<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Histologia by Luana</title>
      <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn</link>
      <description>Patologias</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-11-17 00:31:59 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-03-28 23:39:15 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Nefrite Tubulointersticial </title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/207946912</link>
         <description><![CDATA[<div>A nefrite tubulointersticial pode ser classificada como aguda, subaguda ou crônica; é caracterizada por doenças inflamatórias que envolvem o interstício e os túbulos.</div><ul><li>Nefrite Tubulointersticial Aguda é considerada uma inflamação secundária à necrose tubular aguda;</li><li>Nefrite Tubulointersticial Crônica é resultado da progressão de doenças inflamatórias onde o interstício é alvo primário. Pode acontecer derivada da nefrite intersticial focal aguda, também como manifestação secundária de glomerulonefrite crônica ou pielonefrite crônica, ou ainda resultado após lesão imunomediada aos túbulos renais e interstício.</li></ul><div>As lesões microscópicas de nefrite tubulointersticial notadas são: agregados linfocitários, plasmócitos, monócitos e poucos neutrófilos são distribuídos de forma aleatória ou intensamente localizados por todo interstício edemaciado.<br>As células epiteliais tubulares no interior das áreas intensamente inflamadas podem estar degeneradas e/ou necróticas. <br>A perda tubular profunda geralmente é acompanhada por fibrose, ou seja, perda tubular funcional onde o epitélio cuboide é substituído por células cúbicas ou escamosas não absortivas.<br>FIGURA:<br><strong>Nefrite intersticial crônica, rim, cão</strong>.<br>Em <strong>A</strong>, corte dorsal, córtex. Essa lesão caracteriza-se por fibrose intersticial, atrofia tubular e infiltrado intersticial de células inflamatórias (linfócitos e plasmócitos). Os corpúsculos renais têm glomérulos contraídos com aumento de volume da matriz mesangial e espessamento das cápsulas de Bowman. Coloração H&amp;E. <br>Em<strong> B</strong>, maior aumento de<strong> A</strong>.<br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 614.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/8a49e82e7484d546d42a410ec734e4e7/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_10_08_19.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-17 00:32:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/207946912</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Amiloidose Glomerular</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/207955323</link>
         <description><![CDATA[<div>A Amiloidose Glomerular é decorrente do acúmulo de depósitos de<strong> amilioide</strong> (proteína insolúvel fibrilar, produzida após a proteólise incompleta de várias proteínas solúveis amiloidogênicas). <br>Os glomérulos é o local mais comum de ocorrência dessa doença na maioria das espécies de animais domésticos, embora&nbsp; em gatos, há casos onde o local de acúmulos de depósito é no interstício medular.<br>Ocorre em associação com outras doenças, particularmente as doenças inflamatórias crônicas ou neoplásicas.<br>Os rins acometidos com amiloidose glomerular geralmente apresentam volume maior, são pálidos e têm aumento na consistência e apresentam uma superfície capsular lisa ou finamente granular.<br>Os glomérulos com depósito de amiloide podem ser vistos como pontos translúcidos finos na superfície capsular. Da mesma forma, nos casos mais avançados de amiloidose, os glomérulos podem ser visíveis como pequenos focos puntiformes, arredondados e brilhantes, localizados no córtex<br><br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 630.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/34531df6f9738e499636b4bb0368a276/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_10_10_19.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-17 01:35:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/207955323</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>nana_yorrana</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208477634</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-19 15:01:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208477634</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Leptospirose (alterações histológicas nos rins)</title>
         <author>nana_yorrana</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208556666</link>
         <description><![CDATA[<div>A leptospirose pode ser discutida como um exemplo de Nefrite Tubulointersticial bacteriana aguda, pois as <em>Leptospiras interrogns</em> têm como órgão preferencial os rins.<br>Após exposição ao agente, ocorre a <strong>leptospiremia</strong> seguida de degeneração e necrose das células epiteliais tubulares como resultado dos efeitos tóxicos diretos das leptospiras ou reação inflamatória intersticial que os acompanha.<br>A lesão crônica predominantemente  é um infiltrado de monócitos, macrófagos, linfócito e plasmócitos no interstício (principalmente cortical).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239796759/04e377991a73e0fe219b796aa186ab38/leptospira.jpg" />
         <pubDate>2017-11-20 01:26:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208556666</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Doenças do Glomérulo (Glomerulonefrite)</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208560655</link>
