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      <title>Capitania Geral de Cuba  by Trabalho de História Padlet</title>
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      <description>Professora: Zeuda.

Estagiários responsáveis do trabalho: Adenor e Eduardo.

Alunos: Aline Monike;
              Dafyny Esther;
              Débora Alves;
              Emilly Santos;
             Jéssica Ilany;
             José Victor;
            Jezsiel Markson;
            Jennifer Kadja;
            Laysa Moreira;
            Maria Fernanda Cunha;
            Ingrid Raiane Souza;
            Juliana Rodrigues;

Turma: 2 ano &quot;A&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-29 18:43:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-07-20 22:41:49 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Grupo 5 - turma A2 -Capitania Geral de Cuba</title>
         <author>padtrabalhodehistoria</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 02:55:58 UTC</pubDate>
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         <title>DATA DA INDEPENDÊNCIA DA CAPITANIA GERAL DE CUBA</title>
         <author>padtrabalhodehistoria</author>
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         <description><![CDATA[<div>A metrópole que Cuba pertencia era a Espanha. A independência de Cuba aconteceu porque os Estados Unidos estavam de olho nas suas grandes belezas naturais e era a principal produtora mundial de açúcar, aconteceu no ano de <strong>1898</strong>. Os EUA chegaram a realizar várias propostas econômicas ao governo espanhol para que cedesse sua soberania sobre a ilha. E dentre vários episódios a guerra de independência cubana recomeçou em <strong>24 de fevereiro de 1895</strong>, com o “grito de Baire” e estendeu-se rapidamente por toda a ilha. Morreram muitos civis, povoados e&nbsp; cidades foram destruídos. E com esse fato marcou a independência cubana. <strong>24 de fevereiro de 1895 - 10 de dezembro de 1898.<br><br>Aluna: Maria Fernanda Cunha Lima<br>Turma: 2° ano "A"</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 18:30:47 UTC</pubDate>
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         <title>PALÁCIO DA CAPITANIA GERAL </title>
         <author>padtrabalhodehistoria</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br><strong>Aluna: Emilly dos Santos Silva&nbsp;<br>Turma: 2° ano "A"</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 21:33:34 UTC</pubDate>
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         <title>A RIQUEZA MINERAL E COMERCIAL DE CUBA</title>
         <author>padtrabalhodehistoria</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A economia de Cuba está vinculada aos setores primários, sua principal riqueza está ligada à agricultura. A agricultura urbana é bastante importante por lá, a economia é sustentada por produtos dessa origem (cana-de-açucar, arroz, banana, laranja, tabaco e abacaxi...), foi uma alternativa pqra amenizar problemas como abastecimento e segurança alimentar.<br>Cuba é sustentada por recursos naturais que variam de minerais como o níquel e cobalto, com paisagens tropicais que atraem milhões de turistas todos os anos. O capital humano de Cuba, é um dos principais pilares da indústria do país, com a maior taxa de alfabetização do Caribe.<br><br><strong>ALUNAS: ALINE MONIKE N. DOS SANTOS E <br>LAYSA MOREIRA DE SOUSA<br><br>TURMA: 2° ANO "A"</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 23:24:07 UTC</pubDate>
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         <title>ARTE DE CUBA</title>
