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      <title>Selecionadas Poesia &quot;Mulher&quot; by Aprendência</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Anna Luíza Rodrigues - 1 ano - E</title>
         <author>profwaydlle</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tema: “Como usar o poder de nossa voz feminina para garantir igualdade de direitos e dignidade da pessoa humana?”&nbsp;<br><br>Mulher, mulher&nbsp;<br>Se soubesses o poder avassalador de tua voz,<br>Que se assemelha a uma chama inapagável&nbsp;<br>Então, tu incendiarias todo esse sistema machista e patriarcal<br>No qual, insiste em te tratar de forma desigual&nbsp;<br>Se soubesses a força do teu ímpeto,<br>Tu aniquilarias toda misoginia&nbsp;<br>E construirias teu templo com justiça social&nbsp;<br>Então, tu e as tuas mulheres-irmãs atingiriam o apogeu da liberdade&nbsp;<br>E ninguém mais silenciaria as tuas vozes&nbsp;<br><br>Mulher, mulher&nbsp;<br>Reúna tuas mulheres-irmãs&nbsp;<br>para juntas vencerem a guerra.&nbsp;<br>Prossigas na tua árdua luta pela igualdade<br>honrando o nome das mulheres que guerrearam,<br>mas que perderam suas vidas<br>&nbsp;em campo de batalha.<br>Não desistas de salvar a si mesma&nbsp;<br>&nbsp;E àquelas que são semelhantes a tua imagem&nbsp;<br>Não se cale diante da violência!<br>Tu é resistência, nós somos resistência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriella Rodrigues- 1º ano D</title>
         <author>profwaydlle</author>
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         <description><![CDATA[<div>O silêncio precisa acabar!<br>As mulheres precisam ter voz<br>Precisam ser escutadas<br>Precisam ter identidade assim como as Aias não tinha, não podemos deixar isso acontecer.<br>Precisamos de direitos!<br><br>Não somos menos por sermos mulheres,<br>Não somos servas de homem e feitas pra cuidar de filhos.<br>Somos grandes e poderosas!<br>E com nossa voz chegamos onde quiser.<br><br>Não merecemos tanto destrato<br>Por que tanta violência?<br>Misoginia já deu!<br>Apenas queremos ter direitos iguais.<br>Chega de privatizações!<br><br>Assim como Malala, queremos conhecimento&nbsp;<br>Assim como Anne, queremos poder sonhar<br>E como Britney Spears queremos voz!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Carine Garcia 1B</title>
         <author>profwaydlle</author>
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         <description><![CDATA[<div>A sociedade está normalizando a desigualdade&nbsp;<br>E a mulher sempre sai na desvantagem&nbsp;<br>O homem por ser homem sabe que vai trabalhar<br>Enquanto a mulher não pode nem estudar.<br><br>“A vida começa quando a violência acaba”<br>Ainda não chegamos no fim dessa batalha&nbsp;<br>“Isso não é fictício”<br>Para os homens, a violência virou vício.<br><br>Não podemos ficar caladas<br>O nosso silêncio não vai ajudar em nada&nbsp;<br>73% é a taxa de violência contra a mulher&nbsp;<br>Mesmo ela sendo mais disciplinada.<br><br>“São histórias reais, de mulheres reais”<br>Uma mulher não precisa de um rapaz<br>Uma mulher consegue se manter&nbsp;<br>Mulher que é mulher, tem poder.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara Vaz Ferreira 1°B</title>
         <author>profwaydlle</author>