         <description><![CDATA[<div>- Características:&nbsp;</div><ul><li>A glomerulonefrite é resultado mais frequentemente de mecanismos imunomediados com<strong> deposição de imunocomplexos solúveis no glomérulo</strong>.</li><li>Ocorre em associação com <strong>infecções persistentes</strong> ou com outras doenças de <strong>antigenemia</strong> <strong>prolongada</strong>.</li><li>Em animais domésticos, a Glomerulonefrite por imunocomplexo ocorre com mais frequência em <strong>cães</strong> e<strong> gatos</strong>, associadas a<strong> infecções virais específicas</strong>, como o vírus da leucemia felina (FeLV) ou vírus da peritonite infecciosa felina (FIP); infecções bacterianas crônicas, como piometra ou pioderma; parasitismo crônico, como dirofilariose; doenças auto imunes, como o lúpus eritematoso sistêmico; e o neplasia.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-20 01:53:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208560655</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Leptospirose, aguda, rim</title>
         <author>nana_yorrana</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208561974</link>
         <description><![CDATA[<div>Em <strong>A</strong>, nefrite intersticial, infecção aguda por leptospira, corte dorsal, cão. Estrias pálidas radiais são causadas por necrose tubular cortical e pelo inflitrado inflamatório intersticial agudo. A gordura Hilar e a medula são amarelas por conta da icterícia.<br>Em<strong> B</strong>, necrose tubular aguda, regeneração precoce, cão. Observa-se os segmentos do epitélio tubular desprovido de núcle (necrose de coagulação) e a hemorragia. Nesta fase inicial, existe ausência quase total de células inflamatórias no interstício, mas mais tarde, no estágio subagudo da leptospirose, existem infiltrados intersticiais linfocitários, que estão próximos a junção corticomedular. Coloração H&amp;E.<br>Em <strong>C</strong>, leptospira bovino. Numerosas leptospiras (setas) estão presentes no lúmen dos túbulos. Colonização de leptospiras em células epiteliais dos túbulos é típico dessa bactéria. Warthin Starry, coloração de prata.<br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 658.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/0c5c130e35b2da7ddf05ca70fc992b0b/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_10_10_48.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 02:03:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208561974</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Glomerulonefrite Proliferativa</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208562843</link>
         <description><![CDATA[<div>A glomerulonefrite Proliferativa é uma forma de doença glomerular por imunocomplexos caracterizada por:</div><ul><li>Aumento de celularidade do tufo glomerular;</li><li>Proliferação de células endoteliais, epiteliais, mesangiais e glomerulares; </li><li>Influxo de neutrófilos e outros leucócitos;</li></ul><div>Esta classe de glomerulonefrite é mais comum em cavalos, mas só raramente resulta em insuficiência renal crônica.<br>FIGURA:<br>Glomerulonefrite Proliferativa, rim, corte dorsal, cão.<br>Os pequenos focos brancos e arredondados no córtex são glomérulos aumentados.<br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 627.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/435004b6d94bed5ef0e46bb73145c74b/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_10_09_10.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 02:10:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208562843</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Glomerulonefrite Membranosa</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208563783</link>
         <description><![CDATA[<div>É caracterizada pelo espessamento difuso da membrana basal do capilar glomerular por causa da presença de depósitos subepiteliais de imunoglobulinas.<br>FIGURA:<br>Em <strong>B</strong>, GN Membranosa. A membrana basal glomerular está difusamente espessada. Reação de PAS.<br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 628.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/c22ca27607b0c68d957b02b2275ea36a/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_10_09_39.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 02:19:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208563783</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Glomerulonefrite Membranoproliferativa</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208564265</link>
         <description><![CDATA[<div>A glomerulonefrite membranoproliferativa (mesangioproliferativa, mesangiocapilar) caracteriza-se pela hipercelularidade e espessamento da membrana basal capilar e mesângio.<br>É a forma morfológica da glomerulonefrite por imunocomplexo mais comum no cão.<br>FIGURA:<br>Em <strong>A</strong>, GN membranoproliferativa, glomérulo, rim. Observe a matriz mesangial aumentada e espessada&nbsp; e as membranas basais focalmente rompidas (coradas em vermelho-escuro).<br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 629.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/a9f185924f140bf2bc8c5e46986a51b7/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_10_09_52.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 02:23:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208564265</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nefropatia Juvenil</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208674569</link>
