar as boas atitudes.<br><br>Rafaela Lopes de Oliveira </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-26 00:19:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Por um lado, a ideia de crise permanente é um oximoro, já que, no sentido etimológico, a crise é, por natureza, excepcional e passageira, e constitui a oportunidade para sersuperada e dar origem a um melhor estado de coisas. Por outro lado,quando a crise é passageira, ela deve ser explicada pelos factores que aprovocam. Mas quando se torna permanente, a crise transforma-se na causa que explica tudo o resto&quot;.</title>
         <author>tecjessicaltr</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/781563029</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse trecho é importante refletir na problematização que o autor faz a respeito do termo "Crise" para descrever o cenário Brasileiro diante da pandemia da Covid-19, partindo da analise etimológica da palavra. Notemos que comumente é possível desnudar uma estratégia de manipulação por traz do uso de palavras eufêmicas, que surgem a parte da intenção de suavizar, minimizar e ocultar a realidade da opressão vivida por seres humanos considerados de “segunda classe” escolhidos historicamente por uma hierarquia racial, de classe e gênero. Essa ideia de passageiro e de ocasião extraordinária transmitida intencionalmente pela palavra “crise” em primeiro momento parece inofensiva e até irrelevante considerar essa analise diante das outras circunstancias. Contudo é inegável que a naturalização das estruturas de poder se dá através da consolidação de discursos ficcionais que rompem a barreira do consciente e passam a ser validados acriticamente e de forma hegemônica. Revelar os arranjos metodológicos por traz desses padrões de opressão é de suma importância para romper a lógica dessas concepções e superar as armadilhas imposta pela colonialidade.<br><br></div><div>-Jessica De S. Pedreira </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-26 17:34:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/781691701</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro, “A Cruel Pedagogia do Vírus” de Boaventura Sousa Santos, reflete os dias atuais em relação a pandemia do coronavírus e, sobretudo destaca-se os cenários de crise previamente existentes. No capítulo 3 intitulado o sul da quarentena, o escritor assegura visibilidade aos grupos de indivíduos que historicamente são marginalizados, porém devido ao processo de quarentena as desigualdades socioeconômicas tornaram-se mais perceptíveis. Todavia, tais grupos o autor designa como “Sul”. Essa realidade perversa, por exemplo, é observada com a demanda da população de rua por políticas públicas, mediante a carência de um lar e consequentemente tendem a sobreviver em condições precárias de higiene e saúde. Dessa forma, a atual crise pandêmica encontra raízes na crise sanitária, crise social, crise política e, principalmente, no perverso sistema capitalista. Analogamente, os moradores nas periferias, muitas vezes, vivem em bairros informais com difícil acesso a serviços públicos e habitam em espaços exíguos, dificultando, desse modo, o isolamento social.  Assim, para o autor, “Tal como em muitos contextos similares do mundo, as famílias partilham uma sala que também é cozinha, quarto e sala de estar”. Notadamente a pandemia escarara os verdadeiros “Cidadãos de Papel”, os quais, segundo o sociólogo Gilberto Dimenstein, possuem direitos adquiridos, mas que não são usufruídos e tampouco respeitados. Nessa perspectiva, a quarentena reforça a injustiça, a discriminação, a exclusão social e o sofrimento das classes esquecidas, ratificando o posicionamento de Boaventura.<br><br></div><div>Rafaela Lavínia Vieira Bulcão <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-26 20:37:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Que potenciais conhecimentos decorrem da pandemia do﻿ coronavírus?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No primeiro capítulo do texto é abordado uma noção da crise, seus acontecimentos e suas consequências.<br><em>A normalidade da excepção</em>, afirma que a crise é criada e não uma consequência,  a mesma é utilizada para justificar o crescimento voraz do neoliberalismo, o que pode ser algo bem contrário, porque uma crise é algo que as pessoas geralmente querem fugir.<br><em>A elasticidade social</em>, afirma que o mundo anterior a pandemia era de pessoas que passavam seu tempo dedicadas ao trabalho ou lazer e tinha seu tempo quase esgotado aos pequenos prazeres da vida, e por isso nem toda construção da pandemia pode se basear em algo ruim, é aquele ditado "há males que vem pra o bem".<br><em>A fragilidade do humano</em>, afirmar que quanto mais duro o governo possa aparentar ser na pandemia, a uma construção de segurança nas classes menosprezadas.