<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>O meu ano e as minhas aprendizagens, aqui!🌿🐾 by Sara Freitas</title>
      <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology</link>
      <description>Este vai ser o meu diário de aprendizagens onde vou resumir os conteúdos que irei aprender na disciplina de BG 
Made with love and hard work</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-10 08:13:45 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-23 01:16:45 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/f69c5d5ca20482fa234b1e16e470b445/296807.jpg</url>
      </image>
      <item>
         <title>Aquecimento global-causas</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/291123610</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta imagem retrata uma das principais causas do Aquecimento Global bem presente no dia a dia de todos nós- a queima de combustiveis fósseis-As causas do aquecimento global são muitas mas podemos destacar o aumento da emissão de gases poluentes derivados da queima de combustíveis fósseis, como gasolina e diesel, além de outros gases como o dióxido de carbono que é um gás com efeito de estufa </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/928b89ad278ae78d38f955827415c9df/poluicaodoarcarros.jpg" />
         <pubDate>2018-10-10 08:38:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/291123610</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Video Ilustrativo dos« ciclo das rochas</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/300093285</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=1AHse5A_oAI" />
         <pubDate>2018-11-03 18:06:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/300093285</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/300093832</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/5e67888ea08d5e04c51bf92c8ca58fe8/rochas.jpg" />
         <pubDate>2018-11-03 18:12:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/300093832</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aquecimento global-consequências</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312513019</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das grandes consequências do Aq. global é a extinção de espécies. A imagem mostra um caso concreto- o urso polar . Esta é uma das grandes consequências do Aquecimento Global- desgelo das calotas polares. <br>O habitat natural desta espécie está a desaparecer o que causa grande impacto na espécie, visto que, esta usa o gelo como «plataforma» para caçar. Sem gelo o urso polar não consegue ter sucesso nas suas investidas causando, assim, a grave desnutrição e, consequentemente, levando à extinção da espécie</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/81027da484ff9792b26c200bdd96b79b/aquecimento_global.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 15:18:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312513019</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aquecimento global-soluções</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312513505</link>
         <description><![CDATA[<div>A plantação de árvores é um gesto muito simples que faz uma grande diferença!<br>As árvores captam o dióxido de carbono presente na atmosfera- e como já foi dito, extremamente prejudicial- e libertam oxigénio para a mesma.<br>As árvores desempenham um papel importantíssimo no combate ao Aquecimento Global </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/157633f25c6f144f91a6d81d9bbc4f88/20150921102357_plante_uma_arvore_por_ano.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 15:22:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312513505</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aquecimento global-reflexão</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312513713</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global é uma ameaça a tudo o que se tem vindo a conquistar em termos de Humanidade de tecnologia!<br>Temos de atuar já! Mudar os comportamentos e hábitos e já não temos muito tempo para adaptações!<br>Temos TODOS o dever de ajudar, pois este problema põe em causa a qualidade de vida das nossas gerações futuras.<br>Vamos tornar o nosso planeta num local melhor, com mais condições <br>«O aquecimento do planeta é uma arma de destruição maciça, «pelo menos tão perigosa como as armas químicas, nucleares ou biológicas». A ideia é defendida pelo antigo presidente do Instituto Britânico de Meteorologia,</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/8e5735ad398dcbbd0c5d939be59bf6bc/planet_change.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 15:23:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312513713</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Imagens</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312513736</link>
         <description><![CDATA[<div>-<a href="https://www.google.pt/search?biw=1280&amp;bih=689&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=0eALXPq">https://www.google.pt/search?biw=1280&amp;bih=689&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=0eALXPq </a><br>-<a href="https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwijw9HtxJDfAhVLzBoKHf4LA6cQjRx6BAgBEAU&amp;url">https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwijw9HtxJDfAhVLzBoKHf4LA6cQjRx6BAgBEAU&amp;url </a><br>-<a href="https://www.google.pt/search?biw=1280&amp;bih=640&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=leILXNbDK86uasiZlqAB&amp;q=aquecimento+global&amp;oq=aquecglobal&amp;gs_l=img.3.0.0i7i30l10.2517.3549..4706...0.0..0.102.342.3j1......0....1..gws-wiz-img.yBNtBT_YITg#imgrc=1_Gaoj7QNStHqM:">https://www.google.pt/search?biw=1280&amp;bih=640&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=leILXNbDK86uasiZlqAB&amp;q=aquecimento+global&amp;oq=aquecglobal&amp;gs_l=img.3.0.0i7i30l10.2517.3549..4706...0.0..0.102.342.3j1......0....1..gws-wiz-img.yBNtBT_YITg#imgrc=1_Gaoj7QNStHqM:</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-08 15:24:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312513736</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Granito-história</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312514139</link>
         <description><![CDATA[<div>O granito é uma rocha magmática intrusiva. Isto significa que se formou em prfundidade bem no interior da Terra.<br>Devido à sua formação em grandes profundidades e a lenta solidificação do magma (este processo pode demorar centenas de anos) os minerais constituintes desta rocha têm muito tempo para se desenvolverem, conferindo ao Granito uma textura granular/fanerítica e minerais bem visíveis e facilmente identificáveis.  Os minerais que tornam uma rocha num Granito são: o Quartzo, o Feldspato e as Micas </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/a0343a89ddd0ffc63ba4e81bd701b807/rocha_granito.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 15:27:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312514139</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reação do calcário ao ácido</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312514344</link>
         <description><![CDATA[<div>O calcário reage com o ácido clorídrico pois esta rocha é composta essencialmente por carbonato de cálcio formando assim uma efervescência aquando adicionado à amostra da rocha.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/872dabc075c0b3e19cf8989bd79ff822/hqdefault.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 15:28:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312514344</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Amostras analisadas na aula</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312514446</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula prática analisamos várias rochas, as quais:<br>- Basalto: rocha magmática extrusiva. Apresenta textura afanítica e cristais não visíveis a olho nu<br>- Granito. rocha magmática intrusiva com textura fanerítica e cristas bem desenvolvido e visíveis<br>- Calcário: rocha de origem sedimentar que se forma por precipitado de carbonato de cálcio que campacta e forma esta rocha<br>- Gnaisse: rocha de origem metamórfica. É uma rocha formada por pressão e deformação de uma rocha preexistente, o Granito<br>- Mármore: rocha de origem metamórfica, proveniente da deformação do calcário<br>- Arenito: rocha de origem sedimentar. Esta rocha provém da compactação e cimentação de diferentes tipo de sedimento provenientes de diferentes tipos de rocha. É uma rocha com textura fanerítica.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/73bb38b8239238854e0e1126b0b7ed73/received_743474449322452.jpeg" />
         <pubDate>2018-12-08 15:29:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312514446</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alguns links dos murais dos meus colegas: </title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312516518</link>
         <description><![CDATA[<div>Nikita Pavlenko:<br><a href="https://padlet.com/Pavlenko/coisacompletamentealiatoria">https://padlet.com/Pavlenko/coisacompletamentealiatoria</a><br>Maria Matias:<br><a href="https://padlet.com/matiasmaria1422/Maria_Matias">https://padlet.com/matiasmaria1422/Maria_Matias</a><br>Henrique Oliveira:<br><a href="https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh">https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh</a><br>Rui Castro:<br><a href="https://padlet.com/ruimiguelsampaiocastro/79bdhchndex3">https://padlet.com/ruimiguelsampaiocastro/79bdhchndex3</a> <br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-08 15:45:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312516518</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os tipos de rochas</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312516802</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>-</mark><strong><mark>Rochas sedimentares</mark></strong><br>As rochas sedimentares são rochas formadas a partir da deposição de sedimentos provenientes de todos os tipos de rocha preexistente ou qualquer outro material orgânico que sofrem uma consequente cimentação (caso os sedimentos se encontrem depositados num local calmo), transformando-se numa rocha sedimentar consolidada.