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      <title>LEISHMANIOSE VISCERAL by </title>
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      <description>Mural colaborativo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-07 01:20:25 UTC</pubDate>
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         <title>Agente etiológico</title>
         <author>rafaelquaio</author>
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         <description><![CDATA[<div> Os agentes etiológicos da leishmaniose visceral são protozoários tripanosomatídeos do gênero Leishmania, parasita intracelular obrigatório das células do sistema fagocítico mononuclear, com uma forma flagelada ou promastigota , encontrada no tubo digestivo do inseto vetor e outra aflagelada ou amastigota  nos tecidos dos vertebrados. No Novo Mundo, a Leishmania (Leishmania) chagasi é a espécie comumente isolada em pacientes com LV.<br> Área de leishmaniose visceral – Região Nordeste </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 01:43:49 UTC</pubDate>
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         <title>Vetor</title>
         <author>rafaelquaio</author>
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         <description><![CDATA[<div> Os vetores da leishmaniose visceral são insetos denominados flebotomíneos, conhecidos popularmente como mosquito palha, tatuquiras, birigui, entre outros. No Brasil, duas espécies, até o momento, estão relacionadas com a transmissão da doença Lutzomyia longipalpis e Lutzomyia cruzi. A primeira espécie é considerada a principal espécie transmissora da L. (L.) chagasi no Brasil e, recentemente, L. cruzi foi incriminada como vetora no Estado de Mato Grosso do Sul.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 01:48:16 UTC</pubDate>
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         <title>Modo de Transmissão</title>
         <author>rafaelquaio</author>
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         <description><![CDATA[<div> No Brasil, a forma de transmissão é através da picada dos vetores - L. longipalpis ou L. cruzi – infectados pela Leishmania (L.) chagasi. <br> Não ocorre transmissão direta da LV de pessoa a pessoa.<br> A transmissão ocorre enquanto houver o parasitismo na pele ou no sangue periférico do hospedeiro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 01:55:12 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose em cães: Sintomas</title>
         <author>rafaelquaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os <strong>sintomas</strong> mais comuns são aumento de volume dos gânglios linfáticos, crescimento exagerado das unhas, perda de pelo, úlceras e descamação da pele, emagrecimento e atrofia muscular, hemorragias nasais, anemia e alterações nos rins, fígado e articulações.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 02:06:48 UTC</pubDate>
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         <title>Medidas Preventivas</title>
         <author>rafaelquaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vacina antileishmaniose visceral canina.<br>Existe uma vacina contra a leishmaniose visceral canina registrada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, porém sem constatação de seu custo-benefício e efetividade para o controle de reservatório da leishmaniose visceral canina em programas de saúde pública.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 02:13:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento</title>
         <author>rafaelquaio</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelquaio/wue0htrhr0gga6on/wish/808953912</link>
         <description><![CDATA[<div> As tentativas de tratamento da leishmaniose visceral canina, por meio de drogas tradicionalmente empregadas (antimoniato de meglumina, anfotericina B, isotionato de pentamidina, alopurinol, cetoconazol, fluconazol, miconazol, itraconazol), tem tido baixa eficácia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 02:25:36 UTC</pubDate>
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