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      <title>As experiências de reforma psiquiátrica by André Arruda</title>
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      <description>SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - PROF. ANDRÉ BENASSULY ARRUDA</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-10 13:16:59 UTC</pubDate>
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         <title>O que são? (Resumidamente)</title>
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         <description><![CDATA[<div>As Comunidades Terapêuticas são uma abordagem participativa baseado em grupos para doenças mentais de longo prazo, transtornos de personalidade e dependentes químicos.<br>É baseado nos princípios da terapia do meio e inclui psicoterapia de grupo , bem como atividades práticas.</div>]]></description>
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         <title>Histórico</title>
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         <description><![CDATA[<div>Foi desenvolvido por Maxwell Jones ao longo de 12 anos de experiência na unidade de neurose industrial (posteriormente foi chamado de unidade de recuperação social). Em 1959, como unidade independente, tornou-se o hospital Henderson.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 21:03:24 UTC</pubDate>
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         <title>Características</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Na organização das comunidades terapêuticas são estabelecidas várias características: como a reunião diária que envolve todo o pessoal de uma unidade ou seção particular, composta por aproximadamente 80 pacientes e 30 profissionais, sendo seguidas por encontros em pequenos grupos.<br>&nbsp;Outra característica, é a <mark>direção ou conselho dos pacientes</mark>, esses conselhos tendem a estar voltados para o manejo dos detalhes práticos da seção (como limpeza, benefícios e etc).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 21:12:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 21:42:00 UTC</pubDate>
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         <title>Críticas</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Segundo Passos (2012), em contrapartida a esse movimento de socialização do asilo, Tosquelles apontava a necessidade de preservar o lugar como espaço terapêutico. Para ele, era necessário, ao esquizofrênico, certa proteção do exterior, pois o temor da loucura seria uma condição natural do gênero humano. Nesse sentido, o asilo deveria ser um lugar onde se criariam zonas de liberdade, onde seria possível a reformulação das condições de liberdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 21:49:29 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 22:11:38 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O que é psiquiatria democrática ?<br><br></strong>A psiquiatria democrática, experiência italiana, era baseada no fechamento dos hospitais psiquiátricos, sendo devidamente assegurado pela legislação.&nbsp; E também na construção de centros de saúde mental nos bairros para que os pacientes fossem atendidos em sua comunidade, em serviços com portas abertas, acentuando a liberdade como forma de tratamento.<br>A ideia principal deste modelo de reforma era de fazer com que o paciente retornasse à sociedade e, na medida do possível, retomasse suas atividades, sua vida. </div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>• <strong>Principais Características</strong>&nbsp;<br><br>Caracterizam pela busca de um sentido para a loucura a partir da contextualização social do fenômeno da psicose. Para compreende-la, seria necessário dar voz aos pacientes, regressando à experiência vivida pelos sujeitos. Assim, a busca de Laing pela compreensão da loucura baseava-se numa perspectiva fenomenológica e existencial. Sob a influência da Fenomenologia Existencial, Laing se empenhou em demonstrar que a psicose teria um significado existencial, ou seja, seria uma tentativa última de o sujeito construir um significado para sua existência (GABRIEL; TEIXEIRA, 2007).&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 22:50:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>• <strong>Histórico <br><br></strong>&nbsp;A Psiquiatria Democrática tem como principal expoente Franco Basaglia. Segundo Basaglia (1979), no início da década de 1960 a economia italiana começou a transformar-se em uma economia industrial, configurando, ilusoriamente, um salto de qualidade no mundo econômico. Nesse período, um grupo de psiquiatras se dirigiu para a cidade de Gorizia na tentativa de humanizar o manicômio. A Comunidade Terapêutica, importada da Inglaterra, foi a principal referência utilizada, a qual permitia que pessoa participasse de assembleias diárias, com liberdade, em lugar aberto e sob nova relação médico-paciente. Na medida em que o hospital se humanizava, evidenciavam-se os fatores políticos presentes na estrutura manicomial. Concluía-se que o manicômio havia surgido com a finalidade de controle e não de cura.