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      <title>O meu mural  by Rodrigo</title>
      <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa</link>
      <description>Favorite links about leadership. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-12-10 10:29:26 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-27 18:22:59 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A Terra e os seus Subsistemas</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/312867613</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Subsistemas terrestres<br></strong><br></div><div>A Terra consiste num conjunto formado por diferentes subsistemas em interacção. Existem quatro subsistemas principais na Terra: a <strong>hidrosfera</strong>, a <strong>atmosfera</strong>, a <strong>geosfera</strong> e a <strong>biosfera</strong>.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 11:53:43 UTC</pubDate>
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         <title>Hidrosfera</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/312872941</link>
         <description><![CDATA[<div>Somatório de toda a água existente na superfície terrestre. Os oceanos, os rios, os lagos, os glaciares e as águas subterrâneas fazem parte da hidrosfera.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 12:13:29 UTC</pubDate>
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         <title>Atmosfera</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/312873588</link>
         <description><![CDATA[<div>Constitui a camada gasosa da Terra sendo, essencialmente, composta por azoto (78%) e oxigénio (21%), seguindo-se o árgon (0.9%) e o dióxido de carbono (0.03%), para além de outros gases menos significativos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 12:15:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Geosfera </title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
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         <description><![CDATA[<div>É a camada rígida que constitui a crosta terrestre, englobando as grandes massas continentais e as bases dos oceanos, bem como os restantes materiais que se encontram no interior da Terra. É na geosfera que a maior parte dos seres vivos encontra o suporte para andar e habitar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 12:18:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Biosfera</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
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         <description><![CDATA[<div> É formada pelo conjunto dos seres vivos que habitam a Terra. Existe uma interacção constante entre os seres vivos e os diferentes subsistemas terrestres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 12:20:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A interacção dos subsistemas</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/312875529</link>
         <description><![CDATA[<div>O nosso planeta é, então, constituído por quatro subsistemas, que interagem e permanecem em equilíbrio entre si. Qualquer alteração provocada pelo Homem num destes subsistemas irá ter consequências graves no sistema Terra e alterar o ambiente em que a espécie humana habita e do qual depende a sua sobrevivência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 12:23:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os sistemas também podem ser ser fechados ou abertos quando:</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/312876865</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 12:28:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ciclo Litológico ou Ciclo das Rochas</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/313119894</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>ciclo das rochas </strong>é um fenômeno natural cíclico, continuo e infinito, que envolve os processos de transformação das rochas através do tempo e que ocorrem através da erosão ou do intemperismo.</div><div>Esse ciclo, que leva milhões de anos para acontecer, é responsável pela renovação e transformação da litosfera terrestre (parte sólida da Terra).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:13:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de Rochas</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/313121635</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.todamateria.com.br/rochas-magmaticas/"><strong>Rochas Magmáticas</strong></a> (rochas ígneas): obtidas pelo processo de intemperismo (condições atmosféricas) são as primeiras rochas do planeta que se solidificaram com o resfriamento do magma pastoso da Terra, por exemplo, o granito.<br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/rochas-sedimentares/"><strong>Rochas Sedimentares</strong></a> (rochas estratificadas): obtidas pelos processos de intemperismo e erosão de rochas primitivas, que resultaram no acúmulo de diversos sedimentos (sedimentação). Um exemplo de rocha sedimentar é a argila.<br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/rochas-metamorficas/"><strong>Rochas Metamórficas</strong></a>: obtidas por processos associados aos agentes do intemperismo (temperatura e pressão), esse tipo de rocha surge da transformação de outras rochas apresentando nova composição e características, por exemplo, o mármore. O processo de transformação de outras rochas em metamórficas é chamado de metamorfismo.-</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:16:24 UTC</pubDate>
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         <title>Etapas do Ciclo das Rochas</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/313126833</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Magma</strong>: o estágio inicial do ciclo das rochas começa no interior da terra, quando o magma (rocha fundida ou lava), massa pastosa mineral, é expelido através de uma atividade vulcânica. Com altas temperaturas, no momento em que chega a superfície, o magma sofre um resfriamento.<br><br><strong>Cristalização </strong>(congelamento das rochas): com o resfriamento do magma, ocorre a cristalização dessa massa mineral, o que dá origem as rochas chamadas de magmáticas (ou ígneas).<br><br><strong>Erosão</strong>: processo natural resultante do desgaste do relevo, a erosão pode ocorrer pela força da água e do vento.<br><br><strong>Sedimentação</strong>: após o processo de erosão, diversas camadas de sedimentos são depositadas nas camadas mais baixas (bacias sedimentares), levando ao processo de formação das rochas sedimentares.<br><br><strong>Enterro Tectônico e Metamorfismo</strong>: Com o passar do tempo, as rochas sedimentares vão sendo enterradas e sofrendo processos químicos e físicos por meio da temperatura e pressão, o que transforma sua composição originando as rochas metamórficas.<br><br><strong>Fusão</strong>: mesmo com essa transformação, a temperatura continua agindo em sua superfície, e assim resulta na fusão do magma, que a transforma novamente em rocha ígnea. Após milhões de anos, o ciclo se reinicia.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:24:55 UTC</pubDate>
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         <title>Placas Tectonicas</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/313132013</link>
         <description><![CDATA[<div>A <a href="https://www.infoescola.com/sistema-solar/terra/">Terra</a> é divida em camadas até seu interior. A camada mais externa, chamada de <a href="https://www.infoescola.com/geologia/litosfera/">litosfera</a>, rígida e resistente, é fragmentada em placas que deslizam, colidem, convergem ou se separam à medida que se movem sobre a astenosfera, camada dúctil do manto que ocorre depois da litosfera. Novas placas são criadas onde elas se separam, e recicladas onde convergem, em um processo contínuo de criação e destruição. Os continentes, que estão encravados na litosfera, migram junto com as placas que estão em movimento. Essa é a teoria da <strong>Tectónica de Placas</strong>, que descreve e examina o movimento das <strong>placas tectónicas</strong> e as forças actuantes entre elas, através de sua relação com o sistema de convecção do manto.</div><div>A distribuição geográfica das principais placas tectónicas é ilustrada na figura 1, e são as placas: Africana, da Antárctida, Arábica, Australiana, dos Cocos, do Caribe, de Scotia, Eurasiática, Indiana, Juan de Fuca, do Pacífico, das Filipinas, de Nazca, Norte-Americana, e Sul-Americana.<br><br>A constatação da existência das placas tectônicas também trouxe a comprovação que faltava para a antiga teoria da <a href="https://www.infoescola.com/geologia/deriva-continental/">Deriva Continental</a>, explicando também a distribuição de muitas feições geológicas de grandes proporções que resultaram do movimento ao longo dos limites de placas, como cadeias de montanhas, associações de rochas, estruturas do fundo do mar, vulcões e terremotos.</div><div>A hipótese da expansão do assoalho oceânico, por volta dos anos 1950, explicou como os continentes poderiam separar-se, através da criação de uma nova <a href="https://www.infoescola.com/geologia/litosfera/">litosfera</a> pelos riftes mesoceânicos. As evidências surgiram com as intensas explorações do fundo oceânico, do mapeamento da <a href="https://www.infoescola.com/geologia/dorsal-meso-atlantica/">Dorsal Meso-Atlântica</a> submarina e a descoberta do vale profundo na forma de fenda (ou riftes), estendendo-se ao longo do centro do oceano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:34:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limites das Placas</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/313136221</link>
