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      <title>𝖣𝖾𝗌𝖾𝗇𝗁𝗈𝗌 𝖠𝗇𝗂𝗆𝖺𝖽𝗈𝗌 𝖾 𝖠𝗉𝗋𝖾𝗇𝖽𝗂𝗓𝖺𝗀𝖾𝗆 by Ewylle Farias</title>
      <link>https://padlet.com/ewylle/desenhosanimadoseaprendizagem</link>
      <description>AB2 - Psicologia da Aprendizagem //  Por: Ewylle, Gabriella, Maria Eduarda, Nicoly e Yasmin</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-12-01 23:47:33 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-02 00:47:37 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Dora, a Aventureira: a cada aventura, um aprender </title>
         <author>marialima102</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/desenhosanimadoseaprendizagem/wish/2406796718</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Escrito por: Maria Eduarda Madeiro e Yasmin Pantaleão</em> <br><br>“Dora, a Aventureira” é um desenho interativo, lançado nos anos 2000, que apresenta uma menina de 7 anos que percorre o mundo se aventurando por uma variedade de lugares, como praias e florestas, e estimula a aprendizagem ao longo desse processo. Apesar da popularização de diversas outras animações durante os últimos anos, esse desenho traz uma discussão e uma atividade bastante importante para o desenvolvimento da aprendizagem da criança, e assim, é relevante destacarmos a sua relação com a <strong>representação da linguagem e a pluralização do aprender e como pode ser uma indicação muito interessante para esses processos</strong>.</div><div>&nbsp;</div><div>No texto “Redescobrindo a Teoria Psicogenética à Luz da Psicologia Educacional: Contribuições e Possíveis Desdobramento”, a autora afirma que o aprender está relacionado ao mecanismo da equilibração (Menezes, 2004). Nesse mecanismo, <em>o ser internaliza suas ações sobre o objeto, através da assimilação — em que junta novas informações — e da acomodação — em que adapta o que foi assimilado, se ajustando a um objeto —</em>, e, dessa forma, transformando os seus esquemas cognitivos. Relacionando isso à maneira como o desenho influencia as crianças, as suas interações com os espectadores, <strong>Dora utiliza a repetição de vocábulos, levando as crianças à memorização de palavras. Diante disso, elas acabam por aprender e muitas vezes ter um maior domínio da linguagem, assimilando e relacionado o significado de uma palavra a uma situação, objeto, dentre outros</strong>, aprendendo diante das vivências do cotidiano de Dora, e associando-as consigo mesmo. Ademais, a animação aborda outras habilidades, como números e formas geométricas.</div><div>&nbsp;</div><div>Um exemplo em que podemos perceber essa relação da personagem com o estímulo à linguagem e alfabetização diante do diálogo e suas outras formas, é no episódio 2 da 4ª temporada, o qual se chama “A Primeira Aventura de Dora”. <em>Quando ela encontra o macaco, Botas, e diz: “Hi, my name is Dora. What’s your name?”, o macaco responde: “Meu nome é Botas”. Em seguida, ela encontra o Trio Party e, mais uma vez, traz a fala “My name is Dora. What’s your names?”, e o trio responde, também dialogando entre as línguas portuguesa e inglesa. Assim, havendo essa troca da pergunta seguida da resposta em português, e logo depois a repetição da pergunta juntamente à resposta em inglês, ocorre uma forma de estimular a aprendizagem das palavras </em>em ambos os idiomas para além das práticas clássicas de aprendizagem, o que provoca a diversão e incentiva a repetição da criança.</div><div>&nbsp;</div><div><em>Dora, a aventureira e o TEA </em>com base no texto “Comportamentos de Crianças do Espectro do Autismo com seus Pares no Contexto de Educação Musical”<em> —&nbsp;</em></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Segundo Correia (2021), é imprescindível que se ressignifique a relação do ser com o conhecimento, não o reduzindo a um diagnóstico. </strong>A partir dessa perspectiva, “Dora, a Aventureira”&nbsp; é muito importante, especificamente para crianças com TEA, visto que na maioria das vezes elas possuem dificuldade para se expressar, algumas questões como não responder o próprio nome ao ser chamado, entre outras. Nesse contexto, <strong>o desenho pode ser um ótimo estímulo não somente à absorção das palavras, mas também à atividade do ser, ou seja, pode facilitar o processo das crianças com TEA de protagonizar, explorar, e até mesmo potencializar características que elas têm, como a de criação.