<br>Os fragmentos que dão origem a estas rochas são provenientes da meteorização e erosão de outras rochas formando assim detritos, podem também ser provenientes de inúmeras partículas de lama, matéria orgânica, podendo até mesmo possuir em sua composição restos corpóreos de vegetais e animais. a rocha sedimentar que estudamos foi o arenito<br>-<strong><mark>Rochas Magmáticas</mark></strong><br>São normalmente tidas como a mãe das rochas pelo facto de não dependerem de rochas preexistentes para se formarem. Estas rochas formam-se a partir do arrefecimento do magma, podendo este ser rápido ou lento e consequentemente formando diferentes tipos de rochas:<br>    <strong>_arrefecimento rápido da origem a uma rocha magmática vulcânica/extrusiva</strong> : este tipo de arrefecimento leva à formação de uma rocha escura e com cristais pouco desenvolvidos e de textura afanítica. Isto deve-se ao facto de o arrefecimento ser tão rapido que não há tempo para a formação de cristais. Quando o arrefecimento é abrupto, o magma dá origem a uma rocha de textura vítria, como o caso da obsidiana e sem quaisquer cristais. A rocha magmática extrusiva que estudamos foi o basalto.<br>    _<strong>arrefecimento lento, que leva à formação de rochas plutónicas/intrusivas</strong>: estas rochas podem demorar milhares de anos até o magma solidificar por completo. Deste modo, estas rochas apresentam cristais bem desenvolvidos e visíveis a olho nu. A textura destas rochas é fanerítica e estas apresentam normalmente uma cor clara. A rocha magmática extrusiva que estudamos foi o granito, muito presente na nossa zona do país.<br>-<strong><mark>Rochas Metamórficas</mark></strong><strong><br></strong>Estas são formadas a partir da deformação de uma rocha preexistente por três principais fatores: <br>_pressão: este agente de metamorfismo deve-se ao peso das camadas superiores de rochas e também provenientes dos movimentos laterais das placas litosféricas. <br>_temperatura: com a pressão os materiais tendem a descer em profundidade na litosfera ficando em novas condições de temperatura que facilita o metamorfismo (correntes de covecçaõ).<br>-fluídos: entre as rochas na litosfera existem espaços preenchidos por fluídos que influenciam a formação destas rochas . Um dos fluidos mais importantes é a água que é um excelente dissolvente e que transporta as substâncias em solução. A água provoca diversas reações químicas que contribui para as alterações químicas e mineralógica necessárias ao metamorfismo.<br>A rocha metamórfica que estudamos foi o mármores. Esta rocha foi formada por metamorfismo do calcário<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-08 15:47:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312516802</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rocha sedimentar-arenito</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312525137</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/370315f6d34c63fc07e3010e10c88b2e/arenito__1_.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 16:46:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312525137</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rocha magmática extrusiva-basalto</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312525674</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/19659398aa80a0e33d19b1d77201f0fa/basalto.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 16:50:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312525674</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rocha magmática intrusiva-granito</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312526442</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/a0343a89ddd0ffc63ba4e81bd701b807/rocha_granito.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 16:55:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312526442</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rocha metamórfica-mármore</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312526738</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/de7931be933e5a1f2518fcfc235f85ea/rocha_marmore_400.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 16:57:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312526738</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Imagens</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312527204</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://silaco.pt/produto/rocha-marmore/rocha-marmore-400/">https://silaco.pt/produto/rocha-marmore/rocha-marmore-400/</a><br><a href="https://carlosrabello.org/geografia/geologia/rochas-e-minerais/basalto/">https://carlosrabello.org/geografia/geologia/rochas-e-minerais/basalto/ </a><br>https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Solo/Solo5.php </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-08 17:00:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312527204</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Placas Tectónicas- distribuição</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312527787</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta imagem mostra a distribuição das placas litosféricas no mundo. Durante a aula usamos o Google Earth para identificar as placas e os tipos de limites de cada uma. Aqui está uma imagem que apresenta tal como o Google earth os limites de placas e sua distribuição</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/ba2c2fd87bbb2e5109989a3740114152/placas_litofericas.png" />
         <pubDate>2018-12-08 17:04:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312527787</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tipos de limites de placas</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312529013</link>
         <description><![CDATA[<div>As placas litosféricas apresentam diferentes tipos de limites</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-08 17:13:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312529013</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Limite construtivo ou divergente</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312529275</link>
         <description><![CDATA[<div>Limites divergentes são resultado do afastamento de duas placas, no qual se forma um vale central, o rifte, por onde ascende magma. Este limite é construtivo pois possibilita expansão dos fundos oceânicos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/0d24e95b3a005739d78c9395128afa6b/es2a2i_limitedivergente.png" />
         <pubDate>2018-12-08 17:15:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312529275</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Limite destrutivo ou convergente</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312529969</link>
         <description><![CDATA[<div>Estes limites resultam da colisão de duas placas. Quando duas placas, por ação das correntes de convecção colidem, provocam a destruição de crosta continental, visto que uma delas irá “mergulhar” sobre outra, destruindo-a. As placas “mergulham” uma sobre a outra dependendo das sua densidade: a de maior densidade tem tendência destruir-se (limites entre a placa oceânica e placa continental, nos quais a placa oceânica é a que vai submergir, visto ter maior densidade que a placa continental). Nestas zonas de subducção formam-se fossas, ou seja, grandes depressões causadas pelas placas litosféricas ( dorsal médio-atlântica). No caso de duas placas continentais com a mesma desidade colidirem formaram, não uma fossa mas sim uma cadeia montanhosa ( como o caso dos Andes)<br>A imagem ilustra uma fossa oceânica com colisão de uma placa continental com uma placa oceãnica</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/59defe0cf2232a13d98ef4e7b3f62663/Convoceancont.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 17:20:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312529969</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312532018</link>
         <description><![CDATA[<div>A imagem ilustra a colisão de duas placas continentais da mesma densidade com formação de uma cadeia montamhosa</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/02590038fc49a4d838be51e2142811b5/limite_destrutivo__1_.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 17:35:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312532018</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Limites conservativos ou transformantes</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312532372</link>
         <description><![CDATA[<div> movimento entre duas placas ao longo de uma falha transformante pode produzir efeitos facilmente observáveis à superfície. Devido à fricção, as placas não podem deslizar uma pela outra. Em vez disso, a tensão acumula-se em ambas placas e quando atinge um certo nível, a energia potencial acumulada é libertada sob a forma de movimento ao longo da falha. As quantidades maciças de energia libertadas neste processo são causa de terramotos, um fenómeno comum ao longo de limites transformantes.<a href="https://placastectonicasinformaoes.files.wordpress.com/2012/08/imagem188.png"> </a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/e0388426a1d9b9d9071e86edc8c8f4fe/Cap_3___Tectonica_62.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 17:37:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312532372</guid>
      </item>
      <item>
         <title>BBC Earth is the power of planet</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312534334</link>
         <description><![CDATA[<div>Este documentário, na minha opinião ilustra perfeitamente o que se passa no interior do nosso planeta e os efeitos que os movimentos mantélicos têm na crusta.<br>Este documentário é logo, tem cerca de 1 hora mas é absolutamente incível pela realidade e qualidade que apresenta. No documentário vemos imagens reais de lava e a ilustração dos movimentos das placas está muito realista tendo em comta o estudado.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://dai.ly/x5af4kg" />
         <pubDate>2018-12-08 17:52:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312534334</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O movimento de placas-causas</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312536601</link>
         <description><![CDATA[<div>O movimento das placas é a consequência de movimentos no interior da Terra. Mas que movimentos são estes? Bem a resposta é simples: estes movimentos são provocados pelo "motor" do nosso planeta, as correntes de convecção. Mas afinal o que é isto das correntes de convecção que estamos sempre a falar nas aulas? </div><div>As correntes de convecção são movimentos de circulação lenta de matéria provocada pela diferença de temperatura e de densidade dos materiais rochosos do interior da Terra. Isto é, os materiais que se encontram a maiores profundidades estão a temperaturas muito elevadas e os materiais mais próximos da crusta estão a temperaturas mais baixas. Deste modo, os materiais mais quentes ascendem e arrefecem e os materiais mais frios afundam aquecendo e voltando a ascender, e assim sucessivamente.<br>Mas de que forma estas ascenções de material mantélico influenciam os movimentos da crusta? Bem a resposta está no próximo vídeo!</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=ODRAnF5nbFA" />