<br><em>Os fins não justificam os meios</em>, afirma que o mundo do isolamento fez com que as taxas da poluição baixassem de forma nunca vista, o que faz pensar o real motivo da destruição da natureza, o homem. O tema também refere-se aos países democráticos e anti-democráticos, no caso da China (anti-democrática) que tá trabalhando de forma eficaz, mas as censuras de um país não democrático, ajudam a construir uma boa imagem.<br><em>A guerra de que é feita a paz</em>, aborda uma espécie de guerra fria que está acontecendo atualmente entre a china e os Estados Unidos, onde cada um tenta culpar o outro para prejudicar, um exemplo é os Estados Unidos que tenta incansavelmente culpar a china pelo corona vírus, sendo que a organização mundial da saúde ainda não tem certeza da origem do vírus.<br><em>A sociologia das ausências</em>, aborda as tantas informações que vem a surgindo e fazendo com que esquecemos de outras importantes, como a diáspora.<br>Éder Aguiar Bomfim</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-27 01:17:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/781971221</link>
         <description><![CDATA[<div>As maiores vítimas da pandemia são, inegavelmente, os trabalhadores temporários e sub-remunerados, os que vivem de atividades informais, os desempregados e os sem teto por habitarem as áreas mais precárias das grandes cidades brasileiras. <br>Apesar de haver muitas pessoas infectadas nos bairros ricos, poucas morrem; as mortes são mais numerosas em bairros populares, conjuntos habitacionais e favelas, enfim, no que chamamos de “periferias”. Nestes locais as condições habitacionais e a infraestrutura são precárias, faltam equipamentos urbanos e serviços básicos. Não menos importante, os moradores destas áreas periféricas e desassistidas pelo poder público sofrem preconceitos, humilhações e, em decorrência, tem uma baixa autoestima. Essa dimensão subjetiva do cotidiano das famílias trabalhadoras agrava o quadro de pobreza, que não pode ser medido apenas por estatísticas.<br>Éleny Samaly Gonçalves dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-27 05:20:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/786201264</link>
         <description><![CDATA[<div>O humano é uma máquina de destruição, por que ele rouba e destrói sua própria casa para uma vida melhor para ele mesmo. Sendo a casa o planeta Terra. Não seria certo roubar dos outros formando um conflito social.</div><div><br></div><div>“Por isso a pandemia vem apenas para agravar uma situação da crise que a população mundial vem vivendo a ser sujeita” - tem haver com as crises econômicas, políticas e até mundiais. Porque é óbvio que o coronavírus parou tudo, muitas pessoas morrendo, colapso mundial. O planeta tinha 9 bilhões de pessoas e depois passou para 7 ou 8 bilhões.</div><div><br></div><div>“Cidadãos estranhos que só tem direito e nenhum dever” - É uma crítica pois muita gente quer ter direito e poucas querem cumprir o seu dever. Pois se diz “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.</div><div><br></div><div>“A pandemia é uma alegoria”- Pode ser uma estratégia do governo para diminuir a população mundial. </div><div><br></div><div>“Os três unicórnios: Incapaz e outros dois”- Se é incapaz quando tem medo de alguma coisa. Então pode-se ser incapaz por não reconhecer seus direitos. Isso é sustentado por três coisas “O capitalismo, o colonialismo e o patriarcado”. Pois eles se movem pela incapacidade. Pessoas acima das outras pessoas menos favorecidas.</div><div><br></div><div>“Na américas latina cerca de 50% dos trabalhadores se empregam no mercado informal” - Achei tudo uma verdade absoluta, pois o coronavírus é como se fosse “limpar” o mundo dos seres humanos e é claro que sim, pois o vírus vem tendo mais intensidade para com as pessoas pobres e menos afortunadas da sociedade como um todo.</div><div><br>Danielle Pereira Vaz<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-28 23:51:44 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mayaramelo/wwgdbgk7ed9otf4p/wish/799331401</link>
         <description><![CDATA[<div>"Com as crianças e outros familiares em casa durante 24 horas, os stress será maior e certamente recairá mais nas mulheres." <br>As mulheres vêm buscando, desde muito tempa, a igualdade de gênero, tristemente, a pandemia do Covid-19 dificulta ainda mais a mudança do papel da mulher na sociedade.<br>        - Julia Couto -</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-03 00:23:18 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[se trecho do livro me deixou muito reflexiva, mos]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 21:35:52 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[es ]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 23:22:01 UTC</pubDate>
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