         <description><![CDATA[<div>A nefropatia juvenil consiste no desenvolvimento de fribose bilateral grave e foi identificada em animais jovens de específicas raças e portanto conhecida como doença renal familiar (hereditária) - o modo de transmissão foi determinado com certeza em algumas raças de cães.<br>As manifestações morfológicas podem ser resultado de associação com qualquer doença crônica grave e as principais manifestações incluem:</div><ul><li>Glomerulonefrite Membranosa Proliferativa</li><li>Atrofia tubular e fibrose intersticial</li><li>Displasia renal</li></ul><div>Os rins geralmente ficam diminuídos, marrom-claro a esbranquiçados e firmes, a superfície renal pode ser difusamente pontilhada e ter um padrão glomerular fino.<br>FIGURA:<br>Em <strong>C</strong>, <strong>nefropatia juvenil progressiva</strong>, crônica, cão. Rins bilateralmente firmes, tamanho anormal.<br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 622.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/21a02569d2c2acbec2a1a5f2643ae0c1/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_11_01_00.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 12:37:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208674569</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Glomerulonefrite Proliferativa</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208688694</link>
         <description><![CDATA[<div><br>EM<strong> A</strong>, GN proliferativa em porco. A lesão caracterize-se principalmente pela hipercelularidade do glomérulo em razão do aumento do número de células mesangiais. Coloração H&amp;E.<br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 627.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/fc23e89fa84a5fbdf17bffe0096d0782/GN_PROLIFERATIVA.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 13:20:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208688694</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Amiloidose, glomérulo, rim, cão</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208695794</link>
         <description><![CDATA[<div>Em <strong>A</strong>, todos os tufos glomerulares (g) são difusos e notavelmente expandidos por amiloide. Coloração H&amp;E.<br>Em <strong>C</strong>, o amiloide se cora em laranja com a coloração vermelho-Congo (seta), uma técnica usada para confirmá-lo. Observe os cilindros proteináceos na luz tubular (ponta de seta), uma consequência da lesão glomerular permitindo vazamento de proteína para o filtrado (nefropatia com perda de proteína).<br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 631.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/eba48c955ece7d74a44cf683ddc7cf87/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_10_10_33.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 13:36:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208695794</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nefropatia Juvenil Progressiva, crônica, cão</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208709528</link>
         <description><![CDATA[<div>Observe a fibrose intersticial, atrofia tubular, espaço urinário dilatado e mineralização. Coloralçao H&amp;E.<br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 622.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/f4c9719a6e91209f253cdefabaedfac5/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_11_01_28.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 14:05:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208709528</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Infarto Renal</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208798794</link>
         <description><![CDATA[<div>Infartos renais são áreas de necrose de coagulação que resultam da isquemia local de oclusão vascular. Por causa do alto volume sanguíneo circulante através do rim, o infarto renal por embolia ocorre porque os êmbolos podem ocluir a artéria real, causando infarto em todo o rim.<br>Às veze, o êmbolo oclui as artérias interlobares/arqueadas, causando infarto exclusivamente no córtex ou no córtex e na medula, dependendo do tamanho do vaso ocluído e o local da obstrução.<br>Em geral o infarto renal pode ocorrer por conta da trombose resultado da lesão endotelial de capilares glomerulares associada a uma doença vascular. Os rins acometidos por infarto renal apresentam coloração avermelhada ou branco - pálida.<br>Em um infarto renal agudo, os néfrons na zona central do infarto se tornam necróticos. Na periferia do infarto, somente os túbulos proximais, devido a sua alta taxa metabólica, estão necróticos.<br>Após alguns dias, a margem da zona necrótica contém um infiltrado inflamatório que consiste principalmente em neutrófilos e poucos macrófagos e linfócitos.<br>A cicatrização de uma área infartada ocorre pela lise e fagocitose do tecido necrótico e substituição por tecido conjuntivo fibroso que evolui para uma cicatrização discreta.<br>FIGURA:<br>Em <strong>A</strong>,<strong> infarto hemorrágico agudo </strong>(recente), cão. Área focal de necrose cortical em forma de cunha. Observe como o infarto se projeta sobre a superfície capsular em função do edema celular e da hemorragia.<br>Em <strong>C</strong>, <strong>infartos subagudos</strong>, cão. Múltiplos infartos corticais são pálidos e circundados por um halo avermelhado de hiperemia ativa (setas).<br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 617.<br> </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/da45c2ca7b01eee82df997938e9251ef/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_11_08_34.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 16:56:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208798794</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Infarto Renal Agudo, rim, córtex, cão</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208806976</link>