         <pubDate>2018-12-08 18:08:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312536601</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Imagens</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312541021</link>
         <description><![CDATA[<div> <br><a href="http://rusoares65.pbworks.com/w/page/14546262/Geologia%20e%20Filosofia">http://rusoares65.pbworks.com/w/page/14546262/Geologia%20e%20Filosofia </a></div><div><a href="https://avidaeciencia.wordpress.com/2017/02/08/tectonica-de-placas-e-limites-das-placas/">https://avidaeciencia.wordpress.com/2017/02/08/tectonica-de-placas-e-limites-das-placas/</a> <br><a href="http://w3.ualg.pt/~jdias/GEOLAMB/GA2_SistTerra/203TectPlacas/62FrontConverg.html">http://w3.ualg.pt/~jdias/GEOLAMB/GA2_SistTerra/203TectPlacas/62FrontConverg.html</a><br><a href="http://noss2geografia.blogspot.com/2012/01/tectonismo.html">http://noss2geografia.blogspot.com/2012/01/tectonismo.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-08 18:40:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312541021</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tipos de vulcanismo</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312541401</link>
         <description><![CDATA[<div>-<strong><mark>vulcanismo central <br></mark></strong>tipo de vulcanismo cujo aparelho vulcânico se designa vulcão:<br>_<strong>cone vulcânico</strong>-elevação de forma cónica resultante da acumulação de materiais libertados durante a erupção<br>_<strong>chaminé vulcânica</strong>-canal no interior do vulcão que establece comunicação entre a câmara magmática e o exterior<br>_<strong>câmara magmática</strong>-local situado no interior da Terra, onde se acumula magma e que contitui a bolsada magmática. Não é necessariamente obrigatória na estrutura de um vulcão visto que o magma pode ascender diretamente do local onde é formado.<br>_<strong>cratera</strong>-abertura do cone vulcânico, em forma de funil que se localiza no topo da chaminé vulcânica, que é formada pela explosão ou colapso da chaminé.<br><strong><mark>Vulcanismo fissural e secundário</mark></strong><br>As erupções deste tipo ocorrem ao longo de fraturas da superfície terrestre que libertam diferentes tipos de substâncias:<br>_<strong>fumarolas</strong>-emanação de gases, geralmente vapor de água através de fissuras no solo. Estes gases podem ser ricos em enxofre (sulfataras) ou ricas em CO2 (mofetas)<br>_<strong>nascentes termais</strong>-fontes de água subterrâneas sobreaquecidas, ricas em sais minerais<br>_<strong>géiseres</strong>-repuxos intermitentes de água em ebulição atrav´s de fraturas no solo.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-08 18:43:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312541401</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tipos de atividade vulcânica</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312544455</link>
         <description><![CDATA[<div>As características dos magmas condicionam o tipo de atividade vulânica, que pode ser de 3 tipos:<br>_<strong>Exposiva</strong>: este tipo de atividade envolve lavas ácidas, muito viscosas e com capacidade de retenção de gases, que solidificam na cratera ou perto dela. O cone vulcânico é alto e com vertentes íngremes. As erupções são muito violentas com projeção de piroclastos e formação de nuvens ardentes<br>_<strong>Efusiva</strong>: envolve lavas básicas e muito fluídas com facilidade de expulsão de gases. Estas lavas formam escoadas de longas distâncias solidificando a lava longe da cratera e formando, assim, vulcões largos e baixos. As erupções são pouco violentas e sem formação e piroclastos<br>_<strong>Mista</strong>: este tipo de atividade vulcânica é uma junção das anteriores.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-08 19:08:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312544455</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312546340</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/eb081630847dd83643e5f4b9da6ab663/unnamed.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 19:22:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312546340</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade Laboratorial</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312546515</link>
         <description><![CDATA[<div>Na atividade laboratorial que realizamos na aula, pretendemos simular a rapidez com que a lava flui em função da sua viscosidade e da sua temperatura. Para isso, utilizamos o mel para simular a viscosidade da lava e a água para a fluidez. O primeiro grupo tinha como objetivo simular uma lava muito viscosa por isso usou 100% mel na amostra. O grupo 2 pretendia simular lava fluída por isso usou 30% água e 70% mel- O objetivo do 3 grupo era simular lava muito fluída portanto usou amostra de 50% mel e 50% água.<br>Após as amostras estarem prontas colocaram-se as mesmas em 3 goblés diferentes: um com água quente, outrocom gelo e outro sem nada, com vista a simular o comportamento da lava durante a sua escorrência.<br>Para simularmos o cone usamos um tabuleiro onde deitamos as amostras e cronometramos o tempo que demoraram a percorrer 20 cm. Vejamos os resultados.<br>-Lava 100%<br>_quente: 1,40 min.<br>_temp. ambiente: 3 min<br>_fria: 5 min<br>-Lava 30/70% <br>_quente: 2 seg<br>_temp. ambiente: 3 seg<br>_fria: 5 seg<br>-Lava 50/50%<br>_quente: 0,5 seg<br>_temp. ambiente: 1 seg<br>_fria: 2 seg<br><br><strong>Conclusão:</strong><br>Concluímos então que a temperatura e a fluidez das lava influência a velocidade a que se deslocam, sendo as mais viscosas e frias as mais lentas, e as mais quentes e fluidas as mais rápidas. Deste modo, conclui-se que quanto mais fluída e quente a lava é, mais rapidamente esta se desloca.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-08 19:24:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/312546515</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Taxonomia</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/338511784</link>
         <description><![CDATA[<div>Reino; Animalia<br>Filo: Chordala<br>Classe: Mammalia<br>Família. Felidae<br>Género: Lynx<br>Nome Científico: Lynx pardinus</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-06 17:42:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/338511784</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345000485</link>
         <description><![CDATA[<div>Geologia é o estudo da Terra, dos materiais que a compõe, da estrutura desses materiais e dos processos que ocorrem nos mesmos. Inclui o estudo de organismos que habitaram no nosso planeta, bem como o estudo de como os materiais, estruturas e organismos têm vindo a mudar no tempo.<br>https://www.google.com/search?q=geology&amp;source</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/3f857af43a8694b56d81bda5fe26997b/18_Geological_facts_that_Might_Surprise_You.jpg" />
         <pubDate>2019-03-25 19:51:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345000485</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345003349</link>
         <description><![CDATA[<div>Biologia é a ciência da vida. Biologia é o estudo da estrutura, função, crescimento, origem, evolução e distribuição de organismos vivos.<br>Aspetos estudados pela biologia vão desde o estudo molecular e mecanismo das células até ao estudo do comportamento de organismos e interação entre espécies sendo então, um ramo da ciência muito diversificado.<br>https://careercenter.utsa.edu/blog/2017/09/04/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/110f85695248294e1accd0ae2b8df3c6/Biology_picture.png" />
         <pubDate>2019-03-25 19:59:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345003349</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345012140</link>
         <description><![CDATA[<div>No 2º Período iniciamos o estudo da biologia, e para iniciarmos este novo grande capíyilo, o professor propôs-nos um trabalho sobre um felno muito especial, visto que só existe na península ibérica que esteve muito perto da sua extinção. Este trabalho, não só nos ajudaou a compreender melhor este felino, bem como os seus hábitos, a sua alimentação, as suas tão específicas características e a sua distribuição atual e no passado.  Este trabalho ajudou também a perceber quais foram as principais causas da quase extinção deste felino. Haviam 3 temas diferenciados e foram atribuídos por sorteio a cada um dos grupos de cada turno. Os temas propostos eram os seguintes:</div><div><br></div><ul><li>Tema 1 – Caracterização do lince-ibérico e seu posicionamento na hierarquia biológica e na estrutura do ecossistema.</li><li>Tema 2 – Análise e interpretação dos fatores que conduziram o lince-ibérico à beira da extinção.</li><li>Tema 3 – Esforços de conservação em curso, com identificação de locais, projetos, práticas e resultados obtidos bem como limitações e ameaças ao futuro da espécie.</li></ul><div><br>O tema que nos foi sorteado foi o tema 1.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/4fc0cd4de9b7bb491588a52d27fb24e5/image_content_1531009_20180607091050.jpg" />
         <pubDate>2019-03-25 20:29:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345012140</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Origem</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345013641</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>O Lince Ibérico habita o nosso planeta há mais de 1 milhão de anos (entre 1,6 - 1,7 milhões de anos). Os primeiros restos fósseis desta espécie foram descobertos na Cova Avenc Marcel (Villirana, Barcelona), mas os<br>paleontólogos também encontraran no Norte de Italia e Sul da França embora há quem defenda que se tratam de restos<br>do Lynx spelaea (lince das cavernas). Atualmente, no mundo, existem quatro espécies de linces:<br><br>- lince canadiense (Lynx Canadensis);<br>- lince vermelho (Lynx Rufus);<br>- lince do norte (Lynx Lynx);<br>- lince ibérico ( Lynx Pardinus).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/9b59fce615b2497eb975fa69ab1adf3b/Fosiles_linces_lynx.jpg" />