         <author>padtrabalhodehistoria</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;Durante as recentes décadas, as artes plásticas em Cuba desenvolveram diversas tendências como a abstração, o fotorrealismo, o neoexpressionismo, o conceitualismo etc., enquanto algumas temáticas e alguns caracteres cuja base remete às culturas afro-cubanas são mantidos. Às manifestações com antecedentes nacionais se agregará, como manifestação orgânica, o design gráfico, que vem se constituindo numa escola de particularidades próprias. Na atualidade proliferam as instalações e as performances, muitas vezes com caráter interdisciplinar, como no caso da video art.<br><br>O museu pós-revolução Com o advento da Revolução Cubana o Museu Nacional passaria por profundas modificações - refletindo a própria natureza transformadora do processo revolucionário, intervindo em todas as esferas da sociedade. <br>Na condição de depositário das coleções privadas desapropriadas pelo novo governo, o museu assistiu a um incremento de tal magnitude em seu acervo que tornou-se impossível abrigar todas as peças. <br>Decidiu-se, portanto, manter no museu exclusivamente as coleções de belas artes (pinturas, esculturas, desenhos, gravuras), distribuindo-se os demais núcleos entre outras instituições, conforme suas tipologias. <br>Diversos outros museus seriam criados para conservar as peças, tais como o Museu Napoleônico, o Museu de Artes Decorativas, o Museu Nacional da Música e o Museu de Arte Colonial, entre outros.[3] <br>&nbsp;<br>Valiosas coleçoes de arte – adquiridas por particulares em galerias comerciais da Europa e, sobretudo, dos Estados Unidos – tais quais as de Julio Lobo, Oscar Cintas, José Gómez Mena, Tomás Felipe Camacho, María Dolores Machín, Evelio Govantes e Ignacio Ponce de León, entre muitos outros, passaram total ou parcialmente à tutela da instituição, já renomeada Museu Nacional de Belas Artes. <br>Todos os núcleos do museu se beneficiaram dessa conjuntura histórica, registrando-se aumentos significativos nas coleções de arte européia, americana e asiática. <br>O núcleo de arte nacional, por sua vez, passou a ser capaz de oferecer um amplo panorama histórico-crítico das artes plásticas do país.[3] <br>&nbsp;<br><br>À <br>exceção do período entre 1968 e 1975, quando uma reestruturação museológica modificou o critério de exposição das peças, o núcleo de arte universal seguiria exposto em ordem cronológica e por subdivisões geográficas, centrando-se nas escolas européias: majoritariamente, Espanha, Itália, França, Flandres, Holanda, Alemanha e Inglaterra[6]. <br>Os artefatos arqueológicos foram reunidos nas "Salas de Arte da Antiguidade Conde de Lagunillas", cuja montagem ficou a cargo do escultor Eugenio Rodríguez. <br>Rodríguez projetou as vitrines e as bases das peças dos núcleos e executou uma réplica de uma mastaba para servir de entrada às salas.<br><br><strong>Aluna: ingrid Raiane De Souza Lima<br>Turma:2° ano "A"</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-01 00:34:45 UTC</pubDate>
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         <title>INDEPENDÊNCIA CUBANA </title>
         <author>padtrabalhodehistoria</author>
         <link>https://padlet.com/padtrabalhodehistoria/wqs7z0nmyeu87bmj/wish/1708691035</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;A história de Cuba tem início com o projeto marítimo-mercantil espanhol quando, em 1492, Cristóvão Colombo chegou a essa região da América Central pensando ter alcançado uma pequena ilha do continente. Inicialmente batizada com o nome de Juana – em homenagem ao primeiro filho dos monarcas que controlavam a Espanha – a pequena ilha se transformou em um dos primeiros passos no processo de colonização hispânico que tomaria o restante do continente.<br><br>&nbsp;Sob tal conjuntura, a colonização de Cuba ocorreu por meio da formação de grandes monoculturas de açúcar e tabaco. Inicialmente, os colonizadores fizeram opção pela exploração da mão-de-obra escrava das populações indígenas que, depois de ser completamente extinta, foi substituída pelos escravos trazidos da Costa Africana. Dessa forma, a ilha centro-americana constituiu mais um foco das desigualdades que marcaram todo passado colonial.<br><br>&nbsp;A partir do século XVIII, observamos as primeiras movimentações que deram origem ao processo de independência cubano. No início daquele século, a abrupta elevação dos preços do tabaco no mercado internacional despertou a cobiça da administração hispânica. Com isso, no ano de 1716, os espanhóis impuseram uma lei que definia o monopólio da metrópole sob a comercialização do produto. Insatisfeitos, os “vegueiros” (nome dado aos plantadores de tabaco) lideraram um movimento rebelde, conhecido como a Insurreição dos Vegueiros.