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      <title>Desafios de escrita by </title>
      <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A</link>
      <description>textos elaborados no âmbito do Projeto &quot;Escrita em residência digital&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-03 10:56:05 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-06-08 18:55:30 UTC</lastBuildDate>
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         <title>O projeto</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2075579501</link>
         <description><![CDATA[<div>Este projeto visa....<br>hshaa<br>dgyjst</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 11:06:01 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Afonso</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076283604</link>
         <description><![CDATA[<div>No <strong>degrau </strong>da minha imaginação eu vi uma <strong>palavra</strong>.&nbsp;<br><br></div><div>Ela falava, voava e era de uma beleza excecional!<br><br></div><div>Aproximei-me e montei nela. Voou até às nuvens. Depois, pousou numa <strong>nuvem</strong> e comi um pedacinho dela. Sabia a algodão doce.&nbsp;<br><br></div><div>Entretanto, ouvi um som e acordei.<br><br></div><div>Estava a sonhar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:16:41 UTC</pubDate>
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         <title>Texto da Camila</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076292349</link>
         <description><![CDATA[<div>Estava a subir as escadas, escorreguei no <strong>degrau</strong> e pensei na <strong>palavra</strong>.&nbsp;</div><div>A <strong>nuvem</strong>, de repente, levou-me a viajar pela imaginação.</div><div>Senti a minha imaginação a flutuar em milhões de histórias, mas só uma me alegrou.</div><div>Nela viajei com a palavra imaginação, que me levou a sítios espetaculares para onde nunca tinha viajado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:20:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Texto do Gabriel Pascoal</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076295702</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dia fui dar um passeio por uma grande floresta.</div><div>Lá, existia um enorme palácio com umas enormes escadas.&nbsp;</div><div>Subi, <strong>degrau</strong> a degrau, e entrei.&nbsp;</div><div>Lá dentro tinha vários quadros valiosos, grandes quartose uma enorme lareira. Observei tudo, saí para a rua e deitei-me à sombra de um plátano que estava ao lado de um grande rio.</div><div>Enquanto estava deitado, comecei a olhar para o céu e vi uma linda <strong>nuvem</strong>. Foi então que comecei&nbsp; a pensar numa <strong>palavra</strong> para&nbsp; lhe dar um nome.&nbsp;</div><div>Decidi que iria chamar-se “algodão doce”. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:22:29 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Guilherme</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076301805</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma vez imaginei que era um mágico.&nbsp;</div><div>Imaginei também que em minha casa havia um&nbsp; sótão. Então, subi as escadas e lá estava o livro de magia do meu bisavô.&nbsp;</div><div>Peguei nele. Estava cheio de pó. Limpei-o e desci.</div><div>Comecei a lê-lo e encontrei uma magia: Se nós disséssemos a <strong>palavra</strong> mágica, éramos levados para as nuvens. Lá, havia uma <strong>nuvem</strong> onde se encontrava o livro do melhor mágico. Esse livro tinha sido aí guardado quando ele faleceu.&nbsp;</div><div>Aproximei-me, peguei nele e ele levou-me para um <strong>degrau</strong>, que era o degrau da imaginação.</div><div>Foram bons momentos que lá passei a usar a imaginação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:24:57 UTC</pubDate>
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         <title>Texto da Jéssica</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076305254</link>
         <description><![CDATA[<div>Há muito, muito tempo atrás, eu estava a passear numa floresta e vi umas luzes a brilhar.&nbsp;</div><div>No início, pensei que eram pirilampos, mas depois, aproximei-me e nem sequer queria acreditar no que estava a ver! Eram fadas, fadas pequeninas a brilhar, de várias cores, umas em casa a limpar, outras a cozinhar, mas havia uma fada que estava sentada num degrau das escadas a chorar e a falar sozinha. Aproximei-me dela e ela disse ao meu ouvido que gostava de se sentar ali porque aquele <strong>degrau</strong> lhe fazia lembrar uma nuvem. Quando ela me disse aquela <strong>palavra</strong>, <strong>nuvem</strong>, quase que me vinham as lágrimas aos olhos de tão fofo que era ela ter usado aquela palavra. Ela também disse que gostava de estar ali porque se esquecia dos seus problemas, ouvia música e desenhava, era o cantinho dela.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:26:48 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Francisco</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076308202</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje, de manhã, acordei e comecei logo mal o dia.&nbsp;</div><div>Enquanto descia a escada, tropecei num <strong>degrau</strong>.</div><div>Depois, levantei-me, fui à varanda apanhar ar, olhei para o céu e vi uma <strong>nuvem</strong>.</div><div>A seguir fui tomar o pequeno-almoço e soube-me tão mal que gritei bem alto uma <strong>palavra</strong> feia.</div><div>Depois disso, o dia até me correu bem e consegui fazer as tarefas que tinha pretendido fazer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:28:16 UTC</pubDate>