         <description><![CDATA[<div>O movimento contínuo das <strong>correntes de convecção</strong> produziria a expansão do assoalho oceânico, onde a ascensão do material do manto através da dorsal meso-atlântica, ao atingir a superfície, formaria lateralmente uma nova litosfera, e o fundo oceânico se afastaria da dorsal.</div><div>Outros tipos de limites de placas foram descobertos desde então, exemplificados na Figura 2.</div><div>Os limites divergentes são representados pelas dorsais meso-oceânicas, onde as placas se afastam horizontalmente uma da outra, com formação de nova crosta oceânica. O principal exemplo deste limite é o <a href="https://www.infoescola.com/geografia/oceano-atlantico/">Oceano Atlântico</a>, com a Dorsal Meso-Atlântica.</div><div>Os limites são convergentes quando as placas colidem, com a mais densa mergulhando sobre a outra, ocorrendo uma fusão parcial da crosta que mergulhou (a área da placa diminui). Os limites convergentes podem ser:<br><br><strong>Convergência oceano-oceano</strong>: se as duas placas envolvidas são oceânicas, uma desce abaixo da outra em um processo conhecido como subducção. A litosfera oceânica da placa que está em subducção afunda na astenosfera e é por fim reciclada pelo sistema de convecção do manto. Este processo produz um limite de placas marcado por uma cadeia de vulcões, conhecido como “círculo de fogo”ou “arco de ilhas”.<br><br><strong>Convergência oceano-continente</strong>: se uma placa tem uma borda continental, ela cavalga a placa oceânica, porque a crosta continental é mais leve e subduz mais facilmente que a crosta oceânica. A borda continental fica enrugada e soergue num cinturão de montanhas, paralela à fossa de mar profundo. As enormes forças de colisão e subducção produzem grandes terremotos ao longo desse limite. A costa oeste da <a href="https://www.infoescola.com/geografia/america-do-sul/">América do Sul</a>, onde a Placa Sul-Americana colide com a Placa de Nazca (oceânica), é uma <a href="https://www.infoescola.com/geologia/zona-de-subduccao/">zona de subducção</a> desse tipo. A <a href="https://www.infoescola.com/geologia/cordilheira-dos-andes/">cordilheira dos Andes</a> eleva-se no lado continental do limite, com vulcões ativos, e terremotos de grande escala.<br><br><strong>Convergência continente-continente</strong>: quando duas placas continentais colidem. Nesse limite, ocorrem terremotos violentos na crosta que está sofrendo enrugamento. O melhor exemplo para este tipo de convergência é a colisão das placas Indiana e Eurasiática. A Placa Eurasiática cavalga a Placa Indiana, mas a Índia e a <a href="https://www.infoescola.com/asia/">Ásia</a> mantêm-se flutuantes, criando uma espessura dupla da crosta e formando a <a href="https://www.infoescola.com/geologia/cordilheira/">cordilheira</a> de montanhas mais alta do mundo, o Himalaia e o Planalto do Tibete.</div><div><br>O limite transformante ocorre onde as placas deslizam horizontalmente uma em relação à outra, e a litosfera não é criada nem destruída. Esses limites são causados por falhas transformantes, que são fraturas ao longo das quais ocorre um deslocamento relativo à medida que o deslizamento horizontal acontece entre blocos adjacentes. Os limites de falhas transformantes são tipicamente encontrados ao longo de dorsais mesoceânicas, onde o limite divergente tem sua continuidade quebrada, sendo deslocado num padrão semelhante a um escalonamento. Um exemplo de uma falha transformante em continente é a Falha de Santo André, na Califórnia, onde a Placa Pacífica desliza em relação à Placa Norte-Americana. Grandes terremotos, como o que destruiu a cidade de San Francisco em 1906, podem ocorrer nesses limites.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:41:29 UTC</pubDate>
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         <title>Vulcões</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/313139497</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Vulcão</strong> é uma estrutura geológica em que ocorre o fenómeno natural responsável pelo lançamento de material magmático, cinzas e gases oriundos do interior da <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/as-camadas-terra.htm"><strong>Terra</strong></a> para a superfície.<br><br></div><div>O <strong>vulcanismo </strong>é a atividade pela qual o material magmático (sólido, líquido ou gasoso) atinge a superfície terrestre por meio de fendas abertas em rochas pouco resistentes da crosta terrestre.<br><br></div><div>As áreas de maior instabilidade, que coincidem com as bordas das placas tectónicas, são as<a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/zonas-sismicas-terra.htm"><strong> de maior intensidade sísmica</strong></a>. Elas constituem o conhecido <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/circulo-fogo-pacifico.htm"><strong>Círculo de Fogo do Pacífico</strong></a>, onde 80% dos vulcões formam um alinhamento que vai da Cordilheira dos Andes às Filipinas, passando pela costa oeste da América do Norte e pelo Japão.<br><br></div><div><br></div><div>A maioria dos vulcões ocorre em áreas montanhosas que acompanham as bordas das <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/placas-tectonicas.htm"><strong>placas </strong></a><strong>tectónicas</strong>. Muitos deles encontram-se submersos. Quando estão distantes da superfície, muitas vezes, as erupções nem são percebidas. Entretanto, quando estão em águas rasas, podem formar ilhas de cinzas e, em algumas situações, a lava que é acrescida ao seu cone acaba por formar novas ilhas vulcânicas, como é o caso do Havaí e da <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/islandia.htm"><strong>Islândia</strong></a>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:47:02 UTC</pubDate>
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         <title>Partes de um Vulcão</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/313140583</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Câmara magmática:</strong> é o reservatório de rocha líquida que se encontra abaixo de um vulcão. Tem origem no <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/manto-terrestre.htm"><strong>manto</strong></a>. O magma exerce pressão sobre a rocha, criando rachaduras e outros escapes por meio dos quais ele penetra. Quando o magma contido na câmara magmática exerce pressão suficiente para vencer a resistência das rochas que formam o teto da câmara, ele é libertado pela chaminé.<br><br><strong>Chaminé:</strong> é a passagem pela qual o magma sobe da câmara magmática até a superfície. Chaminés secundárias também podem ocorrer como ramificações da chaminé principal.<br><br><strong>Cratera:</strong> é a “boca do vulcão”, isto é, o orifício por meio do qual o magma alcança a superfície. Grandes vulcões podem apresentar outros orifícios secundários.<br><br><strong>Magma</strong> ou <strong>lava:</strong> é a rocha derretida que escorre durante a erupção vulcânica. Quando a lava quente solidifica-se do lado de fora do vulcão, a rocha resultante é chamada de <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/rochas-Igneas.htm"><strong>rocha ígnea</strong></a> ou magmática. Os fluxos de lava podem ser rápidos ou lentos, dependendo da composição de lava.<br><strong>Nuvem</strong> <strong>de</strong> <strong>cinzas:</strong> são pequenas partículas de rocha pulverizada, minerais e areia que são lançadas no ar durante uma erupção. Esses pequenos fragmentos de rocha aquecidos podem ser transportados pelo vento a centenas de quilômetros. Nuvens de cinzas vulcânicas podem causar perigosos problemas para a aviação, bem como danos a edifícios.<br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:48:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sites que Utilizei</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/313155810</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.google.pt/amp/s/www.todamateria.com.br/aquecimento-global/amp/">https://www.google.pt/amp/s/www.todamateria.com.br/aquecimento-global/amp/</a><br>toradeciencias.files.wordpress.com<br>www.todamateria.com.br<br>www.goconqr.com<br>secundarioexplicado.wordpress.com<br>www.goconqr.com<br>sites.google.com<br>www.infoescola.com<br>mundoeducacao.bol.uol.com.br</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 20:16:31 UTC</pubDate>
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         <title>Tiago Pereira</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
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         <pubDate>2018-12-11 10:42:29 UTC</pubDate>
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         <title>Nikita Pavlenko</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
