<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Filosofia da arte by Sofia Moura</title>
      <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-24 15:57:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-05 15:47:10 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Análise do documentário</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3359093164</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em><mark>1- Qual é a tese defendida pelo filósofo?</mark></em></strong></p><p>A tese defendida pelo autor é a seguinte: A arte atual desvaloriza a beleza e substitui pelo feio e pelo útil.</p><p>A arte atual conduz a um deserto espiritual à desolação e à alienação.</p><p><br/></p><p><strong><em><mark>2- Qual é o objetivo da arte entre o séc. XVIII e meados do séc. XX ?</mark></em></strong></p><p>Segundo Roger Scruton, o objetivo da arte era a beleza.</p><p><br/></p><p><strong><em><mark>3- Porque é que a beleza é para o filósofo tão importante como o Bem e a Verdade?</mark></em></strong></p><p>Porque a beleza é um valor comparável à verdade e ao bem.</p><p>O valor da beleza contribui para entender melhor a natureza humana e dar um sentido à vida.</p><p><br/></p><p><strong><em><mark>4- Houve uma mudança nos padrões de beleza por volta de meados do séc. XX. A que se deve</mark></em></strong></p><p><strong><em><mark>essa mudança?</mark></em></strong></p><p>Essa mudança deve-se à substituição da beleza pela originalidade e esta não requer habilidades especiais. O objetivo do artista deve ser captar a atenção e a imaginação do espectador através de qualquer meio ou artefacto. Valoriza-se a ideia, o conceito na criação artística. Dentro desta ordem de ideias, qualquer objeto pode ser arte. Substitui-se o belo pelo feio e pela alienação. A partir daqui, meados do século XX, a arte e a arquitetura fazem a apologia do feio e do útil. Exemplo disso é a obra "A fonte" de Duchamp/ "Mr. Mutt" ou a obra "Oak tree" de Michael Craig-Martin. Para estes artistas, a arte contemporânea mostra às pessoas o mundo como ele é, o mundo em que estão a viver, mesmo que por vezes essa realidade possa ser feia, caótica, perturbadora ou chocante. Duchamp pôs em causa duas ideias: </p><p>1- a arte como meio para transmitir a beleza ou outros valores espirituais;</p><p>2- o artista como alguém que tem de possuir para além da criatividade, várias aptidões e técnicas para que as suas obras possuam como por exemplo no caso da pintura certas características visuais.</p><p><br/></p><p><strong><em><mark>5- Por que razão a beleza “desapareceu” do nosso mundo e do mundo da arte?</mark></em></strong></p><p>Porque as sociedades atuais incentivam o culto do individualismo, do egoísmo e da utilidade... O que importa são os gostos de cada um, os prazeres de cada um . O que é importante é a funcionalidade das coisas. A forma deve submeter-se a função (arquitetura).</p><p> Por outro lado, a arte conceptual contribui para o descrédito da arte e a desvalorização da natureza, porque qualquer coisa pode ser arte desde que seja original e leve as pessoas a pensar. </p><p> A tarefa do artista não é cultivar a beleza, mas mostrar o mundo tal como ele é, imperfeito, caótico e feio, ( exemplo os trabalhos de Jeff Koons e os artefactos de Kitsche) e não o mundo ideal.</p><p><br/></p><p><strong><em><mark>6 – Para o autor ao perde-se o sentido do belo o ser humano perde o sentido da vida. Concorda com esta tese?</mark></em></strong></p><p>Sim, porque segundo Scruten, o sentido do belo é um valor que não é subjetivo mas que remete para uma necessidade universal do ser humano que é o sentido da vida. Pela beleza ou pelo belo, tornamo-nos seres <strong>espirituais </strong>e <strong>morais</strong>. </p><p>"A arte traz consolo na tristeza, afirmação na alegria, mostra-nos o sentido da vida, porque é uma forma de transformar o caótico em harmonia, o caos em cosmos."</p><p><br/></p><p><strong><em><mark>7- O filósofo esclarece que o “Amor platónico” é uma forma de beleza. Porquê?</mark></em></strong></p><p>Porque o amor platónico é um amor à beleza, sem luxúria. É uma forma de relação com a <strong>divindade</strong>, de contacto com a <strong>eternidade, </strong>é um facto divino deste mundo. </p><p><br/></p><p><strong><em><mark>8 – A experiência estética de contemplar o desabrochar de uma flor pode ser comparada aos poemas de um dos heterónimos de Fernando Pessoa. Procure saber qual esse heterónimo e apresente um poema dele.</mark></em></strong></p><p>Sim, existe uma relação entre o desbrochar de uma flor e o poema do heterónimo de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro, "O Guardador de Rebanhos".</p><p><br/></p><p><strong><em><mark>9 – Para Kant a experiência estética tem uma particularidade que é referida neste vídeo. Qual é?</mark></em></strong></p><p>Para Kant, a experiência estética é uma experiência desinteressada acompanhada pela mera contentação, não tem o propósito de satisfazer qualquer interesse prático nem tem uma finalidade.</p><p><br/></p><p><strong><em><mark>10- Porque é que a experiência da beleza é tão importante?</mark></em></strong></p><p>Porque a experiência da beleza é uma experiência estética que liga o ser humano ao amor e ao transcendente, libertando-os da alienação do quotidiano. A contemplação da beleza é o sinal de uma ordem superior que nos transporta para a esfera do divino, do sagrado, algo superior que tem valor em si.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/617018860/755c5bfe2724c30260d8fde2f2bf3a3c/download__1_.jpeg" />
