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      <title>TAILANE N.  by Tailane S.</title>
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      <description> “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção.” FREIRE, (2011, p. 24) </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-04 12:41:46 UTC</pubDate>
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         <title>(TEMA 3) </title>
         <author>tailanenascimento2</author>
         <link>https://padlet.com/tailanenascimento2/wnjddmw49c1dsmly/wish/2547382961</link>
         <description><![CDATA[<div>É de conhecimento de todos os cidadãos que o acesso a internet e às informações é um direito constitucional (LEI Nº 12.965/2014) com regras e direitos que na prática sabemos que não é muito respeitado. A começar pela falta de acesso a internet majoritariamente por pessoas da zona rural, mais velhas, com baixo grau de escolaridade e pertencentes a classe C e D. Com a democratização da internet e o período pandêmico pudemos perceber um aumento dos usuários de internet, (através principalmente por meio de smartphones entre as minorias sociais), afinal o que antes era visto como "privilegio" ou "entretenimento" tornou-se indispensável para viver em sociedade, desde se comunicar com parentes distantes, pagar contas, trabalhar e se manter informado, à distração da realidade caótica através de app's de música, videos curtos e divertidos, podcast's etc, a internet tornou-se também uma via de escape para às pessoas. No entanto, ainda existe uma barreira gritante em termos socioeconômicos, regionais e raciais, mesmo que se tenha acesso a internet, é de baixíssima qualidade, tal fato foi escancarado na pandemia, por exemplo, dificultando ou impossibilitando muitos alunos de baixa renda de acompanhar as aulas.<br>Além disso, recentemente o que tem gerado muita dúvida entre a população é a revolução do 5g, muito mais do que internet para smartphones, o 5g traz a internet das coisas, tudo funciona com internet, tudo é computado, internet muito mais veloz do que podemos imaginar (e muito mais cara para implementar). Ao assistir a reportagem do Fantastico sobre o tema acarretou um entusiasmo e alguns questionamentos como, quais serão os bairros/cidades prioritários para tal implementação? Se já observamos o nivel de desigualdade com a internet que conhecemos hoje qual será o nível no futuro próximo? <br><a href="https://youtu.be/b-hFSkuLd78"><br>https://youtu.be/b-hFSkuLd78</a><br><a href="https://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/11461/O-acesso-a-internet-e-um-direito-fundamental">O acesso à internet é um direito fundamental? (Civil) - Artigo jurídico - DireitoNet</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-07 21:14:25 UTC</pubDate>
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         <title>o extremismo encontra uma casa na internet </title>
         <author>tailanenascimento2</author>
         <link>https://padlet.com/tailanenascimento2/wnjddmw49c1dsmly/wish/2547384695</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-07 21:19:59 UTC</pubDate>
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         <title>(TEMA 4) inclusão digital = inclusão social  </title>
         <author>tailanenascimento2</author>
         <link>https://padlet.com/tailanenascimento2/wnjddmw49c1dsmly/wish/2549121071</link>
         <description><![CDATA[<div>Inclusão digital é um tema bastante amplo devido aos seus recortes como as desigualdades regionais, de gênero, de raça, de escolaridade, de classe social e de faixa etária, além do meio de acesso "popular" ou mais acessível ser o celular (o que permite um acesso limitado da internet), através de tais dados podemos observar como está tudo vinculado; pode-se falar sobre como a inclusão social é um elemento de desenvolvimento social e econômico, além da internet ser um meio extremamente necessário para a comunicação, entretenimento, informações, marcação de consultas, estudar e trabalhar também é essencial para o funcionamento do mercado mundial. Além disso, ainda existe a inacessibilidade para pessoas com deficiência nas plataformas de streaming, de música, redes sociais e etc.