         <description><![CDATA[<div>Observe o infarto agudo com uma zona central de necrose de coagulação circundado por uma zona de hiperemia e hemorragia (setas). Coloração H&amp;E.<br>Fonte: F. ZACHRY, James. McGAVIN, M. Bases da Patologia em Veterinária. ed. 5, p. 617.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/54c643c6b04c73d2ba0ce86cae6e17c6/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_11_08_48.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 17:14:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208806976</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cistite Aguda</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208809068</link>
         <description><![CDATA[<div>Cistite é uma infecção urinária da bexiga, geralmente causada por infecção por bactérias sendo as mais comuns Escherichia coli como também Staphylococcus saprophyticus. Pode se complicar com a infecção de ureteres e rins ou entrada na corrente sanguínea<br><br></div><div>As infecções urinárias são mais frequentes nas fêmeas, uma vez que a sua uretra é mais curta e mais larga, além de urinarem com menos frequência que os machos. Isto facilita a entrada dos patógenos e a colonização da bexiga urinária. No entanto, as infecções nos machos, embora menos frequentes, são mais difíceis de tratar, uma vez que os antibióticos têm menor acesso aos locais onde se formam as colônias bacterianas, especialmente quando tiver ocorrido uma prostatite.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/0719190739601a88e48ada0cf4337b65/a06fig01.jpg" />
         <pubDate>2017-11-20 17:19:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208809068</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cistite Aguda</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208810098</link>
         <description><![CDATA[<div>As causas dessa inflamação da bexiga urinária normalmente são de origem <strong>bacteriana</strong>, onde as bactérias entram no corpo através da uretra do animal. <br>Não necessariamente tem como causa as bactérias, outros fatores podem desencadear uma inflamação, tais como: </div><ul><li>Certos fármacos;</li><li> Cruzamento sem nenhum exame clínico breve do macho e da fêmea; </li><li>Produtos químicos colocados no ambiente, principalmente os de limpeza; </li><li>Neoplasias no trato urinário (quimioterapia favorecem o desenvolvimento de infecções urinárias);</li><li> A diabetes facilita a colonização de bactérias no trato urinário pelo elevado nível de glicose no seu sangue;</li><li> Medicamentos que enfraquecem o sistema imunitário, como a cortisona, também ajudam as bactérias a gerar uma infecção na bexiga.</li></ul><div>Quando a infecção não se trata adequadamente, corre-se o risco das bactérias passarem para a corrente sanguínea causando uma sepsia que pode ser fatal, ou infetar outros órgãos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-20 17:22:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208810098</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sintomas da Infecção urinaria:</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208810363</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Apresentar diurese com mais frequência.</li><li>Micção em pouca quantidade sendo que pode ser associada a disúria.</li><li>Muito esforço para urinar, apresentando pouca quantidade de urina ou quase nulo. Nestes casos, pode haver uma inflamação da próstata ou cálculos renais ou uretrais. </li><li>A urina é turva.</li><li>A urina apresenta mau cheiro.</li><li>Há presença de sangue na urina.</li><li>O ato de urinar em locais não habituais.</li><li>Febre leve ou elevada.</li><li>Perda de apetite.</li><li>Depressão e letargia.</li><li>Corrimento vaginal no caso das fêmeas.</li><li>Inflamação e irritação ao redor dos genitais externos.</li><li>Lamber frequente do pênis ou da vulva.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-20 17:22:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208810363</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208812459</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/1b18c7ff8e572424cc340fb6580b4e19/thumbnail.png" />
         <pubDate>2017-11-20 17:27:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208812459</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico da Cistite</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208813249</link>
