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      <title>O meu diário by Bruno Silva</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-04 14:32:26 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1: Contextualização de Eugénio de Andrade</title>
         <author>brunosilva_6</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 21:48:09 UTC</pubDate>
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         <title>Temáticas:</title>
         <author>brunosilva_6</author>
         <link>https://padlet.com/brunosilva_6/wjudx7va1rht/wish/232174411</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Eugénio de Andrade</strong> propôs uma poesia <strong>elementar</strong>, cuja musicalidade pode ser encontrada na nossa poesia medieval. Esta elementaridade leva a que uma das suas temáticas seja a <strong>Natureza. </strong>Para além desta, o poeta tem presentes a <strong>figuração do Homem</strong>, a <strong>figuração do tempo</strong> e a <strong>ligação do corpo à escrita </strong>como temáticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 22:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia:</title>
         <author>brunosilva_6</author>
         <link>https://padlet.com/brunosilva_6/wjudx7va1rht/wish/232174540</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Eugénio de Andrade</strong> é o pseudónimo de José Fontinhas, poeta português que nascera no Fundão a 19 de Janeiro de 1923 e falecera no Porto a 13 de Junho de 2005 com 82 anos. Em 1940 publicou o seu primeiro livro <strong><em>Narciso </em></strong>ainda so o seu verdadeiro nome do qual faz a mudança para o que é reconhecido atualmente. Foi poeta, escritor e tradutor, mas ao longo da sua vida exerceu 35 anos as funções  de Inspector Administrativo do Ministério da Saúde. Embora a fama e prestígio que este tinha, Eugénio sempre fora muito distanciado da vida social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 22:03:38 UTC</pubDate>
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         <title>Movimento literário:</title>
         <author>brunosilva_6</author>
         <link>https://padlet.com/brunosilva_6/wjudx7va1rht/wish/232174788</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar da sua poesia quase não acusar qualquer tipo de corrente literária, <strong>Eugénio de Andrade</strong> fora contemporâneo do <strong>neorrealismo</strong> e do <strong>surrealismo</strong>, duas vertentes importantes da sua época e que podem realmente estar presentes nos seus versos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 22:04:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2: Resolução do questionário da página 210 sobre o poema &quot;Livro de Horas&quot;</title>
         <author>brunosilva_6</author>
         <link>https://padlet.com/brunosilva_6/wjudx7va1rht/wish/232187647</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. </strong>No ínicio do poema o "eu" lírico intenciona confessar se sem destinatário referenciado, logo tem a noção que é pecador. Sendo assim, ao fazer a confissão este revela o que pensa conscientemente sobre si, acabando por concluir que é uma mistura entre o mal e o bem.<strong><br><br>2. <br><br>3.<br><br>4. </strong>Para além do ato principal neste poema, a confissão é também a condição humana que está presente. Sendo que um ato de confissão exige sinceridade, franqueza e honestidade por parte do pecador, pode ser feita uma relação entre a condição humana e a Terra e serranias transmontanas, pois há uma riqueza dessas exigências como personalidade por parte do povo transmontano.<br><strong><br>5. </strong>A última estrofe do poema pode ser considerada com uma síntese pois está nela comprovada toda a ciclicidade do que é tratado no poema sendo que há um retorno por parte do poeta para o princípio com a confissão "me confesso de ser eu tal e qual como vim" tendo com ponta de vista a primeira confissão.<br><strong><br>6.<br>    a) </strong>Personificação<strong><br>    b) </strong>Metáfora <strong><br>    c) </strong>Antítese<strong><br>    d) </strong>Metáfora</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 23:05:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3: Resolução do questionário da página 211 sobre o poema &quot;Arte poética&quot;</title>
         <author>brunosilva_6</author>
         <link>https://padlet.com/brunosilva_6/wjudx7va1rht/wish/232191902</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong><br>    <strong>a)</strong> "Fecho os olhos e avanço" v.1<br>   <strong> b)</strong> "E começa o poema" v.2<br>    <strong>c)</strong> "A regra é caminhar / E chegar sem saber" vv.6-7<br>    <strong>d)</strong> "E ganho quando sinto a salvação / No próprio gosto de me ir iludindo" vv.19-20<br><br><strong>2.</strong> Para o sujeito poético o ato de criação poética surge como um "milagre" tal como afirma no verso 10 , sendo assim ao que se refere com tal acontecimento, o que significa que este tal ato é incerto, inesperado e espontâneo.<br><br><strong>3.</strong> O poeta caracteriza o ato de criação poética como um ato de certa forma milagroso porque tem uma mistura de incerteza, naturalidade e misteriosidade que lhe confere tal caracteristica "sagrada". Acaba por concluir que também é um processo cíclico devido há constante criação de obras e possivelmente sucessivas inspirações.<br><br><strong>4. </strong>Quanto à estrófica, o poema contem duas estrofes que são décimas (10 versos), quanto á rima esta apresenta uma certa irregularidade sendo que a maioridade dos versos não apresentam qualquer tipo de rima, mas nos que apresenta existe todos os tipos de rima e quanto á métrica os versos são hexassilábicos.<br><br><strong>5.</strong> Estas formas verbais destacadas apresentam-se no gerúndio com o intuíto de formar uma continuidade da ação, conferindo assim ao que o poeta quer transmitir uma ciclicidade, ou seja, demonstra que o ato de criação poética é ciclíco.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 23:33:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4: Resolução do questionário da página 212 sobre o poema &quot;Sísifo&quot;</title>
         <author>brunosilva_6</author>
         <link>https://padlet.com/brunosilva_6/wjudx7va1rht/wish/232192458</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong><br>    <strong>a)</strong> "És homem"<br>   <strong> b)</strong> "Enquanto não alcances / não descances"<br>   <strong> c)</strong> "Sempre a sonhar"<br><br><strong>2.</strong> As reticências são utilizadas no primeiro verso de modo a dar a sensação de algo inacabado, neste caso querendo demonstrar que o processo de recomeço possa não ser fácil ou finito.<br><br><strong>3.</strong> Existem vocábulos como "vendo" e "acordado" que remetem para a lucidez do Homem e que podem ser relacionadas com a condição humana deste poema, uma vez que esta tem a haver com a persistência e a luta para atingir objetivos e uma vez que a lucidez é uma aptidão indespensável para alguém que queira tal coisa.<br><br><strong>4. </strong>O mito relacionado com este poema é o mito de Sísifo e remete para uma constante luta contra a ciclicidade e a persistência que Sísifo teve devido á condenação de Sísifo. Este mito serve de exemplo e de comparação para o ato de criação poética sendo que em cada um deste foi e é necessário uma enorme persistência, luta, ambição e esforço por parte do submetido para alcançar o que deseja.<br><br><strong>5. </strong>Tendo em conta que um hino tem como função enaltecer uma personagem ou algo, pode se considerar Sísifo como um hino porque o seu mito é uma forma de lição e um sinal de esperança ou até de força para as pessoas que têm objetivos e os querem alcançar. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 23:37:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunosilva_6</author>
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         <description><![CDATA[ ]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 00:19:10 UTC</pubDate>
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         <title>fddsf</title>
         <author>brunosilva_6</author>
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         <pubDate>2018-02-22 20:21:01 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5: Resolução do questionário da página 219 sobre o poema &quot;Agora as palavras&quot;</title>
         <author>brunosilva_6</author>
         <link>https://padlet.com/brunosilva_6/wjudx7va1rht/wish/234473713</link>
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         <pubDate>2018-02-22 20:21:41 UTC</pubDate>
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