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         <pubDate>2018-12-11 10:42:41 UTC</pubDate>
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         <title>Henrique Oliveira</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
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         <pubDate>2018-12-11 10:42:53 UTC</pubDate>
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         <title>Aquecimento Global </title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
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         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global corresponde ao aumento da temperatura média terrestre, causado pelo acúmulo de gases poluentes na atmosfera.</div><div>O século XX foi considerado o período mais quente desde a última glaciação. Houve um aumento médio de 0,7°C nos últimos 100 anos.</div><div>O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão responsável por estudos sobre o aquecimento global, acredita que o cenário para as próximas décadas é de temperaturas ainda mais altas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 10:43:59 UTC</pubDate>
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         <title>Efeito Estufa e Aquecimento Global</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
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         <description><![CDATA[<div>O fenômeno natural do <a href="https://www.todamateria.com.br/efeito-estufa/">efeito estufa</a> está intimamente ligado às mudanças climáticas que ocorrem no planeta Terra.</div><div>O efeito estufa apesar de relacionado com o aquecimento global, é um processo que garante que a Terra mantenha a temperatura adequada para a vida. Sem ele, o planeta seria muito frio, a ponto de muitas formas de vida não existirem.</div><div>O problema está no aumento da emissão de gases poluentes, os chamados <strong>gases de efeito estufa</strong>. Eles se acumulam na <a href="https://www.todamateria.com.br/o-que-e-atmosfera/">atmosfera</a> e com isso, há uma maior retenção de calor da Terra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 10:50:26 UTC</pubDate>
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         <title>Causas </title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/313330857</link>
         <description><![CDATA[<div>A principal causa do aquecimento global é a <strong>emissão de gases de efeito estufa</strong>.</div><div>Estimativas sugerem que as emissões de gases do efeito estufa, em decorrência de atividades humanas, aumentaram em 70%, no período de 1970 a 2004.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 10:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>Peniche</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348649277</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>Cabo Carvoeiro</strong> é um cabo que se situa no extremo da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula_de_Peniche">Península de Peniche</a>, sobre o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Atl%C3%A2ntico">Oceano Atlântico</a>, no concelho de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Peniche">Peniche</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Distrito_de_Leiria">Distrito de Leiria</a>, em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">Portugal</a>. É um local de grande valor patrimonial (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Geol%C3%B3gico">geológico</a> e paisagístico)<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_Carvoeiro#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a>, com grande variedade de falésias calcárias fortemente erodidas e campos de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lapi%C3%A1s">lapiás</a>.<br><br>Em dias de vento e/ou mau tempo NÃO visite este local, pois torna-se extremamente perigoso. Sendo um local calcário tome cuidado com as fendas. <br><br> Na arriba calcária junto ao mar fica a denominada “Varanda de Pilatos”, de onde pode admirar a Nau dos Corvos (um rochedo junto à costa onde os corvos-marinhos costumam pousar), o cabo Carvoeiro, com o seu farol, e, em dias limpos, o arquipélago das Berlengas.</div><div>Fazendo parte do geossítio “península de Peniche” que é uma plataforma calcária, devido à erosão quer do vento e chuva quer do mar, aqui pode observar as belas formas que os agentes erosivos criaram formando um lapiás.<br><br><strong>Lapiás </strong>ou<strong> lapiaz</strong> – paisagem comum em zonas calcárias, densamente sulcadas devido à dissolução do calcário pelas águas da chuva ao longo de fraturas e ruturas. É a forma cársica de menores dimensões, designando tanto uma forma apenas como um conjunto de formas lapiares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 17:40:45 UTC</pubDate>
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         <title>Opinião sobre Peniche</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348656597</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião Peniche e um local incrível para quem gostar de geologia e para quem gostar de dar um passeio abeira mar com belas paisagens <br><br>Eu não gostei muito pois a geologia não me atrai muito mas a concelho a toda agente a ir nem que seja só para apreciar as paisagens</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 17:53:52 UTC</pubDate>
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         <title>Lince-ibérico</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348661972</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>lince-ibérico</strong> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nome_cient%C3%ADfico">nome científico</a>: <strong><em>Lynx pardinus</em></strong>) é uma espécie de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mam%C3%ADfero">mamífero</a> da família <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Felidae">Felidae</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A9nero_(biologia)">género</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince"><em>Lynx</em></a>. Anteriormente considerado uma subespécie do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-euroasi%C3%A1tico">lince-euroasiático</a> (<em>Lynx lynx</em>), o lince-ibérico está agora classificado como espécie separada. Ambas as espécies percorriam juntas a Europa central durante o período <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pleistoceno">Pleistoceno</a>, separadas apenas por escolhas de habitat. Acredita-se que o lince-ibérico, assim como os outros <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince">linces</a>, evoluiu a partir do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lynx_issiodorensis"><em>Lynx issiodorensis</em></a>.<br><br></div><div><br>Apresenta muitas das características típicas dos linces, como orelhas peludas, pernas longas, cauda curta e um colar de pelo que se assemelha a uma barba. Ao contrário dos seus parentes mais próximos, o lince-ibérico tem uma cor castanho-amarelada com manchas. O comprimento da cabeça e do corpo é de 85 a 110 centímetros, com a pequena cauda a acrescentar um comprimento adicional de 12 a 30 centímetros. O macho é maior que a fêmea e podem pesar até cerca de 27 kg. A longevidade máxima na natureza é de treze anos.<br><br></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Endemismo"><br>Endémico</a> da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula_Ib%C3%A9rica">Península Ibérica</a>, no sul da Europa, o lince-ibérico é especialista na caça de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Coelho">coelhos</a>, os quais representam 79,5% a 86,7% da sua dieta, com fraca capacidade de se adaptar a outro tipo de alimentação. Um macho necessita de um coelho por dia; uma fêmea grávida come três coelhos por dia. A queda acentuada das populações da sua principal fonte de alimento, em resultado de duas doenças, contribuiu para o declínio do felino. O lince também foi afectado pela perda de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matagal">matagal</a>, o seu <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Habitat">habitat</a> principal, pelo desenvolvimento humano, incluindo mudanças no uso do solo (como o mono-cultivo de árvores) e pela construção de barragens e estradas. Os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Atropelamento">atropelamentos com veículos</a> são a principal causa de morte não-natural do lince-ibérico.<br><br></div><div><br>O lince-ibérico foi uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Esp%C3%A9cie_em_perigo_cr%C3%ADtico">espécie em perigo crítico</a> até 2015, para agora ser considerada uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Esp%C3%A9cie_em_perigo">espécie em perigo</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico#cite_note-iucn-2"><sup>[2]</sup></a> Ainda assim, é a espécie de felino mais ameaçada no mundo e o carnívoro em maior perigo na Europa. De acordo com o grupo de conservação SOS Lynx, se o lince-ibérico desaparecesse, seria a primeira espécie de felino a ficar extinta desde os tempos pré-históricos.