         <description><![CDATA[<div>O diagnóstico das infecções urinárias é feito através dos sintomas clínicos e de análise de urina. Quando é necessário também se faz uma <strong>cultura urinária</strong>. <br>A análise de urina é feita com uma<strong> fita reativa</strong> que é introduzida na amostra de urina. Com isto pode-se conhecer o <strong>pH da urina</strong>, os <strong>níveis de proteínas</strong>, <strong>cetonas</strong>, <strong>glicose</strong>, <strong>bilirrubina</strong>, <strong>nitratos</strong> e outras substâncias indicadoras da função dos órgãos. <br>Também se avalia a cor, cheiro e aparência geral da urina. Além disso, uma amostra é observada ao microscópio para ver se existem <strong>fungos</strong>, <strong>bactérias</strong>, <strong>glóbulos brancos</strong> ou outros elementos indicadores de infecção.<br>A cultura urinária é necessária para conhecer a bactéria específica causadora da infecção. É mais utilizada quando o tratamento inicial com antibióticos de largo espetro não dá resultados. <br>Nos casos em que se suspeita da existência de <strong>cálculos</strong>, <strong>inflamação da próstata</strong> ou outros problemas obstrutivos ou estruturais, costuma-se recorrer a <strong>radiografias </strong>e <strong>a ultrassons</strong>.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/ec77372b57b4ec7b7b6f6be422bffbca/thumbnail__1_.png" />
         <pubDate>2017-11-20 17:28:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208813249</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento para Cistite</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208815122</link>
         <description><![CDATA[<div>O tratamento para as infecções urinárias bacterianas consiste na administração de antibióticos. Geralmente usam-se antibióticos de largo espectro que dão bons resultados, mas nos casos em que não funcionam devem-se administrar antibióticos específicos para a bactéria causadora da infecção. <br>As infecções não bacterianas tratam-se com outros medicamentos, tais como fungicidas e antiparasitários. <br>Quando existem obstruções causadas por cálculos ou prostatite, devem se tratar esses problemas ao mesmo tempo que a infecção. <br>Além disso, uma dieta adequada que permita restaurar o pH normal da urina, que se torna alcalino durante a infecção é necessário.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-20 17:32:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208815122</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Prevenção da Cistite</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208815406</link>
         <description><![CDATA[<div>Para prevenir as infecções urinárias é importante permitir ao animal urinar com frequência e certificar-se de ter sempre à sua disposição água limpa e fresca para beber. Isto ajuda a eliminar bactérias da uretra.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-20 17:33:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208815406</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DOENÇAS RENAIS - HISTOPATOLOGIA</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208817488</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo:<br>Gabriel Maurício Araújo<br>Iorana Santos<br>Luana Novais Guimarães<br>Patrícia Pereira Gonçalves Mendes<br>Ranna Vitória Lobão</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-20 17:38:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208817488</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estruturas Renais Normais</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208818378</link>
         <description><![CDATA[<div>Corpúsculo Renal NORMAL<br>Fonte: Junqueira&amp;Carneiro. Histologia Básica. ed. 12. p, 370.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/5f060a0d824c0b8de117349f3b1a409e/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_16_26_09.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 17:40:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208818378</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estruturas Renais Normais</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208840560</link>
         <description><![CDATA[<div>Zona Cortical e Zona Medular NORMAIS<br>Fonte: Junqueira&amp;Carneiro. Histologia Básica. ed. 12. p, 375.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/1e43a4b32c8e1334aefaef55f5a1d1a5/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_16_18_47.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 18:29:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208840560</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estruturas Renais Normais</title>
         <author>lua_novais</author>
         <link>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208842658</link>
         <description><![CDATA[<div>Foto micrografia da camada cortical do rim, que mostram um corpúsculo renal, túbulos contorcidos proximais (TCP) e distais (TCD). A seta aponta mácula densa do túbulo distal encostado ao polo vascular de corpúsculo renal do mesmo néfron. Notar também as membranas basais dos capilares glomerulares e as dos túbulos renais (pontas de setas).<br>Fonte: Junqueira&amp;Carneiro. Histologia Básica. ed. 12. p, 380.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/239783402/3fd77bc5150386878326e4bc2bb538e1/WhatsApp_Image_2017_11_20_at_16_34_25.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-20 18:34:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lua_novais/wrnwg5skinbn/wish/208842658</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
