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      <title>Minhas aulas by RITA PATRICIA Almeida</title>
      <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as</link>
      <description>Feito com amor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-09-25 14:16:52 UTC</pubDate>
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         <title>atividade 1 Vídeo de Introdução</title>
         <author>ritapatricia_prof</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-09 19:29:12 UTC</pubDate>
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         <title>Assista o clip da Música do Rappa - Minha alma e abaixo, conte a história no seu ponto de vista e na perspectiva sociológica.</title>
         <author>ritapatricia_prof</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>conte a história</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-09 19:31:20 UTC</pubDate>
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         <title>Eu entendo que essa música reflete a realidade em que se encontra a sociedade brasileira. Realidade esta que faz com que aceitemos e acostumemos com situações absurdas, como a violência, drogas e uso de armas, dentre outras atrocidades. A música faz nos refletir qual o verdadeiro significado da paz, ou seja, paz se limita ao que você enxerga no seu mundo isolado ( como as grades no condomínio) ou paz verdadeira é somente aquela que se alcança com o bem estar de todos. Trata -se  de sermos prisioneiros de uma paz imposta, falsa que nos submete à nossa ação social, onde, pelo fato de sermos pessoas honestas e cumpridoras de nossas obrigações sociais, somos obrigados a nos tornarmos reféns dos grupos sociais que não se submetem aos ditames sociais e violentamente embaraça a paz. Percebemos que ao perceber isto o autor propõem uma atitude de mudança desta realidade, não com os padrões sociais, insuficientes para implementar tal mudança, mas através de sentimentos nobres, explicitamente o amor.</title>
         <author>wirlandialuz</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1673476392</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 00:42:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>railemos</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1673487063</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A sociedade a qual estamos inseridos é extremamente desigual. É uma sociedade excludente, e isso infelizmente é algo que aos poucos foi normalizado nos nossos olhos e hoje até mesmo quem faz parte das minorias sociais, ver a desigualdade como um fator normal. As pessoas, hoje em dia apenas aceitam a ideia de que uns devem ser mais ricos e ter mais que os outros, e que isso deve ser assim e pronto. Obviamente esse tipo de pensamento está muito errado, por mais difícil que seja temos que sempre buscar meios de diminuir os impactos da desigualdade social. Não podemos deixar de comentar que tudo isso é decorrente do sistema ao qual estamos inseridos, o capitalismo. O capitalismo por vezes vende a ideia de uma liberdade a qual nós de fato não temos, justamente pela desigualdade social que o próprio capitalismo gera na sociedade. Infelizmente no meio ao qual nossa sociedade está inserida, o pobre está ficando cada vez mais pobre e o rico cada vez mais rico. E vale salientar que, esses que estão cada vez ficando mais ricos são em uma maioria pessoas brancas de famílias que já eram ricas. Existe um pensamento de supremacia de raça, o racismo é um dos maiores fatores (se não, o maior) para a desigualdade social. Foi implantado historicamente essa perspectiva racista e classicista em nossa sociedade e que hoje já foi romantizado aos olhos da sociedade. É como aquele exemplo que um garoto de pele preta não pode ser visto correndo que é já visto como marginal, enquanto um de pele branca com as mesmas características se for visto correndo vai ser encarrado como uma criança qualquer brincando. Dessa forma, vale frisar o quanto se faz necessário que esse tabu seja quebrado e quanto a necessidade de politicas publicas se fazem necessária para diminuir esses impactos negativos que foi imposto a nossa sociedade.&nbsp;</strong></div><div><strong>Para finalizar, fica a reflexão que a música traz, que é sobre a verdadeira paz. A verdadeira paz, ela vai muito além daquela paz que nos é imposta, que nos aprisiona a meios e nos faz reféns de diversos elementos sociais.</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 00:54:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A música faz diversas críticas à desigualdade social enraizada de forma histórica e econômica em nosso país. É sabido que maior parcela da população é pobre enquanto uma minoria obtém uma grande quantidade de riqueza, dentro disso ainda vale destacar a ausência de oportunidades para que seja possível sair da pobreza. Nos versos da letra, se encontram vestígios de uma realidade perturbadora e uma reflexão sobre o conceito de paz. Afinal, esta definição é volúvel se levarmos em conta que a sociedade se esforça para não enxergar os problemas enfrentados por aqueles que vivem à sua margem. Inclusive, a expressão “margem da sociedade” já deixa isso bem claro. Quando se fecham os olhos para os direitos desses cidadãos e os escanteiam para manter sua “paz”, negando sua oportunidade de fala, estamos dando de cara com o que é transmitido nos versos da canção “paz sem voz não é paz, é medo”. Infelizmente, esse paralelo entre paz, violência e injustiça retrata a atual realidade brasileira.</title>