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico#cite_note-guard0204-3"><sup>[3]</sup></a> Está categorizado como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Esp%C3%A9cie_em_perigo">espécie em perigo</a> por várias organizações, incluindo a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Internacional_para_a_Conserva%C3%A7%C3%A3o_da_Natureza_e_dos_Recursos_Naturais">União Internacional para a Conservação da Natureza</a> (IUCN).<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico#cite_note-iucn-2"><sup>[2]</sup></a> A reprodução em cativeiro e os programas de reintrodução têm aumentado o seu número. Em 2013, a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Andaluzia">Andaluzia</a> tinha uma população de 309 indivíduos em estado selvagem e em Dezembro de 2014 foram reintroduzidos os primeiros exemplares em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">Portugal</a>. Em 2017 a população total do lince era de 475 espécimes. Numa tentativa de salvar esta espécie da extinção, teve início o projecto Europeu de Vida Natural que inclui a preservação do habitat, monitorização da população do lince, e gestão das populações de coelho.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:03:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ameaças ao Lince Ibérico </title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348664292</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lince Ibérico é o felino mais ameaçado deste planeta, devido a várias razões. Em primeiro lugar, trata-se de um especialista de habitat e presa, pelo que as alteações destes afetam muito negativamente as suas populações com efeito, uma das causas mais importantes que provocou a quase extinção do lince ibérico foi a <strong>diminuição</strong> <strong>da sua principal presa</strong>, o coelho bravo, afetado pelo aparecimento das doenças virais: a mixomatose nos anos 50 e a doença hemorrágica vírica do coelho nos anos 80, que provocavam um decréscimo nas populações de coelho superior a 80%. Em segundo lugar, a transformação, fragmentação e <strong>destruição do seu habitat</strong> (a floresta mediterrânica, que congrega uma elevada biodiversidade e cuja alteração também afeta as populações de coelho bravo. Além disso, outra das ameaças foi a <strong>morte provocada pelo ser humano</strong>, por vezes de maneira involuntária, como o caso dos atropelamentos, e outras vezes intencional, como a utilização de técnicas ilegais e não seletivas de caça, furtivismo, uso de venenos, etc. Outra ameaça para as populações de lince ibérico que esta assumindo relevância nos últimos anos são as <strong>doenças</strong>. O lince ibérico é uma espécie com grande risco sanitário (existem escassos efetivos e uma alta densidade de indivíduos), pelo que a aparição de qualquer pico infecioso pode desprezar com facilidade e pode levar a extinção da população local. A isto se une a baixa variabilidade genética do lince, entre outros efeitos negativos, provoca uma fraca resposta do sistema imunitário.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:07:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Distribuição histórica e atual do lince ibérico</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348668917</link>
         <description><![CDATA[<div>O lince ibérico, lince<em> Lynx pardinus</em>, pertence à linha dos grandes carnívoros (tigres, leões, jaguares, leopardos), dos que se separou há cerca de três ou quatro milhões de anos. Pela sua aparência física, de uma maneira intuitiva frequentemente associa-se a qualquer das outras linhas de felinos existentes, mas o lince ibérico está mais próximo de um tigre do que de um gato na sua escala evolutiva.<br><br></div><div>Na primeira década do século XX, Cabrera considera o lince ibérico praticamente extinto no norte e este da península e ainda abundante no centro e sudoeste. Apesar disso, até 1937 comercializara-se cerca de 500 peles de lince ibérico por ano no mercado espanhol. Em 1953 é publicado um decreto que cria as Juntas Provinciais de Extinção de Animais Danosos, que documentam a morte de 152 linces em Espanha entre 1954 e 1961. Neste período o registo de mortes de linces ocorre em seis províncias do oeste e sul peninsular, provavelmente registando que nas outras províncias a presença de lince já seria extremamente escassa naquela época. Sabendo-se que o esforço de captura não era igual em todo o território espanhol, pode verificar-se que a população mais abundante e mais castigada foi a dos Montes de Toledo. Estas Juntas contribuíram para a extinção de pequenas populações existentes em Espanha<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:15:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hierarquia Biológica e a sua Estrutura no Ecossistema</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348671127</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Hierarquia Biológica e a sua Estrutura no Ecossistema</div><div><strong>- Hierarquia Biológica:<br><br></strong>O Lince-Ibérico é um mamífero multicelular constituído por vários sistemas de órgãos interdependentes. O ecossistema onde se encontra são as áreas de floresta mediterrânea.<br><br><strong>- Posição do Lince na estrutura do ecossistema:<br><br></strong>O lince ibérico é uma espécie predominantemente florestal e, portanto, evita espaços abertos e sem cobertura. Em<br>movimentos dispersivos, o lince é capaz de usar qualquer tipo de vegetação que se encontre à superfície,<br>nomeadamente arvoredos, bosques e pastagens. <br><br>No entanto, a espécie é muito seletiva quando se trata em<br>estabelecer-se numa determinada área e dominar um território. Este tipo de estrutura na paisagem é provavelmente o<br>tipo de habitat selecionado pelo coelho nas zonas florestais, e oferece ao lince um abrigo e uma maior facilidade na<br>captura dos mesmos.<br><br> O lince é um predador e tem como principal presa o coelho bravo (relação de predação).<br>Quando um habitat reúne todas estas características com uma elevada existência de coelhos, o tamanho do território<br>do lince pode ser inferior a 300 ha.<br><br> Se, eventualmente, este tipo de ecossistema não se encontrar disponível, o lince<br>ibérico pode vir a ocupar áreas com uma qualidade mais baixa, embora possam existir presas suficientes, a área é<br>mais extensa rondando os 1000 a 2000 ha.</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:18:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Células eucaríóticas</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348675921</link>
         <description><![CDATA[<div>As células eucariontes, também chamadas de eucarióticas, são aquelas que possuem um núcleo definido (núcleo verdadeiro), através de uma membrana nuclear.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:27:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Células Eucarióticas Animais</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348677709</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Confira as funções das principais estruturas presentes na célula animal:</strong></div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/nucleo-celular/"><strong>Núcleo Celular</strong></a>: estrutura esférica onde se encontra o <a href="https://www.todamateria.com.br/dna/">DNA</a>.</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/nucleolo-celular/"><strong>Nucléolo</strong></a>: estrutura presente no núcleo das células. Coordena os processos de reprodução celular através da síntese de proteínas.</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/membrana-plasmatica/"><strong>Membrana Plasmática</strong></a>: estrutura celular fina que delimita a célula sendo responsável pela saída e entrada de sustâncias. Assim, ela tem a função de proteger as estruturas celulares internas.</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/citoplasma/"><strong>Citoplasma</strong></a>: região mais volumosa, onde se encontram o núcleo e as organelas celulares.</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/ribossomos/"><strong>Ribossomos</strong></a>: estrutura responsável pela produção e síntese de proteínas.</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/reticulo-endoplasmatico-liso-e-rugoso/"><strong>Retículo Endoplasmático Liso e Rugoso</strong></a>: responsáveis pelo transporte de proteínas e a síntese de moléculas orgânicas.</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/complexo-de-golgi/"><strong>Complexo de Golgi</strong></a>: armazena, modifica e libera substâncias. Exporta proteínas sintetizadas no retículo endoplasmático rugoso e, além disso, origina os lisossomos.</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/lisossomos/"><strong>Lisossomos</strong></a>: estruturas responsáveis pela digestão celular.</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/mitocondrias-estrutura-funcao-e-importancia/"><strong>Mitocôndrias</strong></a>: estrutura responsável pela respiração celular e a produção de energia.</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/centriolos/"><strong>Centríolos</strong></a>: estrutura celular que auxilia na divisão celular (mitose e meiose).</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/peroxissomos/"><strong>Peroxissomos</strong></a>: estrutura arredondada responsável pelo armazenamento de enzimas.</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/vacuolos/"><strong>Vacúolos</strong></a>: responsáveis pela reserva energética e o armazenamento de substâncias.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:31:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Célula  Eucariótica Vegetal</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348678797</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>célula vegetal é diferente da célula animal</strong>, porque embora tenham várias organelas em comum (mitocôndrias, retículo endoplasmático, lisossomos, entre outras), a célula vegetal possui algumas organelas específicas como os cloroplastos, que lhe permite realizar a fotossíntese.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:33:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estrutura de um cloroplasto.</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348681947</link>
