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      <title>CRÔNICA by Geórgia Duarte</title>
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      <description>Partilhe as suas ideias e comente as dos outros!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-03 17:07:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ana5002246</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>A crônica <mark>é um gênero textual narrativo, geralmente curto, que aborda acontecimentos do cotidiano de forma leve e com uma linguagem próxima do leitor</mark>. É um gênero que surgiu no jornalismo e se aproxima do público através de reflexões sobre o dia a dia, utilizando a observação e a sensibilidade do autor.&nbsp;</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 16:49:46 UTC</pubDate>
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         <title>video da cronica</title>
         <author>mariana5569877</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 16:56:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ana5002246</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Tipos de crônica:</strong></p><ul><li><p><strong>Crônica narrativa:</strong> Foca na narração de um acontecimento, com personagens e enredo.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Crônica argumentativa:</strong> Utiliza o fato do cotidiano como ponto de partida para a discussão de um tema.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Crônica humorística:</strong> Busca o humor e a leveza na abordagem dos acontecimentos.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Crônica lírica:</strong> Explora o lado poético e sensível da realidade.&nbsp;</p></li><li><p>Em resumo, a crônica é um gênero textual que nos permite observar e refletir sobre o cotidiano de forma leve e próxima, com a capacidade de nos fazer rir, pensar e nos identificar com as situações narradas.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 16:57:00 UTC</pubDate>
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         <title>exemplo de cronica</title>
         <author>luizadcfraga</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 17:01:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ana5002246</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>O amor e a morte (Carlos Heitor Cony)</strong></p><p>Foi em dezembro, dez anos atrás. Mila teve nove filhotes, impossível ficar com a ninhada inteira, fiquei com aquela que me parecia a mais próxima da mãe.</p><p>Nasceu em minha casa, foi gerada em minha casa, nela viveu esses dez anos, participando de tudo, recebendo meus amigos na sala, cheirando-os e ficando ao lado deles - sabendo que, de alguma forma, devia homenageá-los por mim e por ela.</p><p>Ao contrário da mãe, que tinha alguma autonomia existencial, aquilo que eu chamava de “fumos fidalgos”, como o Dom Casmurro, Títi era um prolongamento, o dia e a noite, o sol e todas as estrelas, o universo dela centrava-se em acompanhar, resumia-se em estar perto.</p><p>Quando Mila foi embora, há dois anos, ela compreendeu que ficara mais importante -e, se isso fosse possível, mais amada. Escoou com sabedoria a dor e o pranto, a ausência e a tristeza, e se já era atenta aos movimentos mais insignificantes da casa, com o tempo tornou-se um pedaço significante da vida em geral e do meu mundo particular.</p><p>Vida e mundo que deverão, agora, continuar sem ela -se é que posso chamar de continuação o que tenho pela frente. Perdi alguns amigos, recentemente, mas foram perdas coletivas que doeram, mas, de certa forma, são compensadas pela repartição do prejuízo.</p><p>Perder Títi é um “resto de terra arrancado” de mim mesmo -e estou citando pela segunda vez Machado de Assis, que criou um cão com o nome do dono (Quincas Borba) e sabia como ninguém que dono e cão são uma coisa só.</p><p>Essa “coisa só” fica mais só, nem por isso fica mais forte, como queria Ibsen. Fica apenas mais sozinho mesmo, sem ter aquele olhar que vai fundo da gente e adivinha até a alegria e a tristeza que sentimos sem compreender. Sem Títi, é mais fácil aceitar que a morte seja tão poderosa, desde que seja bem menos poderosa do que o amor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 17:04:07 UTC</pubDate>
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         <title>mais alguns exemplos </title>
         <author>luizadcfraga</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 17:04:52 UTC</pubDate>
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         <title>O elevador”</title>
         <author>luizfdlmrodrigues</author>
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         <description><![CDATA[<p>Todo dia é o mesmo ritual: aperto o botão, espero o elevador, ele para no andar errado, entra alguém com cara de sono, e seguimos calados até o térreo. É curioso como esse pequeno cubo de metal consegue reunir tantas pessoas e, ao mesmo tempo, manter todas separadas.</p><p><br></p><p>Já reparei que ninguém olha nos olhos. Uns encaram o visor que desce os andares como se estivessem assistindo a um filme de suspense. Outros fingem que mexem no celular — mesmo sem sinal. A verdade é que o elevador virou um confessionário silencioso das nossas urgências, cansaços e pressas.</p><p><br></p><p>E eu ali, parado, me perguntando se um “bom dia” mudaria alguma coisa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 17:05:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizadcfraga</author>
         <link>https://padlet.com/profegeorgiaduarte/wjzcrpqs0vhe4x12/wish/3512669207</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 17:12:04 UTC</pubDate>
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