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      <title>Investigação Criminal ESO by Tatiane Aline Bruno</title>
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      <description>Culminância da eletiva</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-07-27 13:20:18 UTC</pubDate>
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         <title>Otávio Augusto, n° 24, 9C.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Crime<br> No dia 28 de Dezembro de 1992 a protagonista da novela "Corpo e Alma", Daniela Perez, foi brutalmente assassinada pelo seu colega de trabalho e seu par romântico na ficção, Guilherme de Pádua. O ator contou com auxílio de sua esposa, Paula Thomaz, na execução do crime.<br> Por volta das 21h, os artistas, Daniela e Guilherme, saíram juntos dos estúdios. Logo depois, seguiram caminhos diferentes Guilherme saiu na frente entrando rapidamente em seu carro, acompanhado de sua esposa Paula, e logo atrás vinha Daniela em um Escort.<br>  No meio do trajeto, Guilherme parou no acostamento da via, esperando avistar o carro da vítima.<br> Após alguns minutos de espera, identificaram o carro de Daniela, ele percebeu que ela estava parando em um posto de gasolina para abastecer. Nesse momento, o ator a trancou com seu carro, impossibilitando a atriz de sair com seu carro.<br> Assim, reconhecendo que era seu colega de trabalho, Daniela foi no encontro para entender o que estava acontecendo. Guilherme aproveitou e acertou o rosto da mulher com um soco, que lhe causou um desmaio na hora.<br> Com a vítima nocauteada, Guilherme e Paula levaram o corpo da atriz para um matagal aonde desferiram contra a jovem perfurações no pescoço (4), no peito (8), pulmões (6), além de perfurações em outros locais não vitais. <br><br> Investigação Criminal</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-23 23:25:59 UTC</pubDate>
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         <title>Helano Nº5 9ºE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Madeleine Beth McCann (Leicester, 12 de maio de 2003) é uma menina britânica que desapareceu em Portugal, onde estava com os seus pais, irmão e irmã de férias na vila da Luz, Lagos no Algarve.<br><br>O desaparecimento da criança chamada Madeleine McCann ocorreu na noite de quinta-feira, 3 de maio de 2007 quando foi dada como desaparecida do seu apartamento em Praia da Luz, Algarve, Portugal, onde tinha sido deixada sozinha com os seus dois irmãos. Madeleine, então com quase quatro anos de idade, que estava no seu quarto na companhia dos seus dois irmãos gémeos de dois anos, foi inicialmente dada como tendo "saído" pelos seus próprios meios, segundo a polícia, enquanto que os pais estavam convencidos que tinha sido raptada.<br><br>Desaparecimento<br><br>O seu desaparecimento tornou-se uma das notícias mais notórias, quer pela rapidez com que se iniciou a divulgação das notícias, quer pela longevidade e pela massiva cobertura pelos órgãos de informação. O jornal britânico The Daily Telegraph às 00:00 da madrugada do dia 4 de Maio já fazia manchete com o artigo "Three-year-old feared abducted in Portugal" (Teme-se que menina de 3 anos tenha sido raptada em Portugal)..<br><br>Madeleine desapareceu do apartamento onde passava férias com a sua família na noite de 3 de Maio. Na altura os seus pais puseram Madeleine e os seus dois irmãos gémeos na cama, e foram jantar a cerca de 100 metros de distância com amigos no Tapas bar do Ocean Club. Aproximadamente às 21h00, Gerry McCann verificou que os filhos se encontravam bem. Um amigo verificou perto de 21h30. Cerca das 22h, Kate encontrou a cama de Madeleine vazia e uma janela e uns estores abertos. Um amigo avisou a recepção do Ocean Club que alertou a GNR às 22h41. Funcionários e hóspedes do resort, juntamente com as autoridades, efectuaram buscas até às 04h30 e a polícia portuguesa e todos os aeroportos ibéricos foram notificados.<br><br>Murat e Malinka<br><br>Às 7 horas de 14 de Maio foram iniciadas buscas na Casa Liliana, propriedade de Jennifer Murat, cidadã britânica, perto do apartamento do desaparecimento de Madeleine.[31] A polícia e equipas de investigação forense selaram a casa, e às 16h00 a piscina foi drenada.[32] Três pessoas, incluindo o seu filho Robert Murat, foram interrogados na esquadra em Portimão. Robert, um visitante frequente do aldeamento,[33] gerou suspeitas a Lori Campbell, uma jornalista do Sunday Mirror, que informou a polícia do facto. Uma antiga colega de escola, Gaynor de Jesus, disse não ter conhecimento de que Murat fosse o tradutor oficial da polícia.