         <description><![CDATA[<div>São <strong>organelas membranosas</strong>, que possuem DNA e são capazes de se <strong>autoduplicar</strong>. Têm estrutura semelhante a das mitocôndrias, o que é explicado pelos cientistas como um mecanismo evolutivo de simbiose entre procariontes e eucariontes (teoria endossimbiótica).</div><div><strong>Parede Celular</strong></div><div>A <a href="https://www.todamateria.com.br/parede-celular/">parede celular</a> ou <strong>parede celulósica</strong> é exterior à membrana plasmática que envolve a célula. É um envoltório mais ou menos espesso, composto por um polissacarídeo chamado <a href="https://www.todamateria.com.br/celulose/">celulose</a>.<br>Sua função é dar <strong>sustentação à planta</strong>, sendo por isso também chamada de membrana esquelética de celulose.</div><div>Existem <strong>poros</strong> nas paredes celulósicas, através dos quais passam <strong>pontes de citoplasma muito finas</strong>, chamadas <strong>plasmodesmos</strong>. Por meio dos plasmodesmos há comunicação entre o citoplasma das células vizinhas.<br><br><strong>Vacúolos</strong></div><div>Os vacúolos são espaços, envolvidos por membrana, em cujo interior podem ser <strong>armazenadas substâncias</strong> como a seiva, além disso, tem como função <strong>regular o pH e a entrada de água</strong>, através do controle osmótico. Com isso, os vacúolos controlam a turgidez da célula.</div><div>Nas plantas jovens há vários vacúolos menores que se juntam e formam um grande vacúolo único à medida que a planta se desenvolve.<br><br><strong>Mitocôndrias</strong></div><div>São organelas compostas por membrana dupla, com muitas dobras. Sua função é realizar a respiração celular, que produz a maior parte da energia utilizada nas funções vitais.<br><br><strong>Retículo Endoplasmático</strong></div><div>São organelas cujas membranas se dobram formando sacos achatados. Existem 2 tipos de retículo endoplasmático, o liso e o rugoso.</div><div>A função principal do retículo endoplasmático rugoso (RER) é realizar a síntese proteica e transportar as proteínas até outras partes da célula.<br><br><strong>Aparelho de Golgi</strong></div><div>O <a href="https://www.todamateria.com.br/complexo-de-golgi/">complexo de Golgi</a> é composto de discos achatados empilhados, formando bolsas membranosas. Suas funções são: modificar, armazenar e exportar proteínas sintetizadas no retículo. Além disso, origina os lisossomos primários.</div><div><strong>Lisossomos</strong></div><div>Os <a href="https://www.todamateria.com.br/lisossomos/">lisossomos</a> são envolvidos apenas pela membrana e no seu interior há enzimas digestivas. Sua função é digerir moléculas orgânicas como lipídios, proteínas e ácidos nucleicos.</div><div><strong>Peroxissomos</strong></div><div>Os <a href="https://www.todamateria.com.br/peroxissomos/">peroxissomos</a> são pequenas organelas que contêm no seu interior enzimas oxidases. A principal função é oxidar a matéria-prima da respiração celular, cujas reações produzem o peróxido de hidrogênio e por isso o nome da organela.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:40:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Celula</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348683713</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Célula -</strong> A unidade básica e fundamental da vida é a célula. As células podem surgir na Natureza de forma isolada - seres unicelulares - ou associadas entre si - seres pluricelulares. <br>Em Biologia estudámos 2 tipos de células, as células procarióticas e as células eucarióticas (que se dividem em eucarióticas vegetais e animais). Pensa-se que as primeiras sejam parecidas com as primeiras células primitivas e que com a sua evolução tenham dado origem as células eucarióticas.<br><br>Em baixo estão os constituintes que podem ser encontrados nas células e as suas respetivas funções:<br><br><strong>- Membrana Celular/Plasmática: </strong>Delimita a célula e regula as trocas entre os meios intracelular e extracelular;<br><br><strong>- Parede Celular: </strong>Confere rigidez, suporte Ce proteção à célula vegetal;<br><br><strong>- Núcleo: </strong>Coordena a atividade e armazena informação genética;<br><br><strong>- Retículo Endoplasmático: </strong>Síntese e transporte de proteínas (RER), síntese de lípidos e hormonas (REL);<br><br><strong>- Ribossoma:</strong> Participam no processo de síntese de proteínas;<br><br><strong>- Complexo de Golgi: </strong>Intervém na secreção de substâncias: forma lisossomas;<br><br><strong>- Lisossomas: </strong>Contêm enzimas digestivas: intervêm na digestão intracelular;<br><br><strong>- Mitocôndria:</strong> Acolhe a maior parte do processo de respiração celular aeróbica: produção de ATP; <br><br><strong>- Centríolos:</strong> Intervêm na divisão celular;<br><br><strong>- Vacúolo:</strong> Armazenamento de água e outras substâncias, Intervêm na regulação do fluxo de água e iões entre o meio interior e o exterior da célula;<br><br><strong>- Citoesqueleto:</strong> Manutenção da forma da célula à custa de uma rede de fibras intercruzadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:43:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Procariontes</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348685217</link>
         <description><![CDATA[<div>As <strong>células procariontes</strong>, também conhecidas como protocélulas ou células procarióticas, pertencentes ao grupo <em>Prokaryota </em>do Reino Monera.</div><div>De partida, devemos tem em vista que existem dois tipos de células: procariontes ou eucariontes. Elas se diferenciam pelo seu funcionamento e pela complexidade de sua estrutura celular.<br><br>São organismos de tamanho relativamente pequeno e com composição e funcionamento bem simplificado, o que faz destes seres os primeiros organismos vivos no Planeta.</div><div>Eles surgiram há bilhões de anos como um grupo de criaturas unicelulares. Eram capazes de sobreviver em todos os ambientes, incluindo aqueles inóspitos, onde as condições de temperatura e pH seriam consideradas inadequados para o desenvolvimento de outros seres vivos.<br><br><strong>Principais Características</strong></div><div>Exceto pelos micoplasmas, as <a href="https://www.todamateria.com.br/bacterias/">bactérias</a> possuem uma parede celular e sua característica mais peculiar é a falta de carioteca para subdividir o núcleo celular.</div><div>Dizemos que elas não possuem um núcleo verdadeiro, pois este é formado por algumas membranas que constituem o “nucleoide”, ou seja, um núcleo não separado.</div><div>A <a href="https://www.todamateria.com.br/membrana-plasmatica/">membrana plasmática</a> possui permeabilidade, moléculas antigênicas. Ela é capaz de permutar substâncias com o ambiente exterior, bem como realizar a função de uma parede celular protetora.</div><div>Estas células se nutrem por meio de fontes de carbono e energia obtidas pelas ações:</div><ul><li>ação fototrófica (empregam a luz solar como fonte de energia)</li><li>ação quimiotrófica (aproveitam energia de compostos químicos)</li></ul><div>Apesar de exibirem a mesma estrutura molecular que os eucariontes, os seres procariontes não possuem algumas organelas, como:</div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/mitocondrias-estrutura-funcao-e-importancia/">mitocôndrias</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/reticulo-endoplasmatico-liso-e-rugoso/">retículo endoplasmático liso ou rugoso</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/complexo-de-golgi/">complexo de golgi</a></li><li>plastídeos</li><li>cariomembrana</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/lisossomos/">lisossomos</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/vacuolos/">vacúolos</a></li></ul><div>Mesmo assim, os procariontes possuem <a href="https://www.todamateria.com.br/dna/">DNA</a>, o qual pode ser observado como um anel sem proteínas (são destituídos de proteínas).</div><div>Este material genético é formado apenas por um filamento de DNA circular. Uma vez que o seu núcleo está separado do resto do organismo por uma fina camada protetora, aquele filamento encontra-se completamente misturado ao hialoplasma celular.</div><div>Assim, como o seu núcleo (envoltório nuclear) carece de membrana nuclear, todo o DNA se dispersa no citoplasma na forma de <a href="https://www.todamateria.com.br/ribossomos/">ribossomos</a>, os quais realizam a síntese proteica. Vale lembrar que somente o ribossomo pode ser encontrado no citoplasma.</div><div>As células procariontes não se reproduzem por <a href="https://www.todamateria.com.br/mitose/">mitose</a>. A fissão binária assexuada recombina o material genético por transdução ou transformação. Ele permite, inclusive, que uma espécie crie resistência antibiótica a partir daquela obtida por outro organismo de espécie diferente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:46:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Microscópio otico composto</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348687410</link>
