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      <title>Contar &amp; Recontar para Cri@r by Santiago Beja</title>
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      <description>Recriação de contos tradicionais </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-28 08:39:06 UTC</pubDate>
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         <title>O cágado e a raposa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Manuel Costa e Afonso Mariano</strong><br>Um dia, uma raposa gabarolas desafiou um pobre cágado para uma corrida.&nbsp;<br>Chamou os seus irmãos e combinaram espalharem-se ao longo da pista de corrida e combinaram que sempre que a raposa&nbsp; chamasse pelo cágado, o cágado da frente respondia:<br>- Já estou muito à frente amiga raposa. Isto aconteceu muitas vezes e no final o cágado ganhou a corrida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-29 13:03:39 UTC</pubDate>
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         <title>O príncipe com orelhas de burro - reconto</title>
         <author>saralcsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um rei que estava muito triste, pois não tinha filhos. Um dia, mandou chamar as 3 fadas do reino e pediu-lhes:&nbsp;</div><div>-Fadas, preciso do vosso poder! Preciso de um herdeiro para governar este reino quando eu morrer, por isso, peço que a rainha me dê um filho.&nbsp;</div><div>&nbsp;As fadas&nbsp; concederam o pedido ao rei e ao fim de nove meses, nasceu o bebé. E a primeira fada tocando com a varinha de condão no bebé, disse:&nbsp;</div><div>-Eu te fado para que sejas o príncipe mais belo do mundo!&nbsp;</div><div>&nbsp; Aproximou-se a segunda fada e disse:</div><div>-Eu te fado para que sejas o príncipe mais honesto e inteligente...</div><div>&nbsp;Mas, a terceira fada aproximou-se e disse:&nbsp;</div><div>-Eu te fado para que nasçam orelhas de burro...&nbsp;</div><div>&nbsp;As fadas saíram imediatamente, e logo cresceu as duas orelhas de burro na criança.&nbsp;</div><div>Passaram uns anos e cada vez o príncipe ficava mais bonito e na corte ninguém sabia que ele tinha orelhas de burro apenas o rei e a rainha. Certo dia, era hora de fazer a barba, e o rei chamou o barbeiro e disse:&nbsp;</div><div>-De agora em diante vais fazer a barba do meu filho, e se tu disseres a alguém que ele tem orelhas de burro, morrerás.</div><div>&nbsp;O barbeiro queria contar sobre o segredo, mas ele não queria morrer, por isso&nbsp; guardava-o.&nbsp;</div><div>&nbsp;Um dia, foi à igreja conversar com o padre e acabou confessando-se:&nbsp;</div><div>-O que eu faço, padre?-perguntou.</div><div>-Vá até um lugar bem distante e faça uma cova e grita dentro dela o teu segredo quantas vezes for necessário!&nbsp;</div><div>&nbsp;Assim fez o barbeiro e&nbsp; anos mais tarde nasceu um canavial onde ele tinha feito a cova.&nbsp;<br>&nbsp;Os pastores que ali passavam pegaram o canavial e fizeram flautas e quando eram tocadas saía: "O príncipe tem orelhas de burro!" Os pastores levaram a flauta ao rei e aquele surpreso tocou e saíu a mesma coisa.&nbsp;</div><div>&nbsp;Desesperado, chamou as fadas para tirarem este feitiço, depois de ter tirado as orelhas, a flauta já não tocava "O príncipe tem orelhas de burro!"&nbsp;</div><div><br><br></div><div>Feito por: Sara Silva&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-29 16:10:43 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Marques</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Comida sem sal<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O rei tinha 3 filhas e queria saber qual era a que mais gostava dele, para lhe suceder.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A mais velha respondeu:&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -Quero-o tanto como o sol.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A do meio respondeu:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -Quero-o mais do que a mim mesma.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A mais nova respondeu:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Quero-o tanto como a comida quer o sal.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Então o rei pensou que a filha mais nova não gostava dele e expulsou-a do seu palácio. Ela foi ter a outro reino onde arranjou trabalho como cozinheira.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Certo dia, cozinhou um delicioso pastel. Quando ia comê-lo, o príncipe encontrou lá dentro um anel muito valioso e quis saber de quem era. Assim, descobriu que a cozinheira era uma princesa e decidiu casar com ela.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No dia do casamento, a própria noiva cozinhou o banquete, sabendo que um dos convidados era o rei, seu pai. Quando este provou a comida gritou:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;-Esta comida está uma porcaria, está sem sal. Chamem já a cozinheira.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando a cozinheira se apresentou vestida de princesa, ele reconheceu a sua filha mais nova e percebeu o erro que cometera.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Abraçaram-se e foram felizes para sempre.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 18:16:52 UTC</pubDate>
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         <title>A ilha de timor</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tudo começou, quando um crocodilo estava com muita fome e desejava algo para comer.&nbsp;<br>Foi aí que um rapazinho surgiu repentinamente , como ele não conseguiu matar a fome ao crocodilo, então ele comeu-o.<br>&nbsp;Ele só não estava à espera que surgisse outro rapazinho. Então o  crocodilo  estranhou, porque estava a achar sorte!&nbsp; Mais e mais iam surgindo cada vez mais, até que chegou a uma certa altura, que ele rebentou de tanto rapazinho  que comeu. Então rebentou e no final surgiu outro rapazinho que o comeu.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-02 21:30:52 UTC</pubDate>
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         <title>Os dois amigos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Dois amigos chamados Manuel e João estavam a caminhar pelo deserto numa calma conversa, apesar do sol abrasador. Entretanto, o João insultou o Manuel e começou uma discussão. Em certa altura, o Manuel não resistiu e esbofeteou o João. Este sem nada para dizer, baixou-se e escreveu na areia:<br>- Hoje o meu melhor amigo deu-me um murro.<br>Caminhando os dois sem nada para dizer no sol forte, decidiram descansar à sombra de uma tameira.&nbsp;<br>Mais tarde, João decidiu ir dar um mergulho e num certo momento,&nbsp; perdeu o pé. Manuel vendo aquilo, tentou ajudar o seu melhor amigo.&nbsp;<br>Algum tempo mais tarde, quando João se sentiu melhor levantou-se e escreveu numa pedra:<br>-Hoje, o meu melhor amigo, salvou-me a vida.<br>- Porque é que eu quando te bati, escreveste na areia e agora, que eu te salvei a vida, escreveste numa pedra?<br>- perguntou Manuel admirado.<br>Então o João disse:<br>-Quando um amigo nos ofende, escrevemos na areia e o vento leva, mas quando um amigo faz alguma coisa que gostamos ou uma boa ação para connosco escrevemos numa pedra que aí o vento não pode levar.<br>Fizeram as pazes e ficaram ali  a ver as estrelas e adormeceram.&nbsp;<br>Maria Romana e Leonor Marinheiro&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 21:07:41 UTC</pubDate>
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