<br><br>"A existência de barreiras tecnológicas em sites e serviços Web continua dificultando a interação necessária, tornando-os inacessíveis para grande parte da população, sobretudo para pessoas com deficiência, segundo aponta o Fascículo I da Cartilha de Acessibilidade (W3C Brasil, 2014). Com o objetivo de que essas pessoas possam utilizar a rede de maneira plena, com autonomia, permitindo o exercício da cidadania e o direito de consumir produtos e serviços na rede, ter a Web acessível é de enorme importância. O W3C (World Wide Web Consortium) desenvolveu as Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (Web Content Accessibility Guidelines – WCAG), que apontam recomendações sobre como eliminar as barreiras de acesso na Web. A sua aplicação, portanto, viabiliza o acesso ao conteúdo Web a maior número de pessoas, promovendo a inclusão de pessoas excluídas devido a barreiras tecnológicas (por exemplo, a presença de imagens na Web sem alternativa de texto que descreva o seu conteúdo).<br>Apesar da existência de marcos legais e diretrizes técnicas para a promoção de acessibilidade na Web e também da importante articulação e atuação das organizações de defesa das pessoas com deficiência, a falta de acessibilidade na Web ainda é barreira para sua universalidade."<br><a href="https://irisbh.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Inclus%C3%A3o-Digital-como-Pol%C3%ADtica-P%C3%BAblica-IRIS.pdf">*Inclusão digital como política pública: Brasil e América do Sul em perspectiva (irisbh.com.br)</a><br><a href="https://cetic.br/media/docs/publicacoes/7/20200528104403/estudos-setoriais-acessibilidade-e-tecnologias.pdf">*estudos-setoriais-acessibilidade-e-tecnologias.pdf (cetic.br)</a><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://cetic.br/media/docs/publicacoes/7/20200528104403/estudos-setoriais-acessibilidade-e-tecnologias.pdf" />
         <pubDate>2023-04-10 18:21:16 UTC</pubDate>
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         <title>(TEMA 6) </title>
         <author>tailanenascimento2</author>
         <link>https://padlet.com/tailanenascimento2/wnjddmw49c1dsmly/wish/2558929265</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A falta de informação pública sobre os softwares livres faz circular entre a população inverdades como: não funciona, é difícil e inseguro; levando a população a agir de acordo com a lógica mercantil, ouso dizer que estamos tão afundados, enquanto sociedade, nesta lógica consumidora que comumente escutamos o dizer popular: "tudo que é mais barato não presta", mas contrariando esse dizer é muito provável que se fosse propagada (especialmente entre os jovens) as vantagens orçamentarias do software livre dificilmente optariam pelo sistema privado.<br><br>Enquanto o sistema proprietário te vende a obsolescência do hardware, com a alternância do software, deixando o computador mais "pesado" e os obrigando a trocar de computador ou gastar com manutenções,&nbsp; o sistema livre é contrário a essa lógica.<br><br>"O professor Roberto Hexsel1 advoga que as principais vantagens do software livre são:&nbsp;<br><br>– custo social baixo;&nbsp;<br><br>– não se fica refém de tecnologia proprietária;&nbsp;<br><br>– independência de fornecedor único;&nbsp;<br><br>– desembolso inicial próximo de zero;&nbsp;<br><br>– não-obsolescência do hardware;&nbsp;<br><br>– robustez e segurança;&nbsp;<br><br>– possibilidade de adequar aplicativos e redistribuir versão alterada;&nbsp;<br><br>– suporte abundante e gratuito; e&nbsp;<br><br>– sistemas e aplicativos geralmente muito configuráveis.&nbsp;<br><br>Hexsel acrescenta ainda que, enquanto o software proprietário se orienta em benefício do fabricante, o software livre se orienta principalmente para o benefício de seus usuários."<br><br><br><br>SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. Software Livre: a luta pela liberdade do conhecimento. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2004&nbsp;<br><br>BONILLA, Maria Helena Silveira. Software Livre e Educação: uma relação em construção. PERSPECTIVA, Florianópolis, v. 32, n. 1, 205-234, jan./abr. 2014<br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-18 17:02:42 UTC</pubDate>
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         <title>(TEMA 5) </title>
         <author>tailanenascimento2</author>
         <link>https://padlet.com/tailanenascimento2/wnjddmw49c1dsmly/wish/2560080275</link>