         <author>annygabrielly</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1673494651</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 01:03:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Acredito na máxima: todos os homens são iguais. Perante a lei e perante os próprios homens. A igualdade a que me refiro é a igualdade enquanto espécie. Todos nós: Brancos, negros, indígenas, ricos, pobres, todos somos do gênero Homo e da espécie Sapiens. Derivada do Latim, esse termo (Homo Sapiens) significa &quot;Homem Sábio&quot;. Questiono, será que é sábio mesmo? Com tanta desigualdade no mundo, com tanta ganância, tanto individualismo, tanta segregação fica difícil acreditar nisso. O que vemos no clip nos faz refletir sobre inúmeras questões, dentre elas a violência policial e a pobreza. A primeira está atrelada ao preconceito racial e a origem cultural dos indivíduos (a favela). A segunda é marcada pela falta de oportunidades iguais para as pessoas, que é claramente uma construção social. Além disso, tal cenário é favorecido pela existência de um sistema que privilegia e protege os ricos em detrimento dos operários/trabalhadores. Para mais além, cabe aqui a referência naturalista de Aluísio Azevedo no livro O Cortiço (1890) que retrata literariamente as péssimas condições de existência das pessoas que viviam nos cortiços do Rio de Janeiro no século XIX. Só para nos lembrar que as desigualdades não são mazelas contemporâneas. Por fim, somos todos iguais por pertencermos a mesma espécie, mas ainda assim, o homem insiste em categorizar-se a si mesmo. Ao falar em desigualdade recordo-me da seguinte passagem do livro A Revolução dos Bichos (1945), de George Orwell: &quot;Todos os bichos são iguais, mas alguns bichos são mais iguais que outros&quot;. Vá lá, o que esperar de uma espécie que exterminou todas as outras espécies do gênero Homo? </title>
         <author>paulohsilva3</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1673507487</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 01:16:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rivaysantana</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1673513498</link>
         <description><![CDATA[<div>É um fato que a sociedade é desigual, mas quem tornou a sociedade desigual? infelizmente em nosso cenário atual o pobre se torna cada vez mais pobre e o rico cada vez mais rico, a desigualdade só aumenta , o ser humano é o responsável por essa desigualdade, o pensamento de supremacia de uma raça, de um povo, foi implantado a muito tempo na sociedade, e infelizmente por muitos é visto como algo comum, é aquela questão de que um garoto negro correndo é visto como um bandido, como um marginal, enquanto um garoto, mesmo que nas mesmas condições sociais, correndo no mesmo local é visto apenas como uma criança que brinca, é necessário quebrar esse pensamento retrogrado e pensar em um bem comum, enxergar o próximo como ser humano e não como um número, ou dinheiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 01:21:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>matheuslucio</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1673527247</link>
         <description><![CDATA[<div>A música traz uma grande reflexão da nossa sociedade. A cada dia que passa, a música vai se tornando mais velha, mas ao mesmo tempo vai fazendo cada vez mais sentido. A sociedade mostrada no vídeo, principalmente pelas pessoas pobres que vivem nas favelas é algo que cresce a cada dia, infelizmente. Gostaria de destacar um trecho da música que me chamou atenção:&nbsp;<br>"As grades do condomínio são para trazer proteção.