         <description><![CDATA[<div>O microscópio é um instrumento utilizado para ampliar e observar estruturas pequenas dificilmente visíveis ou invisíveis a olho nú. O microscópio ótico utiliza luz visível e um sistema de lentes de vidro que ampliam a imagem das amostras.  Os microscópios óticos são constituídos por uma componente mecânica de suporte e de controlo da componente ótica que amplia as imagens. <br><br> <strong>Componentes mecânicos:</strong><br><strong> pé ou base –</strong> apoio a todos os componentes do microscópio  <strong>braço – </strong>fixo à base, serve de suporte às lentes e à platina <br><strong>platina –</strong> base de suporte e fixação da preparação, tem uma abertura central (sobre a qual é colocada a preparação) que deixa passar a luz. As pinças ajudam à fixação da preparação. A platina pode ser deslocada nos microscópios mais modernos, nos antigos tinha que se mover a própria amostra, segura pelas pinças. <br><strong>revólver –</strong> suporte das lentes objetivas, permite trocar a lente objetiva rodando sobre um eixo  tubo ou canhão – suporta a ocular na extremidade superior <br> <strong>parafuso macrométrico – </strong>permite movimentos verticais da grande amplitude da platina <br><strong>parafuso micrométrico –</strong> permite movimentos verticais lentos de pequena amplitude da platina para focagem precisa da imagem <br><strong> Componentes óticos <br>condensador – </strong>sistema de duas lentes (ou mais) convergentes que orientam e distribuem a luz emitida de forma igual pelo campo de visão do microscópio <br><strong>diafragma –</strong> regula a quantidade de luz que atinge o campo de visão do microscópio, através de uma abertura que abre ou fecha em diâmetro (semelhante às máquinas fotográficas) <br><strong>fonte luminosa –</strong> atualmente utiliza-se luz artificial emitida por uma lâmpada incluída no próprio microscópio com um interruptor e algumas vezes com um reóstato que permite regular a intensidade da luz. Os modelos antigos tinham um espelho de duas faces: a face plana para refletir luz natural e a face côncava para refletir luz artificial. <br><strong>lente ocular –</strong> cilindro com duas ou mais lentes que permitem ampliar a imagem real fornecida pela objetiva, formando uma imagem virtual mais próxima dos olhos do observador. As oculares podem ser de diferentes ampliações sendo a mais comum de 10x. A imagem criada pela ocular é ampliada, direita e virtual.<br><strong> lente objetiva –</strong> conjunto de lentes fixas no revolver, que girando permite alterar a objetiva consoante a ampliação necessária. É a lente que fica mais próxima do objeto a observar, projetando uma imagem real, ampliada e invertida do mesmo. As objetivas secas, geralmente com ampliação de 10x, 40x e 50x, são assim designadas porque entre a sua extremidade e a preparação existe somente ar. As objetivas de imersão (ampliação até 100x), pelo contrário, têm a sua extremidade mergulhada em óleo com o intuito de aumentar o poder de resolução da objetiva: como o índice de refração de óleo é semelhante ao do vidro o feixe de luz não é tão desviado para fora da objetiva. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:51:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade Laboratorial</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348690028</link>
         <description><![CDATA[<div><strong> Material: </strong></div><ul><li>Microscópio Ótico Composto;</li><li>Lâminas e Lamelas;</li><li>Pinça;</li><li>Bisturi;</li><li>Palito;</li><li>Corante vermelho-neutro;</li><li>Corante azul de metileno;</li><li>Corante água iodada;</li><li>Material Genético;</li><li>Agulha.</li></ul><div><br></div><div><strong>- Procedimento:</strong></div><ol><li><strong> passo: </strong>Depois de termos a nossa bancada pronta e o nosso material pronto, fomos em busca da letra "F" numa fila de jornal e recortá-lo; </li><li><strong>passo: </strong>Colocamos uma gota de água na lamina antes de colocar a nossa letra, depois temos de colocar a lamela a 45º e com o auxilio de uma agulha (ou da pinça) deixamos a cair sobre o preparado.</li><li><strong>passo: </strong>Colocamos o  nosso preparado sobre a platina do microscópio ótico e começamos e fizemos a observação da mesma.</li></ol><div><br>Depois de realizada esta atividade,  repetimos o procedimento mas, desta vez, com dois cabelos, um cabelo louro e um castanho de dois membros distintos do nosso grupo.<br><br>(Ampliação: 100x (objetiva-10x x ocular-10x— com o aumento da ampliação do MOC, diminui o campo de visão, no entanto aumenta o detalhe. Por essa razão a letra “F” não é observável na totalidade quando se utiliza uma ampliação total do MOÇO de 100x) na da letra "F" em água</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 18:57:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem - Fio de CabeloAmpliação</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348691955</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação - 100x (Ocular - 10x x Objetiva - 10x)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 19:01:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2ª parte da Atividade Laboratorial</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348693005</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Células de epiderme interior das túnicas de cebola (células eucarióticas vegetais):</strong><br><br><br></div><ul><li><strong>Procedimento:</strong></li></ul><ol><li>Colocamos sobre 3 lâminas distintas, respetivamente, uma gota de vermelho-neutro, uma gota de azul metileno e uma gota de água iodada;</li><li>Com o auxílio da pinça, destacámos um fragmento to de epiderme da face côncava de uma túnica de cebola;</li><li>Com o bisturi, dividimos o fragmento  em pequenas porções (cerca de 5  mm), colocando cada uma delas distendidas sobre o corante, que se encontra em cada uma das lâminas;</li><li>Colocámos sobre as 3 preparações as lamelas e observámos ao microscópio e fotografámos;</li><li>Depois comparámos as 3 fotografias.</li></ol><div><br><strong>- II - Células do epitélio lingual (células animais):</strong><br><br></div><ul><li>Procedimento:</li></ul><ol><li>Colocámos uma gota de azul de metileno numa lâmina;</li><li>Com um palito, raspámos levemente a superfície dorsal da língua, colocando o produto obtido sobre a gota de corante;</li><li>Cubrímos com a lamela e observámos ao microscópio, fotografando depois, os resultados;</li><li>Por fim comparámos as fotografias.</li></ol><div><br>(Ampliação: 40x de uma célula eucariótica vegetal corada com água iodada)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 19:04:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Água Iodada </title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348694766</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 19:07:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348696532</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Material:</strong></div><div><br></div><ul><li>Microscópio Ótico;</li><li>Lâminas e lamelas;</li><li>Pinça;</li><li>Agulha de dissecção;</li><li>Marcador;</li><li>Conta-Gotas;</li><li> Água destilada;</li><li>Água salgada (solução de cloreto de sódio a 12%):</li><li>Pétalas vermelhas de camélia;</li></ul><div><br><strong>-  Procedimento:<br><br></strong>1. Com o auxílio da pinça, destacámos dois fragmentos da epiderme superior das pétalas;<br><br>2. Preparámos duas lâminas distintas a que designámos de A e B;<br><br>3. Na lâmina A, colocámos um dos fragmentos da epiderme da pétala numa gota de água destilada e cobrimos com uma lamela;<br><br>4. Na lâmina B, colocámos o outro fragmento de epiderme numa gota de água salgada e também cobrimos com uma lamela;<br><br>5. Observámos as duas preparações ao microscópio e desenhámos as observações que fizemos;<br><br><strong>- Conclusão:</strong><br><br>Depois de termos realizado todo o procedimento e termos feito as nossas observações e feito os desenhos, podemos concluir que houve diferenças no vacúolo das células das pétalas das lâminas A e B. Na lâmina A, onde a pétala esteve em contacto com água destilada (com baixa concentração de cloreto de sódio - meio hipotónico) o vacúolo das células tinham o vermelho pouco concentrado e o vacúolo apresentava grandes dimensões. Com isto, podemos concluir que a água entrou dentro da célula por osmose e fez com que o vacúolo aumentasse de tamanho e com que o vermelho fosse menos concentrado, porque ocupou uma grande área - neste caso a célula ficou em estado de turgescência. <br>Já no caso da lâmina B, onde a pétala esteve em contacto com água salgada (com elevada concentração de cloreto de sódio - meio hipertónico), o vacúolo das células tinha diminuído de tamanho, mas desta vez o vermelho estava mais concentrado. Com este resultado, podemos concluir que a água saiu por osmose para fora da célula, o que fez com que o vacúolo diminuísse de tamanho e fizesses com os pigmentos vermelhos se aproximassem, ficando com um aspeto mais concentrado - neste caso podemos afirmar que a célula ficou em estado de plasmólise.