         <pubDate>2019-03-25 20:34:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345013641</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caracterização do Lince</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345013777</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Morfologia:</strong><br>O Lince Ibérico tem entre 80-110 cm de comprimento, uma altura entre 50-70 cm. Um macho pode pesar entre<br>12–16 kg e a fêmea pode pesar 9-11 kg.<br>O Lince Ibérico apresenta:<br>_Uma cabeça relativamente pequena;<br>_Penachos nas pontas das orelhas;<br>_Pelos faciais alongados que se tornam mais notáveis no Inverno;<br>_Uma pelagem longa e sedosa com uma coloração castanha avermelhada ou cinzenta, com manchas negras<br>_Uma aparência robusta com pernas sólidas das quais as de trás são notavelmente mais compridas do que as da<br>frente;<br>_Garras grandes.<br><br>-<strong>Alimentação:</strong><br><br>A dentição dos linces-ibéricos é constituída por um número reduzido de dentes bastante aguçados. Estas<br>características evidenciam a grande especialização existente nesta espécie de felídeo no que toca à dieta e à<br>alimentação. Sendo um animal carnívoro, a sua atenção dirige-se para presas muito específicas.<br>Dentro das presas disponíveis nos habitats mediterrânicos da Península Ibérica, o lince seleciona fortemente o<br>coelho-bravo que constitui entre 80 a 100% da sua alimentação. Outros vertebrados como roedores, lebres, perdizes e outras aves podem também ser predados pelo lince. No<br>entanto, em níveis significativamente inferiores aos do coelho.<br>https://cumbrepuebloscop20.org/animales/lince/iberico/ </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/b85a16957a4a364527a36d5d9080f1a3/Lince_Ib_rico___Caracter_sticas_H_bitat_Que_come_Reproducci_n_Peligro_de_Extinci_n.jpg" />
         <pubDate>2019-03-25 20:35:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345013777</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Distribuição Geográfica e Habitat Natural</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345013848</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Distribuição Geográfica:<br></strong>Estima-se que, atualmente, o número de linces ibéricos existentes em liberdade seja de 589 exemplares</div><div>distribuidos em oito núcleos populacionais da Península Ibérica. (Censo da população do Lince Ibérico 2017)<br><br>Outrora a distribuição era muito ampla. Existem exemplares históricos em Portugal datados do século XIX e XX<br>que abrangem áreas como Serra da Estrela, Malcata, Alcácer do Sal, Évora, Barrancos, Odemira.<br><br>Na década de oitenta a área de ocorrência em Portugal e Espanha , foi drasticamente reduzida e fragmentada. A<br>População tornou-se restrita a núcleos relativamente isolados.<br><br>Desde o início do século XXI existem duas principais populações reprodutoras na Andaluzia, em Doñana e Sierra<br>Morena (Espanha). Em Portugal está presente no Vale do Guadiana, concelho de Mértola, resultado de ações de<br>reintrodução iniciada em 2015.<br><br>Entre 2015 e 2017 foram libertados 27 animais no Vale do Guadiana. Desde 2016 que há reprodução na natureza<br>e a maioria dos animais apresenta território estável.<br><br><strong>- Habitat Natural:<br><br></strong>O lince-ibérico seleciona habitats de características mediterrânicas, como bosques, matagais e matos densos.<br><br>Os requisitos ecológicos do lince-ibérico podem resumir-se da seguinte forma:<br><br>1- O seu habitat potencial tem condições adequadas de alimento e água, disponíveis ao longo do ano, vegetação<br>adequada para abrigo/reprodução e tranquilidade;<br><br>2- Mais de 50-60% do coberto vegetal dos seus territórios é composto por matagal e cerca de 20% por orlas<br>entre pastagens e matagal, formando uma estrutura em mosaico;<br><br>3- Nos seus territórios, durante a época de reprodução, a densidade de coelho-bravo é superior a 4,5<br>indivíduos/hectare;<br><br>4- A conectividade entre os diferentes núcleos é fundamental para a dinâmica da espécie.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/97d7c81bf67f17cddc58beb830ca63f1/03_mapa_reintroducao_dispersao_lince_2017.jpg" />
         <pubDate>2019-03-25 20:35:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345013848</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hierarquia Biológica e a sua Estrutura no Ecossistema</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345013907</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Hierarquia Biológica:<br><br></strong>O Lince-Ibérico é um mamífero multicelular constituído por vários sistemas de orgãos interdependentes. O ecossistema onde se encontra são as áreas de floresta mediterrânea.<br><br><strong>- Posição do Lince na estrutura do ecossistema:<br><br></strong>O lince ibérico é uma espécie predominantemente florestal e, portanto, evita espaços abertos e sem cobertura. Em<br>movimentos dispersivos, o lince é capaz de usar qualquer tipo de vegetação que se encontre à superfície,<br>nomeadamente arvoredos, bosques e pastagens. No entanto, a espécie é muito seletiva quando se trata em<br>estabelecer-se numa determinada área e dominar um território. Este tipo de estrutura na paisagem é provavelmente o<br>tipo de habitat selecionado pelo coelho nas zonas florestais, e oferece ao lince um abrigo e uma maior facilidade na<br>captura dos mesmos. O lince é um predador e tem como principal presa o coelho bravo (relação de predação).<br>Quando um habitat reúne todas estas características com uma elevada existência de coelhos, o tamanho do território<br>do lince pode ser inferior a 300 ha. Se, eventualmente, este tipo de ecossistema não se encontrar disponível, o lince<br>ibérico pode vir a ocupar áreas com uma qualidade mais baixa, embora possam existir presas suficientes, a área é<br>mais extensa rondando os 1000 a 2000 ha.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/7a5c15e79ce268ba25ba8cc8bd253fbf/ni_veis_de_organizac_a_o_biolo_gica.jpg" />
         <pubDate>2019-03-25 20:35:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345013907</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345013971</link>
         <description><![CDATA[<div>Em síntese, com a realização deste pequeno trabalho adquirimos conhecimentos sobre o lince-ibérico, nomeadamente sobre o tema à qual eu e o meu grupo nos dedicamos, mas também sobre os restantes temas (Tema 2 e Tema 3) os quais os restantes grupos de trabalho pesquisaram e apresentaram, para além de também nos esclarecerem algumas dúvidas. Além disto compreendi melhor a introdução ao tema da biologia, nomeadamente à hierarquia biológica e à posição de espécies no ecossistema. <br><br>Toda esta coluna foi baseada no nosso powerpoint feito e apresentado na aula. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/0289a302ad03440f0669b84987d19113/O_LINCE_IBERICO.pptx" />
         <pubDate>2019-03-25 20:35:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345013971</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reprodução</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345029295</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como muitos outros felinos, o Lince-ibérico é uma espécie solitária. Os machos so´pocuram as fêmeas na época de reprodução, quando estas entram no cio. Após o acasalamento, o macho regressa ao seu território, não tendo contacto com a fêmea nem qualquer cuidado parental. Por esta  altura a fêmea procura uma toca em cavidades naturais, coo o tronco oco de uma árvore, ou uma zona rochosa para ter aí as suas crias, numa área longe de perturbações humanas e com alimento e água disponível na proximidade.<br><br>_<strong>Época de reprodução</strong>: janeiro a julho, com pico entre janeiro e fevereiro;<br>_<strong>Época de nascimento</strong>: março a abril<br>_<strong>Gestação:</strong> cerca de 2 meses<br>_<strong>Ninhada</strong>: 2-3 crias<br>_<strong>Sobrevivência até à independência</strong>: 1-2 crias por fêmea<br>_<strong>Idade de independência</strong>: 7 a 10 meses<br>_<strong>Idade da primeira reprodução</strong>:<br>       -<em>Fêmea:</em> primeiro inverno<br>       -<em>Macho</em>: 2 anos<br>_<strong>Longevidade</strong>: até 16 anos<br><br>https://www.jornalistaruirosa.pt/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/443f9379e84dff361e03838ed4cc99f5/lince_iberico.jpg" />
         <pubDate>2019-03-25 21:43:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/345029295</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346017301</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste novo domínio começamos  utilizar uma nova ferramenta de trabalho que se revelou muito útil ao nosso estudo, esta ferramenta chama-se microscópio ótico</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-28 08:15:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346017301</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que é?</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346017856</link>
         <description><![CDATA[<div> O microscópio é um instrumento utilizado para ampliar e observar estruturas pequenas dificilmente visíveis ou invisíveis a olho nú. O microscópio ótico utiliza luz visível e um sistema de lentes de vidro que ampliam a imagem das amostras. Os primeiros microscópios óticos datam de 1600, mas é incerto quem terá sido o autor do primeiro. A sua criação é atribuída a vários inventores: Zacharias Janssen, Galileo Galilei, entre outros. A popularização deste instrumento, no entanto, é atribuída a Anton van Leeuwenhoek. Os microscópios óticos são constituídos por uma componente mecânica de suporte e de controlo da componente ótica que amplia as imagens. Os microscópios atuais que usam luz transmitida partilham os mesmo componentes básicos <br><br>Fig. 1- microscopio optico anton van leeuwenhoek</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/4dd85276cff089c53baaea2899fc84e4/leeuwenhoek.jpg" />
         <pubDate>2019-03-28 08:17:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346017856</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Componentes do microscópio ótico:</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346019378</link>