&nbsp;<br>Mas também trazem a dúvida se é você que 'tá nessa prisão". Isso é algo extremamente comum nos dias atuais. Cada vez mais casas com muros cada vez mais altos para uma garantia maior de segurança. Porém, A medida que se propõe uma segurança maior, estávamos ficando cada vez mais reféns da violência. A violência cresce cada vez mais e quem mais é afetado são as classes mais baixas. que todos os dias vivem com uma falsa paz, e que confiam nela como algo normal. Porém, esse normal, uma hora, vira algo trágico. Acredito que hoje em dia, em meio a tanta violência, desigualdade social, desprezo, estamos presenciando a "paz" se tornar algo cada vez mais comum, independente do que façamos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 01:34:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Essa música retrata a realidade na nossa sociedade, do nosso Brasil. Uma realidade que alguns fecham os olhos e consideram &quot;normal&quot;. O medo cruel de uma paz que obedece o silêncio dos gatilhos. O Rappa escreveu letras retratando a violência, racismo e a desigualdade social, fazendo fundamental uma construção de consciência social necessária, o olhar humano sobre a questão da desigualdade, que são tapado com vendas ideológicas. A mensagem de agressão é subvertida: em vez de segurar um revolver, a arma que o sujeito tem para combater é a própria essência, sua identidade. O alvo é o &quot;sossego&quot;, o silêncio que é socialmente aceitável e encorajado, a norma que cala todos que sofrem e são discriminados. Os cidadãos que sofrem preconceito não são escutados e a sociedade age como se não tivessem o direito de falar, de reclamar, de usar a sua voz. É em nome da verdadeira paz, pela busca de uma harmonia entre os seres, que não pode mais &quot;seguir admitindo&quot;. É preciso reagir, quebrar o silêncio, contar sua história. Por tanto, passa a ação: decide reclamar, lutar pelos seus direitos.</title>
         <author>mariamarciarodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1673583187</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 02:30:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A música mostra como a sociedade brasileira se comporta ao excluir as pessoas que vivem em comunidades, por levarem o estereótipo de criminosos, causado pelo racismo, pobreza, desigualdade e segregação sociais. Evidenciando a contraposição com a vida dos mais ricos que desfrutam do poder aquisitivo e assim estabelecem a manipulação do proletariado. Onde estes vivem sob o mito da democracia e da igualdade social e racial, que deveria estabelecer relações comunicativas entre todos os membros da sociedade para se alcançar a garantia dos direitos estabelecidos pela constituição, mas por meio do sistema capitalista tende a oprimir as massas e enriquecer uma parcela limitada da população, o que causou a má distribuição de renda. Então se faz fundamental o apoio governamental a partir de políticas públicas, bem como a reeducação da população, para que se possa alcançar a melhoria nos índices de desigualdade social e pobreza.</title>
         <author>elainebatista1</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1674185264</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 14:33:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> A composição aborda temas sociais como a desigualdade e as discriminações que dividem o povo brasileiro. A música surge como uma denúncia, vem expor aquilo que existe na sociedade, mas costuma ser escondido por uma falsa paz. Fazendo uma crítica severa à falta de visão questionadora e à comodidade das pessoas que vivem seguras dentro de suas casas e que não querem ver os problemas sociais (drogas, violência, falta de atenção do governo). O próprio título faz referência a essa ilusão de sossego que impede as transformações sociais. O autor contrapõe palavras como “paz, sossego, proteção” e “armada, apontada, medo, prisão”. A ideia de ficar “sentado na poltrona no dia de domingo” é abominada pelo mesmo. Evidenciando assim os desequilíbrios de uma sociedade que continua marcada por racismo, pobreza e violência, se posicionando em nome da justiça e da igualdade, lembrando a necessidade de falarmos, de não aceitarmos a passividade, o silêncio e a discriminação. </title>
         <author>laetegomes</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1674604904</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 21:17:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>evertonssouza1</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1674653597</link>
         <description><![CDATA[<div>A composição de Marcelo Yuka, Minha Alma ( A paz que eu não quero) , cantada pelo grupo O RAPPA&nbsp; faz uma critica a sociedade em relação as desigualdades como também a discriminação social, será que temos a paz que realmente desejamos? se olharmos para a sociedade atual é notório perceber que estamos distantes de uma agremiação utópica ou seja de uma sociedade onde todos possam ter os mesmo direitos e deveres que a Constituição nos garante. Porém quando o assunto é as comunidades ou melhor usando o termo popular '' FAVELA ''&nbsp; fechamos nossos olhos para não enxergar o estereótipo&nbsp; que todo&nbsp; garoto negro morador de comunidade é criminoso, como se não fosse suficiente esse empecilho ainda&nbsp; tem a ausência de segurança de qualidade, com isso o número da violência tende a aumentar, e nesse meio caótico está um jovem como outro qualquer que muitas vezes está indo para um lazer e por alguma ''fatalidade" &nbsp; acaba perdendo a vida como no vídeo da musica, ele encontra a paz, a paz que ninguém quer, nesse ciclo vicioso quem faz parte dele é a camada mais oculta da sociedade.&nbsp;<br><br>Imagem para a reflexão de vocês. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 22:33:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>camilanaiara</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1675796460</link>