<br><br>&nbsp;No século seguinte, a agitação provocada pelos movimentos de independência na América motivou a formação de movimentos que também lutaram pela autonomia cubana. Contudo, a repressão das autoridades locais conseguiu abafar as diferentes tentativas de rebelião – sendo algumas organizadas no exterior – que tentaram se instalar no território cubano. Nesse período, as autoridades coloniais tentaram em vão conciliar os interesses dos grandes proprietários cubanos e da Coroa Espanhola.<br><br>&nbsp;Um dos mais conhecidos levantes do século XIX aconteceu quando o advogado Carlos Manuel de Céspedes, em 1868, organizou o movimento da "República em Armas". Apesar do apoio de alguns países americanos e a simpatia norte-americana, os revoltosos não conseguiram extinguir a presença espanhola. Ao longo de uma década inteira, a chamada “Guerra dos Dez Anos” demonstrou o interesse espanhol em manter Cuba sob seus ditames.<br><br>&nbsp;Depois de um período de trégua, um novo movimento autonomista se formou pelas mãos dos líderes Antonio Maceo, Guillermón Moncada, Máximo Gomes e José Martí. Nesse novo confronto, os líderes promoveram a invasão de uma grande faixa do litoral cubano e, depois disso, disseminaram a formação de pequenas guerrilhas responsáveis por ocupar pontos estratégicos. Em resposta, os espanhóis reprimiram o movimento realizando a “reconcentración”, ação que isolava as famílias camponesas em campos de concentração.<br><br>&nbsp;A ação repressora do governo espanhol teve uma conseqüência desastrosa com a morte de milhares de pessoas inocentes. Em meio às agitações que tomavam o país, os norte-americanos se sentiram acuados com a possibilidade de perder toda a influência constituída na economia açucareira e no comércio cubano. Com isso, passaram a intervir no conflito enviando várias tropas voltadas contra o exército espanhol. Sem poder enfrentar os militares norte-americanos, a Espanha concedeu o controle de Cuba aos estadunidenses com a assinatura do Tratado de Paris, em 1898.<br><br>Com isso, Cuba acabou se tornando uma nação independente graças à ação militar de uma outra nação americana. Na verdade, esse seria um primeiro capítulo das complicadas relações diplomáticas entre Cuba e EUA. Até a deflagração da Revolução Cubana, o país foi alvo dos interesses econômicos norte-americanos e da corrupção de governos títeres descompromissados com as questões que afligiam a população daquele país.<br><br><strong>Alunos - Débora Alves | Jose Victor Oliviera | Jennifer kadyja<br>Turma - 2° ano "A" </strong><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-01 02:27:09 UTC</pubDate>
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         <title> A MÚSICA DE CUBA</title>
         <author>padtrabalhodehistoria</author>
         <link>https://padlet.com/padtrabalhodehistoria/wqs7z0nmyeu87bmj/wish/1719690069</link>
         <description><![CDATA[<div>A música cubana é a expressão dos ritmos trazidos para a ilha de Cuba especialmente pelos colonizadores espanhóis e os povos escravizados da África. Além disso, em menor número, existe alguma influência asiática, incluindo a corneta chinesa no conga do Carnaval, um evento que começou no final do século XIX com a chegada dos primeiros imigrantes chineses para a ilha.<br>Conforme a origem de suas influências, poderíamos fazer uma divisão fundamental entre a música euro-cubana e a afro-cubana, e de uma muito extensa derivação de ambas, com suas variadas manifestações populares, ao longo dos anos e por isso a música de Cuba sempre foi reconhecida por todo o mundo e por muitas gerações.<br>As populações nativas de Cuba, pertencentes aos povos taínos e ciboneis, desapareceram por completo e a música da ilha acabou sendo fundamentada quase totalmente na africana. Daí a diversidade de ritmos e de instrumentos de percussão. Da Espanha, sua colonizadora, Cuba também herdou estilos, que acabaram alterados pelos elementos africanos também, como a rumba e o bolero.<br>Qualquer classificação que se pretenda fazer da música cubana dependerá do grau de mistura entre as influências europeias e africanas que são descobertas na mesma. Mas reduzi-la a essa classificação seria demasiado simples, porque, na realidade, a música cubana é o rico e complexo resultado da fusão criativa destas duas fontes, que historicamente tem acrescentado a influência das mais diversas culturas e tendências musicais.<br><br><br></div><div>ALUNO: Jezsiel Markson Sales Justino&nbsp;<br>Série: 2° ano&nbsp;<br>Turma: "A"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-06 16:24:49 UTC</pubDate>