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         <title>Texto da Laura</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076310698</link>
         <description><![CDATA[<div>Certo dia, eu estava deitada na relva do jardim de minha casa a olhar para o céu. Estava distraída a olhar, quando avistei uma <strong>nuvem</strong> tão branca como papel.&nbsp;</div><div>Fiquei admirada!</div><div>Não era uma nuvem qualquer, pois tinha uma forma peculiar. Parecia uma <strong>palavra</strong>, não uma palavra qualquer, a palavra “unicórnio”. E foi nesse momento que apareceu um unicórnio deslumbrante a subir, o que parecia ser, uns degraus imaginários.</div><div>Quando ele chegou ao último <strong>degrau</strong> da bendita escada, acenou-me e desapareceu entre as nuvens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:29:29 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Lucas</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076313139</link>
         <description><![CDATA[<div>Subi do <strong>degrau</strong> de uma <strong>nuvem</strong> e vi um gato branco.&nbsp;</div><div>Saiu-me uma <strong>palavra</strong>: “Chanito”.&nbsp;</div><div>Olhei para o lado e vi outra nuvem.&nbsp;</div><div>Vi o meu cão Rex que morreu há já algum tempo. Abracei-o e saiu-me uma lágrima.&nbsp;</div><div>Disse: - Adoro-te!</div><div>Ao lado estava o meu cavalo, o Único. Era o mais manso que tive.&nbsp;</div><div>Saiu-me outra palavra: Amo-te!</div><div>Olhei para o lado e vi todos os meus animais na nuvem.&nbsp;</div><div>Acordei e verifiquei que era um sonho.&nbsp;</div><div>Lembrei-me de todos eles e chorei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:30:43 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Manuel Gomes</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076314975</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dia, no céu, estava uma <strong>nuvem</strong> sozinha e isolada, mas ela era tão alegre e otimista que não se importava com isso.</div><div>Certo dia, ouviu uma <strong>palavra</strong> que vinha de uma voz misteriosa, era o vento, que dizia:</div><div>- O Rei das nuvens chamou-te, eu irei levar-te a ele.</div><div>Depois de uma longa viagem lá chegaram ao palácio do Rei das nuvens.</div><div>A <strong>nuvem</strong> entrou e teve de subir as escadas, e degrau a degrau lá chegou.</div><div>Quando encontrou o Rei, este disse-lhe:</div><div>- As terras por onde andas estão muito secas, tens de fazer chover, custe o que custar!</div><div>Então a nuvem voltou às terras por onde voava, que estavam bastante secas.</div><div>O único problema era que ela não sabia como fazer chuva. Então, ela fez força, fez força, fez força, mas não conseguiu, tentou de tudo e nunca conseguiu.</div><div>A nuvem ficou tão triste que começou a chorar e, de repente, começou a fazer chuva. Então apercebeu-se de que para chover era preciso tristeza, e como ela era uma nuvem tão alegre e otimista nunca conseguia fazer chover.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:31:37 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Manuel Maurício </title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076318325</link>
         <description><![CDATA[<div>Acordei de manhã, levantei-me e quando olhei para a janela vi um <strong>degrau</strong>.</div><div>Fui até lá fora, espreitei melhor, mas era mesmo um degrau. Reparei que cada degrau tinha escrito uma <strong>palavra</strong>.</div><div>Comecei a subir até que vi muitas nuvens.</div><div>Perguntei-me a mim mesmo se estava vivo ou se a minha alma já tinha partido.</div><div>Tentei apanhar uma <strong>nuvem</strong>.&nbsp;</div><div>Eram todas muito macias e fofas.</div><div>Entretanto, deitei-me numa e adormeci.</div><div>Quando acordei, esfreguei os olhos e estava deitado no sofá, com a minha cabeça em cima da minha cadela, como se ela fosse uma almofada.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:33:18 UTC</pubDate>
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         <title>Texto da Maria Inês</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076320735</link>
         <description><![CDATA[<div>Certo dia, eu saí de casa, a correr, para ir brincar no campo e encontrei uma <strong>nuvem</strong>, mas essa nuvem não era como as outras, ela tinha degraus e um gato disse-me uma <strong>palavra</strong>:</div><div>- Sobe!</div><div>E eu subi um <strong>degrau</strong> de cada vez até chegar lá acima. Apareceram muitos gatos falantes. Na nuvem ao lado havia cães, também falantes. Que incrível!</div><div>De repente, a minha mãe chamou-me para ir jantar.&nbsp;</div><div>Antes de ir embora, disse-lhes que iria voltar, no dia seguinte, para os conhecer melhor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:34:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Texto do Rodrigo</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076323743</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje, na minha imaginação fui ao céu falar com uma <strong>nuvem</strong>. Para conseguir falar com ela tive que subir <strong>degrau</strong> a degrau. Quando lá cheguei tinha uma <strong>palavra</strong> em tamanho bem grande: “Deus”.