[34] Robert Murat afirmou estar profundamente preocupado com o caso de Madeleine devido à perda recente da custódia da sua filha de três anos que é parecida com a menina desaparecida. Não foram efectuadas detenções.[35] Na lei portuguesa, as detenções só podem ser efectuadas após alguém ser indiciado oficialmente como arguido; até lá são considerados testemunhas do processo. A 15 de Maio, Robert Murat recebeu o estatuto de arguido mas não foi detido nem acusado. Não é claro se foi Murat ou a polícia que pediram o estatuto de arguido, pois este confere direitos adicionais ao arguido tais como o direito de permanecer em silêncio.[36] Desde essa altura Murat está ausente em parte incerta.[34]<br><br>O inspector Olegário de Sousa disse em conferência de imprensa a 15 de Maio que tinha sido interrogada uma pessoa de 33 anos, mas não foram encontradas evidências que justificassem a sua detenção. Sousa referiu que a polícia efectuou buscas em cinco residências na segunda-feira e apreendeu "vários materiais" das propriedades que estavam sujeitas a investigação e que haviam interrogado duas outras pessoas na qualidade de testemunhas. O suspeito assinou uma declaração de identidade e residência que o impede de se deslocar ou sair do país, e que requer deslocações regulares às instalações da polícia.[37] Apesar de não terem sido referidos nomes na conferência de imprensa, acredita-se que o suspeito seja Robert Murat e os restantes inquiridos a sua alegada companheira Michaela Walczuch, alemã, e o seu ex-marido, Luís António.[38]<br><br>Apesar da relutância de Murat em prestar declarações públicas,[39] ele declarou que o caso "arruinou" a sua vida e que a única hipótese de restituir o seu bom nome é a captura dos raptores de Madeleine. Murat disse ainda que tem sido um "bode expiatório" para que a polícia dê a sensação de obtenção de resultados.[40]<br><br>A 16 de Maio, acreditava-se que dois carros utilizados pelos Murat haviam sido examinados, e confiscados computadores, telemóveis e várias cassetes de vídeo dos seus pertences pessoais.[41] Foi também dado a conhecer que o arquitecto que projectou o aldeamento no qual residem os Murat foi ignorado ao comunicar à polícia a existência de uma cave escondida na propriedade.[42] Era convicção igualmente que a polícia levou para interrogatório Sergey Malinka, 22, de origem russa, de cuja residência as autoridades também confiscaram um computador portátil e dois discos rígidos. Malinka concebeu um websítio para Murat.[43] De acordo com a imprensa portuguesa, Malinka foi anteriormente acusado de abuso sexual infantil e ser um técnico informático de boas relações com Robert Murat, dado que se comunicam frequentemente por telefone desde o desaparecimento de Madeleine - os motivos que levaram as autoridades a suspeitar.[44][45]<br><br>No dia seguinte, foi dada uma conferência de imprensa na qual o inspector Olegário de Sousa reafirmou a insuficiência de evidências para efectuar uma detenção. Sobre Sergey Malinka, a polícia afirmou ter sido inquirido na qualidade de testemunha durante aproximadamente cinco horas, o que não significa, dada a natureza dinâmica da investigação, que se possa tornar suspeito.[46]<br><br>Malinka fez uma apreciação negativa da cobertura do caso pelos media portugueses, que alegaram que ele havia sido condenado por abuso sexual infantil, e negou haver contactado Murat e que é "completamente inocente".[47] A 18 de Maio, no entanto, emergiram inconsistências nas suas alegações acerca do seu relacionamento com Robert Murat; embora tenha referido que não contactava Murat há mais de um ano, disse três meses a um outro repórter enquanto que os registos do telemóvel de Murat alegadamente revelam que este contactou Malinka às 23:40 do dia do desaparecimento de Madeleine.[48][49]<br><br>A 19 de Maio, investigadores portugueses deslocaram-se a Londres para entrevistar Dawn Murat, a mulher de Robert Murat.[50]<br><br>A 23 de Maio, os investigadores reentrevistaram testemunhas ligadas a Murat; a sua companheira alemã Michaela Walczuch, e o seu ex-marido Luís António, o que faz pressupor o interesse renovado da polícia em torno de Murat.[51]<br><br>Setembro de 2007<br><br>Após meses de investigação, a Polícia Judiciária (PJ) interroga os pais de Madeleine. Saem ambos como arguidos e sujeitos a termo de identidade e residência,[52] através da suspeita do homicídio acidental[53][54] causado por negligência ou excesso de medicação calmante na criança. A corroborar os fatos, vários indícios de fluidos corporais com o ADN da criança encontrados num carro alugado pelos pais mais de vinte dias após o desaparecimento, que indiciam o transporte do corpo da menina.