         <link>https://padlet.com/profwaydlle/wttbw23wlnby8bec/wish/2309362626</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou mulher, sou humana.<br><br>Silenciadas somos a todo momento,<br>Castigadas por nosso empoderamento,<br>Em seus olhares o descontentamento ao verem nossa força e nosso pelejo,<br>30% ameaçadas, encarceradas pelo medo,<br>A liberdade é só um desejo.&nbsp;<br><br>A sociedade diz que não somos homens o suficiente para ter dignidade,<br>Ter seriedade,<br>O que nos faz inferior?<br>O fato de gerarmos a vida humana em nosso corpo ou de lutarmos para ter direitos básicos?&nbsp;<br><br>Somos mulheres silenciadas,<br>Indignadas com o sistema que nos condena.<br>Dor, amor e fervor nos guia nessa batalha silenciosa,<br>Pela liberdade e igualdade.&nbsp;<br><br>Tenho tanto direito de ser humana quanto ele,<br>Direito de viver segura e protegida,<br>Sem medo de ser perseguida,<br>Sou mulher, sou humana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz de Medeiros Abreu - 1°B</title>
         <author>profwaydlle</author>
         <link>https://padlet.com/profwaydlle/wttbw23wlnby8bec/wish/2309362627</link>
         <description><![CDATA[<div>Quantas mais vão precisar representar de maneira trágica a figura feminina?&nbsp;<br>Quantas vão precisar morrer para serem reconhecidas?&nbsp;<br>Quantas precisarão gritar para serem ouvidas e entendidas?&nbsp;<br>A sociedade é marcada pela desigualdade de gênero, não é atoa que desde que a República foi instaurada no Brasil, apenas uma mulher ocupou o cargo de presidência, em paralelo com 37 homens que já estiveram no poder.<br>A voz da mulher precisa ser ouvida, entendida e representada,<br>A sociedade precisa parar de normalizar o feminicídio, o machismo, o que é visto mas ignorado...<br>A sociedade precisa mudar, fugir do agora e dos riscos... a sociedade precisa agir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Júlia da Mata - 1B</title>
         <author>profwaydlle</author>
         <link>https://padlet.com/profwaydlle/wttbw23wlnby8bec/wish/2309362628</link>
         <description><![CDATA[<div>O conto de Aia não é ficção&nbsp;<br>E o que foi contado no "Sorriso de Monalisa" nos passa uma descrição de uma realidade caracterizada pela atemporalidade<br>Muito tempo se passou, mas a situação nada mudou&nbsp;<br>Quantas mulheres ainda se espelham nas mulheres de Atenas? Como dizia Chico Buarque&nbsp;<br>Quantas mulheres escondem suas verdades e continuam sendo vítimas de submissão e daquilo que chamam de "paixão" ?<br>Quantas mulheres foram assasinadas antes mesmo de contarem sua versão, escapar da prisão e serem representadas, mesmo que por dados e estatísticas alteradas?&nbsp;<br>12 mulheres são assassinadas por dias no Brasil&nbsp;<br>Ive, Maria da Penha e Holanda sabem mais do que ninguém o que esse número representa&nbsp;<br>Erliene, Fabiana e Roseli sentiram na pele o conteúdo passado por essa informação violenta&nbsp;<br>Quantas são as mulheres? Quantas vidas, ciclos, sonhos e lutas foram interrompidos? Por pura ignorância, covardia e apatia&nbsp;<br><br>Estamos cansadas&nbsp;<br>Foram muitas sementes plantadas para vermos tantas flores serem arrancadas&nbsp;<br>Mulheres foram queimadas vivas lutando por liberdade e equidade e mesmo assim nos dias de hoje muitas de nós recebem menos que os homens trabalhando mais do que eles<br>São inúmeros casos e atrocidades e para isso resta só uma coisa" resistência"&nbsp;<br><br>Mesmo cansadas, depravadas e indignadas não podemos nos calar&nbsp;<br>Temos que lutar, interferir e tentar mudar<br>Ações pequenas, mas certas causam um enorme estrago&nbsp;<br>Feminismo não pode ser um movimento, mas um