         <description><![CDATA[<div>O direito a comunicação se faz necessário porque o direito à informação não basta; e não basta porque é essencial que os cidadãos além de apenas receberem as informações possam emiti-las. Emitir informação também é se posicionar e não ficar simplesmente a mercê dos meios de informação, que em sua maioria está concentrada pelo poder econômico.&nbsp;<br><br></div><blockquote>“Garantir que o público faça sua voz ser ouvida e tenha seus desejos satisfeitos implica trazer o espírito da democracia para dentro das comunicações.” (UNESCO, 1980, p. 166)<br><br></blockquote><div>Mas como emitir informação pública e garantir o direito a comunicação com tantas restrições e limitações a canais de domínio público, plataformas digitais e rádios comunitárias?<br>Estes meios de comunicação monopolizados além de promoverem debates de cunho político com e para a população gerando representatividade, também são espaços para manifestações culturais que não encontram espaços em redes comerciais, além de terem cunho educativo. Além de gerar conscientização também proporcionam visibilidade. Infelizmente na sociedade atual os meios de “comunicação” que têm mais audiência, ou é mais acessado pertencem a empresas privadas que não se interessa as necessidades sociais.<br>os oligopólios das redes de informação se assemelham as oligarquias, e de acordo com esse raciocínio percebemos como são antidemocráticos e como violam os direitos humanos.</div><blockquote><br><blockquote>“Em todas as sociedades de todos os tempos, informação é poder”, afirma Fisher. “Quanto mais pessoas tiverem informação e quanto mais informação as pessoas tiverem, melhor será a sociedade e mais forte sua base democrática“. (FISHER, 1982, p. 19).</blockquote><br></blockquote><div>Mata (2006) define cidadania comunicativa como “o reconhecimento da capacidade de ser sujeito de direito e demanda no terreno da comunicação pública, e o exercício desse direito”.<br><br>Quero ressaltar a importância especificamente da rádio comunitária por ser um meio que agrega informações jornalísticas, políticas e culturais, além de trabalhar com a oralidade o que também quebra algumas barreiras de acessibilidade para pessoas menos escolarizadas; como foi dito acima a rádio popular sofre com “n” limitações desde alcance da rede à popularidade.<br>A partir disso gostaria de colocar uma reflexão sobre a semelhança entre a rádio e os podcasts independentes, desde que li em um comentário que os podcasts são a “nova rádio” (devido às suas semelhanças) fiquei pensando que essa é uma linha muito tênue ja que para escutar podcasts é necessário ter acesso à internet, o que já exclui uma parcela da população, no entanto em termos de popularidade e alcance (ilimitado) supera a rádio.&nbsp;<br><br><br>VANNUCHI, Camilo. O direito à comunicação e os desafios da regulação dos meios no Brasil. Galaxia (São Paulo, online), n. 38, mai-ago., 2018, p. 167-180.</div><div><br>SARTORETTO, Paola. Explorando a dimensão empírica da cidadania comunicativa e direito à comunicação. Observatório, Vol 8, No 3 (2014).</div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 12:07:13 UTC</pubDate>
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         <title>(TEMA 2) Desconectados: os impactos da pandemia na educação brasileira</title>
         <author>tailanenascimento2</author>
         <link>https://padlet.com/tailanenascimento2/wnjddmw49c1dsmly/wish/2563405708</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse filme retrata muito bem como a pandemia impactou na educação brasileira, tornando evidente as discrepâncias socio-econômicas e das diferentes regionalidades, englobando nisso a falta de acesso à internet, falta de recursos tecnológicos, despreparo por parte dos profissionais da educação.<br>Além de alterar as formas de convivência, de ensino e de aprendizagem.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 15:54:27 UTC</pubDate>
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         <title>PL 2630 JÁ!!</title>
         <author>tailanenascimento2</author>
         <link>https://padlet.com/tailanenascimento2/wnjddmw49c1dsmly/wish/2575578439</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://open.spotify.com/episode/20kIHX6uQ89Iv3v0cWaqOs?si=Hktf66itS9-9mxF9Qo9Q6A&amp;context=spotify%3Ashow%3A15cLy4mn3GjaiuHF3WB5np&amp;t=1867" />
