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      <title>O MASCULINO NA EDUCAÇÃO BÁSICA: RELAÇÕES DE GÊNERO  by Maria Fernanda Souza Silva</title>
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      <description>Disciplinas: Magistério das Disciplinas Pedagógicas do Ensino Médio </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-12-11 02:46:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariafss</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 02:46:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariafss</author>
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         <description><![CDATA[<p>Universidade Federal Fluminense – UFF</p><p>Faculdade de Educação – Curso de Pedagogia</p><p>Disciplina: Magistério das Disciplinas Pedagógicas do Ensino Médio</p><p>Docente: Rejany Dominick&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Discentes: Michele dos Santos da Silva, Maria Fernanda Souza Silva, Emilly Costa, Ana</p><p>Clara Macedo Viegas e Erik Barbosa</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 02:46:40 UTC</pubDate>
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         <title>MAS, PODE DOCENTE MASCULINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL?</title>
         <author>mariafss</author>
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         <description><![CDATA[<p>"O  presente  trabalho  monográfico,  produzido  como  um  dos  requisitos  para  a <br>conclusão do curso de licenciatura em Pedagogia, busca refletir sobre a atuação <br>profissional  de  educadores  homens  no  âmbito  da  Educação  Infantil.  Como <br>sujeito histórico inserido e atuante nessa ambiência de formação, na pesquisa <br>bibliográfica  e  no  campo  empírico,  busquei  compreender  os  caminhos  e  as <br>motivações possíveis que levaram os homens a optarem pela docência nesse <br>segmento e modalidade da Educação Básica. A pesquisa bibliográfica apontou <br>para  a  necessidade  de  tematizar  o  processo  histórico  de  constituição  da <br>profissão  de  professor  e  a  denominada  feminização  do  magistério  no  Brasil, <br>fenômeno social evidenciado a partir do final do século XIX e ao longo do século <br>XX." (MARTIM, p. 7, 2020)</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 02:46:40 UTC</pubDate>
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         <title>Magistério Podcast</title>
         <author>mariafss</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 02:46:40 UTC</pubDate>
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         <title>Homens na educação infantil: olhares de suspeita e tentativas de segregação</title>
         <author>mariafss</author>
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         <description><![CDATA[<p>O trabalho docente dedicado à infância é uma área profi ssional ocupada predominantemente por mulheres no Brasil e em outros países. Neste artigo, analisamos o período inicial da trajetória profissional de homens que optaram por atuar como professores de educação infantil, em uma rede pública que conta com apenas sete homens ocupando esse cargo. A metodologia utilizada inspirou-se nas histórias de vida, sendo realizadas entrevistas com todos os homens que atuavam no momento da coleta de dados. As trajetórias foram analisadas a partir da perspectiva dos estudos de gênero, constatando que o ingresso e permanência na profissão foram marcados por dificuldades características da área de atuação e por questionamentos e tentativas de segregação decorrentes de noções hegemônicas de masculinidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/cp/a/RLTGrW43VVJqGZPpr3Qdk5p" />
         <pubDate>2023-12-11 02:46:40 UTC</pubDate>
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         <title>Uma leitura sobre Paulo Freire em três eixos articulados: o homem, a educação e uma janela para o mundo</title>
         <author>mariafss</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em três eixos articulados, o presente artigo discute a contribuição de Paulo Freire e a atualidade de seu pensamento para a educação, a busca pela superação da consciência ingênua para uma consciência crítico-reflexiva e, consequentemente, a leitura e a ação necessárias para a constituição de sujeitos que mobilizam a história e se mobilizam com ela.&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/pp/a/xgjd3cdzh4QzBXdzYSm3R7r/?lang=pt" />
         <pubDate>2023-12-11 02:46:40 UTC</pubDate>
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         <title>Professores homens da Educação Infantil:: narrativas e (des)encontros entre corpos, brincadeiras e cuidados </title>
         <author>mariafss</author>
         <link>https://padlet.com/mariafss/wtsbi2vt5rujydyu/wish/2820444313</link>
         <description><![CDATA[<p>As narrativas de professores homens da Educação Infantil sobre as imposições e expectativas conferidas a eles e às professoras mulheres no exercício da docência, nestes espaços públicos, educativos e coletivos, são o centro deste artigo. Produzidas por meio de entrevistas semiestruturadas e problematizadas à luz das pesquisas do campo da Educação Infantil e dos estudos sociais da infância, as narrativas revelam diferentes maneiras com que o sexismo e as discriminações de gênero podem impactar na atuação dos professores, como a necessidade de legitimar continuamente suas capacidades profissionais e a vigilância e/ou negação da dimensão do cuidado. Além disso, os professores entrevistados revelam e reconhecem promover e provocar corporalmente diferentes experiências e brincadeiras junto às crianças, contribuindo para ampliação das reflexões sobre a dimensão brincalhona na docência, para a valorização e reconhecimento dos professores e para uma Pedagogia da Educação Infantil em que cuidar e educar de meninas e meninos pequenos seja indissociável para professores e professoras.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://repositorio.usp.br/item/003128083" />