<br><br>Esta experiência permitiu me perceber melhor os estados de plasmólise e de turgescência das células e ajudou-me a perceber melhor os transportes transmembranares, nomeadamente a osmose. Além disso, evolui as minhas capacidades de trabalho, principalmente no uso do microscópio ótico composto e na preparação de soluções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 19:11:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Lâmina A</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348697865</link>
         <description><![CDATA[<div>Agua destilada</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 19:15:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lamina B</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/348705939</link>
         <description><![CDATA[<div>Agua Salgada</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 19:36:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>osmose em pétalas de camélia</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/367141515</link>
         <description><![CDATA[<div>Membrana Plasmática ou Celular</div><div><strong>1. Função:<br></strong><br><strong>Membrana celular </strong>- A membrana celular delimita a célula, seja</div><div>procariótica ou eucariótica, constituindo uma barreira seletiva entre o meio intracelular e o meio extracelular. Através da membrana a célula realiza trocas de matéria e de energia com o meio envolvente.<br>A membrana também é sensível a estímulos do meio.<br><br><strong>2. Estrutura:<br></strong><br></div><ul><li>O modelo aceite para a ultraestrutura da membrana plasmática é o Modelo de Mosaico Fluído. Segundo esta conceção, proposta por Singer e Nicholson, em 1972, a membrana é constituída por uma bicamada fosfolípidica, onde se inserem proteínas intrínsecas (ou integradas) e proteínas extrínsecas (ou periféricas);</li><li>O colesterol surge, nas membranas das<br>células animais, entre<br>as moléculas de fos- folípidos.</li></ul><div><br></div><div><strong>3. Comportamento:<br></strong><br></div><ul><li>A arquitetura da membrana é fluida ou dinâmica, ou seja, as moléculas são peças ajustáveis, podendo mesmo trocar de posição, fenómeno que será comum nos fosfolípidos e em algumas proteínas;</li><li>A membrana plasmática apresenta permeabilidade seletiva, ou seja, pode facilitar, dificultar ou impedir a passagem de<br>substâncias.<br>Tal fluxo pode ser mediado ou não por moléculas transportadoras.</li></ul><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:21:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Processo de OsmoseDefinição: </title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/367142581</link>
         <description><![CDATA[<div>difusão de fluidos através de paredes porosas ou pouco permeáveis que separam soluções do mesmo solvente de diferentes concentrações</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:27:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transportes Transmembranares</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/367142878</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem dois tipos de transporte, o <strong>mediado</strong> (onde a passagem de substâncias através da membrana ocorre por ação de moléculas transportadoras) e o <strong>não mediado</strong> (onde o fluxo de substâncias através da membrana ocorre sem intervenção de moléculas transportadoras). Além destes ainda existe o <strong>transporte em quantidade</strong>.<br><br>1. Transportes Não Mediados:<br><br><strong>  1.1. Osmose<br><br>  1.1.1. Características:</strong></div><ul><li>Movimento de água através da membrana plasmática.</li><li>Efetua-se de um meio de menor concentração em soluto (hipotónico) para um meio de maior concentração (hipertónico).</li><li>É um transporte passivo, isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre afavor do gradiente de concentração.</li><li>Na sequência dos movimentos osmóticos, a célula pode:</li><li>- perder água (quando o meio extracelular é um meio hipertónico), diminuindo, assim, o seuvolume celular. Nessa situação a célula diz-se <strong>plasmolisada ou em estado de plasmólise</strong>;</li><li>- ganhar água, aumentando, assim, o seuvolume celular e aumentando a pressão sobre a membrana plasmática e parede celular (pressão de turgescência). Neste caso, a célula diz-se <strong>túrgida ou no estado de turgescência</strong>.</li><li>No caso, das células animais, a pressão de turgescência pode levar a uma situação limite, à rutura da membrana plasmática – lise celular. As células eucarióticas vegetais, quando colocadas num meio fortemente hipotónico,não entram em lise celular uma vez que aparede celular (de natureza celulósica) exerce uma pressão contrária à pressão de turgescência.</li><li>Quanto maior a diferença de concentração (de soluto) entre dois meios maior é a velocidade osmótica. À medida que a diferença de concentração vai diminuindo também avelocidade osmótica diminui, acabando por estabilidade quando os dois meios se tornam isotónicos (a partir deste momento o fluxo de água é igual nos dois sentidos).</li><li>A pressão necessária para contrabalançar a tendência da água se mover de uma solução hipotónica (com elevada quantidade de moléculas de água) para uma solução hipertónica (com baixa quantidade de moléculas de água) designa-se por Pressão Osmótica. Logo, a pressão osmótica é elevada em meios hipertónicos e baixa em meios hipotónicos.</li></ul><div><br>   <strong> 1.1.2. Exemplos:</strong><br><br></div><ul><li>Água</li></ul><div><br>  <strong>1.2. Difusão Simples:<br><br>   1.2.1. Características:<br></strong><br></div><ul><li><strong> </strong>As moléculas de soluto deslocam-se do meio para o meio hipotónico, ou seja a favor do gradiente de concentração, com o objetivo de os dois meios ficarem isotónicos.</li><li>É um transporte passivo isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre afavor do gradiente de concentração.</li><li>A velocidade de movimentação do soluto é diretamente proporcional à diferença de concentração entre os dois meios.</li></ul><div><br>  <strong> 1.2.2. Exemplos:</strong><br><br></div><ul><li>Moléculas apolares</li><li>Alguns iões</li><li>Pequenas moléculas polares sem carga</li><li>Moléculas lipossolúveis- Gases</li></ul><div><br><strong>2. Transporte Mediado:<br><br>  2.1. Difusão Facilitada:<br><br>   2.1.1. Características:<br></strong><br></div><ul><li>Transporte  de substâncias a favor do gradiente de concentração com a intervenção de proteínas transportadoras (permeases).</li><li>É um transporte passivo isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre afavor do gradiente de concentração.</li><li>O processo de difusão facilitada efetua-se em três etapas:</li></ul><ol><li>Ligação da molécula a transportar à permease (proteína transportadora);</li><li>Alteração conformacional da permease (proteína transportadora), que permite a passagem da molécula através da membrana e a sua separação da permease (proteína transportadora);</li><li>Regresso da permease (proteína transportadora) à sua forma inicial.</li></ol><div><br></div><ul><li>A velocidade de transporte da substância:</li></ul><div><br>- aumenta com o aumento da diferença de</div><div>concentração de soluto entre dois meios;<br><br></div><div>- mantém-se constante quando todos os locais de ligação das permeases estão ocupados(saturados) mesmo que a concentração de soluto aumente.<br><br>   2.1.2. Exemplos:<br><br></div><ul><li>Moléculas <strong>polares, </strong>como <strong>glicose </strong>e <strong>aminoácidos</strong>.</li></ul><div><br>  <strong>2.2. Transporte Ativo:<br><br>   2.2.1.  Características:<br></strong><br></div><ul><li>Transporte de substâncias de um meio hipotónico(para um meio hipertónico, ou seja, contra o gradiente de concentração com a intervenção de proteínas transportadoras - ATPases.</li><li>O transporte ativo mantém o gradiente de concentração entre dois meios (estes nunca ficam isotónicos).</li><li>O transporte ativo é um transporte ativo, isto é, implica gasto de energia (ATP) por parte da célula, uma vez que ocorre contra o gradiente de concentração.</li><li>No transporte ativo, ao contrário do que acontece na difusão facilitada, as mudanças de forma na proteína transportadora ocorrem devido à energia resultante da hidrólise de ATP. Nesta situação, as proteínas transportadoras comportam-se como enzimas, sendo designadas ATPases.