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      <title>Rua  do Maragogipinho, Ilhota, Vera Cruz-Ba by Edvalda santos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-05 00:35:37 UTC</pubDate>
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         <title>SALVADOR IMPORTANTE/ BAIA DE TODOS OS SANTOS.</title>
         <author>edynhasantosvanda</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Salvador, Importância Histórica:</strong></p><p>Devido à sua localização estratégica com uma rota marítima favorável, Salvador ascendeu em 1549 como a capital da colônia portuguesa, estabelecendo um porto que facilitou o comércio de escravos na época. A cidade expandiu-se significativamente em direção às áreas litorâneas.</p><p>Partindo desse ponto de vista, apresenta-se a importância da baía de todos os santos para&nbsp; Salvador, juntamente com a ilha de Itaparica que está situada na Baía de Todos os Santos, na Bahia, a ilha onde Itaparica se localiza é a maior ilha marítima, abrangendo aproximadamente 239 quilômetros quadrados. A Ilha está situada em um lugar estratégico e com forte representatividade na influência das águas na baía de todos os santos.</p><p>Há muito tempo, a ilha foi desconectada de Salvador, formando-se em uma localização estratégica. Por essa razão, a Baía de Todos os Santos oferece acesso facilitado ao tráfego marítimo, pois a ilha serve como um amortecedor para os impactos das correntes intensas. No entanto, a importância da Baía de Todos os Santos também reside na serenidade de suas águas calmas. Assim, Salvador se torna significativa devido à importância de Itaparica.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 22:29:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edynhasantosvanda</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Itaparica:</strong></p><p>Itaparica, cidade localizada na Bahia, possui uma história rica que remonta aos tempos coloniais do Brasil. Fundada em 1534, foi palco de importantes eventos históricos, incluindo batalhas navais e terrestres durante o período colonial.</p><p>Durante os tumultuosos anos da luta pela independência da Bahia entre 1821 e 1823, Itaparica desempenhou um papel crucial em batalhas travadas tanto em terra quanto no mar da Baía de Todos os Santos. Maria Felipa liderou bravamente grupos locais contra as forças portuguesas, destacando a resistência da ilha. Além disso, sua significância como centro de construção naval colonial é inegável, sendo o local onde se ergueu a primeira quilha, essencial para a estabilidade das embarcações que moldaram a história marítima da região.</p><p>Nos séculos 17 e 18, Itaparica era conhecida como Arraial da Ponta das Baleias, refletindo sua importância na atividade pesqueira que florescia em suas águas circundantes. Essa atividade não apenas sustentava a comunidade local, mas também conferia influência e participação significativas à ilha na região.</p><p>Um fato crucial sobre a importância de Itaparica é sua contribuição para a tranquilidade das águas na Baía de Todos os Santos. Sem a presença da ilha, a serenidade das águas calmas não seria garantida, destacando ainda mais sua relevância estratégica. A visibilidade abrangente que a ilha oferece sobre toda a área marítima, tanto em direção à capital Salvador quanto na contra costa da ilha, sublinha sua posição central na região.</p><p>A vitória dos Itaparicanos em 9 de janeiro de 1823 culminou na elevação da ilha ao status de Vila Itaparica. Emancipada de Salvador em 8 de agosto de 1833, tornou-se cidade durante o mandato de Virgílio Damásio. Em 30 de julho de 1962, a ilha foi designada em três municípios, sendo eles: Itaparica, Vera Cruz e Salinas da Margarida, consolidando sua importância histórica e política na região.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 22:51:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edynhasantosvanda</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Vera Cruz:</strong></p><p>Antes mesmo da divisão, Vera Cruz já era habitada, principalmente pela vila de Nosso Senhor da Vera Cruz, onde os índios tupinambás já residiam. Em 1510, o navegador português Diogo Álvares Corrêa, conhecido como Caramuru, chegou à região e se casou com Catarina Paraguaçu, filha do Cacique Taparica. A ocupação europeia começou com um pequeno núcleo fundado por jesuítas na contra-costa em 1560, onde está localizada a vila de Baiacu, anteriormente chamada de Vila do Senhor da Vera Cruz. Foi lá que se iniciou a plantação de cana-de-açúcar e trigo, e onde os primeiros exemplares de gado bovino da região foram introduzidos. Os jesuítas também construíram a primeira obra de engenharia hidráulica da colônia, uma barragem para abastecimento de água potável. Nesse período, ergueu-se a primeira igreja da ilha, a segunda matriz, dedicada a Nosso Senhor de Vera Cruz.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 23:00:05 UTC</pubDate>
