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      <title>Psicoterapia Individual Focada em Carl Rogers by Lilian Hoffmann</title>
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      <description>O que significa tornar-se pessoa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-17 14:50:17 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução a Carl Rogers</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
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         <description><![CDATA[<p>Experiência elaborada pelo autor como uma palestra em uma reunião no Oberlin College em 1954.</p><p>Sobre o trabalho que Rogers desenvolveu no Centro de Aconselhamento da Universidade de Chicago.</p><p>Situação-problema: queixa que o cliente trás a <em>priori.</em></p><p><em>Busca central: "Quem sou eu, realmente? Como posso me tornar eu mesmo?"</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 14:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>O processo de tornar-se</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
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         <description><![CDATA[<p>Por tràs da máscara - criar uma relação em que o cliente se sinta seguro e livre.</p><p>Compreender a maneira como ele se sente, aceitá-la como ela é, criar um atmosfera de liberdade e observar genuinamente como ela usa esta liberdade?</p><p>Tendência: abandonar as máscaras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 14:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>Soren KierKegaard</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ilustra o dilema humano há mais de um século, com um <em>insight </em>psicológico aguçado.</p><p>Desespero mais comum: estar desesperado por não escolher, ou não estar disposto a ser ele mesmo.</p><p>A forma mais profunda de desespero: "ser outra pessoa que não ele mesmo" x A responsabilidade mais profunda: "desejar ser aquele eu que realmente se é": busca dolorosa e inquietante. </p><p>Rogers - Processo: descascar camada após camada de defesas. Desejo: necessidade e desejo de um núcleo sólido.</p><p>Encontro: amor completos e absolutos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 14:50:25 UTC</pubDate>
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         <title>A experiência de sentir</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
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         <description><![CDATA[<p>o fenômeno: em nossas vidas cotidianas, há mil e uma razões para que não nos deixemos experenciar nossas atitudes plenamente, razões oriundas de nosso passado e do presente, razões que residem na situação social. Experenciá-los livre e plenamente perigoso, potencialmente prejudicial.</p><p>Relação terapêutica: segurança e liberdade - pode ser vivenciado plenamente - "cultura pura". Naquele momento a pessoa é seu medo, ou é a sua raiva, ou é a sua ternura, ou o que quer que seja.</p><p>A plenitude: vivência de um sentimento até o seu limite. Qundo o cliente experencia durante a terapi suas emoções tal como afloram de forma organísmica e as vivencia de forma aberta e consciente - então ela vivenciou ela mesma, em toda a riqueza que existe dentro de si. Ela se tornou o que ela é. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 14:50:25 UTC</pubDate>
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         <title>A pessoa que aflora no processo terapêutico</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
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         <description><![CDATA[<p>Generalizações de constructos que Rogers encontrou durante sua pesquisa debruçada na clínica humana:</p><ol><li><p>Abertura à experiência</p></li><li><p>Confiança no próprio organismo</p></li><li><p>Um foco interno de avaliação</p></li><li><p>Desejo de ser um processo </p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 14:50:25 UTC</pubDate>
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         <title>Aplicação Prática dos Princípios Rogerianos</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li><p>Abertura à experiência</p></li></ol><p>É o oposto da defesa.</p><p>Evidência dos nossos sentidos x nossa imagem do eu: evidência distorcida.</p><p>Caminhos para alcançar: relação segura. Nem todas as árvores são verdes, nem todas as experiências de fracasso provam que ele não é bom.</p><p>Evidência em uma nova situação: como ela é, ao invés de distorcê-la para se ajustar ao padrão que ele já sustém.</p><p>A descoberta: de que ele pode tolerar a ambiguidade; obter as evidências mais conflitantes, sem que isso o force a se fechar diante da situação, tal como antes. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 14:50:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/wuti4mzjadxmbbqu/wish/2921952861</link>