         <description><![CDATA[<div>Marcelo Yuka compôs a música <em>Minha Alma, em 1999, onde </em>aborda temas sociais como a desigualdade e as discriminações que dividem o povo brasileiro, evidenciando os desequilíbrios de uma sociedade que continua marcada por <strong>racismo, pobreza e violência</strong> infelizmente a nossa realidade é a mesma. Em suas estrofes, conseguimos vê que a música surge como uma denúncia, com as intenções de expor aquilo que existe na sociedade mas costuma ser escondido por uma falsa paz e de lembrar a necessidade de falarmos, de não aceitarmos a passividade, o silêncio e a discriminação, pois os cidadãos que sofrem preconceito não são escutados e a sociedade age como se não tivessem o direito de falar, de reclamar, de usar a sua voz.Mas a própria realidade desperta as vítimas, fazendo com que perceba que <strong>não pode tolerar mais esse silenciamento</strong>, tem que lutar por si mesmo para alcançar a felicidade.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 17:48:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A música traz uma denúncia ao expor a realidade da sociedade brasileira, que muitos costumam ignorar. Uma das grandes denúncias da música encontra-se no próprio título: “A Paz que Eu Não Quero”, fazendo uma clara referência à ilusão de sossego que impede as transformações sociais. A canção nos evidencia os problemas da sociedade brasileira, marcada pela pobreza, pelo racismo e pela violência. O Rappa se posiciona em nome da justiça e da igualdade social. Preceitos que todos nós deveríamos reivindicar todos os dias. Preceitos esses que se impregnam nas linhas da constituição Federal brasileira. A música vem lembrar a necessidade de falarmos, de não aceitarmos a realidade que nos é imposta de forma passiva, de não nos silenciarmos diante das injustiças. Além disso, outra questão que deriva das denúncias da música é a da falta de segurança que vivemos em nosso país, e de como estamos acostumados com a realidade discriminatória das forças de segurança pública. Por que um jovem negro e favelado deve ser tratado como ameaça, como bandido, ao passo que um jovem branco e de classe média ou média alta deve ser tratado como um cidadão comum? Todos não deveriam ser tratados como cidadãos comuns? Por que a polícia trata o negro diferente? Sabemos a resposta e normalizamos ela. Mas, &quot;paz sem voz não é paz, é medo&quot; nos lembra O Rappa. Que não nos esqueçamos disso. Todos devem ter oportunidades iguais. Isso tem nome e sobrenome: justiça social.</title>
         <author>adriellybarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1676140020</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 00:41:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>priscilafonseca2</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1676702345</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>A música&nbsp; soa como um "grito de guerra" que retrata a existência de violência, racismo, desigualdade e preconceito&nbsp; na sociedade brasileira. &nbsp;</blockquote><div><br></div><div><strong><em>minha alma tá armada<br>E apontada para a cara&nbsp;<br>Do sossego&nbsp;<br>Pois paz sem voz&nbsp;<br>Paz sem voz&nbsp;<br>Não é paz, é medo&nbsp;</em></strong></div><div><br></div><blockquote>No primeiro verso já mostra uma Luta no trocadilho com as palavras "alma" e "armada", o combate contra a sua identidade e seu alvo é o "sossego", que seria o silêncio de muitos ao presenciar, se calam em meio a tantas atrocidades. Assim, uma PAZ SEM VOZ nunca vai ser paz, um sensação de falsa paz, é o que está sendo imposta na sociedade. É no silêncio&nbsp; que esconde toda opressão dos mais indefesos que sofrem na pobreza. A música realmente merece todo o sucesso pois, mostra a realidade&nbsp; que o autor viu e viveu.</blockquote><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 11:34:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>edsonsalviano</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1677260737</link>