</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Diante disso, o desenho possui não somente o elemento da interação com o telespectador, mas também a admissão da musicalidade em conjunto com o aspecto interativo. Por uma das afetações do TEA se tratar do âmbito da interação social, a integração produzida por <strong>Dora e por outros personagens, como Botas, o Mapa e a Mochila, convidam as crianças a participarem da narrativa exibida, o que pode acrescentar bastante em tais dificuldades. </strong>Dessa maneira, existem vários exemplos, como quando Dora chama as crianças a lhe ajudar apontando onde está o lugar ou objeto procurado, ou na música da Mochila, ou na repetição do Mapa do caminho a se seguir. Em se tratando da musicalidade, que se fez essencial no estudo apresentado, em episódios que o Mapa não está presente, como no episódio apresentado, Dora e Botas criam uma canção para memorizar o caminho, com deixas para a criança participar, além da música final que diz “We did it! Conseguimos!” e repassa um resumo de toda a aventura percorrida.</div><div>&nbsp;</div><div>Com isso, evidencia-se o potencial de agregação na aprendizagem que esse tipo de desenhos animados possuem e o quão significativa essa atividade se faz no desenvolvimento infantil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-02 15:31:23 UTC</pubDate>
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         <title>Não é apenas um desenho animado</title>
         <author>gabriellascosta23</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/desenhosanimadoseaprendizagem/wish/2407585924</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Escrito por Gabriella Sabino </em><br><br>Durante todo o semestre buscamos nos aprofundar e <strong>compreender o que seria o processo de aprendizagem</strong>, como ele está presente em todas as ações do nosso cotidiano. <br><strong>Somos seres em constante desenvolvimento e em processo contínuo de aprendizagem</strong>. Mas, se o processo de aprendizagem pode ocorrer através das coisas mais simples e cotidianas, <strong>por que muitas vezes desvalorizamos ações simples como a de assistir um desenho animado?&nbsp;<br></strong><br></div><div>Silva (2017) em seu texto "<em>A utilização do desenho animado como recurso pedagógico para a aprendizagem dentro de sala de aula"</em>&nbsp; afirma que <strong>os desenhos animados são uma excelente ferramenta para estimular o aprendizado na infância. <br></strong>Vivemos num mundo globalizado onde a maioria das pessoas tem acesso a eletrônicos e consequentemente, cada vez mais cedo. Existem diversos estudos que advertem sobre os aspectos negativos dessa utilização na infância, mas muitas vezes esquece-se que <strong>é possível se utilizar da televisão e principalmente dos programas animados para estipular o processo de ensino-aprendizagem das crianças.&nbsp;</strong></div><div><br></div><blockquote>“Os desenhos animados servem como exemplos positivos e negativos na formação de caráter e educação da criança” (SILVA, 2017, p. 16)</blockquote><div><br></div><div>A maioria dos desenhos infantis são carregados desse teor educativo, por mais que as crianças não percebam, os <strong>desenhos animados não são apenas um mecanismo de entretenimentos, são capazes de transmitir modos de ser e de viver, são maneiras de transmitir conhecimento e cultura </strong>para as crianças (SILVA, 2017).&nbsp;</div><div><br></div><blockquote>“Desenhos e música auxiliam o desenvolvimento afetivo, cognitivo e expressivo da criança, por representar um essencial elemento lúdico, sendo utilizados para trabalhar (expressões faciais, expressões gestuais, imitações, criatividade), promovendo a motivação, a interação e, criando um ambiente de aprendizagem mais prazeroso e interessante” (SILVA, 2017, p. 10)</blockquote><div><br></div><div>É importante compreender que <strong>o desenho animado não é apenas um “desenho”,</strong> <strong>ele pode e irá colaborar para o processo de desenvolvimento da criança.</strong> Permite que ela entenda e relacione elementos teóricos com vivências do cotidiano, através dele <strong>é possível atribuir significado ao que aprende</strong>. <br>O desenho “Dora Aventureira” (desenho ao qual a <em>Madu</em> e a <em>Yasmin</em> focaram e se aprofundaram) é um bom exemplo disso, ao perguntar “<em>whats your names</em>?” A personagem estimula a criança a entender quem ela é, que ela e o <em>outro </em>são pessoas distintas.&nbsp;<br><br></div><div>Os desenhos animados muitas vezes se utilizam da <strong>repetição</strong>, de <strong>estímulos visuais e sonoros para incentivar o aprendizado das crianças.</strong> São mecanismos extremamente eficazes no <strong>incentivo da imaginação</strong>, podendo ser um denominado como um <strong>excelente instrumento facilitador de conhecimento</strong> (SILVA, 2017). Sem mencionar que muitos desses conhecimentos aprendidos através dos desenhos animados, ficam conosco até o fim de nossas vidas.&nbsp;</div><div><br></div><blockquote>“Muitas pessoas guardam para sua vida lembranças do que aprenderam com os desenhos animados e esse aprendizado reflete no seu dia a dia” (SILVA, 2017, p. 17)</blockquote><div>&nbsp;</div><div>Esse pequeno vídeo mostra uma criança que está aprendendo o alfabeto através da música que ouviu em um desenho, pra alguns é apenas um desenho, mas se observarmos com bastante atenção, esse “simples desenho animado” pode tornar-se uma ponte para o conhecimento.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong><em>Não é apenas um desenho animado…</em></strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-03 16:34:33 UTC</pubDate>