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 23:03:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>• <strong>Criticas</strong>&nbsp;<br><br> A Psiquiatria Democrática com pertinência, critica o paradigma psiquiátrico, considerando a psiquiatria uma instituição que absorve e administra "resíduos", denunciando suas relações com a justiça e com a classe das pessoas internadas. Porém, ao formular tais críticas, suspendeu o uso de conceitos fundamentais para o acolhimento e tratamento da loucura, tais como subjetividade e desrazão. Assim, a inserção social, tão aspirada pelos partidários do movimento da luta antimanicomial, desacompanhada de uma perspectiva de subjetividade, tornou-se uma volta compulsiva e imprudente ao círculo produtivo.</div><div>Sobre o aspecto da rápida adaptação aos princípios da sociedade, aspirada no cotidiano dos serviços abertos, Adorno faz uma observação precisa:</div><blockquote>"A loucura sancionada dispensa da prova de realidade que, necessariamente, leva à consciência debilitada antagonismos insuportáveis, como os da necessidade subjetiva e a privação objetiva." (1995, p. 211)</blockquote>]]></description>
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         <title>O principal intermediário:</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>A Psiquiatria Preventiva, definida por Gerald Caplan como Psiquiatria Comunitária, configurou-se como uma estratégia dos programas de saúde elaborados pela política do presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, no início da década de 1960 (JORGE, 1997).</div><div><strong><mark>Contexto histórico</mark></strong><strong> :</strong></div><div>Nesse período dos anos 70, os Estados Unidos enfrentavam graves problemas sociais, políticos e econômicos, entre eles a guerra do Vietnã, o crescimento do uso de drogas e o surgimento de gangues de jovens.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 00:43:37 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivos da Psiquiatria Preventiva :</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>As três ordens prioritárias da Psiquiatria Preventiva são:<br>As destinadas a reduzir os transtornos mentais numa comunidade, por meio de promoção da saúde mental. (Prevenção Primária)<br>As destinadas a reduzir a duração dos transtornos mentais por meio de sua identificação e de seu tratamento precoce. (Prevenção Secundária)<br>As destinadas a minimizar a deterioração resultante dos transtornos mentais. (Prevenção Terciária)</div>]]></description>
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         <title>Críticas:</title>
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         <description><![CDATA[<div>Talvez se possa argumentar que as medidas preventivas podem ser eficazes quando se desdobram nos procedimentos de busca ativa, diagnóstico precoce e intervenção acertada e imediata. Em contrapartida, programas assim concebidos não escapam à padronização de um suposto “tipo psicologicamente saudável” que implica a possibilidade de fazer com que a experiência do sofrimento psíquico, contaminada pelo vocabulário e métodos de diagnóstico da psicopatologia clínica, venha a traduzir-se nos códigos de classificação do sintoma psicopatológico. Dessa lógica provém, uma vez mais, o afrouxamento de critérios que induz à medicalização excessiva e a suspensão dos dispositivos de regulação que contêm a explosão de demanda. O acesso apressado e acrítico de clínicos gerais à psiquiatria, preferencialmente em sua versão mais estritamente biológica, tem estimulado a prescrição indiscriminada de psicotrópicos, especialmente de antidepressivos, tendendo a resultar numa situação sanitária alarmante. Teríamos, assim, nesses modelos de prevenção, assim como naqueles com ênfase na educação, o efeito paradoxal de ter como meta a promoção da saúde e como resultado a produção de doença mental.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 01:21:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>• <strong>Fechamento dos hospitais psiquiátricos <br><br>A</strong> <strong>Lei 180 aprovada em maior de 1978 assegurava o fechamento dos hospitais psiquiátricos e a criação de serviços alternativos na comunidade. Estabelecia, dentre outras diretrizes, que:<br></strong><br>• Eram proibidas novas internações a partir da promulgação da lei e também a construção de novos hospitais psiquiátricos;<br><br>•Os serviços psiquiátricos na comunidade, no território, deveriam garantir atendimento contínuo. Poderiam dispor de leitos (não mais do que quinze) em unidades em hospitais gerais;<br><br>• A intervenção jurídica em casos de internação contra a vontade do paciente.</div>]]></description>