</li></ul><div><br>   <strong>2.2.2. Exemplos:<br></strong><br></div><ul><li><strong>Iões (Ex: Bomba de sódio e potássio)</strong></li></ul><div><br><strong>3. Transportes em Quantidade:</strong></div><div><br>  <strong>3.1. Endocitose:</strong><br><br>   3.1.1. Características:<br><br></div><ul><li>A célula inclui no seu citoplasma moléculas provenientes do meio exterior. Este processo inicia-se com a formação de uma invaginação da membrana plasmática que vai, progressivamente, englobando o material extracelular. Esta invaginação acaba por se destacar da membrana, formando uma vesícula endocítica.</li><li>A endocitose pode ser classificada em:</li></ul><div><br>- <strong>Fagocitose </strong>– processo endocítico em que a célula emite prolongamentos citoplasmáticos, os pseudópodes, que envolvem partículas de grandes dimensões ou mesmo células inteiras, acabando por formar uma vesícula fagocíticaque se destaca para o interior do citoplasma.<br><br>- <strong>Pinocitose</strong> – processo endocítico em que a membrana celular, por invaginação, englobafluido extracelular contendo ou não pequenas partículas, formando pequenas vesículas pinocíticas (menores que as vesículas fagocíticas).<br><br>- <strong>Endocitose mediada por recetor </strong>– processo em que as macromoléculas entram na célula,ligadas a recetores membrana, através de vesículas endocíticas.<br><br>   3.1.2. Exemplos:<br><br></div><ul><li>Macromoléculas. gotículas de solutos, bactérias captadas por glóbulos brancos</li></ul><div><br> <strong> 3.2. Exocitose:<br></strong><br>   <strong>3.2.1. Características:</strong><br><br></div><ul><li>A célula liberta para o meio extracelular produtos resultantes da digestão intracelular ou moléculas sintetizadas no seu interior, como produtos do metabolismo celular, certas secreções (hormonas) e proteínas estruturais (colagénio).</li><li>Neste processo as vesículas de secreção convergem para a membrana plasmática, fundem-se com ela e libertam o seu conteúdo no meio extracelular.</li></ul><div><br> <strong>  3.2.2. Exemplos:</strong><br><br></div><ul><li>Resíduos de digestão Intracelular; </li><li>Proteínas;</li><li>Hormonas.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:29:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade Laboratorial - Osmose</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/367143486</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Material:</strong></div><div><br></div><ul><li>Microscópio Ótico;</li><li>Lâminas e lamelas;</li><li>Pinça;</li><li>Agulha de dissecção;</li><li>Marcador;</li><li>Conta-Gotas;</li><li> Água destilada;</li><li>Água salgada (solução de cloreto de sódio a 12%):</li><li>Pétalas vermelhas de camélia;</li></ul><div><br><strong>-  Procedimento:<br><br></strong>1. Com o auxílio da pinça, destacámos dois fragmentos da epiderme superior das pétalas;<br><br>2. Preparámos duas lâminas distintas a que designámos de A e B;<br><br>3. Na lâmina A, colocámos um dos fragmentos da epiderme da pétala numa gota de água destilada e cobrimos com uma lamela;<br><br>4. Na lâmina B, colocámos o outro fragmento de epiderme numa gota de água salgada e também cobrimos com uma lamela;<br><br>5. Observámos as duas preparações ao microscópio e desenhámos as observações que fizemos;<br><br><strong>- Conclusão:</strong><br><br>Depois de termos realizado todo o procedimento e termos feito as nossas observações e feito os desenhos, podemos concluir que houve diferenças no vacúolo das células das pétalas das lâminas A e B. Na lâmina A, onde a pétala esteve em contacto com água destilada (com baixa concentração de cloreto de sódio - meio hipotónico) o vacúolo das células tinham o vermelho pouco concentrado e o vacúolo apresentava grandes dimensões. Com isto, podemos concluir que a água entrou dentro da célula por osmose e fez com que o vacúolo aumentasse de tamanho e com que o vermelho fosse menos concentrado, porque ocupou uma grande área - neste caso a célula ficou em estado de turgescência. <br>Já no caso da lâmina B, onde a pétala esteve em contacto com água salgada (com elevada concentração de cloreto de sódio - meio hipertónico), o vacúolo das células tinha diminuído de tamanho, mas desta vez o vermelho estava mais concentrado. Com este resultado, podemos concluir que a água saiu por osmose para fora da célula, o que fez com que o vacúolo diminuísse de tamanho e fizesses com os pigmentos vermelhos se aproximassem, ficando com um aspeto mais concentrado - neste caso podemos afirmar que a célula ficou em estado de plasmólise.<br><br>Esta experiência permitiu me perceber melhor os estados de plasmólise e de turgescência das células e ajudou-me a perceber melhor os transportes transmembranares, nomeadamente a osmose. Além disso, evolui as minhas capacidades de trabalho, principalmente no uso do microscópio ótico composto e na preparação de soluções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:33:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(Ampliação= Ocular(10x) x Objetiva(40x) = 400x)</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/367143867</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:35:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(Ampliação= Ocular(10x) x Objetiva(10x) = 100x</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/367143989</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:36:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/367144529</link>
         <description><![CDATA[Os estomas são estruturas existentes nas plantas que controlam as trocas gasosos entre as plantas e  o meio externo, graças à capacidades que têm em abrir e fechar. A mudança de forma das células estomáticas está relacionada com o seu conteúdo em água. 
Constituição:
Um estoma, é constituído por duas células-guarda., que limitam uma abertura chamada de ostíolo, que está em contacto com uma câmara estomática, estando o conjunto rodeado por outras células.]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:39:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/367144781</link>
         <description><![CDATA[Como já referi anteriormente os estomas são estruturas que intervêm nas trocas gasosas entre as plantas e o seu meio. A  abertura dos estomas, é dependente de algumas condições abióticas por exemplo, da luz do vento, da temperatura e da humidade no ar.
   
Temperatura do ar – Quanto maior a temperatura do ar, mais rápida é a evaporação da água nas células-guarda, pelo que mais rápida é a entrada de água novamente para estas células, o que provoca a sua turgescência e, consequentemente, a abertura dos estomas, aumentando a sua taxa de transpiração.

Humidade do ar – Quanto menor for a humidade do ar, maior será a transpiração, pois mantém-se um gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha. A água passa continuamente para as células-guarda, que ficam túrgidas, provocando a abertura do estoma.

Vento – O vento, fraco e moderado, arrasta as partículas de água resultantes da transpiração, baixando a humidade junto das células-guarda, mantendo deste modo um gradiente de concentração entre as folhas e a atmosfera. A água sai novamente das células, é novamente arrastada pelo vento, aumentando a transpiração da planta. Se o vento é muito forte, pelo contrário, a transpiração diminui, pois ocorre o fecho dos estomas devido a uma excessiva perda de água.

Luz – Se existir luz ocorre fotossíntese, que vai consumir dióxido de carbono, pelo que a sua concentração nas células-guarda baixa, não se formando ácido carbónico, o que permite a ativação da enzima fosforilase, que ao transformar o amido em glicose vai aumentar a concentração do meio. Entra água para estas células provocando-lhes a turgescência, abrindo o estoma e, deste modo, aumentando a taxa de transpiração.]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:41:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/367144781</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade Prática dos estomas</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/367145219</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta atividade pratica, tínhamos o objetivo de testar a abertura dos estomas quando estes são expostos a diferentes agentes abióticos como existência ou ausência de luz e a concentração de solutos no meio em que se encontravam.<br><br><strong>material<br><br></strong>- Microscópio Óptico<br>- Lâminas e lamelas<br>- Bisturi<br>- Pinça<br>- Agulha<br>- Água destilada<br>- Solução saturada de cloreto de sódio<br>- Folhas de<strong><em> Tradescância</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:43:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rodrigo_destruidor213/wnb8uddcqaa/wish/367145219</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Preparação A</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
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         <title>Preparação B</title>
         <author>rodrigo_destruidor213</author>
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