</div><div>&nbsp; &nbsp; Ela recebeu-me muito bem, senti que estava em casa. Convidou-me para ir dar uma volta para ver as coisas belas do céu.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Vimos muitas estelas, cometas, planetas, a lua, o sol, um infinito céu. Eu fiquei maravilhado.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ao anoitecer senti-me calmo, confuso, mas feliz por ter tido esta viagem alucinante, imaginária, mas ao mesmo tempo tão real.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Adormeci na varanda a observar as estrelas e a imensidão do céu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:36:03 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Santiago</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2076327979</link>
         <description><![CDATA[<div>Fui para uma floresta pensar e caminhar, sob as ramosas ervas verdes e claras.</div><div>Ouvi uma <strong>palavra</strong> de um homem da floresta, que era para subir um <strong>degrau</strong> e ir ter com uma <strong>nuvem</strong>. E lá fui eu.</div><div>Era um paraíso ! Havia paz, amor, união e paixão, nada de guerras, todas as pessoas conviviam umas com as outras, sem doenças.</div><div>Depois, desci o degrau e vi guerra, umas pessoas sem amor e sem união.</div><div>Entretanto, acordei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 17:38:08 UTC</pubDate>
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         <title>Texto da Camila</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2084597803</link>
         <description><![CDATA[<div>O um era um número invulgar porque a sua casa era amarela e as dos outros números eram brancas.</div><div>Um dia, a caminho da escola, um grupo de números aproximou-se dele e começou a agredi-lo fisicamente, por causa da sua cor de casa.</div><div>Entretanto, apareceu um sábio, que olhou para o um e percebeu que ele tinha a cor real, que era o amarelo, e tentou parar a luta. A única forma de parar aquela confusão foi chamar ao um de rei.&nbsp;</div><div>Os outros ficaram a olhar para ele, perplexos, exceto&nbsp; o dez, que continuou a barafustar.&nbsp;</div><div>De seguida, o sábio contou ao um o motivo de lhe ter chamado rei. O um ficou de boca aberta, porque ser rei era uma grande responsabilidade, mas orgulhoso.</div><div>Ainda hoje se fala do rei um.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 18:26:10 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Gabriel Figueiredo</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2084603351</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu tenho uma gata que vive numa casa amarela.<br>Tenho 12 anos; faço anos no dia 14 de julho e vivo com a minha mãe e irmã.<br>Quando estou a dormir é quando a minha imaginação começa a fluir. Eu penso em muitas coisas, uma delas é que estou a voar e tenho superpoderes. Penso que sou um super-herói.<br>Na minha cabeça, é muito real, parece que estou a viver aquela vida !<br>Na televisão, vemos o Homem-aranha, o Hulk e vários super-heróis e, no meu pensamento, julgo&nbsp; que tenho todos os seus poderes.<br>Noutra gaveta da minha imaginação, eu penso que sou o melhor jogador do mundo, que toda a gente me conhece, que a minha mãe é a Dolores Aveiro, que tenho 10 bolas de ouro, que ganhei a Champions League e a taça da Europa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 18:29:15 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Gabriel Pascoal</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2084605947</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 5 de fevereiro fui ao aniversário de um amigo, o José, que fazia 10 anos.<br>Ele vive na praia, numa enorme casa amarela, virada para o mar e com um grande pátio nas traseiras.<br>No pátio estava um grande insuflável onde brincámos e nos divertimos imenso.<br>Tinha uma grande mesa onde estavam muitas guloseimas e o bolo de aniversário.<br>Ao fim da tarde, cantamos os parabéns ao meu amigo, pusemos música e fizemos karaoke.<br>Foi um dia muito divertido.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 18:30:38 UTC</pubDate>
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         <title>Texto da Jéssica</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2084614934</link>
         <description><![CDATA[<div>Há uns anos atrás, mudei-me para Itália.<br>Quando lá cheguei, havia casas de várias cores: umas azuis, outras verdes,…&nbsp;<br>Era tudo tão bonito, mas mesmo tão bonito que eu pensei: Vou construir aqui uma casa e pintá-la.&nbsp;<br>No início, não sabia de que cor, mas depois escolhi o amarelo. Amarelo é a cor do sol, do girassol e de um gato chamado Pinky que eu tinha antes de me mudar. Por outro lado, queria que a casa tivesse um toque meu. Então decidi desenhar as paredes e, como eu adoro plantas, colocar plantas nas varandas, à entrada da minha casa....&nbsp;<br>Para além da cor, queria que o número da porta fosse o 28, porque este número tem um significado muito especial para mim.<br>Um dia, estava a ler um jornal, na minha cozinha, e estava lá escrito, em letras grandes “A Famosa Casa Amarela” e ... Adivinhem de quem era !<br>Era a minha casa.&nbsp;<br>Fiquei tão, mas tão feliz! …<br>Umas semanas depois, chegou a minha casa uma carta que dizia:<br>De: Presidente (Rogério Marguerito)<br>Para: Margarida Flor (eu)<br>- Muito boa tarde! Como está? Queria convidá-la para, no dia 14 de março de 2022, na Rua da Pizza, receber um prémio da casa mais bonita de Itália.<br>Atenciosamente<br>Rogério Marguerito<br><br></div><div>Quando li aquela carta, até cresceram lágrimas nos meus olhos, de tanta felicidade !<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 18:35:32 UTC</pubDate>