         <pubDate>2023-05-02 17:56:40 UTC</pubDate>
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         <title>(TEMA 8)  Reconfiguração da atividade pedagógica </title>
         <author>tailanenascimento2</author>
         <link>https://padlet.com/tailanenascimento2/wnjddmw49c1dsmly/wish/2617059995</link>
         <description><![CDATA[<div>Devido ao avanço tecnológico ao longo das décadas, há uma discussão sobre a implementação da tecnologia no sistema educacional através de politicas públicas, é nítida a dificuldade de tal implementação vista as diferentes realidades sociais no país, além disso, a formação pedagógica também carece de qualificação para a implementação da tecnologia nas escolas.<br>A pandemia do COVID-19 tornou esse debate mais urgente devido ao fechamento das escolas e universidades, a falta de recursos tecnológicos nas escolas, a falta de acesso a internet tanto na escola quanto nas casas dos estudantes menos favorecidos, o despreparo dos profissionais da educação e consequentemente dos estudantes em relação as plataformas digitais necessárias para a realização das aulas e atividades, entre tantos problemas encarados nesse período. O imediatismo tornou o sistema educacional refém de plataformas privadas.<br>No entanto, sabemos que essas políticas estão alinhadas aos interesses mercadológicos, o setor privado "vende" para o governo ferramentas tecnológicas como única alternativa para a realização das atividades educacionais, percebemos esse fator intensificado durante o período pandêmico.<br>O sistema educacional público tem se tornado cada vez mais refém do setor privado.<br><br><br>PRETTO, Nelson;&nbsp; AMIEL, Tel; BONILLA, Maria Helena Silveira;&nbsp; LAPA, Andrea.<a href="https://cetic.br/media/docs/publicacoes/7/20211124201927/estudos-setoriais-educacao-e-tecnologias-digitais.pdf"> Plataformização da educação em tempos de pandemia</a>. IN: Educação e tecnologias digitais [livro eletrônico]: desafios e estratégias para a continuidade da aprendizagem em tempos de COVID-19. Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR. 1ª ed. São Paulo, SP: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2021.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 12:07:39 UTC</pubDate>
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         <title>(TEMA 9)</title>
         <author>tailanenascimento2</author>
         <link>https://padlet.com/tailanenascimento2/wnjddmw49c1dsmly/wish/2617060695</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos observar um investimento maciço nas novas tecnologias digitais nas escolas públicas do país, entretanto, esse dito "progresso" é meramente instrumentalista, essa política é aplicada nas instituições de ensino através de uma lógica puramente econômica e tecnicista, como dito por Fonseca (1999:67): “A educação não terá assim, uma finalidade em si mesma, sendo seus objetivos instrumentais para o desenvolvimento econômico".<br><br></div><div>À parte isso, cabe aqui destacar também a implementação dessas politicas educacionais no campo, Segundo Arroyo, Caldart e Molina (2004, p. 10): "As políticas educacionais no Brasil padecem de uma indefinição de rumos. E as políticas para o campo ainda mais. A escola no meio rural passou a ser tratada como resíduo do sistema educacional brasileiro e, consequentemente, à população do campo foi negado o acesso aos avanços havidos nas duas últimas décadas no reconhecimento e garantia do direito à educação básica."<br><br>Seja no meio urbano ou no campo, as politicas de educação e tecnologias devem ampliar o acesso, o manuseio e a produção de conhecimento, possibilitando transformações de níveis coletivos e individuais<br><br></div><ul><li>SANTOS, Jaqueline de Jesus; SANTOS, Adriana Jesus; BONILLA, Maria Helena Silveira. <a href="https://periodicos.ufba.br/index.php/entreideias/article/download/6933/6555">A inserção das tecnologias digitais nos processos formativos dos professores do campo: Procampo e Programa Escola Ativa</a>. Revista Entreideias, Salvador, v. 2, n. 1, p. 79-94, jan./jun. 2013.</li><li>BONILLA, Maria Helena Silveira; PRETTO, Nelson de Luca. <a href="https://ava.ufba.br/pluginfile.php/1025706/mod_page/content/35/texto-politicas-Bonilla-Pretto.pdf">Políticas brasileiras de educação e informática</a>. 2000</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 12:08:35 UTC</pubDate>