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         <title>CONTEXTO HISTÓRICO </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O movimento antipsiquiátrico, iniciado por volta dos anos 1960, especialmente na Europa e Estados Unidos. Ele representa um conjunto de movimentos em psiquiatria que criticam e questionam as práticas da psiquiatria tradicional, apontando seus problemas e deficiências. Trata-se de uma contestação a um modelo de trabalho para o cuidado com pessoas que vivenciam sofrimentos emocionais. Este movimento possibilitou a crítica das práticas tradicionais e das instituições psiquiátricas, influenciando a luta antimanicomial e a reforma psiquiátrica. O termo "antipsiquiatria" foi utilizado pelo psiquiatra sul-africano David Cooper (1931-1986), em seu livro 'Psiquiatria e Antipsiquiatria', publicado em 1967.</div>]]></description>
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         <title>A arte para restabelecer a mente</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa imagem representa a experiência de um paciente e como foi a superação da perda do avô.&nbsp; A arte foi uma válvula de escape para restabelecer o equilíbrio de sua mente</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Porcentagem em estatística:</title>
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         <title>O que é psiquiatria preventiva?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Originada do cruzamento da psiquiatria de setor e da comunidade terapêutica, se deu a psiquiatra preventiva. Foi rapidamente adotada como política oficial de saúde mental naquele país e levou a um deslocamento da doença para a saúde mental no sentido de se combater tudo o que, na sociedade, pudesse interferir no bem-estar dos cidadãos.<br>Doenças mentais podem ser prevenidas, se detectadas precocemente, e ressaltava que, se estas significam desvio e marginalidade, poder-se-ia, assim, prevenir e erradicar os males da sociedade por essa prevenção, o individuo é redefinido como uma unidade bio-psico-social. Enquanto objetivo maior, à identificação de pessoas potencialmente doentes, indo às ruas, às casas, para identificar aqueles que, por seu estilo de vida e hábitos, pudessem ser “suspeitos” de desenvolver doença mental e devessem ser conduzidos ao tratamento especializado.</div>]]></description>
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         <title>Valorize sua saúde mental e emocional </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>  O QUE SIGNIFICA O TERMO ANTIPSIQUIATRIA?</title>
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         <description><![CDATA[<div>O termo Antipsiquiatria revelava a repressão e dominação exercidas pela Psiquiatria e Psicoterapia vigentes na época. A antipsiquiatria pregava o fechamento dos estabelecimentos médicos psiquiátricos alegando que as práticas de assistência ao doente mental, naquele contexto, pautavam-se pela violência constante e desumana.</div>]]></description>
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         <title>OS PRINCIPAIS PRECURSORES</title>
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         <description><![CDATA[<div>O movimento da anti-psiquiatria foi parte de um movimento intelectual e profissional bem amplo, promovido através dos trabalhos de Basaglia, Michel Foucault na França, Ronald Laing e David Cooper na Grã-Bretanha, Thomas Szasz e Erving Goffman nos Estados Unidos. Esses pensadores criticaram os poderes legais conferidos aos psiquiatras para deter e tratar indivíduos com transtornos mentais, e que contribuíram para a medicalização da loucura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 14:09:30 UTC</pubDate>
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         <title>MOVIMENTO ANTIPSIQUIATRICO NO BRASIL</title>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, o movimento foi deflagrado durante a ditadura militar. Nos regimes ditatoriais de Getúlio Vargas e, adiante, dos militares, o discurso psiquiátrico mostrou-se igualmente forte elemento de controle e disciplinarização. Assim é que, já nos anos 1940 a psiquiatra Nise da Silveira questionava os maus-tratos impingidos pela psiquiatria aos doentes mentais. Resgatando os escritos de Artaud, Nise da Silveira, procurava sensibilizar as pessoas e as autoridades com a realidade sub-humana vivida então nos hospitais psiquiátricos do país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 14:14:39 UTC</pubDate>
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         <title>FILME</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ao voltar a trabalhar em um hospital psiquiátrico no subúrbio do Rio de Janeiro, após sair da prisão, a doutora Nise da Silveira (Gloria Pires) propõe uma nova forma de tratamento aos pacientes que sofrem da esquizofrenia, eliminando o eletrochoque e lobotomia. Seus colegas de trabalho discordam do seu meio de tratamento e a isolam, restando a ela assumir o abandonado Setor de Terapia Ocupacional, onde dá início a uma nova forma de lidar com os pacientes, através do amor e da arte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 14:57:56 UTC</pubDate>
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         <title>Nise Magalhães </title>