sistema, que, pela realidade, deve ser internalizado&nbsp;<br>Não lutamos, nem ontem nem hoje por superioridade<br>Sempre foi uma questão de equidade, mas é difícil ver a saída, quando se constroem muros em volta da porta&nbsp;<br><br><br>Levantamos&nbsp;<br>Andemos na direção do sol<br>Que nós sempre lutemos pela liberdade e humanidade&nbsp;<br>Que ao vermos o errado e injusto interfiramos, porque mudando a realidade de uma pessoa, mudamos um pequeno universo, que assim pode mudar outros<br>A violência e desamunidade não podem ser mais tolerados&nbsp;<br><br>O suficiente&nbsp;<br>Já presenciamos o suficiente</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Cecília Corrêa 1B</title>
         <author>profwaydlle</author>
         <link>https://padlet.com/profwaydlle/wttbw23wlnby8bec/wish/2309362629</link>
         <description><![CDATA[<div>Gritos desesperados soam pela noite<br>Pedem por ajuda, pedem por compaixão<br>Abafados onde seu rosto encontra o chão<br>Suas lágrimas se misturam com a sujeira<br>O NÃO que para ele, soa como um convite&nbsp;<br><br>Sem excitação,<br>Sem mudança na expressão<br>Age como se fosse normal<br>Simplesmente estrutural&nbsp;<br><br>Acredita que ela não irá lutar<br>Diz que é sua culpa por ser sensual<br>Como se ela fosse deixar<br>Um monstro daqueles, sem um pingo de moral<br>Machucar outras que não podem revidar&nbsp;<br><br>180 mulheres estupradas por dia no nosso país<br>Milhares abusadas, ameaçadas, desrespeitadas<br>Uma informação factual<br>Sobre um assunto fundamental<br>Que só pode ser descrito como crueldade<br><br><br>Merecemos felicidade<br>Merecemos respeito<br>Merecemos igualdade<br>Merecemos liberdade&nbsp;<br><br>Tentam nos silenciar<br>Nos fazer ajoelhar<br>Implorar por perdão&nbsp;<br>Se desculpar por viver&nbsp;<br>Por falar, por sentir&nbsp;<br><br>Isso precisa mudar!<br>Gritaremos até que escutem<br>Nos os faremos ver, sentir, entender<br>Nossa força, nossa determinação&nbsp;<br><br>Realizar que somos tão humanas quanto eles<br>Que temos um coração, sentimentos, emoção<br>É nosso direito nos expressar, dizer, errar<br>Aproveitar sem medo, sem opressão<br><br>Confiança, coragem, união<br>Com o poder da razão<br>Somos a maioria<br>E um dia&nbsp;<br>Vamos cantar em euforia&nbsp;<br><br>Chega, basta<br>Não vamos aceitar<br>A dor, a mágoa<br>Essa realidade nefasta&nbsp;<br><br>Mulher forte, poderosa,<br>É nossa hora de falar<br>Nos escute, nos veja<br>Somos livres para ser<br>Ser humano, ser mulher!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Mota 1° B</title>
         <author>profwaydlle</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mirem-se nas mulheres de Atenas<br>Que&nbsp; silenciosamente clamaram<br>Ainda escuto, você escuta, pode fingir que não, mas&nbsp;<br>É no silêncio que se encontra a mais pura verdade&nbsp;<br><br>Mirem-se nas mulheres de Atenas que não tiveram escolha a não ser abaixar a cabeça para sobreviver&nbsp;<br><br>Mirem-se naquelas que dariam tudo para ter o que você nega a necessidade&nbsp;<br><br>Não faça apenas o que te ensinaram a fazer, desafie esse tal de papel para o qual nasceu, assim como em o sorriso de Monalisa, mude, transforme, colabore, ajude&nbsp;<br><br>dados do Painel de Dados da Ouvidoria&nbsp; mostram que no Brasil o número de delitos contra as mulheres triplicou.<br><br>Não se cale&nbsp;<br><br>2021, ocorreram um total de 1.319 Feminícidios no país,&nbsp;<br><br>Não se cale&nbsp;<br><br>Ainda está aqui, silenciosamente tentando gritar e sendo ignorado, de novo e de novo, ano após ano&nbsp;<br><br>Precisamos mudar, não podemos continuar a mirar em mulheres de Atenas, nós somos mais, nós podemos mais&nbsp;<br><br>E silenciosamente se encontra a voz&nbsp;<br><br>Não se cale</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Laura Teixeira Martins- 1ºB</title>