         <pubDate>2023-12-11 02:46:40 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivo</title>
         <author>anaviegas3</author>
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         <description><![CDATA[<p>O objetivo do presente trabalho é refletir acerca da questão do gênero masculino e os estereótipos que essa figura carrega nos espaços escolares. Nessa processo de (des)construção, historicamente foi impregnada a ideia de que era função das mulheres o trabalho com crianças (especialmente na educação infantil). </p><p>Nas conversas em grupo, pudemos perceber que os argumentos em sua maioria são rasos. Concluímos que a sociedade se baseia na crença de que a mulher tem mais capacidade, seja pelo lado materno, ou por dom ou até mesmo por serem figuras mais amorosas e delicadas, deixando de lado o fato de que é a formação do sujeito que vai determinar se ele vai ser um profissional para atuar com crianças e adolescentes. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 02:55:23 UTC</pubDate>
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         <title>A escola através dos tempos </title>
         <author>mariafss</author>
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         <description><![CDATA[<p>A escola está ligada às transformações sociais dos diferentes povos e diferentes noções sobre a educação e do que era necessário que a criança ou adulto soubessem nos diferentes contextos da sociedade.</p><p><br/></p><p>Na Idade Antiga, a educação das crianças era uma preocupação e acontecia em casa. Nessa época, os valores e o conhecimento eram transmitidos de pai para filho. Os saberes eram filtrados de acordo com o que era importante, mas os meninos não aprendiam as mesmas coisas que as meninas.</p><p><br/></p><p>Com o surgimento de sociedades mais complexas, e das instituições políticas, a educação familiar passa a não suprir todas as necessidades. Daí, surgem os primeiros professores como profissionais responsáveis por repassar conhecimento. Mas, essa educação estava ligada às condições econômicas das famílias.</p><p><br/></p><p>Na Grécia Antiga, a educação era para aqueles que tinham tempo livre para se dedicar aos estudos, sem a necessidade de trabalhar para sobreviver. Ou seja, a educação era um privilégio restrito a uma parcela da população.</p><p><br/></p><p>No período medieval, o processo de ruralização da sociedade europeia fez com que o ensino fosse restrito a uma parcela mínima da população que era ligada, em sua maioria, ao recrutamento dos líderes religiosos da ascendente Igreja Cristã. Tal processo de conversão não era fácil, havia uma rotina de estudos para que houvesse a compreensão do texto bíblico. Já as comunidades ligadas aos feudos quase não tinham oportunidade de se instruir nas letras.</p><p><br/></p><p>Com os anos, houve uma rearticulação das atividades comerciais que trouxe a necessidade de organizar os negócios e a administração das cidades. Como poucos sabiam ler, escrever e contar, as instituições de ensino se abriram para o público leigo - ainda com forte presença de membros da Igreja responsáveis por lecionar nas pequenas escolas das vilas costeiras - e, ainda assim, o saber se mantinha restrito a uma parte da população.</p><p><br/></p><p>Nessa época, surgem reflexões começaram a ser discutidas questões sobre o funcionamento e o público das escolas, bem como a organização dos conteúdos, as fases do ensino e as matérias a serem estudadas. O ensino masculino ainda era diferente do feminino e na grande maioria dos casos, o espaço escolar se mantinha restrito às figuras masculinas da sociedade europeia.</p><p><br/></p><p>Com o surgimento do movimento iluminista no século XVIII, houve um direcionamento para formar uma sociedade orientada pela razão como uma necessidade indispensável. Através dos princípios de igualdade e liberdade, o discurso iluminista reconhecia a escola como uma instituição importante é imprescindível. </p><p><br/></p><p>Já no século seguinte, ocorre a expansão das instituições escolares na Europa, então comprometidas com um ensino que fosse acessível a diferentes parcelas da sociedade, independente da sua origem social ou econômica.</p><p><br/></p><p>No século passado, a expansão das escolas começou a superar os limites do continente europeu. Alguns países marcados pela colonização experimentaram a organização de sistemas escolares. Mas, eles não poderiam ser uma cópia do modelo europeu, então foi necessário repensar o lugar da educação nesses outros contextos, de acordo com suas demandas, problemas e contradições.</p><p><br/></p><p>O avanço da tecnologia fez com que os espaços escolares fossem repensados e ainda permanecem em construção. O acesso às informações e saberes já não é um problema a ser resolvido exclusivamente pelo ambiente escolar. Mais do que uma mera transmissão, a escola do século XXI deve se voltar para a construção de sujeitos históricos que dominem o saber autônomo e que se mostrem capazes de criticar e organizar os conhecimentos que são relevantes para si mesmo e ao meio em que vive.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 03:37:06 UTC</pubDate>
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         <title>Estigma e preconceito na Educação Infantil e séries iniciais </title>
         <author>mariafss</author>