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         <description><![CDATA[<div>Pioneira no campo da psiquiatria brasileira, Nise Magalhães da Silveira sempre questionou os métodos de tratamentos psiquiátricos de sua época e acreditava numa nova forma de abordar doenças mentais. A pintura, o desenho e a modelagem poderiam, em sua opinião, ser meios de expressão para pacientes impedidos, pela esquizofrenia, de usar a linguagem verbal. Como alternativa, criou o método que um de seus pacientes denominou 'a emoção de lidar'; lidar com o diferente respeitando-se seu tempo, suas condições e a forma como se apresenta e se reconhece no mundo, de forma a levar ao reconhecimento de si mesmo e à superação do sofrimento psíquico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 15:11:37 UTC</pubDate>
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         <title>CRÍTICAS</title>
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         <description><![CDATA[<div>Faz crítica ao conceito de "doença mental" até os questionamentos dos modelos de tratamento centrados nos hospitais psiquiátricos, por serem considerados produtores de violência e exclusão, além de não possibilitarem a efetiva recuperação e a reinserção do paciente na sociedade, o movimento foi fundamental na criação de novos modelos de atenção em saúde mental <strong>.&nbsp;</strong>A perspectiva psicopatológica de Laing representava não apenas uma crítica radical às práticas psiquiátricas clássicas, como o eletrochoque e os psicofármacos, mas, sobretudo, aos princípios da medicina mental, que distinguia os loucos dos sãos (DELACAMPAGNE, 2004).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 17:05:09 UTC</pubDate>
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         <title>ARTE</title>
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         <title>Adelina Gomes </title>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-09-15 17:55:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-09-15 18:11:23 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Psiquiatria de Setor?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Setorização ou Psiquiatria de Setor, também desenvolvida na França, buscava a estruturação de um serviço público e de qualidade para o tratamento da população com problemas mentais que necessitava, para que tivessem acesso universal à saúde e ao tratamento da doença mental, contemplando igualmente uma ação em saúde pública que não ocorria no antigo espaço do hospital psiquiátrico. Eram criados locais de acordo com setores para que o atendimento não ficasse centralizado apenas em uma instituição e fosse desenvolvido na comunidade.&nbsp;<br>Era a busca de um atendimento mais humanizado, afastando o doente o menos possível de sua família e comunidade. É uma equipe única se responsabilizaria por uma zona populacional específica, de determinada região geográfica, onde existiria um sistema completo de estruturas que cobririam da prevenção à pós-cura e que seriam criadas de acordo com as necessidades reais da população, em um hospital psiquiátrico ou em um hospital geral, coordenada por um Psiquiatra chefe, distribuindo-se em várias subequipes em uma série de estruturas construídas dentro e fora do hospital.<br>A Setorização na França ocorreu como consequência da psiquiatria institucional. Ainda assim, se tem muitos hospitais como centro de referência no atendimento às questões de psiquiatria e saúde mental.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 19:00:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arrudabelem/wpqdixllz1wg8lig/wish/1743772349</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A PSICOTERAPIA INSTITUCIONAL É... <br></strong>&nbsp;Uma abordagem psiquiátrica de terapia em grupo que enfatiza o centralismo democrático e a autonomia dos indivíduos nas relações entre cuidadores e pacientes. <br><br><strong>ELA PROPÕE... <br>&nbsp; </strong>Uma transformação radical do modelo operante em instituições de saúde mental é a sua proposta, de modo que os pacientes possam participar ativamente do processo terapêutico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 19:05:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Principais Características </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Contava com equipes de atendimento multiprofissionais (psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros), tinham propostas de realizarem prevenção e tratamento das doenças mentais junto à comunidade.&nbsp;<br>Eram locais criados de acordo com os setores para que o atendimento não ficasse centralizado em apenas um ambiente, buscando uma maior inserção na comunidade, era um atendimento de características humanizada. Tentava minimizar o afastamento do enfermo da sua família e comunidade, lhe proporcionando adquirir autonomia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 19:40:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Históricos e Representantes </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir da implantação do Sistema Único de Saúde(SUS), formalizado pela Constituição Federal de 1988, quando muitos municípios do país buscaram os direitos em todos os setores da assistência à saúde, constitucionais dos usuários, contatam-se grandes dificuldades na efetivação das diretrizes gerais, tanto da reforma&nbsp; sanitária como da reforma psiquiátrica.