         <description><![CDATA[<div>-<strong><mark>Componentes mecânicos<br><br></mark></strong><strong>1-pé ou base </strong>– apoio a todos os componentes do microscópio<br>2-braço – fixo à base, serve de suporte às lentes e à platina<br><strong>3-platina</strong> – base de suporte e fixação da preparação, tem uma abertura central (sobre a qual é colocada a preparação) que deixa passar a luz. As pinças ajudam à fixação da preparação. A platina pode ser deslocada nos microscópios mais modernos, nos antigos tinha que se mover a própria amostra, segura pelas pinças. <br><strong>4-revólver</strong> – suporte das lentes<br>objetivas, permite trocar a lente objetiva rodando sobre um eixo <strong>5-tubo ou canhão</strong> – suporta a ocular na extremidade superior <br><strong>6-parafuso macrométrico</strong> – permite movimentos verticais da grande amplitude da platina<br><strong>7-parafuso micrométrico</strong> – permite movimentos verticais lentos de pequena amplitude da platina para focagem precisa da imagem <br><br><strong><mark>-Componentes óticos<br><br></mark></strong><strong>1-condensador</strong> – sistema de duas lentes (ou mais) convergentes que orientam e distribuem a luz emitida de forma igual pelo campo de visão do microscópio <br><strong>2-diafragma</strong> – regula a quantidade de luz que atinge o campo de visão do microscópio, através de uma abertura que abre ou fecha em diâmetro (semelhante às máquinas fotográficas) <br><strong>3-fonte luminosa </strong>– atualmente utiliza-se luz artificial emitida por uma lâmpada incluída no próprio microscópio com um interruptor e algumas vezes com um reóstato que permite regular a intensidade da luz. Os modelos antigos tinham um espelho de duas faces: a face plana para refletir luz natural e a face côncava para refletir luz artificial.<br><strong>4-lente ocular</strong> – cilindro com duas ou mais lentes que permitem ampliar a imagem real fornecida pela objetiva, formando uma imagem virtual mais próxima dos olhos do observador. As oculares podem ser de diferentes ampliações sendo a mais comum de 10x. A imagem criada pela ocular é ampliada, direita e virtual.<br><strong>5-lente objetiva</strong> – conjunto de lentes fixas no revolver, que girando permite alterar a objetiva consoante a ampliação necessária. É a lente que fica mais próxima do objeto a observar, projetando uma imagem real, ampliada e invertida do mesmo. As objetivas secas, geralmente com ampliação de 10x, 40x e 50x, são assim designadas porque entre a sua extremidade e a preparação existe somente ar. As objetivas de imersão (ampliação até 100x), pelo contrário, têm a sua extremidade mergulhada em óleo com o intuito de aumentar o poder de resolução da objetiva: como o índice de refração de óleo é semelhante ao do vidro o feixe de luz não é tão desviado para fora da objetiva. <strong><mark><br></mark></strong><br>Fig 2: Microscópio ótico </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/80ffa251f62b18f58aac499ee9d11446/CX23_en_1__86525_zoom.jpg" />
         <pubDate>2019-03-28 08:23:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346019378</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Funcionamento do microscópio.</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346024393</link>
         <description><![CDATA[<div> A imagem observada depende também do poder de resolução, isto é, a capacidade que as lentes têm de discriminar objetos muito próximos. O poder de resolução depende do comprimento de onda da luz utilizada, e o seu valor teórico para um microscópio ótico é de cerca de 0,2 µm – ou seja, dois objetos têm de estar pelo menos a uma distância um do outro de 0,2 µm para poderem ser discriminados ao microscópio ótico. Este valor, contudo, só é alcançável com lentes de elevada qualidade e preço! A preparação é colocada na platina e fixa com o auxílio das pinças. Com os parafusos existentes na platina move-se a preparação até esta estar sobre a abertura por onde passa a luz. Olhando através da ocular e com a objetiva de menor ampliação foca-se a imagem, preferencialmente no centro do campo de visão, utilizando os parafusos macrométrico e micrométrico. Após esta primeira focagem, podem-se utilizar objetivas de maior poder de ampliação, de forma sequencial repetindo todo o processo já descrito. A imagem final observada será <strong>ampliada, virtual e invertida</strong>. Dependendo do microscópio, em alguns casos, a imagem final pode ser direita e não invertida.<br>Na aula utilizamos uma preparação da letra F para pudermos observar as imagens formadas pela objetiva e pela ocular que são como anteriormente  descrevi e comprovado na seguinte imagem</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/6a7472866eea711cbee8fb45bc2e4e85/ImagemMicro.jpg" />
         <pubDate>2019-03-28 08:42:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346024393</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346784739</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta experiência pretendemos comprovar a existência de profundidade no microscopio, sobrepondo uma cabelo ao outro.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 15:01:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346784739</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Material</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346785018</link>
         <description><![CDATA[<div>Para esta experiência utilizamos os seguintes materiais:<br><br>_Microscópio ótico<br>_Garrafa de esguicho<br>_Lâmina<br>_Lamela<br>_cabelo louro<br>_Cabelo escuro<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 15:02:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346785018</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Procedimentos</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346785230</link>
         <description><![CDATA[<div>1º- Primeiramente cortamos 2 cabelos de diferentes pessoas<br>2º- Inserimos uma gota de água na lâmina e em seguida mergulhamos os cabelos na mesma, sobrepondo-os<br>3º- Em seguida colocamos a lamela a 45 graus e com a ajuda da agulha deixa-mo-la cair evitando a formação de bolhas de ar<br>4º- Com cuidado colocamos na platina e prendemos a preparação às pinças focando-a com ajuda dos parafusos macro e micrométrico<br>5º- Após a focagem tiramos conclusões relativamente ao observado</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/d054389f7848df019b85481c3f9ead6f/cabelo_sobreposto.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 15:05:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346785230</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346786434</link>
         <description><![CDATA[<div>Concluimos então que uma das características do microscópio é precisamente o fato de ter comprimento, largura e altura, ou seja mostrando imagens em 3D</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 15:18:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346786434</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Células Eucarióticas</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346786614</link>
         <description><![CDATA[<div>Estas células apresentam uma estrutura mais complexa que as células procarióticas. Possuem verdadeiros núcleos, contendo material genético, delimitado por uma membrana e com uma multiplicidade de organismos membranares no seu citoplasma. <br>Estas células estão presentes nos animais, plantas, fungos e protistas. Nesta experiência vamos observar células de plantas ( epiderme interior da cebola) e células animais ( epitélio bucal).<br>As células eucarióticas são constituídas por diferentes organelos:<br>-Membrana plasmática<br>-Núcleo<br>-Mitocôndrias<br>-Cloroplastos<br>-Vacúolos<br>-Parede celular<br>-Centríolos<br>-Retículo Endoplasmático liso e rugoso<br>-Complexo de Golgi<br>-Lisossomas<br>-Ribossomas<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/534b3d0e0e83ad50cf7d9f03d06ecf6b/celulas_A_e_V.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 15:20:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346786614</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346787131</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta experiência tem coo objetivo pudermos perceber o efeito dos diferentes corantes nos diferentes organelos das diferentes células, para isso usamos dois tipos de células: animal (epitélio bucal) e células vegetais (epiderme da cebola)</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 15:25:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346787131</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Material</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346787571</link>
         <description><![CDATA[<div>_Microscópio ótico<br>_Lâminas e lamelas<br>_Pinça<br>_Bisturi<br>_corantes:<br>       . Vermelho-neutro<br>       . Azul de metileno<br>       . Água iodada<br>_Material biológico<br>_Palito</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/ba729bd821d0143120960068556242e6/material_celulas.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 15:30:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346787571</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Epiderme da cebola</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346788037</link>
         <description><![CDATA[<div>-Procedimentos:<br>1º-Colocamos sobre 3 lâminas distintas, respetivamente, uma gota de Vermelho-neutro, uma gota de azul de metileno e uma gota de água iodada;<br>2º-Com ajuda da pinça, destacamos um fragmento de epiderme da face côncava de uma túnica de cebola;<br>3º-Com o bisturi dividimos o fragmento em pequenas porções, colocando cada uma distendida sobre os corantes que se encontram em cada uma das lâminas;<br>4º-Cobrimos as 3 preparações com as lamelas e observamos ao microscópio;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 15:35:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346788037</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Epitélio Bucal</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346788550</link>
         <description><![CDATA[<div>Procedimentos:<br>1º-Colocamos uma gota de azul de metileno numa lâmina;<br>2º-Com um palito raspamos levemente a superfície dorsal da língua colocando o produto obtido sobre a gota de corante;<br>3º-Cobrimos com a lamela e observamos ao microscópio</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 15:41:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346788550</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346789158</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta experiência permitiu-nos concluir que os corantes atuam de forma diferente nos organelos. pudemos concluir também que as células vegetais e animais tem aspetos diferentes e organelos diferentes também, é o caso da célula vegetal que possui parede celular e cloroplastos o que não se verifica na célula animal.<br><br></div><div>_Os corantes actuaram de modos diferentes são eles:<br><br></div><div>·  O <strong>azul-de-metileno</strong>: corou principalmente o núcleo; </div><div>·  o <strong>vermelho-neutro</strong>: corou preferencialmente os vacúolos, além do núcleo e paredes celulares; </div><div>·  a <strong>água iodada</strong>: corou as membranas celulares o núcleo, as paredes celulares. <br><br><br>Na imagem pudemos observar os diferentes corantes.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320431951/46cc82d7582cf19a9ae3cf8155bea11b/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-03-30 15:47:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346789158</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346791268</link>