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         <title>Texto da Laura</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2084622810</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um pequeno monstrinho chamado Joca. Ele não era mau, era muito bom, mas apenas para quem merecia. Assemelhava-se a uma bolinha de pelo, de cor laranja, muito comprido. Tinha uns olhinhos pretos escondidos por entre o pelo e uma boca sempre com um sorriso estampado.</div><div>Ele vivia debaixo das camas das crianças e já viajou por inúmeros lugares à procura do lugar certo e da criança certa. Mas parecia impossível!</div><div>Mais uma vez, chegou o dia 28/07. Neste dia, todos os anos, Joca mudava de casa se a em que estivesse, não fosse a perfeita.&nbsp;</div><div>Desta vez, o seu lar seria uma casa amarela, linda, com portas e janelas pretas, e um enorme jardim.</div><div>Chegou e foi logo para o quarto da criança, que era uma menina chamada Cláudia. Esta menina mostrou-se, ao longo do tempo, uma criança livre, simpática e muito sonhadora.</div><div>Já passara um mês, desde que Joca se tinha instalado na residência Romão, e estava a ser tudo perfeito, mesmo com algumas asneiras de Cláudia, como quando fugiu, de noite, do seu quarto, para ir dar miminhos às cabrinhas do vizinho, ou quando deixou alguns sapos na cama da sua babysitter, em sua defesa, pois ela é uma mulher monstruosa. Fora isso, ela era uma criança encantadora.&nbsp;</div><div>Então, chegou o segundo mês e Joca decidiu que ela era a criança perfeita. Ou seja, Joca tornou-se, legalmente, o amigo imaginário de Cláudia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 18:39:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Manuel Gomes</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2084627733</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um texugo pobre, mas humilde, chamado Pou. Vivia na pequena aldeia dos texugos, sítio onde nunca nenhum humano esteve.<br>O Pou era muito desprezado pelo seu vizinho Ned, pois tinha um casebre velho,<br>pequeno e sujo. O Pou sonhava em ter uma casa amarela linda e brilhante como a que<br>tinha o seu rude vizinho.<br>Certo dia, pelas 15h/16h, o Rei da aldeia dos texugos veio a casa do Ned para tomar um chá.<br>Nessa mesma hora, o Pou estava em sua casa e reparou que estava a sair muito fumo da casa do Ned. A casa estava a pegar fogo! E a dele também ia ficar incendiada se não fizesse algo depressa.<br>Então, pegou em toda a pouca água que tinha para beber e com alguma dificuldade<br>conseguiu apagar o incêndio!&nbsp;<br>Felizmente, conseguiu salvar o Ned e o Rei da aldeia dos texugos.<br>As casas do Ned e do Pou ficaram destruídas, mas o que interessa é que estavam todos bem.<br>Então, como agradecimento por o ter salvo, o Rei da aldeia mandou construir uma casa<br>grande, bonita e brilhante para o Pou e para o Ned viverem.<br>E a partir daí o Pou e o Ned passaram a ser os melhores amigos!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 18:42:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Texto do Manuel Maurício</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2084652888</link>
         <description><![CDATA[<div>Estava a dar um passeio de bicicleta com os meus amigos e começamos a observar o jardim das casas para ver qual era o mais bonito. Entretanto, vimos uma casa amarela com o número 72, que tinha um jardim verdinho com flores muito coloridas.<br>Passados uns dias, voltamos lá para ver melhor a casa e reparamos em algo a brilhar no jardim.<br>Chegamo-nos mais perto e, quando nos baixamos, ouvimos uma porta a abrir e começamos a correr para as nossas bicicletas.<br>Afinal, era uma senhora muito simpática, que se fazia acompanhar de dois cães muito fofos. Convidou-nos para entrar e até nos deu rebuçados!<br>Entretanto, despedimo-nos dela e fomos embora.<br>No dia seguinte, voltei lá e levei-lhe um chocolate. Como ela não estava em casa, escrevi-lhe um bilhete e deixei o chocolate lá debaixo.<br>Foi uma forma de retribuir o seu gesto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 18:55:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Texto da Maria Inês</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2084661878</link>
         <description><![CDATA[<div>Todos os dias acordo com uma profissão bem aleatória e hoje acordei como carteira.<br>Saí de casa e comecei a trabalhar. A primeira casa era amarela, com o número<br>cento e vinte e três, mas essa casa não era normal, estava coberta de números,<br>uns maiores e outros mais pequenos.<br>Os animais também tinham números no pelo, o gato tinha o número um e o<br>cão tinha o número sete.&nbsp;<br>Que impressionante!<br>Bati à porta para entregar a encomenda. Uma senhora já com alguma idade<br>abriu a porta e disse:<br>-Bom dia, podes entrar, traz a caixa porque eu já não aguento com coisas pesadas.<br>Entrei e deixei lá a encomenda. A senhora perguntou-me se eu queria ficar<br>para almoçar. Recusei, porque o almoço eram números.