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      <title>OS MUÇULMANOS by Willian G schultz</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-10 19:23:07 UTC</pubDate>
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         <title>OS MUÇULMANOS</title>
         <author>williangschultz</author>
         <link>https://padlet.com/williangschultz/wvieacqx6owq/wish/291454465</link>
         <description><![CDATA[<div>São Paulo – O islamismo é a religião que mais cresce no planeta. Até o final deste século, se o ritmo de crescimento se mantiver, os <a href="https://exame.abril.com.br/noticias-sobre/muculmanos/"><strong>muçulmanos</strong></a> irão superar os cristãos como o maior grupo religioso.</div><div>É o que mostra uma pesquisa conduzida pelo <a href="http://www.pewresearch.org/fact-tank/2017/02/27/muslims-and-islam-key-findings-in-the-u-s-and-around-the-world/">Pew Research Center</a>, centro de pesquisas baseado nos Estados Unidos e dedicado ao estudo de diversos temas de impacto regional e global. O estudo é parte de uma análise maior sobre o assunto, publicada em 2015, mas que foi atualizada na última semana.</div><div>Segundo a pesquisa, o islamismo cresce em um ritmo mais rápido que outras religiões por conta da combinação de dois fatores: taxa de fertilidade, que é a estimativa da quantidade de filhos que uma mulher tem até o fim do seu período fértil, e o fato de esse grupo religioso ser é “mais novo” que outros.</div><div>Globalmente, <a href="https://exame.abril.com.br/noticias-sobre/mulheres/"><strong>mulheres</strong></a> muçulmanas tem cerca de 3,1 filhos ante 2,3 das mulheres de outras religiões. Além disso, os seguidores do islamismo são até sete anos mais jovens que outros grupos. Em 2010, a média de idade de uma pessoa muçulmana era de 23 anos.</div><div><strong>Muçulmanos no mundo<br></strong><br></div><div>A análise conduzida pelo centro de pesquisa trouxe dados interessantes. Há hoje no mundo 1,6 bilhão de pessoas que se designam muçulmanas. Embora o senso comum considere que a maioria dos seguidores dessa religião estejam no norte da África ou no Oriente Médio, apenas 20% deles encontram-se nesses lugares.<br><br></div><div>A maioria dos muçulmanos (62%) está na região Ásia-Pacífico. O maior país muçulmano é a Indonésia. Pelo menos nos dias atuais: em 2050, calcula o estudo, o país com a maior comunidade islâmica do mundo será a <a href="https://exame.abril.com.br/noticias-sobre/india/"><strong>Índia</strong></a>, que hoje tem como maior grupo religioso o hindu.<br><br></div><div><strong>Muçulmanos nos EUA (e na Europa)<br></strong><br></div><div>Hoje, em solo americano, esse grupo corresponde a 1% dos americanos e 63% dessas pessoas eram imigrantes. Em 2050, no entanto a expectativa é a de que o islamismo se torne a segunda maior religião dos EUA, representando 2,1% da população do país. Já na Europa, a projeção da análise para esse mesmo ano estima que 10% da população da Europa se identificará como muçulmana.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-10 19:36:52 UTC</pubDate>
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         <title>Culinária</title>
         <author>lucasslcb11</author>
         <link>https://padlet.com/williangschultz/wvieacqx6owq/wish/292524011</link>
         <description><![CDATA[<div>De partida, vale frisar que alguns alimentos e bebidas são proibidos pela cultura islâmica . São exemplos as bebidas alcoólicas e a carne de porco, além dos animais mortos em causas naturais ou por outro animal selvagem.</div><div>Portanto, a base da alimentação é composta por carnes de peixes, aves domésticas, cabras, gado, camelo e carneiro. Eles são servidos assados ou fritos e temperados com especiarias orientais.</div><div>A comida islâmica é servida com pão (pão árabe), e degustada com grãos, verduras, legumes e frutas secas.</div><div>Os pratos mais conhecidos são o arroz com frango, o tabulem, os quibes crus ou fritos, os favos e as pasta de grão de bico (<em>homus</em>), de berinjela e coalhada.</div><div>Vale destacar que na cultura islâmica nesses alimentos são comidos com as mãos (sempre com a mão direita).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-14 12:30:41 UTC</pubDate>
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         <title>Comidas típicas</title>
         <author>lucasslcb11</author>
         <link>https://padlet.com/williangschultz/wvieacqx6owq/wish/292790345</link>
         <description><![CDATA[<div>Os cinco pratos típicos da culinária islâmica são:<br><strong>Kibe<br></strong><br></div><div>Talvez seja o mais conhecido prato árabe no Brasil. Na receita original, pode ser frito ou assado e é feito com triguilho (trigo de quibe), carne de boi e cebola. O toque especial é a hortelã e é servido com fatias de limão para temperar.<br><strong>Esfiha<br></strong><br></div><div>É também muito famosa por aqui, podendo ser aberta ou fechada e de diversos sabores. A mais comum é a de carne, temperada com tomate, cebola e tahine (molho de gergelim).<br><br><strong>Charutinho<br></strong><br></div><div>Carne muito bem temperada e arroz envoltos por repolho ou folha de uva e molho. A carne pode ser de boi, de porco ou de carneiro (muito utilizada pelos árabes, mas não tanto por nós).<br><br></div><div><strong>Tabule<br></strong><br></div><div>Uma saladinha fria com triguilho, tomate, pepino, salsa, hortelã e outros temperinhos como suco de limão e pimenta.<br><strong>Chancliche<br></strong><br></div><div>É o queijo árabe, feito com leite de vaca ou ovelha. Se assemelha à ricota e é consumido com za’atar, um preparado de ervas.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-15 13:11:52 UTC</pubDate>