         <description><![CDATA[<div>Célula da epiderme da cebola corada com vermelho-neutro, azul de metileno e água iodada, respetivamente da esquerda para a direita.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/7a7ff91bee7a83bd17e8335ae49a51f0/cebola.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 16:07:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346791268</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346792683</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste experiência, o nosso objetivo era, através das células de uma camélia, observar o comportamento dos vacúolos destas mesmas células em meio hpertónico e meio hipotónico<br>Simulamos um meio hipotónico através da utilização de soro fisiológico, que tem uma baixa concentração de cloreto de sódio; Simulamos, por outro lado, o meio hipertónico com a utilização de um solução de água com cloreto de sódio.<br>Para começarmos a entender esta experiência precisamos primeiro de entender como funciona a principal responsável por todo este processo: a membrana plasmática, responsável pela entrada das substâncias que farão transformações nos vacúolos.<br><br><a href="https://algarve-saibamais.blogspot.com/2010/04/camelia-flor-da-fidelidade.html">https://algarve-saibamais.blogspot.com/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/99b3c91319f8b0140db3a1f6f24f9a76/red_camellia_www_mrwallpaper_com.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 16:20:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346792683</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Membrana Plasmática</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346793726</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>_Funções:</mark></div><ul><li>Permeabilidade Seletiva, controle da entrada e saída de substâncias da célula;</li><li>Proteção das estruturas celulares;</li><li>Delimitação do conteúdo intracelular e extracelular, garantindo a integridade da célula;</li><li>Transporte de substâncias essenciais ao metabolismo celular;</li><li>Reconhecimento de substâncias, graças a presença de receptores específicos na membrana.</li></ul><div><br><mark>_Composição e funções:<br></mark>A membrana plasmática apresenta o denominado "modelo do mosaico fluido”. <br><br><strong>-Modelo do mosaico fuído. <br>O que é?<br></strong><br>Este modelo foi usado pela primeira vez  pelos biólogos estadunidenses Seymour Jonathan Singer e Garth L. Nicolson, em 1972.<br><br></div><div>O nome deve-se à presença de estruturas flexíveis e fluidas, com grande poder de regeneração na membrana que é quimicamente constituída por lípidos (glicolipídos, colesterol e os fosfolipídos) e proteínas. Por isso, é reconhecida por sua composição lipoproteica.</div><div><br><br>-<strong>Os fosfolípidos<br></strong><br></div><div>Os fosfolipídios estão dispostos numa camada dupla, a bicamada lipídica. Eles estão conectados às gorduras e proteínas que compõem as membranas celulares.</div><div>Os fosfolipídos apresentam uma parte polar e outra apolar. A parte polar é hidrofílica e volta-se para o exterior. A parte apolar é hidrofóbica e voltada para o interior da membrana.</div><div>Os fosfolipídos deslocam-se, porém, sem perder o contacto. Isso permite a flexibilidade e elasticidade da membrana.<br><br>-As proteínas<br><br></div><div>As proteínas são representadas por enzimas, as glicoproteínas, com função transportadora. As proteínas podem ser transmembranas ou periféricas.</div><ul><li><strong>Proteínas transmembranas</strong>: atravessam a bicamada lipídica lado a lado.</li><li><strong>Proteínas periféricas</strong>: situam-se em apenas um dos lados da bicamada.</li></ul><div>As enzimas que estão presentes na membrana plasmática possuem diversas funções catalisadoras, responsáveis por facilitar as reações químicas intracelulares.<br><br></div><div><br><a href="https://www.infoescola.com/citologia/membrana-plasmatica/">https://www.infoescola.com/citologia/membrana-plasmatica/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/5e6f62a2bb936ea2d3f8619de8c0ff79/membrana_plasmatica.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 16:31:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346793726</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Movimentos transmembranares</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346797555</link>
         <description><![CDATA[<div>A membrana plasmática é uma estrutura que separa o meio intracelular do meio extracelular, permitindo a passagem de diversas substâncias nos dois sentidos, para dentro e para fora da célula. Esta passagem não ocorre da mesma maneira para todas as substâncias.<br><br></div><div>A membrana apresenta maior permeabilidade para umas substâncias do que para outras, sendo mesmo impermeável a alguns compostos. A passagem de substâncias através da membrana pode ocorrer através de vários mecanismos.<br><br></div><div>O transporte destas substâncias subdivide-se em transporte ativo e passivo:<br><br></div><div>-<strong>O transporte passivo: </strong>ocorre sem gasto de energia. As substâncias deslocam-se do meio mais concentrado para o menos concentrado. São exemplos:<br><br></div><div>Difusão Simples - É a passagem de partículas de onde se encontram mais concentradas para regiões onde sua concentração é menor.<br><br></div><div>Difusão Facilitada - É a passagem, através da membrana, de substâncias que não se dissolvem em lipídios, com ajuda das proteínas da bicamada lipídica da membrana.<br><br></div><div>Osmose - É a passagem de água de um meio menos concentrado (hipotónico) para outro mais concentrado (hipertónico).<br><br></div><div><strong>O transporte ativo:</strong> ocorre com gasto de energia (ATP). As substâncias deslocam-se de menor para o de maior concentração. São exemplos:<br><br></div><div>Endocitose e Exocitose - Ocorre quando a célula transfere grande quantidade de substâncias para dentro ou para fora do seu meio intracelular.<br><br></div><div>Bomba de Sódio e Potássio - Passagem de iões de sódio e potássio para a célula, devido às diferenças de concentração.<br><br><mark>_Osmose</mark><br>Na osmose é realizada a passagem do solvente (água) de um meio para o outro. Durante este processo <strong>não ocorre gasto de energia</strong> e, portanto, a osmose é considerada um transporte passivo como anteriormente referi.</div><div>No processo da osmose, a água, que é o solvente, tende a atravessar a membrana semipermeável com o objetivo de equilibrar a concentração da solução. Essa ação é realizada até que a pressão osmótica fique estabilizada.</div><div>Assim, a osmose ocorre sempre que existe diferença de concentração entre o meio externo e interno da célula. Nesse caso, a água passa da região menos concentrada para a mais concentrada, naturalmente.<br>O processo de osmose tem como finalidade igualar as concentrações entre uma solução hipotônica e outra hipertônica, até que se atinja um equilíbrio. Para isso temos os seguintes tipos de solução:</div><ul><li><strong>Solução hipertónica</strong>: apresenta maior pressão osmótica e maior concentração de soluto. Em um meio hipertónico as células tendem a encolher, já que perdem água, um processo denominado por pasmólise.</li><li><strong>Solução isotónica</strong>: é quando a concentração de soluto e a pressão osmótica são iguais, atingindo assim o equilíbrio.</li><li><strong>Solução hipotónica: </strong>é a que apresenta menor pressão osmótica e de concentração de soluto. Uma célula colocada em meio hipotónico tem tendência a aumentar de volume, passand a célula a estar num estado de tungescência. No caso das células animais, a membrana pode não resistir à pressão de tungescência, rompendo e dando-se assim a Lise celular</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/a270757c71b2a3c033cea6d2aec5e800/OSMOSE_3.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 17:05:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346797555</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade Laboratorial</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346802199</link>
         <description><![CDATA[<div>_Material:<br>-Microscópio ótico<br>- Lâminas  e Lamelas<br>- Pinça<br>-Agulha de dissecção<br>- Marcador<br>- Conta gotas<br>- Papel de filtro<br>- Àgua destilada<br>- Solução de cloreto de sódio a 12%<br>-Pétalas de camélia vermelha<br><br>_ Procedimentos:<br>1º- Com o auxílio da pinça, destacamos dois fragmentos da epiderme superior da pétala<br>2º- Na primeira lâmina colocamos um fragmento da epiderme numa gota de água destilada, cobrindo cuidadosamente com a lamela.<br>3º- Na segunda lâmina colocamos outro fragmento sobre a solução aquosa de cloreto de sódio cobrindo com uma lamela.<br>4º- Colocamos as preparações sobre a platina e focamos com ajuda dos parafusos macro e micrométrico.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/7ca5bb880b51541178fc4164ffad9dbc/AL_O.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 17:44:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346802199</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Célula em solução Salina</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346803528</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando colocamos a célula numa solução salina, meio hipertónico, dá-se um movimento de água do vacúolo para o exterior da célula, fazendo com que este diminua de volume e ganhe uma cor bastante mais intensa do que a observada na célula em meio hipotónico e o citoplasma se desprenda, parcialmente da parede celular. Nesta situação dizemos que a célula se encontra plasmolisada. <br><br>a imagem do microscópio encontra-se com uma ampliação de 400x</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/513d57bf47d73883130dc9e9286ea308/hipertonico.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 17:59:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346803528</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Célula em água destilada</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346804230</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando colocamos a célula numa solução salina, meio hipertónico, dá-se um movimento de água do vacúolo para o exterior da célula, fazendo com que este diminua de volume e ganhe uma cor bastante mais intensa do que a observada na célula em meio hipotónico e o citoplasma se desprenda, parcialmente da parede celular. Nesta situação dizemos que a célula se encontra plasmolisada. <br><br>Ampliação: 400x</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/269885840859b0c6be9115e8caf8d03a/hipotonico.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 18:06:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346804230</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão da experiência</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346804946</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta experiência permitiu-me desenvolvr as minhas capacidades técnicas, nomeadamente na preparação das preparações. Ajudou-me também a perceber melhor os transportes transmembranares, sobretudo a osmose<br><br>Fontes: Manual</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 18:13:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346804946</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Preparação, viagem e descoberta</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346806120</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia <strong>8 de março de 2019, </strong>os alunos das turmas do curso de ciências realizaram uma saída de campo até <strong>Peniche,</strong> onde puderam observar, conhecer e investigar algumas paisagens que para além de serem muito atrativas esteticamente, também continham rochas e fósseis alvos de estudo por estes mesmo alunos na disciplina de Geologia.