&nbsp;<br>Felizmente, tem sido possível observar a existência de práticas inovadoras que fortalecem o SUS, por meio de propostas que tiveram de enfrentar o "projeto neoliberal" fortemente implantado no país, notadamente no que se referia no crescimento do sistema privado de saúde e dos conflitos. Tais práticas vêm trazendo a configuração de um novo desenho da política de saúde e de saúde mental, por intermédio de vários mecanismos institucionais, principalmente o da descentralização.<br>Assim, ocorrem experiências inovadoras realizadas em alguns municípios do Estado de São Paulo, dentre as quais ressalta-se a criação, em 1987, na cidade de São Paulo, do primeiro Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) "Professor Luiz da Rocha Serqueira" um modelo realmente inovador para a política de saúde mental, depois produzidos em outros municípios.&nbsp;<br>A reforma&nbsp;psiquiátrica no Brasil teve como primeira fonte inspiradora as ideias e práticas do psiquiatra Franco Basaglia, que revolucionou, a partir da década de 1960, as abordagens e terapias no tratamento de pessoas com transtornos mentais nas cidades italianas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 20:56:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um pouco de história</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arrudabelem/wpqdixllz1wg8lig/wish/1744087264</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>FRANÇA (1940)<br></strong>No hospital psiquiátrico Saint-Alban, François Tosquelles liderou o movimento, e tinha como ideia principal tratar as características doentias das próprias instituições.<br><br><strong>O PROCESSO<br></strong>Decorreu como uma experiência de transformação do asilo na tentativa de superá-lo como espaço de segregação.<br><br>Tosquelles apontava a necessidade de preservar o lugar como espaço terapêutico. Para ele, seria sempre necessidade, ao esquizofrênico, certa proteção do exterior, pois o temor da loucura seria uma condição natural do gênero humano. Nesse sentido, o asilo deveria ser um lugar onde se criariam zonas de liberdade, onde seria possível a reformulação das condições de liberdade&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 22:19:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Criticas </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arrudabelem/wpqdixllz1wg8lig/wish/1744090903</link>
         <description><![CDATA[<div>As estratégias de controle da população que essa abordagem mobiliza acabariam por perpetuar o modelo segregacionista. Também destaca-se uma tendência que considera preocupante: o movimento mundial pelo qual o avanço das neurociências e o pragmatismo farmacológico colocam o funcionamento neuronal no lugar do sujeito psíquico. Tal opção tem consequências do ponto de vista da gestão, pois está mais preocupada com a racionalização dos custos do que com o ideário de transformação.&nbsp;<br>A Psiquiatria de Setor, pretendia definir-se pela saúde mental e não mais pela doença. O cuidado da população passou a ser feito de forma abrangente, ultrapassando o campo puramente médico e investindo no cotidiano da coletividade. Sonhava-se com a unidade e a indivisibilidade das ações de prevenção profilaxia, cura e pós-cura.</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>CARACTERISTICAS </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As obras de Laing se caracterizam pela busca de um sentido para a loucura a partir da contextualização social do fenômeno da psicose. Para compreendê-la, seria necessário dar voz aos pacientes, regressando à experiência vivida pelos sujeitos. Assim, a busca de Laing pela compreensão da loucura baseava-se numa perspectiva fenomenológica e existencial. Sob a influência da Fenomenologia Existencial, Laing se empenhou em demonstrar que a psicose teria um significado existencial, ou seja, seria uma tentativa última de o sujeito construir um significado para sua existência.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 23:58:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relato de experiência vivenciada</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 01:57:52 UTC</pubDate>
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         <title>Imagem do dia do acontecimento relatado no vídeo acima pelo aluno Ariel.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-09-16 02:04:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-09-16 02:16:52 UTC</pubDate>