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         <title>GASTRONOMIA ÁRABE E SUA INFLUÊNCIA NO BRASIL</title>
         <author>lucasslcb11</author>
         <link>https://padlet.com/williangschultz/wvieacqx6owq/wish/292794750</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil, que foi colonizado pelos portugueses, recebeu muita influência cultural árabe.<br> A beingela, a Abobrinha, o trigo em grão, o grão de bico, a ervilha, a lentilha, ervas como o tomilho e a hortelã, especiarias como canela e a pimenta branca, foram levadas à uropa pelos árabes.<br>Os primeiros imigrantes vindos da Síria e do Líbano, chegaram ao Brasil no século XIX. Adaptaram´se bem, principalmente porque os brasileiros herdaram os costumes árabes, como o gosto pelo café e pelos doces. <br>Trouxeram sua culináia própria, então o quibe as esfihas, coalhadas, o cravo e a canela, ficaram definitivamente na dieta brasileira!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-15 13:19:08 UTC</pubDate>
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         <title>MULHERES MUÇULMANAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/williangschultz/wvieacqx6owq/wish/293638244</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questão de ordem<br></strong><br></div><div>O islamismo, como você deve saber, é governado pela Sharia, uma espécie de sistema legal fundado por volta do século 7. Ela constitui um detalhado código de conduta que inclui regras sobre as práticas religiosas, bem como critérios sobre a moral, as coisas que são permitidas e proibidas e as normas que separam o bem e o mal. Em outras palavras, a Sharia codifica detalhadamente a conduta pessoal dos muçulmanos e rege todos os aspectos de suas vidas.<br><br></div><div>Esse conjunto de regras foi formalmente instituído como lei em determinados países islâmicos e, nesses casos, existem tribunais que garantem que elas sejam cumpridas. De acordo com Richard Stockton, do portal All That is Interesting, se você acha que essas normas são duras de modo geral — e desfavorecem as mulheres atualmente —, nem queira imaginar como eram as coisas no passado, antes de o Islã se tornar a religião predominante no Oriente Médio.</div><div>Segundo Richard, na Arábia Pré-Islâmica, era comum que bebezinhas fossem enterradas vivas simplesmente por serem meninas, sem falar que as regras que governavam a vida em família e em comunidade mudavam de vilarejo para vilarejo — tornando bem complicada a interação entre os diferentes povos. Pois o que a Sharia fez foi estabelecer uma série de regras padronizadas a serem seguidas por todos, facilitando a convivência dos clãs.<br><br></div><div>Esse sistema dita, por exemplo, que os muçulmanos são superiores aos cristãos e judeus que, por sua vez, são superiores aos pagãos e ateus. Também de acordo com a Sharia, homens e mulheres islâmicos são espiritualmente iguais perante Alá — mas apenas espiritualmente.</div><div>Isso porque a lei define em detalhes quais são os papéis de cada um na sociedade e, segundo o código, os homens sempre estarão um pouquinho acima das mulheres em questões que incluem a religião, as leis e a vida em sociedade.<br><br></div><div><strong>Contratos<br></strong><br></div><div>Um dos aspectos que mais despertam a curiosidade e a indignação nos ocidentais é o casamento “arranjado” entre o pai da noiva e o futuro marido. Em países mais liberais, a questão não passa de uma mera formalidade. Contudo, em outros locais, onde a Sharia é lei, os contratos são levados muito a sério, e as negociações incluem detalhes específicos sobre o dote que deve ser pago pela família da moça e até os termos de um possível divórcio.<br><br></div><div>Aliás, assim como ocorre no Ocidente, onde os contratos matrimoniais são tão comuns, as negociações muçulmanas dão origem a um acordo parecido — que é “lavrado” por um jurista islâmico. Além disso, a Sharia, conforme explicamos anteriormente, ainda define de forma precisa quais são as responsabilidades de maridos e esposas.</div><div>De acordo com a Sharia, enquanto os homens são as figuras públicas de suas famílias e têm como responsabilidade encontrar uma forma honesta de sustentar seus dependentes, as mulheres se tornam parte do “clã” de seus maridos e devem se ocupar da vida familiar. No fundo, apesar de ser difícil para os ocidentais entenderem a essência da coisa, basicamente a lei islâmica tenta garantir que os homens ofereçam lar e proteção às suas mulheres.<br><br></div><div><strong>Desequilíbrio<br></strong><br></div><div>Para alguns, pode parecer que o “contrato” acima não tenha nada fora do comum. Afinal, essa é — guardadas as devidas proporções e interpretações, evidentemente! — a realidade de muitos casais mundo afora, onde os homens são responsáveis pelo ganha-pão, enquanto as mulheres se ocupam dos afazeres domésticos e do cuidado dos filhos. Então, onde é que os problemas começam no mundo islâmico?