<strong><br><br>_Preparação:</strong><br>Como para todas as viagens, os alunos tinham de estar devidamente preparados para a realização da viagem. Essa preparação, passou essencialmente, pelo <strong>material e equipamentos necessários para a saída de campo </strong>e pelo conhecimento de algumas <strong>regras de conduta.<br><br>_Equipamentos e materiais necessários para a saída de campo:<br></strong><br></div><ul><li>Guia de saída de campo;</li><li>Material de escrita (lápis e borracha);</li><li>Vestuário confortável e que proteja do vento, que pode ser frio;</li><li>Calçado adequado, com solas rugosas, capazes de prender ao solo (calçado com solas lisas e escorregadias não é aconselhável);</li><li>Telemóvel ou máquina fotográfica;</li><li>Farnel e água.</li></ul><div><br> <strong>1.2. Regras de Conduta:<br></strong><br></div><ul><li>Respeitar sempre as indicações dadas pelos professores;</li><li>Atentar nas explicações dos professores em relação aos locais em visita e ao preenchimento obrigatório do guia de saída de campo;</li><li>Não abandonar o percurso ou o grupo sem prévia autorização dos professores;</li><li>Não colher amostras de rochas ou de fósseis a menos que se encontrem soltos;</li><li>Nunca adotar comportamentos que comprometam a segurança do próprio e de terceiros (como caminhar ou saltar em blocos rochosos soltos ou escorregadios, abeirar-se de escarpas ou falésias, caminhar em zonas de queda de blocos ou tirar selfies em locais perigosos);</li><li>Não deixar marcas da sua passagem, incluindo o lixo (que deve ser guardado ou depositado nos recipientes ou contentores próprios);</li><li>Tratar com educação todos os participantes na saída de campo e demais pessoas com que se cruze no decurso da mesma.</li></ul><div><br>_Peniche "O paraíso Geológico"<strong><br><br></strong>A península de Peniche, em termos geológicos, mostra uma sucessão de estratos de rochas sedimentares carbonatadas de idade jurássica, registando, de forma contínua e ímpar, cerca de 20 milhões de anos da história geológica portuguesa. Paisagens dramáticas de outro mundo como nunca viu antes e que são de cortar a respiração.<br>Um eco-sistema ímpar que faz de Peniche o melhor local na Europa para observação de aves migratórias.   <br><br></div><div>A partir dos estudos no estratotipo de Peniche concluiu-se que no Jurássico Inferior a Península Ibérica era uma ilha e que as zonas das cidades como Coimbra, Lisboa e Peniche eram mar, só existindo ambiente marinho. Uma história registada nas rochas que remonta aos primórdios do Jurássico (200 milhões de anos) e à “vida” mais recente do Planeta Azul, quando os dinossauros já povoavam as zonas continentais e a Península Ibérica ficava perto da porção setentrional do continente americano.<br><br></div><div>_L<strong>ocais visitados na saída de campo:<br></strong>Peniche tem imensos locais de destaque por isso, os professores tiveram de fazer a seleção dos locais para visitarmos. os locais visiados foram:<br><br></div><ul><li> <strong>Praia da Consolação;</strong></li><li><strong>Cabo Carvoeiro;</strong></li><li><strong>Remédios;</strong></li><li><strong>Ponta do Trovão </strong>e <strong>Praia do Abalo;</strong></li><li><strong>Papôa;</strong></li><li><strong>Baleal.</strong></li></ul><div><br>_<strong>Principais rochas encontradas:<br></strong><br><strong>- Granitos: </strong>No arquipélago das Berlengas, afloram rochas graníticas deformadas, de cor vermelha ou esbranquiçada. Os granitos vermelhos, que são largamente dominantes, têm uma idade aproximada de 280 milhões de anos.<br><br></div><div><strong>- Micaxistos e gnaisses: </strong>As ilhas de Farilhões e Forcadas são formadas por rochas metamórficas (micaxistos e gnaisses) ainda mais antigas.</div><div><br><strong>- Calcários e outras rochas carbonatadas: </strong>Na zona litoral do continente afloram formações carbonatadas do jurássico inferior, na península de Peniche, e do jurássico médio, na península do Baleal. Sobre estas formações assentam, discordantemente, depósitos aluvionares, areias de praia e dunas de idade holocénica (últimos 11 mil anos).<br>                             </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/4e25ed773de98b025691c9702bdd77d2/carte.png" />
         <pubDate>2019-03-30 18:23:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346806120</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Praia da Consolação</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346807161</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de todas as outras alternativas, decidi aprofundar  meu conhecimento na praia da consolação, talvés por ter sido a que mais me chamou a atenção.<br><br><mark>_Condições ambientais:</mark><br>-Pluviosidade: ausente<br>-Nebulosidade: pouca<br>-Vento: forte<br>-Maré: a subir<br><br><mark>_Património geológico</mark><br>A zona entre a Consolação e S. Bernardino é composta por um empilhamento de sedimentos do Jurássico auperior com mais de 150 M.a. e é uma das principais áreas de estudo deste Período geológico em Portugal.<br>Neste local encontramos registos de biostromos ( construções do tipo recifal da acumulação de esqueletos de corais e outros organismos) de coral, bivaves, gastrópodes e outros invertebrados. <br><br><mark>_Fósseis encontrados:</mark><br><br></div><ul><li>Fóssil de coral (colonial);</li><li>Coral (polipeiro)</li><li>Ouriço-do-mar </li><li>Bivalve</li><li>Gastrópode</li><li>Ostreídeo</li><li>Rudista</li></ul><div><br><mark>_Sistema dunar:<br></mark><br>A zona a norte de consolação e até à praia de "supertubos" em peniche, presenta um extenso cordão dunar onde podem ser observadas várias das espécies típic0s destes sistemas. <br><br><br>Nas fotografias podemos observar alguns fósseis que encontramos na praia.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/654476a8a8c51b473e4742ff2326e230/PC.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 18:34:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346807161</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Peniche-Bacia </title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346808478</link>
         <description><![CDATA[<div> A Bacia Lusitânica, localizada na margem ocidental da Península Ibérica formou-se no decurso da abertura do oceano Atlântico Norte. A história evolutiva da bacia originou uma sucessão quase contínua para o Jurássico, o que confere à mesma um valor incalculável conhecido já na comunidade científica, mas muitas vezes desconhecido quer pelo público em geral, quer pelos órgãos incumbidos de zelar pela conservação dos bens naturais. Como tal, é importante uma análise patrimonial da referida sucessão geológica a fim de se mostrar as potencialidades existentes (pedagógicas, científicas, turísticas, entre outras).<br>Fonte: ULFC</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/3d90eca4339dd1efa7b3a1647c73a29d/Praia_da_Consola__o_Vista_Aerea.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 18:47:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346808478</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Apreciação à visita</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346810251</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião esta visita fui muito elucidativa para mim pois pude ver, tocar e sentir tudo o que estudamos durante grande parte do 1º período. Foi uma experiência muito enriquecedora, onde pusemos em prática todo o nosso conhecimento, ou seja, do teórico ao prático.<br>Foi uma visita que nos levou às nossas origens.<br>Um agradecimento a todos os professores envolvidos pelo seu trabalho, esforço e dedicaque nos proporcionaram um dia fantástico, cheio de novas aprendizagens e claro, com alguma diversão e aventura!  </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 19:09:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/346810251</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366543848</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta atividade foi realizada no âmbito do subtema Trocas gasosas e na qual observamos estomas ao microscópio ótico composto.<br>Com esta atividade tinhamos como objetivo observar a abertura ou fecho dos estomas com as seguintes variáveis: salinidade e luz. Tinha também como principal objetivo percebermos a distribuição dos estomas na página superior e inferior da folha.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-06-09 09:09:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366543848</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trocas Gasosas nas plantas </title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366544554</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas plantas, as trocas gasosas estão basicamente associadas a 3 processos: transpiração, fotossíntese e respiração aeróbia.<br><br></div><div>É através dos <strong>estomas </strong>localizados, principalmente nas folhas, que ocorrem as trocas gasosas com meio exterior. Estes são constituídos basicamente, por duas células guarda que delimitam a abertura, o <strong>ostíolo</strong>, através do qual ocorrem as trocas gasosas. Nestas células, ricas em cloroplastos, as paredes celulares que delimitam a abertura são mais espessas do que as paredes opostas. Este facto permite-lhes variar a abertura do ostíolo em função do seu <strong>grau de</strong> <strong>turgescência</strong>. Quando estas células perdem água, ficam <strong>plasmolisadas,</strong> a pressão de turgescência diminui sobre as paredes que delimitam o ostíolo e o estoma <strong>fecha</strong>. Quando as células guarda estão <strong>túrgidas</strong>, os ostíolos <strong>abrem.<br><br>_</strong><mark>Variação da turgescência das células guarda<br></mark><br></div><div>A variação de turgescência das células guarda depende do <strong>movimento, por transporte ativo de iões</strong> para o seu interior, especialmente os iões K+. O aumento da concentração desses iões para o seu interior, provoca a entrada de água por <strong>osmose</strong>, com consequente aumento de turgescência e abertura dos estomas. A saída dos iões, por exemplo dos K+ por difusão simples provoca a saída de água para as células vizinhas, diminuindo assim, o volume celular, célula plasmolisada, o que provoca o fecho dos estomas.<br><br>_<mark>Fatores que influenciam a abertura e fecho dos estomas<br><br></mark>Há diversos fatores que influenciam a abertura e fecho dos estomas: a luz, a temperatura, o vento, quantidade de água disponível no solo, Salinidade do meio, humidade do ar, entre outros; Esta experiência foi essencialmente dedicada ao estudo da influência da salinidade e da luz na abertura dos estomas.<mark><br><br></mark>(imagem: Estrutura do estmos. Estoma aberto e fechado <mark><br></mark><a href="http://cienciasdavidaedaterra25.blogspot.com/2012/03/abertura-e-fecho-dos-estomas.html">http://cienciasdavidaedaterra25.blogspot.com/2012/03/abertura-e-fecho-dos-estomas.html</a>)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/6c8260cee5b33e8e6dbb87e42ee85c78/estomas___1_.jpg" />