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         <title>(TEMA 10)</title>
         <author>tailanenascimento2</author>
         <link>https://padlet.com/tailanenascimento2/wnjddmw49c1dsmly/wish/2617061269</link>
         <description><![CDATA[<div>O papel tradicional do professor é de “transmissor do conhecimento”, mas, o professor do século XXI tem o papel de dialogar com os alunos, à trocar experiências, exercendo e incentivando a autonomia, além de protagonizar o aluno no processo ensino-aprendizagem.</div><div>É importante que a formação dos professores e profissionais da educação abarque as novas perspectivas tecnológicas para além do uso instrumental delas, é preciso haver uma relação com o contexto politico e com as outras matérias ofertadas nos cursos de licenciatura.<br>Bonilla destaca a existência de três eixos nessa formação, são eles:<br>No 1º eixo se discute o contexto tecnológico, e sua relação com a ciência e a sociedade, onde são abordadas as características e os aspectos científico, econômico, político, ético, social e cultural do desenvolvimento tecnológico contemporâneo.&nbsp;</div><div>No 2º eixo se discute a cultura digital, com suas novas linguagens e códigos, trabalhando com as questões relacionadas à alfabetização, à lógica e às interfaces digitais, bem como a compreensão desses processos e como eles repercutem na vida dos jovens e dos professores.&nbsp;<br>No 3º eixo, se discute a produção do conhecimento a partir das dinâmicas em rede, as possibilidades de pensar os processos educativos, as questões educacionais, pedagógicas e de produção de conteúdo, a partir desses ambientes conectados.&nbsp;</div><div><br><br><br></div><ul><li>BONILLA, Maria Helena Silveira. <a href="https://ava.ufba.br/pluginfile.php/1025725/mod_page/content/22/artigo%20bonilla%20para%20ufjf_2011.pdf">Formação de professores em tempos de web 2.0</a>. In: FREITAS, Maria Teresa de A. (org.). Escola, tecnologias digitais e cinema. Juiz de Fora: Ed. UFJF, 2011. p. 59-87.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 12:09:16 UTC</pubDate>
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         <title>(TEMA 7) caça às bruxas a pirataria</title>
         <author>tailanenascimento2</author>
         <link>https://padlet.com/tailanenascimento2/wnjddmw49c1dsmly/wish/2617762766</link>
         <description><![CDATA[<div>É evidente que a massa popular brasileira só poderia ter acesso a filmes, dvd's e cd's através da pirataria, através disso podemos pensar que além da criminalização da pirataria, houve uma demonização as pessoas que pirateiam, e uma ridicularização as pessoas que consumiam tais produtos culturais pirateados. Essa definitivamente foi mais uma forma de exclusão social e cultural que predominou por muitos anos na nossa sociedade.<br>Hoje essa pirataria ganhou "cara" nova, após o avanço tecnológico e a inserção das plataformas de streaming, e dos apps de música, assim passou a existir os sites piratas de filmes e séries dando acesso ás pessoas que não podem pagar assinaturas digitais, tais sites estão sempre caindo devido ao rigor da lei e precisam poluir os seus sites de links (famosos vírus) para continuar funcionando. Infelizmente a cada dia essas plataformas se tronam mais excludentes, cada uma comprando licenciaturas de filmes e séries proibindo que os mesmos sejam reproduzidos por outras plataformas, resultando assim, uma maior "necessidade" dos consumidores de adquirirem o máximo de plataformas possíveis para obter acesso a qualquer streaming.<br>A pirataria é uma forma de democratizar o acesso a cultura.<br><br>"O camelô é aquele que luta por seu direito de trabalhar, que produz uma rede de circulação (de mercadorias, de afetos, de saberes etc.) e que organiza um processo de trabalho [nômade], tudo simultaneamente. Tudo junto e misturado. Ou não é camelô. Do mesmo modo, o hacker é aquele que abre espaços onde antes só havia barreiras, que se apropria de conhecimento ao mesmo tempo em que o faz circular em rede, que constitui uma ética da cooperação ao mesmo tempo em que aprende seu ofício. Ou não é hacker. (...)<br>Em comum, ambos trabalham para transformar diuturnamente a falta e os impedimentos em abundância e liberdade. Da carência à plenitude, da pobreza à autonomia."<br><br>TARIN, Bruno; BELISÁRIO, Adriano Belisário (org.). <a href="https://monoskop.org/images/b/b7/Tarin_Bruno_Belisario_Adriano_eds_Copyfight_Pirataria_and_Cultura_Livre.pdf"><strong>Copyfight</strong>: Pirataria e Cultura Livre</a>. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2012<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 02:52:08 UTC</pubDate>