<br><br></div><div>Nessas sociedades, embora as mulheres se encarreguem de controlar as casas, a palavra final é sempre do marido. Ademais, como eles são responsáveis pelo suporte financeiro das famílias, os homens têm direito a receber heranças maiores do que as delas e, de maneira geral, os esposos são vistos como espécies de supervisores de suas esposas.<br><br></div><div>Eles são considerados responsáveis pelas ações delas e podem ter que responder por violações que elas cometam. Por conta disso, em muitos países, as mulheres são obrigadas a informar seus maridos toda vez que elas saem de casa e, em sociedades mais severas, elas jamais podem sair sem a companhia de um homem da família.<br><br></div><div><strong>Exagero<br></strong><br></div><div>Assim como existem praticantes de outras religiões — como o cristianismo e o judaísmo — que dão determinadas interpretações às sagradas escrituras e aplicam os ensinamentos com rigidez, o mesmo acontece com os muçulmanos. Não há, por exemplo, nenhuma lei no Alcorão que dite que as mulheres devam se cobrir da cabeça aos pés, e existem muitos países tradicionalmente islâmicos pelo mundo que não aplicam restrições.<br><br></div><div>Por outro lado, em alguns países — como é o caso do Afeganistão, do Irã e da Arábia Saudita —, as restrições não só existem como podem resultar em punições severas para quem não obedecer ao código estabelecido. Portanto, em determinadas nações, as mulheres devem usar a <em>dupatta</em> e <em>hijab</em> ou lenço que cobre os cabelos e o pescoço, e em outros, elas devem vestir o <em>chador</em>, ou seja, aquela capa longa que vai da cabeça até os pés, mas não cobre o rosto. Em outros locais, as mulheres são obrigadas a usar a <em>abaya</em> e a <em>niqab</em> que, juntas, cobrem o corpo completamente e apenas deixam uma pequena abertura para os olhos. Por último, ainda existe a famosa burca, que, como você sabe, inclusive conta com uma tela que esconde até os olhos de que a está vestindo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 23:47:11 UTC</pubDate>
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         <title>Influências Mulçumanas na cultura ocidental</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/williangschultz/wvieacqx6owq/wish/293641143</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Cultura Mulçumana:<br> <br></em></strong>As conquistas intelectuais dos árabes, também chamados de sarracenos, foram consequências da grande expansão por eles realizada, a qual possibilitou o contato com as mais diversas civilizações da época, como bizantina, a persa, a indiana e a chinesa.<br><strong><em>Arquitetura:<br></em></strong>A arquitetura é considerada a mais importante das artes sarracenas, destacando-se a construção de palácios, mesquitas e escolas. Entre os principais elementos arquitetônicos, contam-se as cúpulas, os minaarete, os arcos em ferradura e as colunas torcidas.<br><strong><em>Literatura:<br></em></strong>A literatura mulçumana recebeu grande contribuição dos persas, cuja presença se manifesta em coletânea de contos eróticos, fábulas e aventuras derivados das literaturas de diversos povos orientais<br><strong><em>Ciência:<br></em></strong>A ciência foi o campo em que os árabes mais evoluíram. Apoiados no legado grego, aprofundam os estudos científicos, tornando-se notáveis matemáticos, físicos, astrônomos, químicos e médicos. Realizaram ainda grandes progressos na trigonometria e na álgebra. Desenvolvendo pesquisa sobre a refração da luz, criaram os fundamentos da óptica. Na medicina, realizaram importantes conquistas, como a descoberta da natureza contagiosa da tuberculose e o diagnóstico de doença como sarampo.<br><strong><em>História:<br></em></strong>A investigação científica abrangia outros campos do conhecimento, como a história, no final da dinastia abáassida, havia mais de seiscentos historiadores árabes.<br><strong><em>Filosofia: <br></em></strong>Na filosofia, preservam-se os conhecimentos de Aristóteles e de Platão, que influenciaram sobremaneira o Ocidente europeu, especialmente durante a efervescência cultural da baixa idade média.<br><strong><em>Economia:<br></em></strong>O conhecimento das ciências econômicas muito contribuiu para o desenvolvimento do O Árabe, pois ofereceu suporte às transações comerciais, regulamentando as cartas de crédito, as companhias de ações etc.<br><strong><em>Conclusão:<br></em></strong>A civilização muçulmana, assim como sua contemporânea bizantina, influenciou profundamente o pensamento e , em consequência, a vida do Ocidente europeu. Os árabes levaram para o ocidente não só mercadorias, mas a filosofia grega, há muito esquecida, novas técnicas de agricultura, invenções chinesa, como a bússola, o papel e a pólvora, além de inúmeras outras contribuições.<strong><em><br><br></em></strong><br><strong><em><br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-17 00:04:13 UTC</pubDate>
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