         <author>profwaydlle</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando criança nos ensinam a sermos iguais com todos,<br>Mas ainda me pergunto quem são os "iguais"<br>Com a idade vem a responsabilidade,&nbsp;<br>&nbsp;é o que contam.<br>Mas com a maturidade &nbsp;<br>&nbsp;é que realmente vem a desigualdade&nbsp;<br><br>Faço melhor ou similar,<br>&nbsp;mas ainda só consigo observar&nbsp;<br>Não tem nada de errado é o que dizem ,&nbsp;<br>Dizem os do patriarcado&nbsp;<br>Resistam contra as injustiças, eles pedem<br>Mas como? Se são vocês que nos impedem?<br><br>Somos silenciadas,<br>Apedrejadas,<br>Amordaçadas,<br>Queimadas,<br>Xingadas e violentadas.<br>Somos muitas,<br>&nbsp;As torturadas<br><br>No fundo bem ao longe,&nbsp;<br>Ainda escuto os montes ,<br>Essas que construíram a ponte&nbsp;<br>E que foram mortas aos montes &nbsp;<br>Gritaram, denunciaram e ao mundo mostraram,<br>Como suas vozes nunca se calaram.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Raíssa- 1ºB</title>
         <author>profwaydlle</author>
         <link>https://padlet.com/profwaydlle/wttbw23wlnby8bec/wish/2309362633</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde pequenas aprendermos a ser silenciadas,<br>Como a história de Mariana Ferrer, que foi assediada e estuprada, e muitos disseram que a culpa era da roupa decotada,<br>O que era pra ser só uma noitada se tornou pesadelo,<br>E o estupro culposo foi a lei que inventaram para inocentar o branco sujeito.<br>Sempre arranjam uma maneira de nos calar e ressignificar nossos depoimentos.<br>Sempre a culpa é nossa de não "se dar o devido respeito".<br>A culpa é sempre nossa de buscar pela liberdade e extrapolar os limites impostos para nós.<br>Mas se mesmo com toda essa desigualdade continuamos lutando,<br>Um olho perdido e uma cerimônia brutal, vão ser o motivo da passagem da condenação para um futuro excepcional.<br>Provando que, minha manifestação, mesmo que silenciosa e silenciada, vai transformar multidões e gerações.<br>Nos Estados Unidos, 60% já sofreram assédio,<br>No Talibã, o casamento infantil é uma prática comum,<br>A Bolívia, é o país com maior número de feminicidios na América do Sul&nbsp;<br>No Brasil, não passam de 23,4% as dependentes financeiramente&nbsp;<br>E ainda querem que eu haja tolerantemente?&nbsp;<br>A misoginia se dá ao medo da mulher,<br>Ao medo do saber que ela consegue tudo o que quer<br>E que se ela tiver acesso direto a todo esse poder&nbsp;<br>O homem já não vai no topo estar e comandar como sempre veio a acontecer.<br>E como querem que prevaleça acontecendo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Paula- 1ºB</title>
         <author>profwaydlle</author>
         <link>https://padlet.com/profwaydlle/wttbw23wlnby8bec/wish/2309362634</link>