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         <title>A casa do Mickey Mouse: Criança como participante</title>
         <author>ewylle</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/desenhosanimadoseaprendizagem/wish/2408232263</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Escrito por: Ewylle Farias Valdevino</em><br><br>“<strong>A Casa do Mickey Mouse</strong>” (2006-2016) é uma série de desenho animado estadunidense que traz os personagens clássicos da Disney – Mickey, Minnie, Pateta, Pluto, Pato Donald e Margarida – embarcando em diversas aventuras e resolvendo pequenos enigmas por meio da lógica, buscando ajudar no desenvolvimento da atenção, pensamento, linguagem, memória, motivação etc. de crianças em idade pré-escolar.<br><br></div><div>Sob essa ótica, convém salientar que um desenho animado por si só já desperta a curiosidade e a atenção dos pequenos, por suas cores, sons e elementos lúdicos de forma geral, o que contribui no desenvolvimento afetivo, cognitivo e expressivo das crianças, a manifestação de sua criatividade, e do aprendizado propriamente dito.&nbsp;<br><br></div><div>No entanto, em desenhos animados cuja premissa é contribuir na relação ensino-aprendizagem, esse desenvolvimento dos processos psicológicos básicos e das habilidades esperadas para aquela faixa etária – conhecer letras, cores, números, realizar pequenos cálculos – se dá de forma mais evidente visto que a criança está sendo condicionada para tal. E é isso que ocorre em “<strong>Dora, a Aventureira</strong>” e “<strong>A Casa do Mickey Mouse</strong>”, que promovem a interação da criança, convidando-a a fazer parte das brincadeiras e resolver os problemas de maneira ativa e não somente como espectadora.<br><br></div><div>Para visualizarmos na prática o que foi apresentado, trouxemos um trecho do episódio “A Aventura Colorida de Mickey”, presente no DVD “Uma Aventura no Mundo das Cores”. Nessa cena, observamos que há um diálogo constante dos personagens com o público, de forma que ele atue como sujeito ativo. O desenho não existe sozinho, quem assiste faz parte da “equipe” e contribui nas missões.&nbsp;<br><br></div><div>Nota-se também o que foi estudado no texto “<strong>Contribuições da análise do comportamento à educação: Um convite ao diálogo</strong>”, de Henklain e Carmo (2013), no que se refere ao papel do erro e do reforço nesse processo de “interação”, que, caso a criança acerte o que lhe é perguntando, recebe a confirmação da resposta e um reforço artificial do desenho: <em>“Vocês são muito espertos!”</em>, <em>“Isso mesmo!”</em>. Entretanto, caso erre, a confirmação e o reforço são mantidos, e assim, apesar de a criança não entender a resposta em um primeiro momento, fazendo o uso da repetição/imitação caso seja necessário responder novamente, posteriormente aquele conhecimento será internalizado e de fato aprendido.<br><br>Outra crítica válida na cena apresentada é que o episódio encaminha a criança para uma única resposta possível: Pergunta a cor e focaliza em um item daquela cor que, consequentemente será a resposta da criança. É importante destacar que essa estratégia é muito boa para crianças menores que ainda estão nos seus processos iniciais, mas para crianças mais velhas o desenho pode ser falho na promoção de possibilidades se, por exemplo, nas cores vermelho, laranja e amarelo for respondido pela criança: a roupa do Mickey, o cachorro Pluto e os sapatos do Mickey, respectivamente. Essas respostas não estão erradas, mas não é o que a animação espera como resposta. Dessa forma, fica mais evidente as diversas metodologias de ensino para o resultado que se pretende alcançar.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 19:56:36 UTC</pubDate>
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         <title>Equipe Umizoomi</title>
         <author>ewylle</author>
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         <pubDate>2022-12-04 20:04:43 UTC</pubDate>
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         <title>Super Why!</title>
         <author>ewylle</author>
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         <pubDate>2022-12-04 20:07:02 UTC</pubDate>
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         <title>O Show da Luna!</title>
         <author>ewylle</author>
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         <pubDate>2022-12-04 20:15:26 UTC</pubDate>
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         <title>Sid, o cientista</title>
         <author>ewylle</author>