         <pubDate>2025-03-10 15:30:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3359093164</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Anunciação&quot;, Leonardo da Vinci</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3359120651</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/617018860/d3a36258165fd7bba82f5dd93204e3ee/images.jpeg" />
         <pubDate>2025-03-10 15:48:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3359120651</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;O nascimento de Vénus&quot;- Sandro Botticelli</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3359122456</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/617018860/7649a282cd4285ef40bf8c2ec19cf938/O_Nascimento_de_Venus_de_Botticelli.jpg" />
         <pubDate>2025-03-10 15:49:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3359122456</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Associação das obras de arte &quot;Anunciação&quot; e &quot;O nascimento de Vénus&quot;</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3359134554</link>
         <description><![CDATA[<p>     Associei estas duas pinturas porque a meu ver apresentam técnicas de pintura semelhantes como por exemplo o contraste entre luz/sombra e as cores vividas. Para além disso, ambas as obras mostram interesse pela figura humana e apresentam de certo modo esse realismo nas figuras representadas. </p><p>      Isto levou me a crer que as obras se inserem no mesmo periodo da história das artes- renascimento, estando por isso muito relacionadas.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/617018860/c93938d906947bb49c99d5b21aecb972/Screenshot_20250605_115730_VSCO.jpg" />
         <pubDate>2025-03-10 15:57:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3359134554</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Temporal no mar&quot;- William Turner</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3359138845</link>
         <description><![CDATA[<p>Escolhi esta obra de William Turner, porque nela vi uma clara imagem paisagística, apesar de aparentemente esta pintura parecer borrada ou manchada.</p><p>Do meu ponto de vista, a tempestade que pretende ser representada é sublinhada exatamente pelo facto da tela estar manchada. Consigo visualizar nesta obra aquilo que me parece ser um mar tempestuoso e revoltado, pelo que o título adequa-se muito bem à obra de arte.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/617018860/c04d048ebd9e1a065c255dbdfa076c78/snowstorm.jpg" />
         <pubDate>2025-03-10 16:00:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3359138845</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;La mer&quot; de Debussy e a sua relação com &quot;O temporal no mar&quot; de William Turner</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3369604779</link>
         <description><![CDATA[<p>    Claude Debussy (1862-1918) é um dos principais representantes do movimento musical impressionista, que surgiu em França, no século XX.</p><p>    No âmbito de relacionar estas duas obras de arte que, embora muito distintas, no meu ponto de vista, têm bastante em comum, é importante sublinhar que a música impressionista é caracterizada por sugestão e atmosferas melódicas e sublimes, que procuram retratar imagens, especialmente paisagens naturais.</p><p><br/></p><p>    "<em>La mer, trois esquisses symphoniques pour orchestre</em>", traduzido para, <em>O Mar, três esboços sinfônicos para orquestra </em>ou como é mais conhecida- "La Mer", é uma peça composta por Debussy e que retrata o mar em diferentes momentos do dia.</p><p><br/></p><p>A peça está dividida em 3 andamentos:</p><p>1- <em>De l´aube à midi sur la Mer</em> (Da Alvorada ao Meio-dia no Mar)</p><p>2-<em> Jeux de Vagues</em> (Jogo das Ondas)</p><p>3- <em>Dialogue du Vent et de la Mer</em> (Diálogo do Vento com o mar)</p><p><br/></p><p>    Debussy sempre foi um amante do mar. Na época em que foi composta, 1905, a obra de Debussy foi muito pouco compreendida, tenho sido criticada, por exemplo: "Não oiço, não vejo e não sinto o mar". Na verdade, a obra não é uma composição sobre o mar, mas sim sobre lembranças e sentimentos que evocam o mar, segundo o autor. </p><p><br/></p><p>    Na minha opinião, o andamento desta peça que mais se relaciona com a pintura é o 3º andamento- <em>Dialogue du Vent et de la Mer</em> (Diálogo do Vento com o mar) uma vez que as mudanças dinâmicas e de instrumentação evocam esta agitação do mar revolto, dando a ideia de algo em constante transformação. O clímax desta terceira parte lembra a energia e o impacto visual da tempestade. Da mesma forma, creio que na pintura "O temporal no mar", as pinceladas soltas de William Turner simbolizam também a revolta do mar, assim como as nuvens escuras, o vento e a chuva que remetem para a turbulência marítima.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/617018860/d223a4bb4113b7e8ee8d81831bfa2c02/image.png" />
         <pubDate>2025-03-17 15:51:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3369604779</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Distinção entre teorias essencialistas e não essencialistas da arte</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3479344006</link>