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         <title>IMAGEM DA ILHA</title>
         <author>edynhasantosvanda</author>
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         <description><![CDATA[<p>Imagem aérea da ilha, foto tirada em itaparica conhecida também como ponta das baleias, local que possui visão ampla de todo território, possibilitando vias de acesso marítimo e terrestre aos demais municípios e localidades da ilha.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 23:25:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edynhasantosvanda</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Edvalda Santos, tenho 25 anos e sou estudante de Pedagogia na Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Atualmente, estou no 7º semestre do curso.</p><p>A criação deste padlet faz parte de uma atividade avaliativa do componente curricular "Fundamentos Teóricos e Metodológicos de História", ministrado pelo professor Alfredo Motta. Com o objetivo é explorar o contexto histórico do bairro onde moro, destacando sua importância e características através de pesquisas realizadas em fontes digitais e bibliotecas, juntamente com depoimentos dos moradores.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-02 03:32:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edynhasantosvanda</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Mar Grande</strong> </p><p><br></p><p>O município de Vera Cruz está dividido em 3 distritos. Cacha pregos, Jiribatuba e Mar grande. Mar Grande é o distrito do município que possui um contexto histórico extenso.</p><p>Mar Grande é o distrito-sede localizado próximo ao litoral da ilha. A área possui a praia de Mar Grande e o terminal marítimo que integra o sistema de lanchas, conectando a região a Salvador e à Região Metropolitana de Salvador.</p><p>Mar Grande é também a região de comércio do&nbsp; município,&nbsp; onde estão localizadas as férias populares, mercados, bancos e centros comerciais. Na qual acolhe mercadorias de famílias produtoras da agricultura familiar e de pescadores.</p><p>As atividades comerciais no distrito são desenvolvidas a muito tempo, pois , Mar Grande está situado em uma rota favorável em relação ao transporte marítimo, facilitando o transporte de mercadorias para a capital, Salvador e adjacências.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-11 14:27:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edynhasantosvanda</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Ilhota</strong>.</p><p><br></p><p>No Mar Grande, está situado o bairro da Ilhota (ilha pequena). Porém, segundo os moradores, o bairro recebeu esse nome devido aos rios que existem na região e que deságuam próximos às casas, formando pequenas ilhas. Dessa forma, a localidade passou a ser conhecida como Ilhota (lugares cercados por rios).</p><p>O bairro possui uma pequena faixa litorânea, mas apresenta uma área ampla em relação à sua localização. Por volta da década de 1970, a população do bairro era reduzida. Na época, o bairro era ocupado principalmente por famílias de veranistas que vinham da capital e de outros municípios da Bahia. Com o tempo, o bairro começou a se expandir.</p><p>Inicialmente, havia poucos moradores, mas o bairro era bastante frequentado devido ao cultivo de cana-de-açúcar, plantação de mandioca e às mangueiras presentes na região, que sustentavam a economia local. Outro fato importante sobre a caracterização do bairro são as nascentes de água doce. O bairro possui muitas nascentes e uma delas, hoje conhecida como bica do Tereré, antigamente era uma fonte de renda para o bairro, pois os moradores comercializavam essa água.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-11 14:29:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edynhasantosvanda</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A construção deste texto se desdobrou sobre os relatos de moradores do bairro&nbsp; no decorrer das entrevistas.</p><p>A Rua do Maragojipinho está localizada no bairro da Ilhota, a cerca de 5 km do centro de Mar Grande. Como mencionado anteriormente, o bairro se expandiu significativamente ao longo dos anos, e essa expansão continua até os dias atuais. Nesse contexto, a Rua do Maragogipinho, anteriormente conhecida como Rua das Flores, passou a ser habitada por pessoas que eram moradores da parte central da Ilhota, mas que desenvolviam atividades agrícolas nessa parte da localidade.</p><p>Com o passar dos anos, ocorreu o crescimento populacional do bairro e, consequentemente, a ocupação de terras. Esse processo levou ao êxodo rural, com pessoas do interior da Bahia migrando para a ilha em busca de melhoria e qualidade de vida, buscavam moradia no bairro da Ilhota, atraídas principalmente pelas possibilidades de desempenhar atividades agrícolas no local.