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         <pubDate>2022-12-04 20:20:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aventuras com os Kratts: participação especial do explorador e aventureiro Pedro Lucas</title>
         <author>nicolypaula0</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/desenhosanimadoseaprendizagem/wish/2409556971</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Escrito por: Nicoly Maria<br></em><br>"Aventuras com os Kratts" (2011), é um programa infantil norte-americano, que acompanha os irmãos Chris e Martin Kratts como uma dupla de exploradores que durante as suas aventuras buscam ajudar e proteger os animais. Ao longo de suas jornadas, os personagens também tentam explicar de forma divertida algumas curiosidades sobre os animais, plantas e habitats naturais.<br><br></div><div>Nesse post eu resolvi trazer vídeos do meu irmãozinho Pedro interagindo e apresentando alguns dos novos conhecimentos que ele adquiriu através do conteúdo que é ensinado por esse programa infantil – ou como diz o meu irmão, “ensinado pelos irmãos Kratts, Nick”.<br><br></div><div>Em diferentes episódios, os exploradores ensinam quais as características e habilidades do guepardo e do falcão peregrino – os quais o meu irmão, no vídeo acima, acaba reproduzindo as informações que são trazidas pra ele acerca de cada um –, sendo o guepardo descrito como o animal mais rápido de toda a savana, e o falcão apresentado como o “rei dos céus”, por também possuir grande velocidade e habilidade para pegar as suas presas.&nbsp;<br><br></div><div>Sob essa perspectiva, evidencia-se o que fora apontado pelas meninas e por autores que defendem a ideia de animações e programas infantis como fortes componentes para o estímulo de aprendizagens, nos levando a confirmar também que, como descrito no texto “Desenho animado: contribuição moral e intelectual ao desenvolvimento infantil”, “os desenhos animados com seus aspectos positivos e negativos podem exercer forte influência sobre a formação e desenvolvimento do sujeito, sobretudo na primeira fase da vida” (Oliveira, 2015, p. 28).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 18:02:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>ewylle</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/desenhosanimadoseaprendizagem/wish/2409609355</link>
         <description><![CDATA[<div>A CASA do Mickey Mouse. Criação de: Roberts Gannaway. Estados Unidos: Disney Television Animation, 2006.<br><br>AVENTURAS com os Kratts. Criação de: Martin Kratt e Chris Kratt. Estados Unidos: 9 Story, 2011.<br><br>DORA, a Aventureira. Criação de: Chris Gifford. Estados Unidos: Nickelodeon Animation Studios, 2000.<br><br>EQUIPE Umizoomi. Criação de: Soo Kim. Estados Unidos: Nickelodeon Animation Studios, 2010.<br><br>HENKLAIN, Marcelo Henrique Oliveira.; CARMO, João dos Santos. Contribuições da análise do comportamento à educação: um convite ao diálogo. <strong>Cadernos de Pesquisa</strong>, v. 43, p. 704–723, 1 ago. 2013. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/j/cp/a/bT6y5JYHDTjP79pmKhgbsSq/abstract/?lang=pt&gt;. Acesso em: 4 dez. 2022.<br><br>MENEZES, Anna Paula de Avelar Brito, ARAÚJO, Cláudia Roberta. Redescobrindo a teoria psicogenética à luz da psicologia educacional: contribuições e possíveis desdobramentos. In: CORREIRA, Mônica. <strong>Psicologia e escola: Uma parceria necessária</strong>. 2. ed. Campinas: Alínea Editora, 2009. Cap. 1. p. 15-44.<br><br>NASCIMENTO, Paulyane Silva do et al. Comportamentos de Crianças do Espectro do Autismo com seus Pares no Contexto de Educação Musical. <strong>Revista Brasileira de Educação Especial</strong>, v. 21, n. 1, p. 93–110, mar. 2015. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/j/rbee/a/CSGkCxtzFCHBMjMsnjvz3FK/?lang=pt&gt;. Acesso em: 2 de dezembro de 2022.<br><br>O SHOW da Luna!. Criação de: Célia Catunda. Brasil: Discovery Kids, 2014.<br><br>PRACTING our ABC’s, <strong>TikTok</strong>: kayleigh.gray.2020, 2022. Disponível em: &lt;https://www.tiktok.com/@kayleigh.gray.2020/video/7146222221080464645?is_copy_url=1&amp;is_from_webapp=v1&gt;. Acesso em: 3 de dezembro de 2022.<br><br>SID, o cientista. Criação de: The Jim Henson Company. Estados Unidos, 2008.<br><br>SILVA, Flavia Mayra da. <strong>A UTILIZAÇÃO DO DESENHO ANIMADO COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA A APRENDIZAGEM DENTRO DE SALA DE AULA : RELATO DE EXPERIÊNCIA.</strong> 2017. 25 f. TCC (Graduação) - Curso de Licenciatura em Artes, Universidade Federal do Paraná, Matinhos, 2017. Disponível em: &lt;https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/50290/FLAVIA%20MAYRA%20DA%20SILVA.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y&gt;. Acesso em: 1 dez. 2022.<br><br>SUPER Why!. Criação de: Angela C. Santomero. Canadá: Decode Entertainment. 2007.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 18:40:39 UTC</pubDate>
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