         <description><![CDATA[<div>Estudar para não garantir um trabalho&nbsp;<br>Enquanto os homens fazem tudo ao contrário<br>Assédio , estupro , misoginia&nbsp;<br>Temos que parar com essa mania<br><br>De fechar os olhos e omitir a verdade&nbsp;<br>Vamos lutar pela igualdade&nbsp;<br>Homens recebem 23,5 a mais&nbsp;<br>Mesmo todos sabendo que a mulher é capaz&nbsp;<br><br>Mulher não é brinquedo , é uma vida&nbsp;<br>Que vive com todas as violências envolvidas&nbsp;<br>“São mais de 180 estupros por dia “<br>E os homens falando que ser mulher é uma maravilha&nbsp;<br><br>“Sempre fiquei quieta agora vou falar&nbsp;<br>Se você tem boca aprende a usar”<br>Não podemos ficar quietas<br>Temos que nos posicionar&nbsp;<br>Ou isso tudo nunca vai acabar<br>[11:48, 22/09/2022] Geovana Correia: Maria Eduarda Volpini Ferreira&nbsp; 1B<br><br>Jogaram minha voz&nbsp; em um cofre &nbsp;<br>E nele a trancafiaram&nbsp;<br>A senha todos conhecem&nbsp;<br>Mas a porta é&nbsp; pesada demais pra sozinha abrir&nbsp;<br><br>Por isso, ó povo meu&nbsp;<br>Peço um pouco de luz<br>Para eliminar&nbsp; meu caminho&nbsp;<br>Que nas trevas situa-se<br><br>Estou apta a trabalhar,<br>Mas não&nbsp; encontro&nbsp; quem me queira<br>Pois enquanto 73,3% dos homens estão&nbsp; trabalhando&nbsp;<br>54,5% das mulheres&nbsp; possuem&nbsp; emprego<br><br>Essa é a realidade&nbsp;<br>Que assola meu planeta&nbsp;<br>E lutarei até o fim<br>Para obter&nbsp; um sim</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sofia Brandão - 1°B</title>
         <author>profwaydlle</author>
         <link>https://padlet.com/profwaydlle/wttbw23wlnby8bec/wish/2309362637</link>
         <description><![CDATA[<div>O ódio vem de tempos atrás<br>Plantado na cabeça dos outros em várias eras<br>Mulheres são abusadas e subjugadas<br>&nbsp;E a sociedade faz parecer como se fossem obrigadas<br><br>40% já sofreram assédio<br>Enquanto 29% sofreram de violência como se fosse um genocídio<br>São caladas para não conhecerem a verdade<br>Porque se conhecessem, teriam muita liberdade<br><br>Fazer a sociedade cair na real&nbsp;<br>As vezes parece uma ideia surreal<br>Porque enquanto à protestos nas ruas<br>Mulheres estão sendo violentadas sem piedade nenhuma&nbsp;<br><br>Ficar com a boca fechada é o que eles querem &nbsp;<br>Então vamos fazer todos eles saberem<br>Ficamos quietas tempo demais<br>Mas agora não vamos parar de lutar nunca mais</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Maria Eduarda Volpini Ferreira  1B</title>
         <author>profwaydlle</author>
         <link>https://padlet.com/profwaydlle/wttbw23wlnby8bec/wish/2309362638</link>
         <description><![CDATA[<div>Jogaram minha voz&nbsp; em um cofre &nbsp;<br>E nele a trancafiaram&nbsp;<br>A senha todos conhecem&nbsp;<br>Mas a porta é&nbsp; pesada demais pra sozinha abrir&nbsp;<br><br>Por isso, ó povo meu&nbsp;<br>Peço um pouco de luz<br>Para eliminar&nbsp; meu caminho&nbsp;<br>Que nas trevas situa-se<br><br>Estou apta a trabalhar,<br>Mas não&nbsp; encontro&nbsp; quem me queira<br>Pois enquanto 73,3% dos homens estão&nbsp; trabalhando&nbsp;<br>54,5% das mulheres&nbsp; possuem&nbsp; emprego<br><br>Essa é a realidade&nbsp;<br>Que assola meu planeta&nbsp;<br>E lutarei até o fim<br>Para obter&nbsp; um sim</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Eloisa Rabelo de Queiroz 1º D</title>
         <author>profwaydlle</author>