         <description><![CDATA[<p>Como resposta ao problema da definição da arte estabeleceram-se duas grandes teorias da arte, por sua vez subdivididas:</p><ul><li><p><strong>Teorias essencialistas da arte:</strong> defendem que a definição correta de arte é a que descreve a sua essência ou natureza, revelando as características intrínsecas, necessárias e suficientes, que fazem com que algo seja considerado arte. Entre estas teorias, encontram-se três principais: teoria da arte como representação; <strong>teoria da arte como expressão e teoria da arte como forma.</strong></p><p><br></p></li><li><p><strong>Teorias não essencialistas da arte: </strong>Defendem que as condições necessárias e suficientes para algo ser arte são relativas ao contexto em que os objetos se encontram inseridos e ao modo como eles adquirem o estatuto de obras de arte. As principais teorias não essencialistas são: <strong>teoria institucional da arte e teoria histórica da arte.</strong></p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/617018860/d85d30ab1b04304998c9982f3091c2a4/1000012555.png" />
         <pubDate>2025-06-04 22:26:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3479344006</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Teoria da arte como representação</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3479347841</link>
         <description><![CDATA[<p>    A teoria da arte como representação diz que: Algo é uma obra de arte só se é uma representação.</p><p>    Esta obra, "A leiteira" de Johannes Vermeer,  representa muito bem o que é a teoria da arte como representação, uma vez que representa de forma muito fiel e realista uma cena da vida quotidiana.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fc/The_Milkmaid_%28ca._1660%29_by_Johannes_Vermeer._Original_from_The_Rijksmuseum._Digitally_enhanced_by_rawpixel._%2850434644567%29.jpg" />
         <pubDate>2025-06-04 22:34:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3479347841</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Teoria expressivista da arte</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3480298243</link>
         <description><![CDATA[<p>    A teoria expressivista pode ser sintetizada da seguinte forma: Algo é arte, se e só se, algo é expressão imaginativa de emoções.</p><p>    Esta obra, "O Grito", de Edvard Munch, é um bom exemplo de arte segundo a teoria expressivista pois apresenta de forma clara emoções ou sentimentos como a angústia e o medo.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://storage.needpix.com/rsynced_images/edvard-munch-1332621_1280.jpg" />
         <pubDate>2025-06-05 10:49:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3480298243</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Teoria da arte como forma</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3480299280</link>
         <description><![CDATA[<p>    A teoria da arte como forma diz que algo é uma obra de arte se, e só se, algo tem forma significante.</p><p>    "Lac d´Annecy" convida o espectador a apreciar a pintura pelo que ela é visualmente, não pelo que ela representa simbolicamente. Esta pintura é capaz de captar uma resposta estética pelo que é um bom exemplo de arte segundo a teoria da arte como forma.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/617018860/33982c911078b3c99924e174688af9a3/Lac_d_Annecy__par_Paul_C_zanne.jpg" />
         <pubDate>2025-06-05 10:51:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3480299280</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Teoria institucional da arte</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3480309419</link>
         <description><![CDATA[<p>    De acordo com a teoria institucional da arte, algo é uma obra de arte, no sentido classificativo, se e só se, algo é um artefacto que possui um conjunto de características ao qual foi atribuído o estatuto de candidato a apreciação por uma ou várias pessoas que atuam em nome de determinada instituição social: o mundo da arte.</p><p>   Cumprindo os critérios anteriormente referidos, a obra de Duchamp, "Antecipação de um braço partido" é um exemplo de arte segundo a teoria institucional da arte, ou seja, esta obra só adquire significado quando inserida no mundo da arte. Este objeto ansioso ou ready-made pretende desafiar a nossa compreensão do próprio conceito de arte.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/617018860/a02fcbb946a718c22b9b7efc43a32661/mai8_2.jpg" />
         <pubDate>2025-06-05 11:04:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3480309419</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Teoria histórica da arte</title>
         <author>a107911</author>
         <link>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3480310762</link>
         <description><![CDATA[<p>    Segundo a teoria histórica da arte, algo é uma obra de arte se e só se algúem com direitos de propriedade sobre isso tem a intenção séria de que seja encarado da mesma forma como foram corretamente encarados outros objetos abrangidos pelo conceito de obra de arte.</p><p>     A obra de Nuno Gonçalves é um bom exemplo de obra de arte uma vez que foi claramente encarada como obra de arte no passado.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/617018860/edf7c7e104239354e57e53b6f39f223a/paineis_tiny.jpg" />
         <pubDate>2025-06-05 11:05:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/a107911/wis26ctr2kzxbcgg/wish/3480310762</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