         <description><![CDATA[<div>De fato a música trás críticas e pautas de extrema importância em nosso cotidiano. A canção de Marcelo Yuka, Minha Alma, trás a tona a realidade da sociedade brasileira, isto é, desigual e descriminante. É inaceitável que, apesar da Constituição Federal de 1988 garantir igualdade à todos, esse direito fique apenas no papel, só na teoria, haja vista que a desigualdade em todos os sentidos está presente em nossa sociedade. É triste ver alguém sendo descriminado e segregado da sociedade, por ser negro, por morar na favela, que por muitas vezes gera falta de oportunidades e mais triste ainda, é que não podemos de fato mudar de imediato essa realidade, uma vez que nem o documento que rege nosso país conseguiu. É nítido a negligencia governamental para com essa população e a segregação já parte daí. Parafraseando e analisando um trecho da música, onde diz " Pois paz sem voz, Paz sem voz Não é paz, é medo", fica claro a denúncia de uma falsa paz, pois não poder se expressar e ter voz, não é paz, e sim medo, repressão, opressão escondendo e aceitando assim, esse sistema falho da sociedade. Finalizo com uma frase que compartilho muito de sua ideologia, essa é Nino Carneiro, a qual diz: De que adianta termos uma constituição que rege a igualdade de seus cidadãos , se eles mesmos adoram mostrar suas próprias diferenças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 19:27:27 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre todas as contribuições dos meus colegas, Acredito que não falta tanto para acrescentar. Mas se for para falar algo, queria ressaltar a capacidade do nosso país de ser um país melhor. Dentre todas essas barbaridades que acontecem, creio que um dia chegaremos a um estado de evolução minimamente satisfatório, onde não iremos ver o outro como um ser inferior, por exemplo. É um trabalho árduo e duro chegar até lá, mas partindo de baixo e aos poucos, é possível. A paz que nós procuramos depende da participação em sociedade de cada um, quer seja em debates, quer seja na luta individual para se tornar alguém melhor a cada dia, não se importando com opiniões alheias ou qualquer tipo de represália.  Para ter voz, ou seja, para ser relevante, não precisa &quot;estar na mídia&quot;, como muitos pensam. Diversas pessoas são relevantes em seus próprios bairros, e fazem daqueles lugares um ambiente melhor para se viver. E é justamente a multiplicação de pessoas como essas que precisamos, para enfrentar os gigantes medos que assolam essa e as próximas gerações. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 19:30:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>wlima130501</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1679833040</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br></div><div><br>A letra dessa música faz referência, uma denúncia a inúmeras formas de violência existentes na sociedade atual. Preconceito, discriminação, desigualdade, pobreza, repressão são algumas que são referenciadas na música, que elas são escondidas por uma falsa paz. Na música coloca o termo "paz sem voz", onde esta significa uma paz, que não é verdadeira, mas uma paz de medo e repressão. Na sociedade aqueles cidadãos que sofrem preconceito não são escutados, “não tem voz”.</div><div>Com isso esse silêncio indica a opressão, o medo. Pois esses sujeitos temes as consequências se falar algo, denunciar. A música crítica de várias formas as desigualdades na sociedade, coloca como as classes menos desfavorecidas como sendo inimigas, ameaças das classes mais altas. A letra da música é colocada em nome da igualdade e da justiça. E ainda vem lembrar e ressaltar para que não fiquemos calados, temos que falar mesmo,&nbsp; não devemos aceitar a passividade, o silêncio e a discriminação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 03:06:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>samaraasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1680464850</link>
         <description><![CDATA[<div>A música "Minha Alma" da banda brasileira "O Rappa" faz menção a duas temáticas muito presentes na realidade do nosso país: a desigualdade (social) e a discriminação. A sociedade brasileira é extremamente desigual; tanto que todos os dias podemos ver/presenciar manifestações palpáveis disso ou em nosso próprio cotidiano ou a partir de notícias veiculadas pela imprensa e compartilhadas através das redes sociais. Infelizmente a violência, o racismo e o classicismo estão arraigados à história do Brasil, fazendo parte do dia a dia da maior parte da população, às vezes até mesmo passando despercebidos para muitos que estão aquém da situação e para tantos outros que frequentemente minimizam a gravidade desses problemas por não ser algo que os afeta diretamente. O que a letra da música instiga é que as pessoas que convivem diariamente com esses tipos de problemáticas não devem sucumbir à submissão e à passividade por temerem sofrer algum tipo de retaliação/repressão, pois essa apatia e/ou silenciamento diante de injustiças que ocorrem diariamente são os principais fatores que impedem o acontecimento de transformações sociais. Ao nos calarmos consentimos que a desigualdade e a discriminação se perpetuem. Destarte, o silêncio se torna uma arma poderosa dos opressores. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 14:09:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anaritasilva2</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1680557890</link>