         <link>https://padlet.com/mariafss/wtsbi2vt5rujydyu/wish/2820561508</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo traz pontos e questionamentos sobre as interfaces entre a masculinidade e os espaços de ensino. Esses que por muitos são considerados corpos estranhos, enfrentam estigmas que em muitos casos, são colocados pelos próprios pais que acabam reproduzindo tabus construídos sobre quem tem mais instinto e preparo para cuidar de seus filhos. </p><p><br/></p><p><br/></p><p> </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://periodicos.uff.br/revistagenero/article/download/49993/29322" />
         <pubDate>2023-12-11 05:14:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>santosmichele</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=0RX2zNn-9kw" />
         <pubDate>2023-12-11 13:33:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>santosmichele</author>
         <link>https://padlet.com/mariafss/wtsbi2vt5rujydyu/wish/2821005628</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://educa.fcc.org.br/scielo.php?pid=S0102-54732016000300988&amp;script=sci_abstract" />
         <pubDate>2023-12-11 13:34:46 UTC</pubDate>
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         <title>Homens na educação infantil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Dois professores discutem sobre preconceito e dificuldades da docência masculina na educação infantil.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=vWm-Rhdm_dA" />
         <pubDate>2023-12-11 15:09:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>No Brasil, dos 593 mil docentes que atuam na educação infantil, apenas 3,6% são homens, segundo o Censo da Educação Básica 2020.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 15:21:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Homens na docência da educação infantil: uma análise baseada na perspectiva das crianças</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariafss/wtsbi2vt5rujydyu/wish/2821172972</link>
         <description><![CDATA[<p>"Neste artigo, analisam-se os modos como as crianças atribuem sentidos à presença de um professor homem na educação infantil. O quadro teórico-metodológico articula os novos estudos da infância e os estudos de gênero, servindo como base conceitual de uma etnografia realizada em uma instituição de educação infantil de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Participaram do estudo 25 crianças (sete meninas e 18 meninos), uma professora e um professor. Identificou-se que as relações vividas pelos docentes se baseavam em estereotipias de gênero. A professora, muitas vezes, atribuía parte de suas responsabilidades ao professor, baseando-se, para tanto, em representações da masculinidade hegemônica, fazendo com que as crianças se apropriassem desses significados. Conclui-se que não basta inserir homens na docência com crianças como forma de produzir uma política de equidade de gênero. Para se combaterem preconceitos baseados em diferenças de gênero, é preciso que todos/as se reconheçam como agentes de mudança."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/rbedu/a/qtkR9PYWdVKHcLybqCVpc7D/" />
         <pubDate>2023-12-11 15:26:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O sexo e o gênero  na docência</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Nos debates educacionais, é consenso a constatação da enorme presença feminina no magistério. Bem menos frequente, contudo, é a reflexão sobre os aspectos contraditórios geradores de tal processo. Pois essa é exatamente a proposta deste artigo: examinar a presença do sexo feminino no magistério, tomando por base as contribuições do conceito de gênero e sua construção histórica, social e cultural. As diferenças entre os sexos indicam diferentes significados masculinos e femininos das identidades docentes e das relações escolares, assim como apontam para os desafios impostos pela articulação entre o sexo e o gênero da docência."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/cpa/a/hQFDykQmWnPvj4TYTWYmKZb/?format=pdf" />
         <pubDate>2023-12-11 15:48:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A docência é uma área exercida predominantemente por mulheres no Brasil e também em outros países.</title>
         <author>mariafernandasouzasilva9</author>
         <link>https://padlet.com/mariafss/wtsbi2vt5rujydyu/wish/2821361094</link>
         <description><![CDATA[<p>Quanto menor for a idade da criança atendida, menor a participação masculina na docência. O mesmo não ocorre na educação superior, pois a presença masculina e os salários pagos são os mais elevados na área da docência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 17:38:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A PRESENÇA DA FIGURA MASCULINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: desafios e perspectivas na sociedade contemporânea</title>
         <author>mariafernandasouzasilva9</author>
         <link>https://padlet.com/mariafss/wtsbi2vt5rujydyu/wish/2821468077</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo busca identificar o motivo da construção da feminilização do magistério no Brasil, analisando a atual presença masculina na Educação Infantil.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://periodicos.pucminas.br/index.php/pedagogiacao/article/view/24940/17284" />
         <pubDate>2023-12-11 19:03:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Historicamente, nunca houve nenhuma instituição destinada aos  cuidados e à educação das crianças pequenas. A Educação Infantil, como conhecemos hoje, como uma responsabilidade complementar à ação da família, é bastante recente e se deu após a LDB 9.394/96. Por isso, precisamos conhecer a evolução do sentido de escola ao longo dos anos.</title>
         <author>mariafernandasouzasilva9</author>
         <link>https://padlet.com/mariafss/wtsbi2vt5rujydyu/wish/2821476340</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 19:09:31 UTC</pubDate>
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