<br><br>Tem sido notável a actuação dos media britânicos, apontando "falhas" na investigação policial (Sky News e The Sun). Suspeitas que o relacionamento entre os pais de Maddie e o então primeiro-ministro britânico possam estar por trás duma imensa campanha politizada,[55][56][57][58] que implicou até audiência papal, têm sido apontadas por vários meios noticiosos televisivos portugueses (Francisco Moita Flores, na RTP a 8 de Setembro de 2007).<br><br>Após ter sido noticiado que McCann "terão todo o gosto em continuar a cooperar com as autoridades portuguesas para descobrir a verdade sobre o que aconteceu a Madeleine"[59] uma fonte próxima revela que os Mccan não conseguem decidir se devem ou não cooperar completamente com a PJ.[60] Apesar de publicamente terem negado, ainda em Maio do mesmo ano os MacCann contrataram, sem o conhecimento da PJ, uma firma de investigação privada que usa os serviços de ex-membros dos serviços secretos e forças especiais, apesar de terem sido informados que era contra a lei, porque temiam que a PJ desse a sua filha como morta.[61] Em Agosto "disseram não compreender por que é que a polícia portuguesa passou a defender a tese de que Madeleine está morta" apesar de oficialmente nenhuma fonte policial ainda o tivesse confirmado.[62] Só cem dias após o desaparecimento de Madeleine a polícia admite que ela possa estar morta.[63] Apesar das críticas feitas à PJ, os serviços privados contratados pelos McCann, apesar de disporem de muitos mais recursos não obtiveram quaisquer resultados.<br>A Polícia Metropolitana de Londres anunciou em 28 de outubro de 2015 que "a vasta maioria" do trabalho de investigação já foi feito. Assim, 8 anos após o desaparecimento de Madeleine McCann a polícia britânica vai reduzir o número de agentes envolvidos no caso: de 29 para 4, a tempo inteiro.<br><br>Os pais da criança dizem compreender a medida e agradeceram o empenho da polícia.<br><br>Segundo a polícia britânica foram recolhidos 1338 depoimentos no âmbito da Operação Grange. Foram também feitos pedidos de colaboração a 30 países. E a polícia investigou ainda 8685 relatos de possíveis avistamentos da criança, em todo o mundo.<br><br>Conclusão<br> <br>Caso ainda não resolvido.<br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-31 13:23:59 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia n 18 9b </title>
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         <description><![CDATA[<div>Era Páscoa de 2011 quando a polícia recebeu a ligação de Daniel Bartlam, um menino de 14 anos, relatando que bandidos haviam assassinado sua mãe. Não demorou muito, porém, para a polícia perceber uma série de inconsistências na história do garoto. Vasculhando em seu computador, a equipe de investigação encontrou um arquivo deletado contendo o plano detalhado de como iria matar a própria mãe. Bartlam deu sete marretadas na cabeça dela e depois incinerou o corpo. O adolescente não tinha um motivo para o crime, mas o ex-parceiro de sua mãe relatou <a href="http://super.abril.com.br/ciencia/falsa-ciencia-criminaliza-videogame-573477.shtml">que Daniel tinha uma paixão por filmes e videogames violentos</a>. Ele foi condenado a um mínimo de 16 anos de prisão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-31 13:28:52 UTC</pubDate>
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         <title>Sarah Leigue 9°C , N°:27</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desvendando o enigma <br> Assassinato na escola<br><br>No primeiro dia no novo ano letivo, durante o recreio, em uma das salas foi encontrado o corpo do professor de Geografia. A polícia tinha 4 suspeitos: o jardineiro, o professor de matemática, o professor de educação física e o diretor da escola. Todos disseram que estavam ocupados no momento do assassinato:<br><br>O jardineiro estava podando os arbustos no pátio de trás da escola.<br><br>O professor de Matemática estava aplicando o exame semestral.<br><br>O professor de Educação Física estava jogando basquete com os alunos.<br><br>O diretor passou o dia em seu escritório.<br><br>Justamente depois dos depoimentos, a polícia prendeu o culpado. Quem matou o professor de Geografia e como a polícia descobriu?</div>]]></description>
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