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         <title>CULTURA CUBANA</title>
         <author>padtrabalhodehistoria</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;A&nbsp;cultura de&nbsp;Cuba&nbsp;é marcada pela influência vinda da&nbsp;África. Além destas, existem outras fortes ligações com a cultura europeia de uma forma geral, com a dos indígenas, além de um pouco vindo da&nbsp;América do Norte. Então, acabou o país sendo formado por vestígios de grandes culturas.&nbsp;<br><br>• Uma das heranças espanholas por exemplo que eles herdaram foi a língua, sendo assim, a língua oficial de Cuba é o&nbsp;espanhol. E por causa da mestiçagem e do encontro de culturas, os cubanos desenvolveram uma cultura rica em música, poesia e literatura.<br><br>• Com questão a música os africanos trouxeram para a América Latina seu jeito único de dançar, com intensos movimentos de quadris, ombros e pernas. Assim, a salsa e a rumba surgiram em Cuba, na combinação da sensualidade africana com a enérgica música espanhola.<br><br>• A&nbsp;culinária cubana&nbsp;se dá por uma união de alimentos e culturas: origem&nbsp;indígena, como: mandioca, pimenta e milho;&nbsp;espanhola,&nbsp;como: carnes de porco, alho e galinha e a&nbsp;africana, como: quiabo, banana e inhame.&nbsp;<br><br>Exemplos:&nbsp;<br><br>Arroz Congrís&nbsp;– É um prato básico, trata-se de uma junção entre arroz e feijão vermelho. Onde você cozinha e tempera os dois na mesma panela. O seu outro nome é “Mouros e Cristãos”.&nbsp;<br><br>Arroz con pollo&nbsp;–É um dos pratos mais consumidos em Cuba. Você precisa experimentar! É um arroz que é cozido juntamente com&nbsp;Achiote, o que faz ter uma coloração mais amarelada. Além disso, ele vai acompanhado com frango, que é cozido e misturado junto com o arroz.<br><br>Tamales&nbsp;– Você verá essa mistura de frango e milho ser vendida por todo o lugar de Cuba. É um prato muito comum, não somente no país como na América Central. Um sabor fantástico por conta dos temperos deliciosos que são muito presentes na culinária cubana.&nbsp;<br><br>&nbsp;<br>Dica:&nbsp;Para acompanhar, indicamos duas bebidas que são a marca de Cuba, o&nbsp;rum&nbsp;e o&nbsp;mojito. São bebidas tradicionais do país que mistura limão, gelo, açúcar, hortelã e coquetel.<br><br><strong>Aluna:&nbsp;</strong>Jéssica Ilany Aires da Silva |&nbsp;<strong>Turma:&nbsp;</strong>2° ano A</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-06 19:18:00 UTC</pubDate>
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         <title>QUARTEL MONCADA</title>
         <author>padtrabalhodehistoria</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 26 de julho de 1953, Fidel liderava, em Santiago de Cuba, o assalto ao Quartel Moncada. Seu grupo pretendia tomar o quartel, armar a população e derrubar o governo de Fulgencio Batista, mas com muitos erros, o ataque resultou numa enorme derrota, com alguns integrantes mortos e vários presos – Fidel inclusive.<br><br>Após anistiados, o grupo se exila no México. Sob a denominação Movimento 26 de Julho (M-26-7), regressam a Cuba a bordo do iate Granma e se abrigam na Sierra Maestra de onde conduzem a guerrilha que triunfaria em janeiro de 1959.<br><br>Ainda que o movimento inicial tenha sofrido uma grande derrota, o assalto ao Quartel Moncada é reconhecido como o primeiro chamado à revolução, sem o qual ela nunca teria ocorrido.<br><br>O antigo quartel, hoje abriga o Museu Histórico 26 de Julho, grande ponto turístico da região oriental do país, que é considerado o melhor museu de Cuba.<br><br><strong>Aluna</strong>: <strong>Dafyny Esther Flávia Fernandes da Silva<br>Turma: 2° ano "A"</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 16:05:41 UTC</pubDate>
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