&nbsp;<br>Como ainda tinha muito trabalho pela frente, despedi-me e continuei a minha atividade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 19:00:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Texto do Rodrigo</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2084678446</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde que nasci, vivo perto de uma casa amarela. O número da porta é muito estranho. É zero, zero, sete.&nbsp;<br>Sempre que passo por lá, sinto arrepios. Nunca vi de perto os donos. Eles<br>raramente saem à rua.<br>Certo dia, vi que lá dentro estavam duas pessoas, uma mulher e um homem.<br>A mulher era alta, loira e gordinha; o homem era baixo, moreno e com bigode. Eles não falam com ninguém nem convivem com ninguém. Nunca vi ninguém a visitá-los. Será que são antissociais, ou têm medo do covid?<br>Dou comigo a pensar que, se calhar, são estrangeiros, ou não têm família.&nbsp;<br>Gostava de poder falar com eles, mas penso que não gostam de conviver.<br>Eles também têm um cão, pequeno, de pelo branco e preto, que ladra muito quando as pessoas passam perto da casa. Às vezes, vejo a mulher com ele ao colo.<br>Pode ser que um dia me cruze com eles na rua e ganhe coragem para lhes falar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 19:09:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Francisco</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2084970404</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dia, bem cedo, mal acordei, fui dar uma volta pela floresta.&nbsp;</div><div>Enquanto caminhava, escorreguei e caí dentro de uma espécie de gruta.</div><div>Aflitinho, comecei a pedir socorro, mas ninguém apareceu. Olhei para o telemóvel e vi as horas. Eram 9:27. Tentei ligar a alguém, mas não tinha rede.</div><div>Então, comecei a explorar a gruta e a ver se achava uma saída. Não achei nenhuma saída, mas enquanto procurava, encontrei uma casa amarela.</div><div>Entrei para ver se havia alguma coisa que me ajudasse a sair dali. Voltei a ver as horas e eram 10:43.</div><div>Encontrei vários objetos e pensei que talvez conseguisse fazer uma escada para sair dali. Conseguir, consegui, mas não era grande o suficiente. Entretanto, vi uma pedra muito grande e arrastei-a para o buraco onde tinha caído. Meti a escada em cima da pedra e constatei que já tinha altura suficiente para poder sair.</div><div>Saí da gruta e, com muito cuidado, para não escorregar outra vez, fui direto a casa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 23:05:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Santiago</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2084978954</link>
         <description><![CDATA[<div>Vivia num bairro, um bairro em que todos se falavam, faziam festas e se divirtam.<br>Nesse bairro havia uma casa que se destacava. Era uma casa de cor amarela, com os números 7 e 3, dois dos números que eu mais gosto.<br>Nesta casa vivia uma senhora com 73 anos, idade que coincide com número da sua casa.<br>Essa senhora residia nessa casa desde os seus 10 anos e nunca a tinha abandonado.<br>A casa, de tão velha que era, ainda tinha a sua cor de origem, mas já algo deteriorada.<br>Certo dia, fui visitar essa mesma casa, na esperança de encontrar a senhora que<br>sempre lá viveu, contudo, quando lá cheguei e bati à porta, permaneci imenso tempo à espera. Depois de tanto tempo a esperar pela senhora, vi um homem, meu vizinho, e perguntei-lhe sobre essa senhora. Respondeu-me que já ninguém habitava nessa casa. Inconformado com a sua resposta, voltei a perguntar: - Nem mesmo uma senhora de 73 anos?<br>Respondeu o vizinho: - Nesta casa não reside ninguém há muito tempo!<br>Acrescentou que tudo não passava da minha imaginação.<br>Ao ouvir estas palavras fiquei pensativo, triste e desiludido. Fui para casa desapontado, mas mesmo assim esperançoso de que o senhor poderia estar enganado e de que a tal&nbsp;</div><div>senhora poderia existir mesmo, nem que fosse somente na minha imaginação.<br>Enquanto há vida, há esperança e vale a pena sempre sonhar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 23:16:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Tomás</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2100648586</link>
         <description><![CDATA[<div>Vi um <strong>gato </strong>a caçar um <strong>rato</strong>.</div><div>Vi uma <strong>bota </strong>ao pé da porta.</div><div>Vi um homem a jogar com um <strong>taco</strong>.</div><div>Vi a <strong>Nato</strong> a atirar uma bomba à Rússia.</div><div>Vi uma <strong>gota</strong> a cair na cabeça de um homem.</div><div>Vi um <strong>cato </strong>na casa do meu vizinho.</div><div>Vi um cigano a andar de<strong> mota</strong>.</div><div>Vi um <strong>ator</strong> famoso à frente da minha casa.</div><div>Vi um homem muito <strong>alto.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 18:51:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Gabriel Pascoal</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2100657711</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Um dia fui dar uma volta num </strong><strong><em>jato</em></strong><strong> da</strong><strong><em> Nato</em></strong><strong>. <br>Tive que vestir um</strong><strong><em> fato</em></strong><strong> próprio, era preto e pesado. <br>Arranquei e como o jato era muito rápido, quando fui a ver já estava muito </strong><strong><em>alto</em></strong><strong>. <br>Lá em cima estava um </strong><strong><em>pato</em></strong><strong> a voar. <br>No fim de fazer a minha </strong><strong><em>rota, </em></strong><strong>aterrei, tirei o fato e fui dar uma volta de </strong><strong><em>mota</em></strong><strong> pelo meio do </strong><strong><em>mato. E</em></strong><strong>ncontrei uma </strong><strong><em>bota</em></strong><strong> e levei-a para casa.<br>Em casa, coloquei uma coleira ao meu </strong><strong><em>gato </em></strong><strong>e fui com ele passear ao jardim.&nbsp;<br>Entretanto,&nbsp;voltei para casa, deitei-me no sofá e adormeci.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 18:58:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Rodrigo</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2161885372</link>