         <description><![CDATA[<ol start="2"><li><p>Confiança no próprio organismo</p></li></ol><p>a pessoa descobre que seu próprio organismo é digno de confiança.</p><p>Interferências na ponderação e no equilíbrio: inclusão de coisas que não fazem parte de nossa experiência, e exclusão de elementos que fazem. </p><ol start="3"><li><p>Um foco interno de avaliação</p></li></ol><p>Fonte ou foco de esolhas e decisões, ou julgamentos apreciativos - está dentro de si.</p><p>Pergunta mais importante: "Estarei vivendo de uma maneira qu é profundamente satisfatória para mim, e que me expressa verdadeiramente?" - sujeito criativo. </p><ol start="4"><li><p>Desejo de ser um processo</p></li></ol><p>é um processo de ser e não um produto. </p><p>sentir-se em ação.</p><p>Um rio de águas correntes ou uma constelação de estrelas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 15:32:17 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução à Martin Buber</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
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         <description><![CDATA[<p>Psicoterapia Dialógica</p><p>Fundamentação: compreensão da "ontologia do entre" e das relações "EU-TU" e "EU-ISSO".</p><p>A verdadeira singularidade surge da relação genuina com os outros e com o mundo. Buber: "vereda estreita e pedrogosa que permeia os abismos" - momento único no entre em busca do ser humano inteiro. O terapeuta não tem garantia de segurança - o terapeuta ao estabelecer um diálogo com toda a amplitude das possibilidades humanas, do desconhecido, engaja-se numa tarefa verdadeiramente paradoxal. Somente a certeza do encontro com o desconhecido - o "nunca-antes-experenciado".</p><p>Cerne da terapia dialógica: </p><p>o ser humano inteiro assim como a dialética entre as dimensões intrapsíquicas, a iterpessoal ou a transpessoal. </p><p>a questão da confirmação: precisa ser confirmado pelo outro para se perceber ser humano - núcleo da psicopatologia - necessidade deseperada de confirmaçã0 - torna-se "um falso eu".</p><p>Indicação: peça de teatro - O homem elefante.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 15:42:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/wuti4mzjadxmbbqu/wish/2921963075</link>
         <description><![CDATA[<p>Sobre a retirada das máscaras - Martin Buber: "a questão central deve ser: o que existe entre esse elemnto e outro; em que medida e de que modo isso pode delimitá-los e ser delimitado por eles."</p><p>Afirma: "O homem não é para ser visto 'através', mas para ser percebido de forma cada vez mais completa no seu mostrar-se e no seu esconder-se e na relação dos dois entre si".</p><p>Patologia: é vista como um distúrbio da existência inteira e como uma 'declaração' do que precisa ser atendido para que a existência dessa pessoa se torne mais integrada. "Desmascarar" as causas e os motivos não é o foco principal.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 15:51:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
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         <description><![CDATA[<p>Inclusão x empatia</p><p>Empatia - sentimento que reside dentro da pessoa.</p><p>Inclusão - voltar a existência inteira para o outro - isso requer um senso muito forte do próprio "centro"; flexibilidade existencial e psicológica para "passar" para o outro lado - oscilação ontológica - relação "EU-TU" - DILEMA E DESAFIO CONSTANTE PARA O TERAPEUTA - diálogo genuíno. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 15:56:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aceitação</p><p>validação da singularidade.</p><p>diálogo genuíno;</p><p>sem exigências - reconhecimento da existência humana como legítima, simplesmente por ser humana - prelúdio da verdadeira confirmação/validação do outro.</p><p>Buber: " o verdadeiro mestre reconhece a singularidade".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 16:06:16 UTC</pubDate>
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         <title>os limites da atuação dialógica</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/wuti4mzjadxmbbqu/wish/2921977032</link>
         <description><![CDATA[<p>Limites específicos para o diálogo gnuíno são diferentes:</p><p>Personalidade narcisita; personalidade obsessiva-compulsiva grave; neuróticos; psicóticos.</p><p>Esquizofrenia - falar com ele até onde ele está disposto a deixar o terapeuta entrar no seu mundo particular, no momento que ele se fecha, não posso entrar.</p><p>Indivíduos saudáveis - em determinado momento não ultrapassa certos níveis de desenvolvimento, pois não estão prontos para fazê-lo - não é resistência - alguma parte mais profunda e mais sábia, intuitivamente, sabe que ela não tem suporte interno ou externo para arriscar uma relação mais íntima, pois é ameaçador para ela.</p><p>Terapeuta: segurança para arriscar o próprio self em um contato mais íntimo com o outro - nem a melhor terapia deve violar o princípio dialógico básico de que existem dois lados numa interação. No moneto que encontro o muro, uma fronteira - eu não posso ignorar: eu respeito o diálogo humano efetivo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 16:17:42 UTC</pubDate>
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