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         <title>Reforma psiquiátrica no Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Reforma Psiquiátrica no Brasil deve ser entendida como um processo político e social complexo, tendo em vista, ser o mesmo uma combinação de atores, instituições e forças de diferentes origens, e que incide em territórios diversos, nos governos federal, estadual e municipal, nas universidades, no mercado dos serviços de saúde, nos conselhos profissionais, nas associações de pessoas com transtornos mentais e de seus familiares, nos movimentos sociais, e nos territórios do imaginário social e da opinião pública. (BRASIL, 2005). O movimento pela Reforma Psiquiátrica tem início no Brasil no final dos anos setenta. Este movimento tinha como bandeira a luta pelos direitos dos pacientes psiquiátricos em nosso país. O que implicava na superação do modelo anterior, o qual não mais satisfazia a sociedade. O processo da Reforma Psiquiátrica divide-se em duas fases: a primeira de 1978 a 1991 compreende uma crítica ao modelo hospitalocêntrico, enquanto a segunda, de 1992 aos dias atuais destaca-se pela implantação de uma rede de serviços extrahospitalares. (CAVALCANTE et al; 2010)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 14:48:38 UTC</pubDate>
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         <title>Os desafios da Reforma Psiquiátrica no Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<div>Para Bezerra JR, 2007 na virada do século, a Reforma Psiquiátrica no Brasil deixou definitivamente a posição de “proposta alternativa” e se consolidou como o marco fundamental da política de assistência à saúde mental oficial. Mais do que isso, a influência do seu ideário vem-se expandindo no campo social, no universo jurídico e nos meios universitários que formam os profissionais de saúde. Apesar das conhecidas dificuldades enfrentadas pelo sistema de saúde pública no Brasil, é fato que o cenário psiquiátrico brasileiro vem mudando a olhos vistos. Os mais de mil Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) espalhados pelo país vêm modificando fortemente a estrutura da assistência à saúde mental. A rede composta por este tipo de equipamento vem substituindo progressivamente o modelo hospitalocêntrico e manicomial, de características excludentes, opressivas e reducionistas. Em seu lugar vem sendo construído um sistema de assistência orientado pelos princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (universalidade, equidade e integralidade), acrescido da proposta de desinstitucionalização - cujo alcance ultrapassa os limites das práticas de saúde e atinge o imaginário social e as formas culturalmente validadas de compreensão da loucura.<br>No entanto, a própria consolidação da Reforma vem trazendo à tona uma quantidade crescente de desafios que precisam ser incorporados à agenda dos campos da Saúde Mental e da Saúde Coletiva. Não há precedente de implantação de uma reforma deste tipo num país com as características (geográficas, políticas, sociais) do Brasil. A construção de um sistema assistencial, um imaginário cultural e uma rede de laços sociais inspirados nos ideais da Reforma exige que a imaginação, a criatividade e a reflexão crítica encontrem uma maneira de delinear com clareza quais são os desafios específicos que este horizonte de transformação enfrenta nas condições de nosso país.(BEZERRA JR, 2007)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 14:58:31 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a história da loucura</title>
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         <description><![CDATA[<div>Para Gonçalves e Sena, 2001 o conhecimento sobre a historicidade dos fatos e fenômenos sociais é o caminho para explicitar as contradições e determinações presentes na trajetória da humanidade. O enfoque da loucura como doença e da psiquiatria como especialidade médica é recente na história da humanidade – aproximadamente 200 anos. A partir do século XVIII é que, o homem inventou uma nova maneira de se perceber, uma nova maneira de vivenciar a condição humana.<br>A loucura sempre existiu, bem como o lugar para se tratar dos loucos: templos, domicílios e instituições, mas a instituição psiquiátrica, propriamente dita, é uma construção do século XVIII. A partir dessa nova forma de vivenciar a condição humana, estabeleceu-se “o diferente”, aquele que não segue o padrão de comportamento que a sociedade define. O doente mental, o excluído do convívio dos iguais, dos ditos normais, foi então afastado dos donos da razão, dos produtivos e dos que não ameaçavam a sociedade. Tratar do doente mental foi então sinal de exclusão, de reclusão e asilamento. Hoje, esta realidade ainda existe, porém de forma mais consciente e menos exclusiva. Por não se admitir a exclusão, corre-se o risco de não se admitir a diferença. Esta não pode ser negada, é necessário reconhecê-la e conviver com ela sem ter que excluir, conforme a grande aspiração da reforma psiquiátrica.&nbsp;(GONÇALVES; SENA; 2001)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 15:18:28 UTC</pubDate>
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         <title>A história por Tosquelles</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 15:25:14 UTC</pubDate>
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         <title>Reforma psiquiátrica sobre o cuidado com doentes mentais na família</title>