         <description><![CDATA[<div>   Quando vou andar de mota, tenho de&nbsp; usar uma bota em cada pé.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Normalmente, vou para o mato e tenho sempre uma rota.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Ao fim de semana gosto de jogar snooker com um taco especial que o meu pai me ofereceu.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Enquanto jogo, sinto a chuva a cair gota a gota.&nbsp;<br><br></div><div>    Ao regressar a casa, vejo sempre um grande cato cheio de espinhos.&nbsp;<br><br></div><div>    Quando for grande quero ser um ator ou integrar a NATO. Tenho esperança que um dia consiga.&nbsp;<br><br></div><div>     Agora, vou jantar pota com batata a murro.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 09:42:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Maria Inês</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2161888762</link>
         <description><![CDATA[<div>Certo dia, saí de casa, sentei-me na minha mota, peguei no meu gato, escolhi uma rota e seguimos caminho.<br>Subimos um monte alto e encontramos um pato. Peguei nele e continuamos a rota.<br>Entretanto, encontramos um monte cheio de catos espinhosos, mas reparei que um cato não tinha espinhos, tinha um fato de festa todo giro!<br>A seguir encontramos uma toca com animais. Cada um tinha uma profissão: um era médico, outro ator, outro era polícia.<br>De repente, a minha mãe ligou-me para voltar para casa.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 09:45:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Guilherme</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2161895629</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dia, estava a passar pelo mato, de mota, e vi um gato a fugir pelo muro alto da casa da vizinha.&nbsp;<br>Entrei em minha casa e, passado um bocado, tocou a campainha.&nbsp;<br>Eram os meus amigos e traziam um cato.&nbsp;<br>- Ninguém toca aí, que isso é para mim, gritou a minha “cota”.<br>Quiseram jogar snooker, mas esqueceram-se do taco.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <br>Entretanto, ouvimos um barulho estranho. Descobrimos um rato dentro da bota do meu pai. Não o matamos.&nbsp;Simplesmente brincamos!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 09:51:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto da Carolina</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2161898591</link>
         <description><![CDATA[<div>Num dia de muito sol, uma família decidiu ir a uma estação de serviço lavar o seu carro, mas no caminho encontraram um <strong>gato </strong>a perseguir um <strong>rato</strong> e, logo à frente, uma <strong>mota</strong> numa <strong>toca. </strong>Foi tudo muito estranho. Prosseguiram. <br>Depois, encontraram um <strong>ator</strong> no meio do <strong>mato,</strong> com um <strong>pato.&nbsp;<br></strong>Mudaram a <strong>rota</strong> para ver se o cenário melhorava, contudo, foi ainda pior: viram um <strong>cato </strong>em forma de <strong>taco.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 09:54:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Gabriel Pascoal</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2161904206</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Era uma vez uma menina de 9 anos que se chamava Lisa.&nbsp;<br>Ela gostava muito de aventuras.<br>Um dia saiu de casa e foi dar uma volta pela floresta grande e verde.&nbsp;<br>Encontrou um baloiço e um escorrega e foi brincar para lá. De repente, verificou que&nbsp; tinha um rato à sua frente. Assustou-se e fugiu.<br>Passado uns minutos encontrou um coelho aos saltos e foi atrás dele. Entretanto, quando olhou à sua volta já não sabia onde estava. Assustada, deitou-se no chão e ali ficou.<br>Quando começou a chegar a noite os pais estranharam ela ainda não ter chegado e  saíram de casa à procura dela. Olharam, olharam, e foi aí que a viram, chamaram-na, mas ela deixou-se ficar a olhar para as nuvens. Pegaram nela e levaram-na para casa. Jantaram e no fim viram um filme todos juntos. &nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 10:00:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Manuel Gomes</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2161906994</link>
