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      <title>Remake of o meu padlet by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-11-21 19:12:49 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa relativa ao Mod. 6 / Opção AAtendendo às percentagens apresentadas podemos concluir que, no geral, os alunos ciganos são o exemplo do que é fazer uma má autorregulação das aprendizagens. Muitos destes alunos não estão disponíveis para realizar as mudanças necessárias para se integrarem na cultura da escola. Como não manifestam um envolvimento cognitivo, comportamental e emocional adequado à cultura da escola segregam-se e reagem, por vezes,  com agressividade.A rigidez com que assumem a sua cultura não lhes permite uma fácil integração na cultura da escola manifestando, muitas vezes, repúdio pela norma (falta de envolvimento comportamental); pelo estabelecimento de objetivos diferentes daqueles que lhe “impõem” em casa (falta de envolvimento cognitivo); e pela falta de identidade com aquilo que a escola lhe oferece.  A nível cognitivo o aluno cigano não manifesta, regra geral, interesse pelo saber. Os seus objetivos de vida não se cruzam, nem passam por cumprir os objetivos da escola. Mais importante do que aprender é casar cedo.A nível comportamental não está habituado às regras de escola, ao espaço fechado, etc, dai que muitas vezes estes alunos reajam mal à implementação de regras, inerentes ao regulamento interno da escola, ou não aguentem uma aula de 90 minutos em espaço fechado.A nível emocional, e por tudo o que já se disse, o aluno cigano tem outra modo de pensar e sentir. Hábitos e objetivos diferentes do comum dos alunos. Por isso não se identifica com a escola, não se revê no pensar comum, não reconhece a escola como útil para a sua vida, ou pelo menos não lhe vê valor suficiente para que ele se esforce.Não podemos contudo deixar de referir que  se a escola abriu as portas a estes alunos tem de se adequar em termos humanos e científicos, o que nem sempre acontece. Normalmente  estes alunos são integrados em turmas de currículos regulares, sem apoio de intermediários culturais ou técnicos especializados, sejam eles assistentes sociais, tutores ou psicólogos. O professor por si só, com turmas de 30 alunos, não consegue olhar para estes grupos com a atenção que eles exigem e merecem.</title>
         <author>isabel_mdias</author>
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         <pubDate>2016-11-21 19:13:07 UTC</pubDate>
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