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         <description><![CDATA[<div>A reforma psiquiátrica no Brasil vem configurando-se como um movimento com diferentes graus de adesão e entendimento por parte dos profissionais e de alguns segmentos da sociedade. Tratada como desospitalização, sem as condições necessárias para viabilizar uma proposta de ressocialização/reabilitação, reflete de forma&nbsp; negativa sobre a família, pois é nesta que se dá o embate com a realidade cotidiana do cuidado ao doente mental atribuído às mulheres.&nbsp;</div><div>O que se espera da reforma psiquiátrica não é simplesmente a transferência do doente mental para fora dos muros do hospital, “confinando-o” à vida em casa, aos cuidados de quem puder assisti-lo ou entregue à própria sorte. Espera-se, muito mais, o resgate ou o estabelecimento da cidadania do doente mental, o respeito a sua singularidade e subjetividade, tornando-o sujeito de seu próprio tratamento sem a ideia de cura como o único horizonte. Espera-se, assim, a autonomia e a reintegração do sujeito à família e à sociedade.&nbsp;<br>Outros autores, referem-se à família para aludir ao fato da crescente intolerância para com o doente mental. Essa intolerância é consequência de uma mudança de atitude das pessoas, própria das sociedades capitalistas avançadas e em áreas mais industrializadas de países como o Brasil. Estas mudanças refletem em nível, individual, familiar e institucional, o fato de essas sociedades serem cada vez mais incapazes de acomodar o “desviante”, o “diferente”.<br>Na literatura brasileira sobre saúde mental, os autores frequentemente se referem à necessidade de assistência à família do doente mental como parte ou estratégia do tratamento. Entretanto não são frequentes as discussões e trabalhos que demonstrem um conhecimento contextualizado de como e por quem os doentes mentais são cuidados fora dos espaços institucionais da psiquiatria, ou seja, na família.(GONÇALVES; SENA 2001)<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 15:29:05 UTC</pubDate>
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         <title>Referencia</title>
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         <description><![CDATA[<div>BEZARRA JR, Benilton. Desafios da reforma psiquiátrica no Brasil. <strong>Physis: Revista de Saúde Coletiva</strong>, v. 17, p. 243-250, 2007.<br><br>DE MESQUITA, JOSÉ FERREIRA; NOVELLINO, Maria Salet Ferreira; CAVALCANTI, Maria Tavares. A Reforma Psiquiátrica no Brasil: Um novo olhar sobre o paradigma da Saúde Mental. <strong>Abepo</strong>, v. 1, p. 9, 2010.<br><br>GONÇALVES, Alda Martins; SENA, Roseni Rosângela de. A reforma psiquiátrica no Brasil: contextualização e reflexos sobre o cuidado com o doente mental na família. <strong>Revista latino-americana de Enfermagem</strong>, v. 9, p. 48-55, 2001.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 15:33:06 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo produzido (Parte 1)</title>
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         <pubDate>2021-09-16 19:52:20 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo produzido (Parte 2)</title>
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         <pubDate>2021-09-16 19:53:22 UTC</pubDate>
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         <title>Um modelo terapêutico mais humanizado    </title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O PRINCIPAL OBJETIVO:</strong><br> Transformar a dinâmica institucional e resgatar o processo terapêutico era a finalidade do movimento. Com toda a evolução histórica o modelo da psicoterapia institucional onde era utilizado formas de abordagens e autonomias com os pacientes foi evoluindo para <mark>um modelo terapêutico mais humanizado.<br><br></mark><strong>OS MÉTODOS:</strong><br> Eram feitas reuniões comunitárias, direção e orientação aos pacientes para a organização das seções, fazendo com que assumisse outras responsabilidades. O envolvimento da equipe era importante nesse processo, pois o profissional precisava estar envolvido no trabalho que ele estaria exercendo nessa comunidade terapêutica, a relação da equipe, familiares e pacientes foi importante para que houvesse uma troca de experiências e aprendizado, com o intuito de superar as dificuldades enfrentadas pelos pacientes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 19:53:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 20:18:06 UTC</pubDate>
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         <title>Críticas e limites</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>T</em></strong>osquelles era contra ao modelo inglês das comunidades terapêuticas e de organizar o hospital psiquiátrico como um espaço de relação. Pois, ele acabava substituindo o conceito de assistência pela ideia de projetos terapêuticos individuais, como torturas que iam desde choque elétrico à tratamentos invasivos considerados desumanos.<br>Os limites são marcados pelas mudanças ocorridas no hospital psiquiátrico, pelo fato de não conseguir atingir o problema da exclusão que fundamenta a própria existência do asilo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 21:26:17 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>AS&nbsp;CONQUISTAS E OS DESAFIOS DA REFORMA PSIQUIÁTRICA NO BRASIL</div>]]></description>
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