         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um gato que se chamava Sr. Taco.<br>O Taco vivia&nbsp; com a sua mãe numa pequena toca no meio da palha de uma pequena quinta.<br>Um dia a mãe do Taco<strong> </strong>deixou de o conseguir sustentar e ele teve de seguir em frente e ir sustentar-se a si próprio.<br>Então o Taco seguiu em frente, e foi explorar o desconhecido à procura de outro sítio para viver.<br>O Taco começou a caminhar e primeiro andou por uma mata cheia de cedros, acácias e bonitos catos. O Taco lembrou-se de arrancar um cato, pois achava que ia ficar bem na sua nova casa.<br>Depois de muito andar, o Taco lá chegou ao fim da mata e chegou ao que parecia ser uma aldeia, donde vinha um belo cheiro a comida. O Taco seguiu o cheiro e foi dar a um casebre, onde se encontrava uma velha cota a fazer o que parece uma deliciosa caldeirada de peixe.<br>O Taco entrou no casebre e tentou oferecer o cato à velha. Ela reparou nele e como ele estava todo sujo e em tão mau estado, teve pena dele e ofereceu-lhe comida.<br>Antes que o marido chegasse a velha pegou no cato e foi pô-lo num vaso.<br>Nessa noite o Taco dormiu no pátio da casa, e à noite nunca conseguiu dormir nada pois estava sempre a ouvir o marido da velha a ralhar para ela.<br>Ao fim de umas semanas reparou que a velha estava com bastantes feridas no corpo então pensou que tinha que por um fim a isto.<br>Então, certa noite, quando o marido da velha já estava a dormir, o Taco caçou um rato e foi pô-lo na boca do marido da velha enquanto ressonava.<br>O marido da velha morreu e a velha e o Taco foram felizes para sempre.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 10:03:29 UTC</pubDate>
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         <title>Texto da Jéssica</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2161911389</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Olá! O meu nome é Esmeralda e vivo num planeta que se chama Plantinhas. Este ano os meus pais decidiram ir passar férias a um planeta chamado Terra, numa outra galáxia.&nbsp; Estava muito entusiasmada, pois nunca tinha saído da minha galáxia. Uns meses depois cheguei a Terra. Como estava com muita fome, fomos comer a um restaurante que se chamava “Belos Tacos”. Foi a primeira vez que comi um taco, era tão bom, mas tão bom, que tive de repetir, parecia uma tola, pois eu não repeti mais uma ou duas vezes, não, eu repeti mais de 7 vezes. Quando saímos do restaurante vimos um gato preto com manchas brancas a coxear e tentamos agarrá-lo para depois irmos ao veterinário, mas não conseguimos, porque ele enfiou-se numa toca. Depois fomos à praia. Vesti o meu fato de banho e fui dar uns mergulhos. Vi uma senhora que parecia estar a afogar-se. Então, fui tentar ajudá-la, depois ela agradeceu-me por a ter salvado. Quando olhei para a cara da senhora nem queria acreditar, era a minha cota que tinha vindo passar férias a Terra e não nos tinha dito nada. No fim do dia fomos para o hotel e ficamos o resto do dia a ver filmes.<br>No dia seguinte fomos caminhar bem cedinho no meio de um mato, perto do hotel, só se via plantas em toda a parte, mas houve uma que me chamou muito a atenção. Era um cato, eu queria muito usar o tato para ver como era o cato, mas os meus pais não deixaram, disseram que nunca se deve mexer num cato, pois tem muitos picos e pode aleijar.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 10:08:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desafio 1 - abril</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2215317443</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 18:11:34 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Gabriel Figueiredo e do Manuel Mauício</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2215320958</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu e o Maurício fomos dar uma volta de bicicleta e encontramos uma <strong>maçã</strong> dourada.<br>Voltamos para casa e fizemos um<br>desenho dela no <strong>caderno</strong>.<br>Na ida para a escola encontramos<br>um <strong>malmequer</strong>. Quando<br>tocou a <strong>campainha </strong>para entrar,<br>fomos a correr para a sala.<br>Fizemos um jogo e perdemos<br>uma <strong>peça de puzzle</strong> que, mais tarde, descobrimos que o<strong> gato</strong> a roeu.<br>Na aula seguinte recebemos o teste de<br>português e tivemos boa <strong>nota</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 18:14:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Manuel Gomes</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2215323603</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dia estava a comer uma <strong>maçã</strong>, enquanto desenhava no meu<strong> caderno </strong>um lindo <strong>malmequer</strong>.<br>Depois fui a casa do dono da macieira de onde eu tirei aquela maçã tão deliciosa.<br>Quando cheguei, toquei à <strong>campainha</strong>, e o dono abriu a porta.<br>Era um senhor muito simpático que adorava fazer puzzles.<br>Quando estava a caminhar pela casa encontrei uma <strong>peça de puzzle</strong> no chão ao pé da casota do seu <strong>gato</strong> maroto que a roubou.<br>Eu comprei-lhe uma caixa de maçãs,&nbsp; paguei-lha com uma <strong>nota</strong> de cinco euros e fui embora todo contente!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 18:18:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto do Manuel Gomes </title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2215327493</link>