         <link>https://padlet.com/profwaydlle/wttbw23wlnby8bec/wish/2309362640</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu sou mulher&nbsp;<br>E estou nessa batalha&nbsp;<br>Não escolhi ser mulher,eu fui escolhida<br>Mas tenho orgulho de ser imortalizada<br><br>Somos fracas e oprimidas?<br>Por ser mulher?<br>Não se engane&nbsp;<br>Isso é só na visão dos homens machistas&nbsp;<br><br>Eu sou mulher e tenho orgulho de dizer&nbsp;<br>Vou lutar até o fim pelos os meus direitos e deveres<br>Como Malala,Bertha Lutz,Nísia Floresta<br>Mulheres incríveis que lutaram para ter direito de ter direitos<br><br>Mulher é capaz&nbsp;<br>E sabe o que faz<br>Temos força, sensibilidade,&nbsp;<br>somos guerreiras e batalhadoras&nbsp;<br>E isso é ser mulher de verdade!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Brenda Daniella Bergamaschi Sousa - 1º Ano A (T9)</title>
         <author>profwaydlle</author>
         <link>https://padlet.com/profwaydlle/wttbw23wlnby8bec/wish/2309362641</link>
         <description><![CDATA[<div>ele volta pra casa a noite, 19:00, depois de um dia longo de trabalho. suas preocupações? ser assaltado, talvez...&nbsp;<br><br>ela tem o mesmo emprego, mas recebe menos<br>a mesma rotina, mas ainda tem que cuidar das crianças&nbsp;<br>o mesmo trajeto, mas preocupações diferentes.<br>o assalto pode ser a “melhor” das alternativas, ela teme não voltar para casa, não ver mais suas crianças, ou voltar, mas com marcas, com lembranças de algo horrível.<br>ambos entram no ônibus, ele senta de qualquer jeito, já ela puxa a saia, fecha bem as pernas, arruma a postura, o cabelo, a blusa e mesmo assim tem seu corpo violado por mãos desconhecidas e mal intencionadas, ela foi ensinada a ignorar isso, “mulher barraqueira é feio”.<br>Ao chegar em casa ele relaxa e descansa, ela não, tem a responsabilidade dos filhos. Ela vai lavar, passar, cozinhar, e dormir por 4 horas, mas vai ser chamada de vagabunda pela sua roupa, vai ser julgada como mãe por trabalhar...<br><br>“Ela” representa milhares e até milhões de mulheres ao redor do mundo. Eu e você, mulher, menina, que desde pequena é colocada em uma bolha do que seria ser “certa”. Não lute, não fale, não questione, não brigue, não use...nunca falam pra eles “respeite”. culpar as vítimas pelos problemas sempre foi muito mais fácil do que descer toda uma classe (ou gênero) dominante do pedestal da sociedade. Nós, infelizmente, carregamos o peso de nossa própria morte, tortura, estupro e violência num pedaço de tecido mais curto ou justo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Helena Agapito 1°A - monólogo</title>
         <author>profwaydlle</author>
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         <description><![CDATA[<div>Meninas mulheres<br><br>A cada 04 minutos no Brasil uma mulher é agredida e a cada 11 minutos uma brasileira é estuprada e 53% delas são só meninas de até 13 anos, Quantas delas não pretas? Quantas delas são pobres ? Eu não sei<br>Mas eu sei que cada uma delas meninas mulheres mães, tias, avós, primas, filhas todas elas tiveram que crescer rápido demais<br>Tiveram a conversa sobre um possível agressor que na maioria das vezes estão dentro da nossa própria família, e a gente nunca sabe quem é<br>Tiveram que aprender a como se sentar direito e com a roupa certa.<br>Mas afinal, o que é a roupa certa ?&nbsp;<br>A que não te provoca ?&nbsp;<br>Porque é isso que nós meninas mulheres crescemos escutando&nbsp;<br>E o que é sentar direito ? Se você senta de perna aberta, fala alto o quanto&nbsp;<br>quiser e xinga toda hora mas se eu faço uma dessas coisas e pq tô "naqueles dias"&nbsp;<br>E se eu estiver?&nbsp;<br>É assim que você reage ? Banalizando meus sentimentos, ignorando a minha dor e se por um acaso acontecer da minha roupa manchar é coisa de outro planeta.