         <description><![CDATA[<div>A música aborda a realidade evidenciada da sociedade brasileira, como a discriminação, e a desigualdade social e como ela é dividida entre o pobre e o rico. Mostra também como é difícil uma pessoa que mora em comunidade ter oportunidades pelo preconceito que ainda é existente.&nbsp;<br>Diferente dos mais ricos que desfrutam de todos os direitos pelo fato de terem poderes aquisitivos.<br>Não devemos nos calar diante a sociedade nem deixar como está, pois cada vez mais o preconceito, a desigualdade, a discriminação, a violência e vários outros fatores negativos vai aumentar e chegar a um certo ponto que não terá mais como amenizar toda a situação criada. E devemos nos lembrar todos os dias dos nossos direitos como cidadãos, e devemos buscar oportunidades igualitárias independentemente de nossa classe social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 15:02:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A música faz uma reflexão à desigualdade social em nosso país, de modo que se faz o reflexo do que vivenciamos hoje e sempre na história da sociedade brasileira. Um trecho que se designa muito a tudo que vivemos hoje é, “paz sem voz; Não é paz é medo”, pois ao decorrer do tempo o Brasil sofreu diversas modificações sociais, podemos afirmar que tendo passado pela ditadura que matou e torturou diversas pessoas, além de diversos acontecimentos, como: a guerra dos canudos, revolta da vacina, revolta da chibata e dentre tantos outros que foram importantes para nossa sociedade, nós deveríamos enxergar o quão é negativo a opressão. Para assim aprender com as lutas sociais que fizeram de tudo para nós termos o mínimo que é necessário, todavia, mesmo com tudo isso nos dias atuais ainda existe uma intolerância e diversos preconceitos que fazem as pessoas não terem voz ou poder exercer seus direitos, seja por raça, crença, classe ou religião. A expressão “Pra tentar ser feliz?” é uma pergunta que muitos brasileiros fazem para si mesmo, como um povo pode ser feliz com tão pouco e passando por tanta desigualdade? Portanto, é preciso buscar e exigir cada vez mais dos nossos políticos e também de todos que estão ao nosso redor, porque a sociedade somos todos nós., para que um dia consigamos ser “todos iguais”.</title>
         <author>sebastiaoclaudio</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1680614901</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 15:37:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>diegomartinss</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1680728838</link>
         <description><![CDATA[<div>A canção aborda temas relevantes e frequentes na sociedade brasileira. A desigualdade social que está presente em nosso cotidiano nas diversas maneiras. Essa desigualdade que  oprime os pobres - de grande maioria negros. Em um país com tamanha riqueza natural e cultural como o Brasil, ainda existem pessoas que passam fome e não tem onde morar enquanto existem milionários com grandes mansões e banquetes e daí o pobre se pergunta: "O que eu fiz de diferente?". A única solução é corrermos atrás de nossos direitos e exigirmos isso dos nossos representantes políticos, pois assim como fala a música: "Qual a paz que eu não quero conservar, para tentar ser feliz?" ou seja, precisamos ser ativos e soltar o grito. Não existe meritocracia no Brasil, pois para falarmos de meritocracia precisaríamos, ao menos, dá a mesma oportunidade a todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 16:47:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermeoliveiras</author>
         <link>https://padlet.com/ritapatricia_prof/whagjunlq6as/wish/1680997306</link>
         <description><![CDATA[<div>Observamos aqui que a música faz uma condenação, expondo o que existe na sociedade, mas está implícito. Dessa forma, mostra-se bastante atual, logo nas primeiras estrofes o autor se impõe em primeira voz no combate a repressão. Em linhas curtas nos traz a ideia de uma luta contra uma ilusão silenciosa, ou seja, uma falsa paz que não se vencerá calado. É preciso “colocar a cara a tapa” e “brigar”, combater o preconceito, a desigualdade e fazer com que sua voz seja ouvida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 20:29:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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