         <pubDate>2019-06-09 09:23:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366544554</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fatores etudados</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366547174</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>_Influência da Luz:</mark></div><div><br>Quanto mais energia luminosa for absorvida pela clorofila maior a taxa de fotossíntese e consequente diminuição da concentração de CO2 intracelular. Durante o dia as células de guarda tem menor concentração de dióxido de carbono, e, consequentemente, menor concentração de ácido carbónico e uma diminuição da acidez intracelular (pH elevado). O aumento do pH favorece a atividade de fosforilases específicas, que são responsáveis pelo desdobramento do amido em glicose. <br>À medida que a concentração de glicose no interior da célula aumenta ela tornando-se hipertónica, relativamente ao meio externo e com maior pressão osmótica fazendo com que a água entrasse por osmose, com consequente turgescência e a abertura dos estomas. De noite o processo é o cntrário, há diminuição do pH da célula devido ao aumento do CO2. A fosforilase converte a glicose em amido (que é uma substância insolúvel) causando assim a diminuição da pressão osmótica, saída da água, plasmólise e fecho dos estomas.<br><br>_<mark>Influência da Salinidade:</mark></div><div><br></div><div>Num meio salino (hipertónico) as células-guarda perdem água por osmose, ficando</div><div>plasmolisadas com consequente fecho dos estomas, isto acontece pois sendo o meio hipertónico,  vai gerar uma elevada pressão osmótica, supeior à que existe nos estomas sendo então a água "obrigada"a sair dos estomas para o meio. <br>Num meio hipotónico (água destilada),  os estomas das células-guarda (hipertónicas) enche-se de água, ficando túrgidas e há uma consequente abertura do estoma; <br>Nesta experiência ocorre o contrário: o estoma encontra-se hipertónico em relação ao meio, havendo entrada da àgua do meio para o interior dos vacúolos da célula <br><br></div><div><a href="https://www.slideshare.net/marianadazcrespo/intercambio-de-gases-en-las-plantas-61837635">(Imagem</a>: troca de gases nas plantas durante o dia e a noite<br><a href="https://www.slideshare.net/marianadazcrespo/intercambio-de-gases-en-las-plantas-61837635">https://www.slideshare.net/marianadazcrespo/intercambio-de-gases-en-las-plantas-61837635</a>)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/91ecb89c79039722f052b23265c0b90d/intercambio_de_gases_en_las_plantas_3_638.jpg" />
         <pubDate>2019-06-09 10:08:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366547174</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quantidade de estomas</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366548882</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas folhas das plantas existe uma quantidade, variável, de estomas nas mesmas. Na mesma planta podemos ter uma folha com muitos mais estomas do que noutra. A quantidade de estomas não varia apenas e folha para folhas mas também, na mesma folha, a quantidade é inferior na página superior da folha, isto porque, a página superior da planta está mais exposta ao vento chuva e humidade, por isso, e para sua proteção a maior quantidade de estomas está presente na página inferior da folha, havendo assim mais controlo das trocas gasosas e da transpiração pelos estomas, que é facilitado. Como disse anteriormente, a distribuição de estomas não é homogénea pelo que , na sua contagem não nos devemos singir a apenas uma área de contagem para assim termos uma ideia mais precisa do número de estmos da folha.<br>Quanto maior for o número de estomas, maior será a taxa de transpiração. <br><br>(imagem: estoma ao microcópio)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320495722/c109a0afa99c91874e42dd4dde30ef09/7044F6CF_19F5_4980_90DB_1ECB7237F653.png" />
         <pubDate>2019-06-09 10:46:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366548882</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade Laboratorial</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366549598</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois desta pequena introdução ao tema, ficamos a conhecer melhr o nosso objeto de estudo e estamos prontos para iniciar então a nossa atividade laboratorial.<br><br><strong><mark>_Objetivos:</mark></strong><br><br>Como já referi na introdução, os nossos objetivos para esta atividade são os seguintes:<br><br>-Observar a estrutura dos estomas;<br>-Comparar a quantidade de estomas nas faces superior e inferior das folhas;<br>-Observar a influência da luz e da salinidade na abertura e fecho dos estomas.</div><div><br><mark>_Material</mark><strong><mark>:</mark></strong></div><div><br></div><ul><li>Folhas verdes frescas de <em>Tradescantia</em>;</li><li>Pinça;</li><li>Bisturi;</li><li>Conta-gotas;</li><li>Lâminas;</li><li>Lamelas;</li><li>Papel de filtro;</li><li>Água destilada (Meio hipotónico);</li><li>Solução de cloreto de sódio a 12% (Água salgada - meio hipertónico);</li><li>Solução de Ringer (ou soro fisiológico);</li><li>Microscópio ótico;</li><li>Candeeiro de mesa;</li></ul><div><br><mark>_Procedimento:</mark><br><br></div><ol><li>Coloque duas folhas de <em>Tradescantia </em>debaixo da luz direta de um candeeiro durante alguns minutos (evitar uma exposição prolongada ao calor);</li><li>Coloque outras duas folhas de <em>Tradescantia </em>no escuro pelo menos durante 30 minutos;</li><li>Faça, com um bisturi, um golpe na epiderme inferior de uma folha que esteve exposta à luz;</li><li>A partir deste golpe destaque, com uma pinça, uma película de espessura reduzida da epiderme da folha;</li><li>Coloque a película sobre uma lâmina com uma gota de solução de Ringer ou soro fisiológico, de tal forma que a epiderme fique completamente distendida;</li><li>Cubra a preparação com uma lamela;</li><li>Observe a preparação ao microscópio, usando uma ocular de 10x e a objetiva de 10x;</li><li>Desenhe e legende um estoma e algumas células da epiderme circundante;</li><li>Conte o número de estomas que se encontram no campo de visão. Repita o procedimento em duas outras áreas da preparação. Registe as observações;</li><li>Repita os procedimentos 3. a 9., mas com a epiderme superior da folha;</li><li>Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando uma folha que esteve às escuras;</li><li>Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando água destilada como meio de montagem;</li><li>Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando solução de cloreto de sódio como meio de montagem;</li></ol><div><br><mark>_Conclusão:</mark><strong><br><br></strong>Com esta atividade laboratorial, conhecemos melhor não so a estrutura das próprias faces da folha, como também as estruturas dos estomas e o seu funcionamento.<br>Conseguimos também perceber  como é que funciona a abertura e o fecho dos estomas, em especial na presença das duas variáveis que usamos: na presença de luz ou obscuridade e em meios salinos ou alcalinos e também a variação da quantidade de estomas nas facese a razão desta adaptação das plantas. Conclui-se então o seguinte: na presença da luz e em água destilada que os estomas se abrem e que na presença da obscuridade ou em água salgada eles fecham. <br>Em suma, esta atividade permitiu-nos ficar a conhecer melhor a distribuição dos estomas nas folhas e o seucomportamento (a sua abertura ou fecho) face ao meio envolvente, condicionado pelas variáveis estudadas (salinidade e luz/obscuridade).<br><br> (Imagem- Imagem de um estoma da face inferior da <em>Tradescantia </em>em água destilada e que se encontrou na luz com uma ampliação de 400x - objetiva=40x e ocular=10x, vista ao microscópio ótico composto - Estoma aberto)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/a999a1b1ba612d993280fc48651f9fb1/IMG_0007.heic" />
         <pubDate>2019-06-09 11:01:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366549598</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Imagem 01</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366550443</link>
         <description><![CDATA[<div> Imagem de um estoma da face inferior da <em>Tradescantia </em>em água destilada e que se encontrou na luz com uma ampliação de 100x - objetiva=10x e ocular=10x, vista ao microscópio ótico composto - Estoma aberto.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/b8c511db25cf693f6ec536286dc5648b/IMG_0006.heic" />
         <pubDate>2019-06-09 11:21:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366550443</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Imagem 02</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366550453</link>
         <description><![CDATA[<div> Imagem de um estoma da face inferior da <em>Tradescantia </em>em água destilada e que se encontrou na luz com uma ampliação de 40x - objetiva=4x e ocular=10x, vista ao microscópio ótico composto - Estoma aberto.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/1db487cc8bf2c7946cb3010c72879ea7/IMG_0008.heic" />
         <pubDate>2019-06-09 11:21:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366550453</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Distribuição dos estomas-vídeo</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366551233</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=IJLOmIb6q80" />
         <pubDate>2019-06-09 11:39:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366551233</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estrutura e funcionamento dos estomas- vídeo</title>
         <author>saraff2003</author>
         <link>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366551277</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=UG08SsO8zQA" />
         <pubDate>2019-06-09 11:40:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraff2003/sara_freiras_bologyandgeology/wish/366551277</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