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         <title>recursos educacionais abertos</title>
         <author>tailanenascimento2</author>
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         <description><![CDATA[<div><em><br>A</em>&nbsp;proposta deste movimento é a de que todos devem ter a liberdade de usar, personalizar, melhorar e redistribuir ferramentas educativas, sem restrições, ampliando assim o conhecimento. E para isso, é necessária a utilização de <strong>Recursos Educacionais Abertos (REA)</strong>.&nbsp;<br><br></div><blockquote><em>"Os recursos educacionais abertos são uma estratégia importante para transformar cada jovem e cada professor em produtores de cultura e conhecimentos e não em consumidores de informações" - Nelson Pretto.</em></blockquote><div><br>REA: <a href="https://memoria.ebc.com.br/educacao/2015/09/rea-entenda-o-que-sao-os-recursos-educacionais-abertos">entenda o que são recursos educacionais abertos</a>. Agência Brasil TV (EBC) Criado em 10/09/15.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 17:11:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>tailanenascimento2</author>
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         <description><![CDATA[<div>TARIN, Bruno; BELISÁRIO, Adriano Belisário (org.). Copyfight: Pirataria e Cultura Livre. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2012</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-13 12:38:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>tailanenascimento2</author>
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         <pubDate>2023-06-13 13:01:24 UTC</pubDate>
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         <title>Cartilha de Acessibilidade na Web</title>
         <author>tailanenascimento2</author>
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         <pubDate>2023-06-22 15:10:09 UTC</pubDate>
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         <author>tailanenascimento2</author>
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         <pubDate>2023-06-23 14:41:15 UTC</pubDate>
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         <title>animação, histórias em quadrinhos e tirinhas</title>
         <author>tailanenascimento2</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Animação é o método de criar a ilusão de qualquer movimento usando imagens de exibição rápida de arte em 3D ou 2D. O efeito disso se torna um movimento ótico ou ilusão por causa de visões de persistência. Isso pode ser feito e demonstrado de várias maneiras. Geralmente, a técnica mais comum na apresentação de animação é por meio de um programa de video ou filme, você também pode usar outros métodos."<br><br>Dada a definição geral de animação, destaco aqui a importância de utilizar HQ's em atividades educacionais. O uso dessa linguagem facilita e desperta o interesse dos alunos (independente da idade), desenvolve o hábito de leitura, incentiva a criatividade e enriquece a imaginação. As atividades em torno dessa prática também são plurais, desde orientar os alunos em textos dissertativos e correlacioná-la, a solicitar a produção de HQ's e Tirinhas, assim como simplesmente pedir ajuda aos alunos na escolha desses materiais, isso também coloca o aluno como protagonista.<br>E se pensarmos no modelo de vestibulares atualmente, as tirinhas predominam e englobam todas as áreas de conhecimento, sendo em sua maioria voltada a interpretação de textos, implementar seu uso em sala de aula também serve como preparo para essas provas.<br>Há um estudo do Conselho Nacional dos Trabalhadores em Educação - CNTE, que comprova a alta eficácia dessa prática pedagógica.<br><br>https://pt.strephonsays.com/simulation-and-vs-animation-11861<br><br>http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=787<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-11 11:52:46 UTC</pubDate>
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