         <description><![CDATA[<div>Numa noite de tempestade, cheia de chuva e trovões, o Sr. Lucas estava perdido no meio da floresta da Amazónia.<br>Depois de andar um bocado à procura de um abrigo, encontrou uma gruta e lá se foi abrigar.<br>Passado um bocado começou a ouvir barulhos estranhos, o que fez com que o Sr. Lucas ficasse assustado,<br>mas também com medo.<br>- Olá – disse o susto.<br>- Olá – disse o medo.<br>Este humano está com muito mais medo do que susto, por isso sou bem maior que tu – disse o medo a tentar provocar.<br>- Ai sim...então já vamos ver !<br>O susto fez um grande barulho, de forma que o Sr. Lucas conseguisse ouvir, e aí o susto tornou-se muito maior que o medo.<br>O medo ficou chateado, pois queria ser maior que o susto e não mais pequeno.<br>BUUUUUUHHHHH.....- disse o medo.<br>Buuuuuuuuuuhhhhh...- disse o susto.<br>Os dois começaram a assustar e a meter cada vez mais medo ao humano, ficando cada vez maiores.<br>Até que ao fim de tanto susto e de tanto medo metido ao Sr. Lucas, ele morreu de ataque cardíaco, fazendo com que o medo e o susto ficassem outra vez pequeninos até desaparecerem por completo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 18:22:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Texto do Tomás</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2215329056</link>
         <description><![CDATA[<div>Vi uma <strong>maçã </strong>em cima da mesa.<br>Vi um<strong> caderno</strong> ao pé da maçã.<br>Vi um <strong>malmequer </strong>no jardim.<br>Vi uma <strong>campainha</strong> ao pé da porta.<br>Vi uma <strong>peça de puzzle</strong> em baixo do sofá.<br>Vi um <strong>gato</strong> na minha cama.<br>Vi uma <strong>nota </strong>no mealheiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 18:24:24 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Francisco</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2215332529</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu desenhei uma <strong>maçã</strong> no meu <strong>caderno</strong>.</div><div>Depois fui à rua e apanhei um <strong>malmequer, </strong>na companhia do meu cão.</div><div>Passado algum tempo fui para casa, toquei à <strong>campainha</strong>, porque me tinha esquecido da chave, e encontrei uma <strong>peça de puzzle </strong>debaixo do sofá.</div><div>Sentei-me no sofá ao lado do meu <strong>gato</strong>.</div><div>A seguir fui mostrar a <strong>nota</strong> do teste de Português à minha mãe.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 18:28:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Texto do Francisco </title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2215334423</link>
         <description><![CDATA[<div>O medo e o susto estavam à porta da gruta.</div><div>Eles entraram para dentro da gruta e o medo disse:</div><div>- Vamos embora. Estou cheio de medo.</div><div>- Não, quero assustar alguém.- disse o susto.</div><div>- Está bem. Vai lá assustar alguém, mas eu fico aqui,- disse o medo a tremer.</div><div>- Eu vou ver se há aqui alguém para eu pregar um susto. Já volto.- disse o susto ao medo.</div><div>Passado algum tempo o susto voltou e disse:</div><div>- Não encontrei ninguém lá dentro. Vamos embora.- disse o susto desiludido.</div><div>- Não faz mal.- disse o medo, ainda a tremer.- Pelo caminho assustas alguém.</div><div>- Tens razão. Vamos embora daqui.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 18:30:50 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do Guilherme e do Santiago</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2215342150</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dia eu e o meu amigo fomos comer uma <strong>maçã</strong> para nos dar energia&nbsp; para estudar.&nbsp;</div><div>Pegamos no <strong>caderno</strong> e fomos estudar Ciências Naturais. No fim, fomos dar uma caminhada e colhemos um<strong> malmequer</strong> para dar às nossas mães. Entretanto fomos para casa e vimos alguém a tocar à <strong>campainha</strong> da casa do Santiago. Chegamos ao pé do senhor e ele deu-nos uma caixa com puzzles. Tentámos fazê-los, mas quando estávamos a acabar, faltava-nos uma <strong>peça de puzzle</strong>. Procurámos, procurámos, e, finalmente, encontrámo-la na<strong> </strong>taça do <strong>gato</strong>. Depois pedimos uma <strong>nota </strong>às nossas mães para irmos comer um gelado.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 18:40:12 UTC</pubDate>
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         <title>Texto da Carolina</title>
         <author>oliviapetronilho</author>
         <link>https://padlet.com/oliviapetronilho/escrita7A/wish/2215354428</link>
         <description><![CDATA[<div>Certo dia, no recreio da escola, estava a comer uma <strong>maçã</strong> do meu quintal. Enquanto a comia, escrevia no meu<strong> caderno</strong>. Era o meu único amigo naquela escola. Escrevia nele várias coisas, por exemplo: segredos, momentos felizes e momentos tristes. Quando tocou para a entrada, no caminho,&nbsp; apanhei um <strong>malmequer</strong>. Quando estava a acabar a última aula, tocou a <strong>campainha</strong>. Fui a caminhar para casa porque a minha mãe não me podia vir buscar. Cheguei<br>a casa, fiz os t.p.c. e fui montar o meu puzzle, mas houve um pórem, não encontrava a última <strong>peça do puzzle</strong>. Procurei, procurei até ver o meu <strong>gato</strong> com ela. Consegui acabar de montar o puzzle e, entretanto, a minha mãe chamou-me e disse-me que tinha recebido a minha <strong>nota</strong> de Matemática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 18:55:30 UTC</pubDate>
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