<br><br>Se grito sou louca, mas quando eu falo ninguém me escuta.&nbsp;<br><br>Nós meninas mulheres crescemos assistindo filmes onde princesas encontram um príncipe encantado que vão amar e cuidar dela do jeitinho que ela é, enquanto os meninos... Eles crescem aprendendo que "Eca meninas são nojentas"&nbsp;<br>Parece que cortaram a parte do filme onde a princesa limpa, passa, cozinha e cuida dos filhos e tudo isso se mantendo linda dentro de um padrão inexistente.&nbsp;<br><br>Por que o pai solo é aplaudido de pé enquanto a mãe solo é só mais uma por aí trabalhando pra cuidar dos filhos e não é o trabalho que quer não, é o que consegue e se consegue. E a mulher preta ? Que tem que escolher todos os dias entre lutar por preta ou ser mulher.&nbsp;<br><br>Ser mulher e se tornar menina mulher é muito difícil, e não tinha que ser tão difícil assim. Mas se eu tivesse 1000 vidas as 1000 eu nasceria mulher, por que ser mulher também é&nbsp; ser passageira podendo ser constante, é ser intensa, é lutar e lutar por várias, é entender que o único padrão que nos interessa é o padrão saúde!&nbsp;<br><br>Sendo casada ou solteira, mãe ou não, trabalhando dentro ou fora de casa todas elas tem uma coisa em comum :&nbsp;<br>Nenhuma quer ser abusada, nenhuma quer ser violentada, nenhuma quer ser agredida, nenhuma quer ser desrespeitada</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Ferreira Sousa - 1° A</title>
         <author>profwaydlle</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poema sobre a voz feminina<br><br>É preciso usar, não só nossa voz para que o mundo nos escute, mas também fazer ações para sermos vistas. Precisamos mostrar nossa força, não para provar do que somos capazes para o mundo, mas para nós mesmas. Provar nosso valor a nós mesmo o mundo querendo queimar essa singularidade que é ser mulher, Salem não se repetirá. Não queremos ser endeusadas como as mulheres de Atenas, tão pouco queremos ser assassinadas pelos mesmos motivos que Olympe de Gouges ou ter nosso papel menosprezado como Mary Wollstonecraft. Queremos ter nossa luta validada por termos conseguido nossos direitos, lutando para sermos ouvidas como Simone de Beauvoir. "Eu sou mulher, eu sou destemida, eu sou sexy, eu sou divina, eu sou imbatível, eu sou criativa. Querido, pode entrar na fila"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Nicoly Rayka 1A</title>
         <author>profwaydlle</author>
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         <description><![CDATA[<div>o sonho<br>da liberdade:<br><br>não ser<br>propriedade<br><br>voar<br>romper as grades<br><br>pousar<br>na minha verdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Thais Venâncio Vaz 1A</title>
         <author>profwaydlle</author>
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         <description><![CDATA[<div>Das senzalas para as favelas<br>as negras vieram ao urbano<br>(o sexo se permite ao escuro,<br>ali a hipocrisia tem seu abrigo).<br><br>Mas da mesma raça, mulher,<br>todas as tuas cores e origens,<br>nas entranhas a gerar o sonho<br>sufocado por açoites e ralhos.<br><br>Entre tantos açoites e ralhos<br>o grito, no ventre, gestando:<br>desejo da mulher tocar a luz<br>e incendiar de toda alforria<br><br>as cores e origens reprimidas<br>que agora podem gritar alto:<br>- A noite já é ávida pela luz,<br>oh ventre, mãe da liberdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:11:42 UTC</pubDate>
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