&nbsp;</p><p>Devido a essa migração, a Rua das Flores passou a ser conhecida como Rua do Maragojipinho, pois a maioria dos novos moradores eram nativos de Maragogipe, Bahia. Mesmo aqueles que não eram nativos possuíam parentesco com alguém da cidade.&nbsp;</p><p>A Rua do Maragojipinho é vizinha do Tereré, hoje com o aumento de moradores na região as atividades agrícolas que eram desenvolvidas nas mediações do Tereré começaram acontecer no Maragojipinho.&nbsp;&nbsp;</p><p>A partir dessa proximidade e de todo contexto histórico dessas comunidades criou-se em 2012&nbsp; a Associação Arte e Cultura Quilombo do Tereré e Maragojipinho.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-11 14:34:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edynhasantosvanda</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://casalnomade.com/as-melhores-praias-e-atracoes-da-ilha-de-itaparica-bahia/">https://casalnomade.com/as-melhores-praias-e-atracoes-da-ilha-de-itaparica-bahia/</a></p><p><br></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ba/vera-cruz/historico">https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ba/vera-cruz/historico</a></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-11 14:57:10 UTC</pubDate>
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         <author>edynhasantosvanda</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>BICA DO TERERÉ</strong></p><p><br></p><p>A palavra “Tereré” é de origem indígena que significa(bebida feita em águas frias com ervas medicinais), provavelmente herdada pelas tribos de indígenas de Tupinambás, primeiros habitantes da Ilha e que se situavam nas regiões&nbsp; próximas.&nbsp;</p><p>A fonte do Tereré, localizada no bairro da Ilhota, foi canalizada e modificada há mais de 70 anos, mas já existia como minadouro desde antes da chegada dos portugueses. Foi batizada com uma denominação indígena, permanecendo até hoje com esse nome.</p><p>A fonte do Tereré, tinha sua água&nbsp; comercializada pela comunidade, pois, naquela época, não havia água canalizada. Além disso, as lavadeiras realizavam seu ofício em um local chamado "silêncio", Local fechado por mata conhecido antigamente pela comunidade como: “ O lugar de se conectar com os ancestrais”. Atualmente, esse local é ocupado por um terreiro de candomblé, que já funciona há aproximadamente 20 anos.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-11 22:07:13 UTC</pubDate>
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         <author>edynhasantosvanda</author>
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         <description><![CDATA[<p>QUUILOMBO</p><p>A Associação Arte e Cultura Quilombo do Tereré e Maragojipinho, foi formalizada em 2012, após seguir todos os trâmites necessários para consolidar um trabalho já existente na comunidade. O intuito é revitalizar práticas e costumes das gerações passadas que com o tempo haviam se perdido.</p><p>&nbsp;Assim, as atividades desenvolvidas por meio da associação são:&nbsp; samba de roda, o maculelê e a capoeira, além de preservar a história oral da comunidade. Seu objetivo principal é promover a socialização e revitalização dos valores ancestrais, especialmente dos antepassados afrodescendentes e indígenas, para crianças e adolescentes das comunidades da Ilhota e região de Vera Cruz.</p><p>As atividades educativas e culturais desenvolvidas ao longo dos anos tendem a resgatar brincadeiras como a ciranda e o garrafão, compartilhando histórias e lendas tradicionais, e fomentando a prática da capoeira ( atividade praticadas pelos afrodescendentes que ocupavam a região).&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 02:33:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edynhasantosvanda</author>
         <link>https://padlet.com/edynhasantosvanda/wr6it5xqlppn323n/wish/3025292715</link>
         <description><![CDATA[<p>ENTREVISTA</p><p><br></p><p>O processo de entrevista aconteceu com moradores do bairro da Ilhota, mas principalmente com moradores do Maragojipinho. Foram entrevistados 4 moradores, sendo eles três mulheres e um homem.</p><p>Entrevistados:&nbsp;</p><p>Emilia Santos ( 90 anos) - moradora do Maragojipinho</p><p>Janice Lima (40 anos )- moradora do Maragojipinho</p><p>Anatelson Jesus (46 anos) - morador da Ilhota</p><p>Maria de Fátima (54 anos)- moradora do Maragojipinho</p><p>O processo de entrevista ocorreu tanto presencialmente quanto, em alguns casos, por chamada de vídeo. Os entrevistados falaram extensivamente sobre os costumes que existiam na comunidade e que têm diminuído ao longo dos anos. Eles também discutiram o desenvolvimento do bairro, sempre relacionando com o passado.</p><p>Todos os relatos aqui apresentados estão documentados por escrito, abordando a comunidade, suas características e seu desenvolvimento.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 03:01:09 UTC</pubDate>
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